a máfia médica

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《 “A Máfia Médica” (Publicado Janeiro 19, 2010) é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica.
O livro expõe, por um lado, a errónea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. (…) 》
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9 m

《 “A Máfia Médica” (Publicado Janeiro 19, 2010) é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica.
O livro expõe, por um lado, a errónea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. (…) 》
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“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina.

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“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina.

“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelm…

MÁSCARAS PATÉTICAS, SOCIEDADE DE ZOMBIES?

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… máscaras adaptadas para aulas de música. No que nos tornamos??? Alguém consegue imaginar uma criança a ter que respirar e tocar em simultâneo, com o nariz e boca tapados???

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o que o telejornal não disse 4 covid 100 mortos do coração

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Fundação Portuguesa de Cardiologia diz que pandemia fez o país recuar ″alguns anos″ no combate às mortalidades por este tipo de doenças.

TSF.PT
Fundação Portuguesa de Cardiologia diz que pandemia fez o país recuar ″alguns anos″ no combate às mortalidades por este tipo de doenças.

a falta de saúde e de médicos em sao miguel

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A minha revolta, in jornal “Correio dos Açores” de 10-9-2020

A Covid não justifica tudo!
Quando há cerca de cinco anos e meio, foi-me diagnosticado um problema oncológico, senti-me desamparado num minúsculo bote de borracha, sem remos, no meio do oceano Atlântico e a ver uma enorme tempestade a aproximar-se rapidamente.
Graças ao bom Deus, ao Serviço Regional de Saúde, ao Serviço Nacional de Saúde e, especialmente, ao profissionalismo, à competência e à humanidade da Dr.ª Francisca Estrela que actuou com a rapidez que o caso exigia obtive um resultado excelente. Desde então, tenho vindo a ser observado, com regularidade, pela minha médica na Dermatologia/Oncologia do Hospital do Divino Espírito Santo.
Em Fevereiro último, tive mais uma consulta de rotina, onde foi determinado que, seis meses depois, Setembro, devia ter nova consulta, para avaliação, após realizar uma série de exames. Consulta marcada para dezasseis de Setembro. Exames já realizados. Recebo no passado dia oito uma chamada do HDES a informar-me que a consulta estava adiada, por falta de médico, e que não sabiam a data de nova consulta.
De imediato, tentei saber mais sobre o que se passava, ficando a saber que a Dermatologia do HDES está sem médico desde o início da pandemia, ou seja, desde Março, e que estão a desenvolver esforços para a vinda de especialista de Lisboa para consultas.
Esta é a notícia que nenhum doente oncológico quer receber! Senti-me desamparado, naquele frágil bote de borracha no meio do oceano Atlântico, inseguro, afectado psicologicamente e abandonado pelo Serviço Regional de Saúde.
Como é possível este serviço estar sem médico, sendo S. Miguel e S. Maria cerca de sessenta por cento da população dos Açores? Ao longo destes anos sou testemunha de três médicas Dermatologistas que não tinham mãos a medir a tanto trabalho: consultas, tratamentos, pequenas intervenções cirúrgicas, em doentes de todas as classes sociais e de todas as idades. No meu caso, e de muitos, aquando de qualquer problema que surgia, lá estava eu, a bater-lhes à porta, sempre atendido com muito profissionalismo, inclusivamente, intervencionado de urgência na pequena cirurgia.
Sabe-se que, cada vez mais, estão a surgir problemas de pele, pela exposição aos raios solares em todas as camadas da população. Onde estão a ser cuidados estes utentes se o Hospital não tem médicos para os tratar? Voltamos ao antigamente, onde morriam com “malzinhos” e escondidos em casa pelo mau aspecto que apresentavam?
Como estão a ser tratados, nestes últimos seis meses, os doentes oncológicos e não só?
O Serviço de Dermatologia do HDES não pode ficar sob a boa vontade de médicos especialistas que venham cá para efectuar consultas. Este Serviço precisa, com urgência, de ser dotado de Dermatologistas residentes que possam, assim, dar uma resposta cabal à população e que haja uma forte ligação de confiança: Hospital/Médico/Doente.
O que não deixa de ser revoltante é que recebo esta notícia no dia em que a Secretária Regional da Saúde afirma no Parlamento Regional: “A recuperação da actividade assistencial cumpre de forma paulatina, mas segura, como exige a protecção da saúde em todas as suas vertentes”.
Em que Região vive esta senhora? A realidade desmente-a!
Confesso, como cidadão nascido e criado em S. Miguel, já perdi, há muito, a confiança nesta Secretária, que, em pouco tempo de governo, já mentiu mais do que todos os governantes desde 1976.
Os Açorianos e a sua Saúde merecem tratamento melhor e mais respeito!
_________________________________________________Carlos A. C. César

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um médico opina sobre COVID

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Por favor ,vejam e ouçam este vídeo até ao fim !!! Importante saber o que diz um médico do grupo ” médicos pela verdade “👍

-8:00

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Camilo Lourenço was live.Follow

Quer ouvir uma opinião diferente sobre a forma como lidamos com o Corona virus? Ouça o médico Gabriel Branco sobre o assunto, na “Conversa ImprovÁvel” desta semana.
Venha daí 😊

covid e a estupidez em ação

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Helena Canotilho invited you to join this group.

