palhaçada europeia

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meia dúzia de países europeus mandaram duas ou 3 dezenas de militares a defender a Gronelândia, para depois se defenderem aquando da invasão e tomada desta pelos EUA ao abrigo de um qualquer tratado sem tarelo nenhum..

 

 

GRONELÂNDIA JÁ ERA, O QUE INTERESSA AGORA
É FAZER A OPINIÃO PÚBLICA EUROPEIA ENGOLIR O SAPO
— As televisões, jornais e respectivos comentadores andam há um par de dias a dar enorme importância ao envio de militares europeus para a Gronelândia. São 15 franceses, 13 suecos, dois alemães, dois neerlandeses, dois finlandeses, dois noruegueses e um britânico, um total de 37 militares do chamado ‘velho continente’, numa “missão de reconhecimento na Gronelândia” que poderá depois ser “complementada por mais tropas, meios aéreos e navais”.
Um gesto cuja vacuidade é tão evidente que até incomoda, já que por mais tropas que a Europa para lá mande, não há defesa possível ante uma eventual invasão americana.
Mas não, nos diferentes telejornais eles levam a coisa a sério. E uns dizem que é “um sinal solidariedade para com a Dinamarca” [ante a ameaça americana, certamente], enquanto o diplomata sénior francês Olivier Poivred’Arvor precisou que se trata de “um primeiro exercício para mostrar que a NATO está presente”. Ou seja, a NATO está presente para quê, para lutar com quem? Não será com a Rússia nem com a China, que andam bem longe. Então é por causa dos EUA de Trump, só pode ser. Resumindo, NATO contra NATO, mas isso não pode ser dito, é assunto tabu…
Os comentadores dos canais de TV desdobram-se em “doutas” argumentações de entre as quais está rigorosamente excluída qualquer alusão à consequência mais notória deste “imbróglio”: a vertente europeia da NATO aprofunda a sua divisão com os EUA (que já vem de trás com o conflito ucraniano), o patrão todo poderoso da Aliança Atlântica (que só é aliança para cuidar dos interesses dos EUA, mais evidente não pode ser!). Disso, dessa divisão crescente, não convém falar, porque levaria certamente a conclusões incómodas sobre a absoluta nulidade que tem sido a política externa da UE nos últimos 20 anos, totalmente abandonada ao bel-prazer dos diferentes inquilinos da Casa Branca em Washington…
Assim, a quase totalidade dos comentadores (com uma ou duas excepções) evita cuidadosamente falar disso, é o elefante na sala que ninguém quer ver.
Em conclusão, mais uma vez se confirma que a comunicação social abandonou totalmente a sua missão de informar e esclarecer a opinião pública, de alertar para os problemas que nos cercam e ameaçam. Existe para adormecer a opinião pública, dirigi-la de forma a que continuemos a confiar nos funcionários de Bruxelas (que ninguém elegeu) e nos seus representantes em cada Estado-membro (esses sim eleitos, mas submissos e conscritos pelo tsunami regulatório da UE).
OK, tudo está bem, a Europa está a enviar militares para preparar a resistência ao invasor, é o que nos contam. Mas alguém acredita nisso? Claro que não. Mas convém fingir que tudo está sob controlo. Ainda por cima o invasor não é chinês, nem é russo, é o ‘Daddy americano’…
Insisto: os jornais e canais de TV já não informam nada, pelo contrário, a sua missão é apenas uma: dirigir e controlar a opinião pública de acordo com os interesses da oligarquia que desde há pelo menos três décadas se apoderou totalmente do aparelho de comunicação social ocidental. A liberdade de informação já não existe, a liberdade de opinião está cada vez mais restringida e ameaçada…
O BigBrother do “1984” de George Orwell tornou-se uma realidade, o pensamento único já vigora, só falta mesmo criar o “Ministério da Verdade”…
No fim de contas, haverá um teatro negocial, mais ou menos longo (não será demasiado longo porque o Trump precisa de uma vitória a tempo da “midtermelections” que são já daqui a 10 meses) sempre reportado pelos “pivots” da TV (os pastores do rebanho) como “duras, francas e decisivas”. E no final de contas haverá um acordo que será totalmente favorável aos americanos. Já está tudo decidido, o que vão debater nas “negociações” é simplesmente de que forma os “spin doctors” europeus e americanos vão disfarçar a cedência total para convencerem a plebe de Oslo a Lisboa que tanto a Europa como os EUA ficaram a ganhar…
Os que não concordarem com essa narrativa que então será apresentada é porque são traidores a soldo de Beijing ou Moscovo, mais nada!
Siga o baile! A menina dança?…
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A minha cor política é o país onde vivo, nem direita, nem esquerda, nem centro. Claro que tenho as minhas preferências e já as afirmei em devido tempo.
(Desmistifiquemos: apesar de hoje em dia não ser já relevante, tenho de me definir, como sendo de “esquerda” querendo significar simpatizar com a noção de uma social-democracia à sueca do tempo do malogrado Olof Palme.
Sou multicultural e não aceito xenofobia nem extremismos de qualquer formato).
Chrys Chrystello 9.8.2018

