fogo posto, o governo em férias, ninguém investiga, haverá lítio???

o tanque que apaga todos os fogos

This contraption is “Big Wind” – a WWII-era T-34 with two MiG-21 jet engines strapped to it. It was built to blow out raging fires, and is one of the most powerful pieces of firefighting equipment in the world.
The idea originated in the Soviet Union, when trucks were fitted with smaller MiG engines to blast water at fires.
The example shown here is of Hungarian design – a T-34 fitted with two Tumansky R-25 turbojet engines, the same used in the MiG-21 fighter. The engines are positioned in place of the turret and rotate and even pivot up and down.
Above the engines are pipes that spray water into the jet exhaust.
When in action, the 130 decibel jets blast exhaust gasses near the speed of sound towards a fire – mostly like one at an oil well. 220 gallons of water is then sprayed into the stream per second.
The power of the jets cut off the supply of oil spraying out the of the well before it can ignite and continue to fuel the fire, extinguishing it.
The armor of the old WWII tank allows Big Wind to get extremely close to the fire – about 25 feet away. It proved invaluable during the 1991 Gulf War, where it put out a number of oil well fires in Kuwait.
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o incêndio em angra

Um incêndio deflagrou na nossa sede ao início da manhã, ao que se sabe devido a um problema elétrico. Os estragos não estão contabilizados, mas houve intenso fumo, que subiu pelo edifício. Obrigado à intervenção pronta das entidades de socorro. Aguardamos o natural rescaldo e a hipótese de retomar a nossa emissão.
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interesses e fogos

No photo description available.
Mais de UM MILHÃO E DUZENTOS MIL Portugueses já tiveram acesso a esta publicação tendo a mesma originado, o que se saúda, um forte interesse dos Órgãos de Comunicação Social o que permitiu à AOFA, adicionalmente, esclarecer certamente muitas mais centenas de milhares de Portugueses, via Televisões, Rádios e Jornais nas múltiplas entrevistas já dadas.
Coronel João Marquito (Vogal do Conselho Nacional da AOFA)
FOGOS / FORÇA AÉREA
Parece impossível… No final do século passado, enquanto o combate aos incêndios florestais foi uma “Missão”, a Força Aérea Portuguesa operava os meios aéreos em Portugal, mas quando esse combate passou a ser um “Negócio” arrumaram-se os C-130, os kit MAFFS para os equiparem ficaram a apodrecer, os bombeiros exaustos, os meios de substituição não aparecem e….o flagelo continua.
Quais as vantagens? A centralização dos meios aéreos na Força Aérea com custos reduzidos para o erário público, bem como a poupança em termos de manutenção (dado o background existente) e uma logística dos meios incomensuravelmente mais rápida e operacional.
Parece que, conforme noticiado em 09jun2016, o MAI recusou entregar à Força Aérea, a gestão e operação dos meios aéreos de combate a incêndios, bem como os de emergência médica, optando por manter o actual estado de coisas, com várias entidades, várias frotas, cada uma no seu “interesse” e custos acumulados para todos, incluindo contratação dentro e fora do país.
Espanha, EUA, Grécia, Croácia, Marrocos, são exemplos de países onde os meios aéreos de combate a incêndios são operados pela Força Aérea local. Parece impossível…
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