Violência doméstica: Beatriz e António tinham uma relação tóxica. Até que ela o matou – Portugal – SÁBADO

A Equipa de Análise Retrospetiva de Homicídio em Violência Doméstica emitiu um relatório onde avaliou um caso de violência doméstica, passado em 2017, entre dois jovens. O trabalho tem como objetivo delinear estratégias nacionais para combater este tipo de crimes.

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aumenta a violência doméstica neste país de brandos julgamentos

Homem mata mulher no elevador de prédio com saco de plástico na cabeça

Casal deixa um filho bebé, com cerca de 2 anos. https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/homem-mata-mulher-no-elevador-com-saco-de-plastico-na-cabeca?##utm##

 

 

Rectificação do DN e pedido de desculpas à Universidade Nova de Lisboa

Por erro, versão da capa impressa faz referência à Universidade Nova de Lisboa (UNL), quando na verdade se trata da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (UL). À Universidade Nova, e aos leitores, as desculpas do DN pelo erro.

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10% dos docentes da Faculdade de Direito da UL denunciados por assédio e discriminação

Escola abriu um canal para receção de denúncias de assédio: em 11 dias, recebeu 50, relativas a 31 docentes; sete concentram mais de metade das queixas. Associação académica fala de “sentimento de impunidade” e “clima de medo”; direção da faculdade afirma “tolerância zero” e concorda com a criação de um código de conduta.

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CEGO DISCRIMINADO NA TAP

Companhia aérea, que não o deixou embarcar com o cão-guia, diz estar a rever as práticas.
Pianista cego Ignasi Cambra acusa TAP de discriminação
DN.PT
Pianista cego Ignasi Cambra acusa TAP de discriminação
Companhia aérea, que não o deixou embarcar com o cão-guia, diz estar a rever as práticas.

Pianista cego Ignasi Cambra acusa TAP de discriminação

Companhia aérea, que não o deixou embarcar com o cão-guia, diz estar a rever as práticas.

Opianista espanhol Ignasi Cambra, cego, acusou a TAP de o ter “discriminado completamente” no dia 30 de dezembro, ao não deixá-lo embarcar com o seu cão-guia, e a companhia aérea lamentou o sucedido, garantindo estar a rever procedimentos.

Através das redes sociais, Ignasi Cambra disse que ficou “preso” durante algumas horas no aeroporto de El Prat — Barcelona: “[A TAP] recusou deixar-me viajar com o meu cão-guia”.

O músico adiantou que reservou o voo na quarta-feira (dia 29) à noite e tentou enviar o formulário necessário para o website para dizer que estava a viajar com um animal de assistência, mas o envio “não funcionou”.

“Por isso, fui ao balcão, como faço sempre numa situação como esta, e eles simplesmente recusaram-se a levar-me com o meu cão, porque dizem que eu não os informei com mais de 48 horas de antecedência”, referiu.

Perante o sucedido, o pianista deixou uma questão: “Como é suposto eu avisá-los com 48 horas de antecedência quando reservei o voo na noite anterior? Isto significa que, como cego que viaja com um cão-guia, não estou autorizado a reservar um voo de última hora como todos os outros?”

O músico sublinhou que tentou contactar o pessoal da companhia aérea portuguesa por telefone, durante uma hora, “sem sucesso”. Finalmente, como “favor”, explicou, foi-lhe permitido embarcar noutro avião, mas acabou por só chegar a Portugal ao meio-dia de sexta-feira.

Ignasi Cambra questionou, em tom irónico, se deve agradecer à companhia por fazer “uma exceção à sua regra”.

A Lusa contactou a TAP, que, num comentário por escrito, “lamenta o ocorrido e o transtorno causado por esta situação”, e garante que “está a rever os procedimentos no sentido de agilizar o processo de futuro”.

Porém, salienta que para assegurar o melhor serviço possível no transporte de animais, e alertar todos os envolvidos, “é necessário reservar o serviço com antecedência”.

Não tendo sido possível neste caso, “a TAP diligenciou para que o passageiro e o cão-guia fossem acomodados o mais rapidamente possível, no voo imediatamente seguinte, tendo assim embarcado algumas horas depois do originalmente previsto”, concluiu.

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