ICE PRENDE NATIVOS AMERICANOS

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🚨JUST IN: OST President Shows Resiliency Amidst I.C.E Kidnappings and Intimidation
“I am the President of the Oglala Sioux Tribe and Chairman of the Great Plains Tribal Chairmen’s Association, which includes seventeen federally recognized Indian tribes.
Recently, I was made aware that U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) detained four Oglala Sioux tribal members in Minneapolis, Minnesota. These individuals are homeless and were living under a bridge near the Little Earth Housing Complex in the East Phillips neighborhood of Minneapolis.
When the Oglala Sioux Tribe requested more information concerning this matter, federal officials informed us that the Tribe could access that information only if we entered into an immigration agreement with U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) and the U.S. Department of Homeland Security.
The Tribe does not intend to enter into any immigration agreement with ICE or the Department of Homeland Security, whether pursuant to § 287(g) of the Immigration and Nationality Act, 25 U.S.C. § 2804(e), or otherwise. We will not enter into any agreement that would authorize, or make it easier for, ICE or Homeland Security to enter our tribal homeland to arrest or detain our tribal members.
The Oglala Sioux Tribe is a federally recognized Indian tribe. We have a treaty-based, nation-to-nation relationship with the United States. We are entitled to information from federal agencies concerning our tribal citizens, and we should not be required to enter into an immigration agreement with ICE to obtain that information.
Members of the Oglala Sioux Tribe are United States citizens. We are the First Americans. We are not undocumented immigrants, and we are not subject to unlawful immigration enforcement actions by ICE or the Department of Homeland Security.
The Oglala Sioux Tribe hereby issues formal notice to the United States Government, including ICE, the Department of Homeland Security, and all subordinate agencies, that any detention of Oglala Sioux tribal members under immigration authority constitutes a grave violation of tribal treaties, statutory law, and the constitutional rights of a sovereign people.
Tribal members are not aliens. They are not subject to immigration enforcement or detention. They are citizens of this land by treaty, by statute, and by history.”
— Frank Star Comes Out, President
Oglala Sioux Tribe
(We will be following updates on the detained tribal members and thank OST President for his leadership during this challenging time.)
🔗 Read more on the official Oglala Sioux Tribe (OST) Facebook page.
May be an image of text that says "JUST IN 米 OGLALA SIOUX TRIBE DRAWS LINE AGAINST ICE, OST PRESIDENT LEADS SIOUX RESISTANCE -ICE Wants -ICEWantsanAgreement, AH Agreement, but Oglala butOglalaIsn'tBudging. Isn't Budging. A"

FBI faz busca a casa de jornalista do Washington Post a pedido do governo

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A repórter em causa, Hannah Natanson, escreve sobre a atividade do Governo de Trump, para o Post e faz parte de um grupo de jornalistas que recebeu o Prémio Pulitzer em 2022 pela cobertura do ataque ao Capitólio.

Source: FBI faz busca a casa de jornalista do Washington Post a pedido do governo

Trump insulta operário que o chamou “protetor de pedófilo”. “Apropriado”

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O presidente norte-americano, Donald Trump, foi filmado a insultar um trabalhador que o chamou “protetor de um pedófilo”, durante uma visita à fábrica da Ford, no Michigan. Ainda assim, Casa Branca defendeu o chefe de Estado, tendo apontado que Trump teve uma atitude “adequada e inequívoca”.

