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avisos paroquiais

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Isto já tinha passado por mim há anos, mas continua muito divertido.
Esses foram os avisos fixados nos murais de algumas igrejas. Todos eles são reais, escritos com boa vontade e má redação. Divirta-se!
*AVISOS AOS PAROQUIANOS:*
1- Para todos os que têm filhos e não sabem, temos na paróquia uma área especial para crianças.
2- O torneio de basquete das paróquias vai continuar com o jogo da próxima quarta-feira. Venham nos aplaudir, vamos tentar derrotar o Cristo Rei!
3- Na sexta-feira às sete, os meninos do Oratório farão uma representação da obra Hamlet, de Shakespeare, no salão da igreja. Toda a comunidade está convidada para tomar parte nesta tragédia.
4- Prezadas senhoras, não esqueçam a próxima venda para beneficência. É uma boa ocasião para se livrar das coisas inúteis que há na sua casa. Tragam seus maridos!
5- Assunto da catequese de hoje: Jesus caminha sobre as águas.
Assunto da catequese de amanhã: Em busca de Jesus.
6- O coro dos maiores de sessenta anos vai ser suspenso durante o verão, com o agradecimento de toda a paróquia.
7- O mês de novembro finalizará com uma missa cantada por todos os defuntos da paróquia.
8- O preço do curso sobre Oração e Jejum não inclui as refeições.
9- Por favor, coloquem suas esmolas no envelope, junto com os defuntos que desejem que sejam lembrados.
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Victor Avila

Pelo menos no número 4 há um ponto e não uma virgula antes de “Tragam os vossos maridos”….🤣🤣🤣

dia de vénus

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dia de vénus

Hoje é o dia da deusa Vénus, e só na língua portuguesa se conseguiu alterar a designação pagã para um nome cristão, assim como nos restantes dias da semana. Sexta-feira é, portanto, o sexto dia de «feria» (festa religiosa católica). O autor da proeza foi São Martinho de Dume, que foi bispo de Braga, no tempo dos Suevos. Ele achava indigno que os dias tivessem nomes de divindades romanas, principalmente na Semana Santa. Em mais nenhuma língua se conseguiu essa alteração. É obra. Martinho quis também mudar os nomes dos sete planetas, que são precisamente os nomes dos sete dias, mas tal façanha já não foi capaz de levar a bom termo. Lua, Sol, Mercúrio, Vénus, Marte, Júpiter e Saturno assim continuaram (planeta era, na Antiguidade, um astro que se movia no céu, daí a inclusão de Sol e Lua). Não consigo imaginar que se chamasse Nossa Senhora à Lua, por exemplo, ou Deus Pai ao Sol, ou planeta São Pedro a Júpiter. Os meses também mantiveram a designação latina original (estamos em fevereiro, do latim Februarius), e julho ainda traz o nome de Júlio César. Nem a Revolução Francesa logrou tal sucesso, uma vez que tendo mudado todos os nomes dos meses, os antigos títulos regressaram em 1806. Agora estaríamos no mês Pluvioso, se vigorasse o calendário revolucionário. A seguir à revolução republicana portuguesa, em 1910, Afonso Costa quis acabar com a religião. Passaram mais de cem anos e ainda hoje vamos à missa; além disso, as seitas cristãs proliferam como uma praga («Eu via a luz, Senhor!» Deves ter visto, deves. O Espírito Santo foi-te ao bolso e nem piaste). A revolução francesa pretendeu igualmente exterminar a crença religiosa, e até transformou belas igrejas em armazéns e palheiros (não as terem deitado abaixo já não foi mau). Em vão agiram os vanguardistas, assim como na revolução soviética. Não é só a religião que é o ópio do povo, é qualquer fanatismo (o futebol é um deles). Hoje, a Rússia até tem lá um patriarca cristão todo xispeteó a dizer que o senhor Putin é um enviado de Deus à Terra para salvar a humanidade. O filho da Putin (a mãe dele era a senhora Putin) deve ser o novo Messias. Bendito seja o santo homem, que só tem feito bem ao mundo. Interessante foi o caso dos nomes dos papas. Até João II, os papas mantinham o seu nome de nascimento quando eram eleitos, só que João II chamava-se Mercúrio, o nome de um deus gentio, algo incómodo para a Igreja. Então tratou de escolher outro, conservando-se esta tradição até hoje, uma vez que o nosso querido pontífice Francisco não se chama Francisco, mas sim Jorge. Acho que devia ter mantido Jorge, já que é o nome de um deus argentino, tal como ele é argentino: Jorge Luis Borges. Deus até escreveu direito por linhas tortas, porque o nome completo de Borges é Jorge Francisco Luis Borges. Eu não creio em bruxas, mas que as há, há).
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o fundo do poço

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Infelizmente…
PORTUGAL…A CAMINHAR PARA O FUNDO!!!
Para reflexão:
Professora de economia chumba a turma inteira.
Descobre o motivo.
Uma professora de economia numa universidade americana disse que nunca tinha reprovado ninguém, até que certa vez reprovou uma turma inteira.
Essa turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava, com um governo onde a riqueza não existiria logo ninguém seria pobre e ninguém seria rico, todos seriam iguais.
A professora então disse, “Ok, vamos fazer uma experiência socialista.
Ao invés de dinheiro, vamos usar as notas dos testes.”
Todas as notas seriam dadas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria, ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.
Após calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou furioso, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi dada, os preguiçosos estudaram ainda menos, estavam à espera de ter boas notas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no primeiro teste resolveram também se aproveitar do que aconteceu da primeira vez. Como resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.
Depois na terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas, começaram a existir brigas entre os alunos, a procura pelos culpados passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma. A procura por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações. No final, ninguém queria estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina.
A professora explicou: “A experiência socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não trabalharam por elas, vai fazer com que ninguém tente fazer seu melhor novamente.”
1. Não podes levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um que recebe sem ter que trabalhar, há uma pessoa que trabalha sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tire de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população vai sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, chegamos ao fim de uma nação.
Este é o mais puro retrato do País em que vivemos. 🤫
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Maria and 35 others

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Ricardo Rodrigues de Barros

Professora assim não havia, iam descalços,a maioria com fome, com sorte faziam a quarta classe, calças remendadas etc etc
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Francisco Maduro-Dias

Amigo Ricardo Rodrigues de Barros De facto não havia, embora muitas não fossem, também, “bruxas” de usar palmatória, pelo menos nos tempos em que nós andámos por lá. Alguns iriam assim, igualmente, mas nem todos, em todas as freguesias das nossas ilhas…

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I never understand how we have a 45,000 year old artifact (apologies for the disrespect) and yet we only have historical data going back about 7,000 years – if even that.
What happened during or before the ice age?
Was there some catastrophic event – or even several?
We know that the pyramids and the sphinx were so much older than catalogued de to weathering on the stone.
I’m no conspiracy theory guy and I’m definitely not into that ancient aliens BS, but what can we unders…

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Amy Mazanetz

Either we were really advanced societies and have kept collapsing, or some other advanced society came and left it. Really no other options.
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no meu tempo era a chupeta

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insólitos

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