A estupidez em acção. 😢

Já ouvimos críticas, e elogios também, ao plano sueco de não ter criado recolhimento da população, nem ter imposto o uso obrigatório de máscaras. Houve mortes, sim, mas muitas pessoas se tornaram imunes ao vírus. Vamos esperar pelo que chamam a “2.ª vaga”, e ver os resultados. Sim, haverá uma segunda, e uma terceira vagas, e por aí fora, como acontece com a gripe e todas as outras doenças que não foram erradicadas.

Não é fugindo seja do que for que se resolve alguma coisa.
Aquilo que se está a propor é um crime a vários níveis tanto psicológico como social, pois finge pretender defender a saúde individual de cada um, o que não é verdade, e acaba por destruir o modelo social que dá base às nossas sociedades.
Como conseguiremos viver isolados uns dos outros? Seremos realmente felizes com contactos apenas virtuais?

Será que as pessoas ainda não pararam para pensar que hoje o motivo do isolamento é um corona, mas amanhã será um outro qualquer e depois mais outro, e assim sucessivamente, e tudo acabará? Vivemos num planeta infestado de milhões de micróbios, bactérias, vírus, animais selvagens, e seres humanos doidos e maldosos, há milhões de anos. Não há como evitá-los, apenas dominá-los.

E nada conseguiremos dominar se fugirmos da responsabilidade de enfrentar qualquer perigo. Se não nos imunizarmos continuaremos eternamente com medo de qualquer vírus, bactéria ou doença, e com máscaras na cara, o tempo todo, para “evitar” contágios, ou “infecções, como gostam de lhes chamar, para nos assustarem.

Quem estiver atento perceberá que isto, aqui proposto na imagem, é uma monstruosidade: evitar contactos e controlar os “assintomáticos”. Isto é um plano de controlo de massas. Os assintomáticos são as pessoas que não têm sintomas, e quem não os tem não está doente. Porra! 🤭
Controlar pessoas saudáveis? Acham isto normal?

Acordem, pela vossa saúde, e também pela dos vossos familiares e amigos…
Não são as máscaras, ou isolamentos, que vos protegem. O que nos protege a todos é o nosso sistema imunológico saudável, para conseguir combater as ameaças.

JmfG

Image may contain: text that says "SAPO24 Atualidade Economia Desporto assim que Vida ouve quando país pára Tecnologia Local Opinião Jornais Acho que vais gostar PORTUGAL Arquivo Lusa Confirmados Guias SAPO24 Covid- 19. Regras editoriais 60507 Ativos Mortes Recuperados 15648 1843 POR AQUI 43016 Especial SAPO24: No turbilhão da informação, essencial está aqui TUDO MadreMedia Lusa Covid-19: Segunda vaga pode ser evitada se contactos forem reduzidos e assintomáticos controlados 7set 2020 19:08 Atualidade Especialistas defendem que segunda vaga de infeção do novo coronavírus poderá ser evitada Portugal se jovens sociedade em geral reduzirem seus contactos comparativamente "tempo pré-covid' casos assintomáticos forem controlados. PUB Anúncio 0X"
João M. Félix Galizes

A estupidez em acção. 😢

Já ouvimos críticas, e elogios também, ao plano sueco de não ter criado recolhimento da população, nem ter imposto o uso obrigatório de máscaras. Houve mortes, sim, mas muitas pessoas se tornaram imunes ao vírus. Vamos esperar pelo que chamam a “2.ª vaga”, e ver os resultados. Sim, haverá uma segunda, e uma terceira vagas, e por aí fora, como acontece com a gripe e todas as outras doenças que não foram erradicadas.

Não é fugindo seja do que for que se resolve alguma coisa.
Aquilo que se está a propor é um crime a vários níveis tanto psicológico como social, pois finge pretender defender a saúde individual de cada um, o que não é verdade, e acaba por destruir o modelo social que dá base às nossas sociedades.
Como conseguiremos viver isolados uns dos outros? Seremos realmente felizes com contactos apenas virtuais?

Será que as pessoas ainda não pararam para pensar que hoje o motivo do isolamento é um corona, mas amanhã será um outro qualquer e depois mais outro, e assim sucessivamente, e tudo acabará? Vivemos num planeta infestado de milhões de micróbios, bactérias, vírus, animais selvagens, e seres humanos doidos e maldosos, há milhões de anos. Não há como evitá-los, apenas dominá-los.

E nada conseguiremos dominar se fugirmos da responsabilidade de enfrentar qualquer perigo. Se não nos imunizarmos continuaremos eternamente com medo de qualquer vírus, bactéria ou doença, e com máscaras na cara, o tempo todo, para “evitar” contágios, ou “infecções, como gostam de lhes chamar, para nos assustarem.

