A PINTORA MARGARIDA ANDRADE

A entrevista de Margarida Andrade na RTP/Açores:
A jovem pintora açoriana, Margarida Andrade, inaugura no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, a exposição “No futuro também se usavam pincéis”.
Esta mostra é fruto de um projeto artístico através do qual a Margarida Andrade pretende alertar para as consequências das alterações climáticas.
Nesta exposição, a artista transporta-nos para uma 10ª ilha e com uma civilização diferente.
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expo pintura

A não perder! O últimos dias da Exposição “O Espírito Açoriano: A Arte de Domingos Rebêlo”, no Museu da Baleação, em New Bedford/ New Bedford Whaling Museum, costa leste dos EUA. Esta Exposição que foi inaugurada a 31 de Março, termina esta semana, no domingo, dia 25 de Setembro.
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EXPO DOMINGOS REBELO

Acerca da exposição no Museu da Baleação, em New Bedford, na costa leste dos EUA, “O Espírito Açoriano: A Arte de Domingos Rebêlo”, o museu colocou neste artigo um link para a visita virtula de toda a exposição!
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THE AZOREAN SPIRIT: THE ART OF DOMINGOS REBÊLO, open through September 25.
In a career spanning more than 60-years, Domingos Rebêlo (1891-1975) created thousan…

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mural de Julio Pomar tapado pela PIDE foi recuperado

Mural de Júlio Pomar no cinema Batalha (Porto)
Alvo da censura da PIDE e de 7 camadas de tinta por cima
Foi recuperado ao fim de 75 anos, e pronto para ser visto, graças às obras de restauração do cinema, que prepara a sua reabertura
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TOMAZ BORBA VIEIRA

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TOMAZ BORBA VIEIRA
Tomaz Borba Vieira estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e na Academia de Belas Artes de Florença. Estudou Pedagogia e Educação na Faculdade de Letras de Lisboa e na Universidade de Boston, obtendo, então, o grau de “Master of Education”.
Foi vogal da Direção da Sociedade Nacional de Belas Artes e docente do Ensino Superior da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e da Universidade dos Açores.
Responsável por um grande número de exposições individuais e coletivas, e a residir há vários anos no concelho de Lagoa, por que tem muito apreço, foi o fundador do Centro Cultural da Caloura, em 2005, onde expõe uma colecção de obras de mais de 50 artistas, disponibiliza uma biblioteca de arte, uma colecção de fotografias do primeiro quartel do século XX e variada documentação cultural.
Tomaz Borba Vieira, o «Mestre Tomaz», é uma das figuras mais destacadas da sociedade lagoense, embora não seja lagoense: pintor, professor e escritor, Tomaz vive, pacatamente, na sua casa, na Caloura, juntamente com a sua esposa, junto, bem junto, ao seu Centro Cultural, fundado por si, pelas suas próprias mãos.
Um espaço repleto de obras de arte que, por mais curioso que se possa imaginar, não tem nenhuma da autoria de Tomaz Borba Vieira.
Nas suas palavras, diz-nos que “tenho conhecido, não só nas artes, mas em muitas atividades, pessoas notáveis que não deixam nome gravado, mas que deixam memórias muito fortes à família, à comunidade e aos amigos. Conheci homens, conheci pessoas, digamos desconhecidas, ou ditas por desconhecidas, com personalidades de grande valor, de grande capacidade de ensinar”.
Se o artista, por norma, é um ser que se inspira, que se sente tocado por dentro pelo exterior – pelo que está por fora, digamos -, Tomaz confessa que não usa a palavra inspiração, porque nem todas as ideias que nós temos, às vezes, são louváveis. De maneira que acredita mais no acontecer, no ver, no sentir, qualquer coisa que motiva para a atividade artística. Pode ser uma conversa, uma forma. Normalmente são formas, formas da natureza, formas do meio envolvente, aquilo que estimula a capacidade de reconverter formas. Não diz criar, porque não se cria nada do nada: cria-se alguma coisa a partir de algo que já existe, que recriamos, que transformamos, que adaptamos a nós próprios.
Pintor, escritor e professor: é assim Tomaz Borba Vieira tido entre nós. Mas a sua primeira profissão foi professor.
“Sempre senti vocação para professor. Quando ainda estava no Liceu já sentia vontade de ingressar numa carreira de professor”.
Depois descobriu que isso não era por uma questão de ensinar, era mais por uma admiração pela função da educação. A educação como meio importante da realização social.
Fundador do Centro Cultural da Caloura, Tomaz Borba Vieira, aquando da fundação do Centro, revelou que, desde muito cedo, desde 1959/1960, começou a colecionar obras. Comprou a sua primeira gravura exatamente nessa altura. Daí em diante todas as suas economias e extravagâncias eram em comprar obras, tendo herdado também algumas peças do seu avô.
Recebeu, segundo ata da reunião camarária da Câmara da Lagoa de 31 de Março de 2006, a Medalha de Mérito Municipal Cívico.
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Número setenta e um
Chrys Chrystello
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