Source: Trump insulta operário que o chamou “protetor de pedófilo”. “Apropriado”

COLOMBIA DEU XEQUEMATE AOS EUA?

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Se Donald Trump pensou que, cortando o fluxo de dólares e proibindo a importação de café, iria ajoelhar a Colômbia, cometeu o erro de cálculo mais grave da sua presidência e talvez o erro fatal que venha a pôr fim à hegemonia norte-americana no Caribe. Porque o que aconteceu nas últimas 24 horas em Bogotá não foi uma rendição, mas sim um contra-ataque estratégico que deixa Washington sem opções militares viáveis,
sem disparar um único tiro. Às 10 horas da manhã, hora da Colômbia, Gustavo Petro, acompanhado por uma delegação de alto nível da China e com a presença virtual dos líderes da CELAC, anunciou a criação da Aliança do Escudo Logístico Soberano. Mas isto não é um simples acordo no papel; é a reconfiguração física do comércio mundial no hemisfério ocidental.
A medida central desta aliança é a ativação imediata do corredor interoceânico seco, uma rede ferroviária e rodoviária de alta velocidade que liga o porto de Buenaventura, no Pacífico, aos portos do Caribe colombiano, operada sob uma jurisdição especial partilhada com empresas estatais chinesas.
Richard Wolff analisa este movimento como o xeque-mate definitivo à Doutrina Monroe, porque, ao assinar este acordo, a Colômbia entregou a operação dos seus portos estratégicos à Costco Shipping, a gigante estatal chinesa de transporte marítimo, através de um contrato de abastecimento estratégico de emergência. Isto significa que, a partir de hoje, qualquer navio que entre ou saia de Buenaventura ou Cartagena transportando alimentos ou medicamentos estará sob proteção legal e logística da bandeira chinesa.
A genialidade desta jogada reside no facto de utilizar a própria agressividade de Trump contra ele mesmo. Os Estados Unidos bloquearam as importações colombianas acreditando que a Colômbia dependia do consumidor norte-americano, mas Petro respondeu mudando de cliente. No mesmo discurso, foi anunciado que toda a colheita de café e flores rejeitada ontem pelos Estados Unidos foi comprada antecipadamente por um consórcio de empresas estatais de Xangai e Handan para ser distribuída no mercado asiático.
Os navios chineses já estão a caminho para recolher a carga. A Colômbia não perdeu um único cêntimo; simplesmente trocou o norte pelo leste. Mas o aspeto mais assustador para o Pentágono não é o café, é o combustível. Perante o bloqueio da gasolina refinada imposto pelos Estados Unidos como castigo, a aliança ativou o mecanismo de troca energética com a Venezuela ocupada pela resistência e com o Brasil.
E aqui surge a surpresa. Petro anunciou que a Colômbia deixará de exportar petróleo para os Estados Unidos, uma medida que corta o fornecimento de crude pesado de que as refinarias do Texas dependem desesperadamente. Em vez disso, esse petróleo será enviado para refinarias da Índia e da China, em troca de gasolina refinada.
Isto coloca os Estados Unidos numa posição impossível. Se a Marinha norte-americana tentar bloquear fisicamente os navios chineses que entram nos portos colombianos, estará a iniciar um ato de guerra direta contra a China — não uma guerra comercial, mas uma guerra naval no Caribe, algo para o qual Washington não está preparado, nem política nem militarmente.
Trump criou um cenário em que a sua única opção para manter o bloqueio seria disparar contra a frota mercante da segunda maior potência mundial — e ele sabe que não pode fazê-lo. O impacto na economia interna da Colômbia foi de alívio imediato. O pânico cambial cessou abruptamente quando o Banco Popular da China anunciou uma linha de swap cambial de 30 mil milhões de yuans para apoiar o peso colombiano.
Isto retira o dólar da equação do comércio quotidiano. Os importadores colombianos já não precisam de comprar dólares para importar eletrodomésticos ou maquinaria; agora podem pagar diretamente em yuans. Trata-se de uma desdolarização forçada pela estupidez imperial. Do ponto de vista geopolítico, a Colômbia deixou de ser o porta-aviões terrestre da OTAN na América do Sul para se tornar a cabeça de ponte da nova OTAN.
Uma Rota da Seda no Caribe, ao fechar o espaço aéreo aos aviões militares dos Estados Unidos e abrir os seus portos à marinha mercante chinesa. Petro neutralizou a capacidade do Comando Sul na região. Já não podem usar a Colômbia como base de retaguarda para uma invasão da Venezuela.
Porque a Colômbia está agora protegida por um escudo diplomático e comercial que Washington não pode penetrar sem desencadear a Terceira Guerra Mundial. A Casa Branca está em silêncio total. As minhas fontes dizem que há gritos no Salão Oval. Os conselheiros de segurança nacional estão a dizer a Trump que ele perdeu a Colômbia definitivamente.
Tentaram asfixiá-la e empurraram-na para os braços do dragão. E agora têm uma potência rival a operar portos estratégicos a duas horas de voo de Miami. O plano de cerco foi quebrado, e a América Latina descobriu que existe vida inteligente e próspera para além das ordens de Washington. Na próxima parte, veremos como esta aliança afeta o Canal do Panamá e porque os Estados Unidos poderão estar a considerar uma medida desesperada para recuperar o controlo dos dois oceanos.

