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nova secretária da saúde

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Mónica Seidi tomará posse na próxima sessão legislativa de Março.
May be an image of 1 person and text that says "AÇORES RTP Açores 29 min ÚLTIMA HORA // Mónica Seidi será a nova Secretaria Regional da Saúde e Desporto É expetável que tome posse na próxima sessão plenária da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores. Mónica Seidi é médica e foi deputada no Parlamento Regional, eleita pelo PSD na última legislatura é natural de Angra do Heroísmo e trabalha atualmente no Hospital de Santo Espírito na ilha Terceira. #GovernodosAcores #ultimahora ÚLTIMA HORA"
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  • Antonio Manuel Macedo Silva

    Mais carne para canhão!!!! Julgo que é uma boa médica mas estará preparada para assumir um secretaria que tem alguém da cangalha sempre na sombra????

DROGA MALDITA DROGA.Porto e Lisboa, duas cidades onde o tráfico e o consumo de droga estão à vista de todos – 

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O ‘Doa a Quem Doer’ mostra testemunhos de quem vive perto do tráfico e do consumo de droga nas cidades do Porto e de Lisboa.

Source: Porto e Lisboa, duas cidades onde o tráfico e o consumo de droga estão à vista de todos – Doa a Quem Doer – Correio da Manhã

IDOSOS A MORRER NO LAR DO COMÉRCIO

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REPORTAGEM: Idosos sem cuidados no Lar do Comércio estão “a morrer aos bocados”, dizem funcionários
*** Vânia Moura, da agência Lusa ***
Matosinhos, Porto, 03 mar 2023 (Lusa) – Há utentes com lugar vitalício no Lar do Comércio, em Matosinhos, a abandonar, perante ausência de condições, a instituição apelidada por alguns funcionários de “casa fantasma” e onde, dizem, se está “a morrer aos bocados por falta de cuidados”.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou à Lusa que foi instaurado um inquérito que corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Matosinhos para averiguar as denúncias de alegados maus-tratos apresentadas por um grupo de sócios que dizem que os “maus-tratos nunca deixaram de acontecer”.
O caso foi também já denunciado junto da Segurança Social.
Refugiando-se no anonimato, os funcionários e utentes que decidiram falar à Lusa, descrevem um cenário em tudo idêntico ao que as autoridades de saúde encontraram em 2020, ano em que morreram, segundo números oficiais, 24 utentes de covid-19 e em que até o Exército teve de intervir.
À data, perante a incapacidade da instituição para travar a progressão da doença, as autoridades transferiram os idosos para outras instituições. Após a desinfeção das instalações, os utentes voltaram depois para o Lar do Comércio, sítio já naquela altura investigado por suspeitas de maus-tratos. Ouvidos pela Lusa, funcionários e utentes perguntam, reiterando que nada mudou, porque nada está a ser feito.
Os relatos repetem-se, como se de um eco se tratassem: “os idosos estão a morrer aos bocados por falta de cuidados”, conta um funcionário à Lusa.
Diz não entender a razão pela qual as autoridades não intervêm. Há utentes com lesões, alguns de vários anos que precisavam de outros cuidados, outros que se queixam de ter assaduras causadas por horas com fraldas sujas e alguns a quem se esquecerem de dar o jantar ou a medicação.
“O lar parece uma casa fantasma”, descreve um outro funcionário da instituição que traça um cenário dramático, com idosos, mais de cem, mais de metade dos quais acamados ou sem autonomia, “deixados à sua sorte”.
Dentro e fora de portas, no apoio domiciliário, as refeições são, relata, de má qualidade e em quantidade insuficiente.
As queixas, diz, são frequentes, mas não há ninguém para as ouvir. A diretora de Serviços da Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) “aparece uma vez por semana, se tanto”, e nem sempre está disponível por telefone.
Relata ainda que houve utentes que “não tomaram banho durante meses porque foi detetada, em fevereiro de 2022, a bactéria da legionela no sistema de abastecimento de água”. Situação que hoje diz não saber se está resolvida. Conta que foram colocados filtros em alguns chuveiros, mas não em todos, e instalado um contentor das obras com diversos chuveiros de forma provisória.
“Se tomaram lá banho 50 pessoas, e alguns mais do que uma vez, foi muito. A utilidade que teve foi para encher garrafões com água quente para dar banho aos utentes”, denuncia, referindo que a situação do Lar do Comércio que “estava mal, ainda ficou pior”.
A doença dos legionários, comummente conhecida como Legionella, é uma forma de pneumonia que pode, entre outras consequências, ser fatal. As pessoas com mais de 50 anos estão entre o grupo com maior risco de complicações.
Entre os residentes vitalícios do Lar Comércio, ouvidos pela Lusa, impera a tristeza. Apesar de terem os seus espaços, pelo qual pagam cerca de 350 euros mensais, decidiram sair devido à falta de condições.
“Fomos obrigados a sair para viver”, afirmou um dos residentes, acrescentando que “andam a brincar com a vida humana”.
Quando investiram num lugar vitalício no Lar do Comércio para garantir tranquilidade no fim da sua vida, estavam longe de imaginar um cenário como o que descrevem hoje.
À Lusa, outro dos residentes diz ter assistido na primeira pessoa, a situações de abandono, falta de cuidados e maus-tratos reiterados. Utentes abandonados em salas sem assistência a suplicarem por água, utentes com chagas “onde cabia um punho” ou que passaram meses doentes sem que lhes fossem perguntadas coisas mais básicas – se estavam bem, se tinham comida, ou se precisam de cuidados de enfermagem.
Conta como um senhor na ala dos residentes foi abandonado à sua sorte, durante três anos. Quando deixou de se alimentar, “partiram-lhe os dentes para o entubar”.
Não é caso único. Outros como este senhor, sublinha, também foram abandonados. Equipas de auxiliares sem formação, enfermeiros e médicos em constante mudança explicam em parte, garantem, a situação em que se encontram os idosos.
“Não quer dizer que antes [em anteriores direções] estivesse tudo bem, mas agora está pior”, afirmou, lamentando a degradação dos cuidados prestados, que já em 2020 levantava dúvidas.
A Lusa questionou o Lar do Comércio sobre estas acusações, mas até ao momento não obteve qualquer esclarecimento.
Foram também pedidos esclarecimentos à autoridade de saúde local de Matosinhos, que ainda não prestou informações sobre esta matéria.
Em 2020, mais de 100 idosos foram infetados com covid-19, 24 dos quais acabaram por morrer. A atuação do lar, levou o Ministério Público a abrir um inquérito já em fase de julgamento.
O antigo presidente da direção, a ex-diretora de serviços e a própria lar estão acusados de 67 crimes de maus-tratos, 17 dos quais agravados pelo resultado morte. A acusação sustenta que os arguidos, atuaram “com a consciência de que a omissão dos cuidados aos utentes poderia causar-lhes a morte, como veio a suceder”.
VSYM (JGS)//LIL
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Nova tabela da ADSE duplica preços dos exames. Consultas disparam até 60%

