Imagine o seguinte…

O avião está lotado, todos com os cintos apertados, as bagagens de mão guardadas nos compartimentos superiores e os comissários de bordo dando os últimos avisos para desligar os aparelhos eletrônicos. Um voo normal… até que…
Dois pilotos cegos entram a bordo.
Ambos usando óculos escuros. Um deles tem um cão-guia trotando fielmente ao seu lado, o outro está tateando o caminho com uma bengala branca, batendo no corredor como se estivesse procurando os números das fileiras.
No início, os passageiros riem nervosamente — «Haha, piada engraçada, certo?» Mas não. Os pilotos dirigem-se diretamente para a cabina, a porta fecha-se e os motores rugem.
As risadas desaparecem. As cabeças viram-se. Os olhos disparam. Todos esperam pelo final da piada que nunca chega.
O avião taxiou. Acelerou. Mais rápido… mais rápido… pela pista. As pessoas nas janelas perceberam de repente que a pista terminava na água.
O avião avançou. Ainda não tinha decolado. A água estava a aproximar-se. Os rostos empalideceram. Os corações bateram forte. E então — o pânico irrompeu. Toda a cabine gritou em terror absoluto!
Naquele exato segundo, o avião disparou para o ar com perfeita graciosidade. Suave como seda.
Todos respiram aliviados, e risos constrangidos se espalham pela cabine. Os passageiros pegam revistas e fingem que não estavam gritando como crianças em uma montanha-russa.
Enquanto isso, na cabine, um piloto cego se vira para o outro e murmura:
“Bob, um dia desses… eles vão gritar tarde demais, e todos nós vamos morrer.”
Juro que não consigo parar de rir — imagine só a cena!
#fblifestyleFollow