prendem primeiro

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Border Patrol agent, wearing a Texas militia patch, smashes a man’s car window before kidnapping him yesterday in Minneapolis.
📸Scott Olson for Getty May be an image of car
Keith Porter Jr. waskilledbyanoff-duty ICE agentonNewYear’sEveathisapartmentcomplexinthe Los Angeles area. May be an image of text that says "NEWSONE Source: GoFundMe Source:GoFundMe/GoFundMe GoFur GoFundMe AN OFF- OFF-DUTY ICE AGENT KILLED A BLACK MAN IN LOS ANGELES. WE NEED TO TALK ABOUT IT [OP-ED] READ MORE AT WWW.NEWSONE.COM"
Em 31 de dezembro de 2025, Keith Porter Jr. estava do lado de fora do seu apartamento em Northridge, Califórnia, onde, segundo relatos, estava a disparar uma espingarda para o ar para celebrar o ano novo. Um agente da Imigração e Alfândega (ICE) fora de serviço decidiu tratar Porter como uma ameaça de «atirador ativo». Em vez de chamar a polícia, que é treinada para lidar com esse tipo de situação, o agente fora de serviço, aparentemente encorajado pela sua impunidade e pelas proteções federais, decidiu confrontar Porter Jr. Tiros foram disparados, e o agente do ICE alegou que foi forçado a se defender e atirou em Porter Jr., que mais tarde alegou ter se recusado a desarmar-se.
On Dec. 31, 2025, Keith Porter Jr. was outside his Northridge, California, apartment, where he was reportedly firing a rifle in the air to celebrate the new year. An off-duty Immigration and Customs Enforcement (ICE) officer decided to treat Porter as an “active shooter” threat. Instead of calling the actual police, who are trained to handle this type of interaction, the off-duty agent, seemingly emboldened by his impunity and federal protections, decided to confront Porter Jr. Shots rang out, and the ICE officer claimed that he was forced to defend himself, and shot Porter Jr., who he later claimed refused to disarm himself.
Keith Porter Jr., 43, a father of two, went from celebrating the end of a difficult 2025 to never making it to see 2026. In typical DHS and ICE fashion, the agent’s name had not been released, and the Los Angeles Police Department had not even interviewed him about the incident. Multiple agencies are allegedly investigating the shooting, and the Porter family is left with the tragic death of a beloved son and father, all because a deputized authority of whiteness decided to confront a Black man when it wasn’t his job or his duty to do so.