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A maioria dos procedimentos médicos sobre cerca de 5%, mas há vários exames e consultas onde os preços sobem bastante mais ou até duplicam.

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Ordem dos Enfermeiros nos Açores diz que faltam 63 profissionais na ilha do Pico – Jornal Açores 9

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A Ordem dos Enfermeiros nos Açores alertou hoje para a falta de 63 profissionais na ilha do Pico, considerando urgente a publicação de incentivos à fixação de enfermeiros na região. “Mesmo com a falta de 63 enfermeiros pelos três centros de saúde, estes tentam todos os dias prestar os melhores cuidados possíveis. Obviamente não conseguem […]

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SAÚDE EM PERIGO NO PICO

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Depois de dois dias de visitas aos centros de saúde do Pico, o presidente do Conselho Diretivo da Secção Regional da Ordem dos Enfermeiros, Pedro Soares, diz que a situação mais preocupante é a do Centro de Saúde das Lajes.
O dirigente da Ordem aconselha os profissionais a encerrarem o serviço de prevenção em São Roque e nas Lajes quando não existir médico de serviço.
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Estrutura de campanha assegura serviços de saúde na ilha do Corvo – Jornal Açores 9

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A Unidade de Saúde da Ilha do Corvo vai ficar instalada numa estrutura de campanha para garantir os serviços de saúde aos utentes enquanto decorrer a empreitada de requalificação da infraestrutura, revelou hoje o presidente do conselho de administração. A inaugurar no domingo, a estrutura de campanha “adaptada ao apoio civil” vai “assegurar, de forma […]

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ORDEM DOS MÉDICOS

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Carlos Ponte sucede a Margarida Moura na Ordem dos Médicos

Carlos Ponte apresentou-se com a única lista candidata às eleições dos órgãos dos Açores da Ordem dos Médicos que terminaram ontem, empenhado em restabelecer o diálogo com o governo.