Quem estiver atento perceberá que isto, aqui proposto na imagem, é uma monstruosidade: evitar contactos e controlar os “assintomáticos”. Isto é um plano de controlo de massas. Os assintomáticos são as pessoas que não têm sintomas, e quem não os tem não está doente. Porra! 🤭
Controlar pessoas saudáveis? Acham isto normal?

Acordem, pela vossa saúde, e também pela dos vossos familiares e amigos…
Não são as máscaras, ou isolamentos, que vos protegem. O que nos protege a todos é o nosso sistema imunológico saudável, para conseguir combater as ameaças.

JmfG

dir de saúde e o segredo do AVANTE

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Depois do segredo bancário, do sigilo fiscal, do segredo das fontes, do segredo profissional e do segredo de justiça, eis que chega o segredo técnico-sanitário.
O que dá esperança à opinião pública é que, se este segredo for como os outros, não tarda já estaremos a saber tudo.

DGS diz que enviou este domingo o parecer técnico final para a realização do Avante, a cinco dias da realização do evento. Mas refere que não vai divu…

DGS diz que enviou este domingo o parecer técnico final para a realização do Avante, a cinco dias da realização do evento. Mas refere que não vai divu…

ILHAS : Autoridade Regional da Vergonha

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Source: :ILHAS : Autoridade Regional da Vergonha

 

Autoridade Regional da Vergonha

 

Suponho que deva começar por confessar, em jeito de declaração de intenções, a minha absoluta falta de simpatia por rallies e pelo desporto automóvel em geral. Tenho com os automóveis uma relação puramente utilitária pelo que a realização ou não do rally é-me totalmente indiferente. Mas, no entanto, a verdadeira telenovela em que se transformou o evento, neste pandemico ano de 2020, tem aspectos dignos de ressalva. Desde o início que me parecia perfeitamente claro que em face da pandemia e, ou melhor, em face do autoritarismo cego da autoridade de saúde (passe o pleonasmo), era ridículo sequer ponderar a realização da prova. Aliás, em face das limitações impostas a tantas outras actividades, desde a cultura a outras modalidades desportivas e a tantos sectores da economia essa noção, que andaram meses a debater e a analisar, de que o rally açoriano se deveria realizar era um verdadeiro insulto ao sacrifício e à desgraça de milhares de pessoas que desde Março viram as suas vidas devastadas, não tanto pelo vírus mas pela arbitrariedade das decisões da ditadura sanitária. De igual modo o é o avança e recua e avança de novo da festa brava terceirense, pela qual, diga-se, nutro, agora sim, filial simpatia. O que tudo isto vem demonstrar, com límpida claridade, é o populismo e o eleitoralismo com que o SARS-CoV-2 tem vindo a ser tratado na região. Desde Março a região contabilizou pouco mais de 200 casos de infecção o que equivale a 0,08% da população (e se lhe juntarmos os perigosíssimos turistas a percentagem é ainda mais pequena), destes contabilizam-se cerca de 150 recuperados e, infeliz e fatidicamente, embora se calhar seria bom também aqui uma auditoria da Ordem dos Médicos, cerca de 14 óbitos num lar de idosos do Nordeste. Mas, por cá, a Ordem não se quer meter nessas coisas. O que estes números demonstram, e seria também interessante ter uma noção da percentagem de resultados positivos por número de testes realizados, é que estamos perante uma pandemia de pânico gerida por decretos governamentais e não perante uma real e efectiva ameaça de saúde pública. O conceito, aliás, de saúde publica é uma abstracção manipulada pelo governo a seu belo prazer. Veja-se o exemplo de uma suposta cadeia de transmissão local que existiria em São Miguel provocada pelos comportamentos hedonistas de uns quantos jovens rebeldes que entretidos entre banhos de mar e copos cuspiam vírus pela noite dentro nos bares da ilha. Ao ponto do Governo ter decretado o seu encerramento forçado às dez da noite para, pasme-se, nunca mais se ouvir falar sequer de um caso positivo dessa gravíssima cadeia de transmissão. Segundo os comunicados oficiais, desde o passado dia 11 de Agosto, dia em que o Governo Regional anunciou a existência dessa cadeia de transmissão local e decretou as medidas para a sua contenção, foram feitos na região 19103 testes, destes 17 foram positivos, repito: dezassete positivos num total de dezanove mil cento e três testes! Dos 17 e de acordo com o próprio Governo Regional apenas 4, repito quatro, são casos relacionados com essa cadeia de transmissão local. O que isto demonstra é que hoje, dia 25 de Agosto, precisamente 14 dias, o famoso período de incubação, desde que foi ordenada por decreto a existência de uma cadeia de transmissão local e que por causa disso dezenas, para não dizer centenas de negócios e milhares de vidas foram autoritariamente suspensas e despoticamente subvertidas por causa de apenas quatro pessoas infectadas e uma taxa de testes positivos de 0,02%. E tudo porque o Governo encontrou no medo e, pior, na manipulação do medo uma forma segura de ganhar eleições. O que estamos a viver hoje nos Açores não é política, nem é ciência. O que estamos a viver é só e apenas uma vergonha.

pedro arruda