OS NAZIS DO ICE , TESTEMUNHO DUM DETIDO

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Alt National Park Service ·

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Bom dia,
Meu nome é Brandon Siguenza e sou um cidadão americano de Minneapolis. Ontem, enquanto fazia observação legal, o ICE parou os carros para nos assediar, a mim e ao meu amigo. Eles borrifaram spray de pimenta na ventilação do nosso veículo. Levantámos as mãos e dissemos que não estávamos a obstruir, que o carro estava estacionado e que eles podiam avançar e ir embora. Não havia nenhuma operação de imigração em curso. Eles voltaram para os carros, avançaram um pouco e decidiram parar novamente. Cercaram-nos, partiram as janelas do carro, abriram as portas (que estavam destrancadas), arrancaram o meu amigo e eu do carro e prenderam-nos sob a acusação de obstrução.
Fui colocado num SUV sem identificação, separado do meu amigo. Quando fui colocado no banco de trás, um agente do ICE arrancou o apito do meu pescoço e disse: «Vou ficar com isto, posso precisar mais tarde.» O meu telemóvel foi arrancado da minha mão durante a detenção. Enquanto nos afastávamos, pedi ao motorista e ao passageiro que apertassem o meu cinto de segurança, pois estavam a conduzir de forma irregular. Fui ignorado. Perguntei se podiam afrouxar as algemas, pois estava a perder a circulação, e responderam que não. A certa altura, o passageiro percebeu que a sua carta de condução estava no banco de trás, ao lado da minha, e tentou pegá-la discretamente, sem que eu visse.
Fomos levados para o edifício federal Whipple, onde vi dezenas de pessoas de pele escura a serem processadas numa garagem sem aquecimento. Fui revistado, informado das acusações contra mim e vi autocarros e carrinhas a serem preparados. Mais tarde, soube que estavam a ser enchidos com detidos e levados para o aeroporto para serem deportados. Quando fomos conduzidos para dentro, reparei que o edifício estava muito movimentado. Tive a impressão de que um dos dois agentes que me acompanhavam estava a ser treinado. Em vários momentos durante a minha estadia, os agentes do governo não conseguiam abrir portas, não sabiam para onde deveriam ir e, em geral, estavam confusos e sobrecarregados. Não sabiam como usar os telefones do edifício ou reclamavam da falta de sinal de telemóvel, o que os impedia de verificar a Internet ou fazer chamadas.
As pessoas nas celas estavam extremamente assustadas. Ouvimos pessoas a gritar «deixem-me sair!», a chorar, a lamentar-se e a dar gritos aterrorizados. Havia celas com até 8 pessoas. Não tenho como saber há quanto tempo estavam lá, se tinham permissão para qualquer contacto com o mundo exterior ou se lhes traziam comida ou água. A maioria das pessoas estava a olhar para o chão, quase sem energia. Não me foi permitido falar com ninguém preso. Lembro-me claramente de ver uma mulher desesperada. Ela estava a olhar para o chão com a cabeça entre as mãos, a chorar, sem esperança, enquanto a sua amiga ou familiar estava sentada numa sanita, observada por três homens.
O meu amigo e eu fomos colocados numa área para «USCs», que acabámos por descobrir que significava cidadãos dos EUA, separados por género. Ficámos presos durante 8 horas, durante as quais o meu amigo nunca teve permissão para fazer uma chamada telefónica. Eu fui autorizado a ligar para a minha esposa e dizer-lhe onde estava. Durante a minha entrevista com o agente especial William e o agente especial Garcia, eles pediram-me para esvaziar os bolsos. Quando tirei as luvas, o agente William disse que elas deveriam ser recolhidas quando eu fosse processado e reclamou por ter que preencher o formulário novamente. Ele me revistou mais uma vez e encontrou vidro no meu bolso, proveniente da janela do nosso carro que foi quebrada. Ele preencheu o formulário com os meus itens pessoais novamente, mas colocou a data errada. Os meus direitos foram lidos, eu invoquei a Quinta Emenda e fui levado de volta para a minha cela.