O médico Carlos Ponte é quem vai suceder a Margarida Moura na presidência do Conselho Médico dos Açores da Ordem dos Médicos.
O especialista em Ginecologia-Obstetrícia apresentou-se a eleições com a Lista H, a única nos Açores que se submeteu ao processo eleitoral que terminou ontem.
Carlos Ponte apresenta-se com o programa de ação “Juntos fazemos melhor”, afirmando fazê-lo como “um ato de cidadania”, e consciente “das grandes dificuldades com que se debatem os médicos da Região”.
Com a sua equipa, tem como objetivo “restabelecer o diálogo com o Governo Regional, numa perspetiva edificadora, mas respeitadora da missão fundamental da Ordem dos Médicos, na defesa das boas práticas no exercício da Medicina, tanto na vertente técnica como ético-deontológica, garantindo o direito dos médicos da Região Autónoma dos Açores ao seu bem-estar, paz social e dignidade, como parceiros indissociáveis na promoção da qualidade do exercício da medicina e das políticas de saúde da Região Autónoma”.
Outro objetivo mencionado no programa de ação é o reforço da “liderança médica dando a entender aos dirigentes e população em geral, que os médicos são uma peça fundamental na estrutura do nosso Sistema de Saúde, mas para que tal seja possível, estes devem sentir-se responsáveis profissionalmente, motivados, realizados e dignificados, contribuindo assim para uma melhor sociedade”.
“Auscultar a comunidade dos médicos com idoneidade reconhecida pelos seus pares, no sentido de com a sua experiência e testemunho, ajudarem na formulação de linhas de orientação consensual para a melhor resolução dos problemas dos médicos dos Açores” é outra das linhas de ação definidas.
Refere-se ainda a necessidade “fomentar a interação com a Secção Regional do Sul e o Conselho Superior da Ordem dos Médicos”, nomeadamente no sentido da “obtenção de uma resposta mais célere aos problemas que lhes colocarmos”. E destaca-se “a necessidade de apoio jurídico específico, para a resolução das questões disciplinares, bem como a participação dos colégios nos aspetos relacionados com as especialidades que representam”.
Outra meta definida no programa é “incentivar os jovens médicos, em articulação com os colégios das especialidades e as direções dos serviços onde desenvolvem o seu trabalho, no sentido de um melhor acolhimento e criação de melhores oportunidade de formação teórico-prática e de produção científica válida, pugnando sempre pela máxima equidade de acesso aos médicos de toda a região”.
E pretende-se ainda “fomentar a colaboração com a Universidade dos Açores nomeadamente com os anos básicos da licenciatura de Medicina e outras áreas da Saúde”.
Note-se que da lista ao Conselho Médico dos Açores, constam ainda como vice-presidente Maria Inês Pereira Leite, como tesoureiro Juan Gonçalves, como secretário Rui Bettencourt, e ainda a vogal Ana Luísa Silva, e os suplentes Lucinda Mendonça e António Rebelo.
A presidir à Mesa da Assembleia está Raquel Martins e ao Conselho Fiscal Maria de Fátima Bairos.
  • Paula Gouveia
in, Açoriano Oriental, 20 de Janeiro / 2023
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Paula Torres Santos

Admin
“[…] restabelecer o diálogo com o Governo Regional, numa perspetiva edificadora, […], na defesa das boas práticas no exercício da Medicina […]”, a julgar pelo comportamento de alguns grupos de médicos e pela conduta desta mesma ordem no ultimo an…

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José Artur Jácome Corrêa

Votos de muito sucesso,no desempenho de tao honroso e difícil cargo.
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Os novos equipamentos no Serviço de Imagiologia já estão a permitir recuperar listas de espera no Hospital da Terceira

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Os novos equipamentos no Serviço de Imagiologia já estão a permitir recuperar listas de espera no Hospital da Terceira – a garantia é do Secretário Regional da Saúde.
Trata-se de um investimento de cerca de um milhão de euros, com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência – Clélio Meneses visitou, esta quinta-feira, o Hospital e disse que o PRR na Saúde está a ser executado a tempo e horas.