Era extremamente difícil conseguir comida, água e ir à casa de banho. Eu pedia para ir à casa de banho pelo intercomunicador da cela, me diziam que alguém estava a caminho, então eu pedia novamente 20 minutos depois, me diziam que alguém estava a caminho, esperava mais 20 minutos, etc. Por fim, ou desligaram o intercomunicador ou ele deixou de funcionar, porque ninguém respondia. Conseguia água e pausas para ir à casa de banho batendo no vidro quando alguém passava e implorando diretamente. Passavam-se horas sem que ninguém nos verificasse. Sou vegana e a única comida que ofereciam eram sanduíches de peru, snacks de fruta com gelatina e barras de cereais com mel. Acabei por comer uma barra de cereais por fome.
Fiquei sozinho na cela por 1 a 2 horas, depois outro homem foi colocado na minha cela, cuja camisa estava rasgada desde a sua prisão e que tinha um dedo do pé ferido, tendo sido carregado agressivamente para um carro sem identificação durante a sua prisão. Após cerca de 4-5 horas, outro homem foi trazido, com um corte na cabeça devido à sua prisão. Ele disse-me que foi derrubado por 4 ou 5 agentes durante a sua prisão. Em nenhum momento lhe foi oferecida assistência médica.
Mais tarde, disseram-me que um advogado estava aqui para me ver e pude falar com ele numa sala de visitas. O agente especial disse-me que a porta não podia ser fechada completamente, por isso ficou entreaberta durante a minha interação com o meu advogado. Fiquei com a impressão de que eles não estavam habituados a ter advogados presentes e estavam a tentar seguir o procedimento da melhor forma possível. Perguntei a um agente se os outros detidos podiam ter advogados e não obtive resposta.
A certa altura, três homens do departamento de Investigações de Segurança Interna levaram-me para uma cela. Insinuaram que me podiam ajudar. Depois de perguntar várias vezes o que queriam dizer exatamente, finalmente disseram-me que podiam oferecer proteção legal aos meus familiares indocumentados, se eu tivesse algum (não tenho), ou dinheiro, em troca dos nomes dos organizadores do protesto ou de pessoas indocumentadas. Fiquei chocado e disse-lhes que não.
Finalmente, após horas de detenção, disseram-me para seguir um agente. Em nenhum momento me disseram se eu estava a ser acusado ou para onde eu estava a ir, mas fui levado para fora do prédio. Perguntei se poderia usar um telefone para ligar para a minha esposa para me buscar, e me disseram que não. Depois de implorar por vários minutos, o agente especial William finalmente me deixou usar o telefone dele para ligar para a minha esposa. Enquanto era escoltado para fora da propriedade por agentes do governo, mandaram-me virar à direita. Fui escoltado até a área de protesto, onde, cinco minutos depois, gás lacrimogéneo foi lançado e fui atingido por uma arma de paintball. Eu não estava a protestar, estava simplesmente a ser libertado sem acusações após oito horas de detenção. Eu estava do outro lado da rua, conforme instruído pelos agentes que me libertaram e pelos agentes que gritavam ordens através de um megafone. Uma transeunte que foi atingida por gás lacrimogéneo estava em pânico e a ter um ataque de asma, então ajudei-a a encontrar um médico para lhe dar um inalador. Usei o telefone de um estranho para coordenar a recolha e fui buscado pela minha esposa.
Durante a minha detenção, eu sabia que seria libertado. Eu sabia que, como cidadão dos Estados Unidos, tenho proteção legal. As outras centenas de pessoas detidas não tinham essa proteção. Neste momento, não preciso da sua ajuda, são as famílias que estão a ser separadas, abusadas, aterrorizadas, assediadas e mortas que precisam da sua ajuda. Se isto está a acontecer comigo, um cidadão americano nascido nos Estados Unidos, o que está a acontecer com as pessoas aqui que não têm ninguém para ligar para advogados em seu nome? Que não têm direitos constitucionais ao devido processo legal? O que está a acontecer com as pessoas que nunca serão libertadas para ver suas famílias, ir para o trabalho ou andar pela cidade novamente?
Por favor, cuidem de vocês mesmos, de suas famílias e de suas comunidades. Estou seguro e saudável. Se sentirem vontade de ajudar, por favor, ofereçam sua ajuda à Rede de Defesa dos Imigrantes em https://immigrantdefensenetwork.org/. Se conhecerem alguém detido pelo ICE, liguem ou enviem uma mensagem de texto para o CAIR-MN no número 612-206-3360 para atendimento jurídico 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Alt National Park Service

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Good morning,
My name is Brandon Siguenza, and I am a US citizen from Minneapolis. Yesterday, while doing legal observation, ICE stopped their cars to harass my friend and me. They sprayed pepper spray into the vent of our vehicle. We held our hands in the air and told them we were not obstructing, that the car was in park and they were free to drive forward and away. There was no active immigration raid. They returned to their cars, and drove forward a bit, then decided to stop again. They surrounded us, smashed the windows of our car, opened the doors (they were unlocked), ripped my friend and I out of the car and arrested us on charges of obstruction.
I was put in an unmarked SUV, separated from my friend. As I was put in the back seat an ICE agent tore the whistle off my neck and said “I’ll be taking this, I might need it later.” My phone was knocked out of my hand while being arrested. As we drove away I asked the driver and the passenger if they wouldn’t mind buckling my seatbelt, as they were driving erratically. I was ignored. I asked them if I could have the handcuffs loosened, as I was losing circulation, and was told no. At one point the passenger realized his own driver’s license was in the backseat next to mine, and tried to surreptitiously grab it without me seeing it.
We were taken to the Whipple federal building, where I saw dozens of brown people being processed in an unheated garage. I was frisked, told of my charges, and saw buses and vans being prepped. I later learned that these were being filled with detainees and driven to the airport for deportation. As we were led in, I noticed that the building was very busy. I got the impression that one of the 2 agents bringing me around was being trained. At multiple points throughout my stay, government agents were unable to open doors, not sure where they were meant to be going, and overall confused and overwhelmed. They couldn’t figure out how to use the building phones, or complained about a lack of cell service preventing them from checking the internet or making calls.
The people in the cells were extremely scared. We heard people screaming “let me out!”, crying, wailing and terrified screams. There were cells with as many as 8 people. I have no way of knowing how long they have been there, if they were allowed any contact with the outside world, or if they were being brought food or water. Most people were staring at the ground with almost no energy. I was not allowed to talk to anyone imprisoned. I distinctly remember seeing a desperate woman. She was staring at the ground with her head in her hands crying, hopeless, while her friend or family member sat on a bathroom seat observed by 3 men.
My friend and I were put in an area for “USCs,” which we eventually learned meant US citizens, separated by gender. We were imprisoned for 8 hours, during which my friend was never allowed a phone call. I was allowed to call my wife and tell her where I was. During my interview with Special Agent William and Special Agent Garcia, they asked me to empty my pockets. When I pulled out gloves, Agent William said those were meant to be taken when I was processed, and complained about having to fill out the form again. He frisked me once more, where he found glass in my pocket from when our car window was shattered. He filled out the form listing my personal items again, but put the wrong date. I was read my rights, I pleaded the fifth and was led back to my cell.
Food, water, and bathroom breaks were extremely difficult to acquire. I would ask over the intercom provided in the cell for a bathroom break, be told someone was on their way, then ask again 20 minutes later, be told someone was on their way, wait another 20 minutes, etc. Eventually they either turned off the intercom or it stopped working, because no one would respond. I could get water and bathroom breaks by pounding on the glass when someone happened to walk by and beg them directly. Hours would go by without anyone checking on us. I am vegan and the only food they offered were turkey sandwiches, fruit snacks with gelatin, and granola bars with honey. I eventually ate a granola bar out of hunger.
I was in the cell alone for between 1 and 2 hours, then another man was put into my cell, whose shirt was ripped open from his arrest, and an injured toe, who was carried aggressively into an unmarked car during his arrest. After about 4-5 hours, another man was brought in who had a cut on his head from his arrest. He told me he was tackled by 4 or 5 agents during his arrest. At no point was he offered medical assistance.
Later I was told that a lawyer was here to see me, and I was able to speak with him in a visitation room. The special agent told me that the door could not be closed all the way, so it was cracked during my interaction with my lawyer. I got the impression that they were not used to having lawyers present, and were trying to follow procedure as best they could. I asked an agent if the other detainees were allowed lawyers and was not answered.
At one point, 3 men from the department of Homeland Security Investigations brought me into a cell. They insinuated that they could help me out. After inquiring several times what exactly they meant they finally told me that they could offer undocumented family members of mine legal protection if I have any (I don’t), or money, in exchange for giving them the names of protest organizers, or undocumented persons. I was shocked, and told them no.
Finally, after hours of detention, I was told to follow an agent. At no point was I told whether or not I was being charged, or where I was going, but I was led out of the building. I asked if I could use a phone to call my wife to pick me up, and was told I could not. After pleading for several minutes eventually Special Agent William let me use his phone to call my wife. As I was escorted off the property by government agents, I was told to turn right. I was escorted to the protest area, where 5 minutes later, tear gas was deployed and I was struck by a paint ball gun. I was not protesting, I was simply being released without charges after an 8 hour detention. I was on the other side of the street, as instructed by the agents that released me and the agents shouting orders over a bullhorn. A passerby who was tear gassed was panicking and having an asthma attack, so I helped her find a medic to get her an inhaler. I used a stranger’s phone to co-ordinate pickup, and was picked up by my wife.
During my detention I knew that I was being released. I knew that as a citizen of the United States I have legal protection. The hundred or so other people being detained had no such protection. At this time I don’t need your help, it is the families that are being separated, abused, terrorized, harassed and killed that need your help. If this is happening to me, an American citizen born in the United States, then what is happening to the people in here that have no one calling lawyers on their behalf? That have no constitutional rights to due process? What is happening to the people that they will never be released to see their families, go to their jobs, or walk through their city ever again?
Please take care of yourselves, your family, and your community. I am safe and healthy, if you feel compelled to help, please offer your help to the Immigrant Defense Network at https://immigrantdefensenetwork.org/. If you know someone detained by ICE, call or text CAIR-MN at 612-206-3360 for 24/7 legal intake.

ICE ILEGALIDADES

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Palavras de um polícia reformado que serviu durante 33 anos.
O ICE não é tecnicamente uma agência de aplicação da lei no verdadeiro sentido da palavra. A sua jurisdição é exclusivamente a detenção de infratores conhecidos da lei de imigração, o que é apenas um crime menor. Esta administração deixou-os ficar completamente fora de controlo. De acordo com as próprias leis do ICE, eles não têm autoridade para parar e deter cidadãos americanos, incluindo parar veículos, a menos que o veículo contenha pessoas para as quais eles tenham mandados ou que sejam reconhecidas como infratores conhecidos. Neste caso, não havia justificativa para o contacto inicial, que foi ilegal. Muitos desses manifestantes sabem disso. Se o ICE tentasse me parar e me tirar do meu carro, eu tentaria fugir ou resistir. Este governo deu-lhes permissão para infringir a lei, em essência. O ICE tornou-se uma agência fora de controlo.
Portanto, sim, estou a dizer que você pode ignorar as ordens deles, mas agora deve ter cuidado com a forma como eles vão reagir. Se você olhar para os casos em que o ICE realizou esse tipo de atividade, em que tirou cidadãos de carros ou de protestos, os cidadãos foram posteriormente libertados porque os procuradores dos EUA sabem que as prisões foram ilegais.
De alguma forma, esses agentes passaram a acreditar que têm poderes que não têm, porque este governo se recusou a disciplinar qualquer um deles por abuso de poder.
Não divulgo o nome porque não tenho permissão para republicá-lo.

 

Words from a retired cop that served 33 year.
ICE is not technically a law enforcement agency in the true sense of the word. Their jurisdiction is solely the apprehension of known immigration violators, which is just a misdemeanor crime. This administration has let them completely get out of control. Under ICE’s own laws they have no authority to stop and detain US citizens including stopping vehicles unless that vehicle contains persons for which they have warrants or are recognized as known violators. In this case there was no justification for the initial contact which was illegal. Many of these protesters know this. If ICE were to try to stop me and pull me out of my car I would try to escape or resist. This administration has given them permission to break the law in essence. ICE has become an out of control agency.
So, yes I’m saying you can ignore their commands but now you must be careful about how they will react. If you will look at cases where ICE has done these kinds of activities where they have pulled citizens out of cars or at protests, the citizens have been subsequently released because US attorneys know that the arrests have been illegal.
Somehow these agents have come to believe they have powers they don’t have because this administration has refused to discipline any of them for their abuse of power.
Withholding name because I don’t have permission to repost with it