Coronavirus symptoms emerge after five days

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Australia’s Chief Medical Officer will consider reducing Australia’s 14-day quarantine period in the future following new scientific evidence that coronavirus symptoms appear roughly five days after infection.

Source: Coronavirus symptoms emerge after five days

Don’t wait, let’s self-isolate everyone for two weeks now

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I was exposed to coronavirus at Ryde Hospital and I have concluded we need to do more to slow the spread of the disease.

Source: Don’t wait, let’s self-isolate everyone for two weeks now

Thread by @NAChristakis: If we want to understand how powerful an opponent SARS-CoV-2 (COVID-19) is, let’s take a look what has been required to stop it in China. Th…

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Thread by @NAChristakis: If we want to understand how powerful an opponent SARS-CoV-2 (COVID-19) is, let’s take a look what has been required in China. The Chinese government has essentially used a social nuclear weapon in its efforts. Let’s talk about t…

Source: Thread by @NAChristakis: If we want to understand how powerful an opponent SARS-CoV-2 (COVID-19) is, let’s take a look what has been required to stop it in China. Th…

Coronavirus : « A Wuhan, on transporte les cadavres dans des sacs, emportés sur des charrettes »

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TRIBUNE. Fang Fang, 64 ans, romancière chinoise vivant à Wuhan, publie chaque jour sur Weibo, le Twitter chinois, une chronique de sa vie dans sa ville sous quarantaine. « Le Monde » reproduit un extrait de son billet du 16 février.

Source: Coronavirus : « A Wuhan, on transporte les cadavres dans des sacs, emportés sur des charrettes »

MÉDICO ITALIANO DIZ QUE NÃO PODEM SALVAR TODOS

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Aldeias de Portugal

10 hrs

O TESTEMUNHO DE UM MÉDICO ITALIANO QUE ESTÁ A IMPRESSIONAR O MUNDO

Com um longo post no Facebook, o Dr. Daniele Macchini, médico da Humanitas Gavazzeni, fala sobre a sua vida no Hospital na linha de frente da luta contra o Coronavírus. É um testemunho assustador, para ser lido da primeira à última linha, que a página Aldeias de Portugal traduziu (pedimos desculpa por alguma imperfeição) e publica, pedindo a todos que leiam para verdadeiramente se perceber a dimensão da tragédia.

O POST

“Depois de muito pensar o que escrever sobre o que está acontecendo connosco, senti que o silêncio não era admissível.

Portanto, tentarei transmitir às pessoas distantes da nossa realidade o que vivemos em Bergamo nos dias da pandemia de Covid-19. Entendo a necessidade de não criar pânico, mas quando a mensagem da perigosidade do que está acontecendo não alcança as pessoas, eu estremeço.

Eu mesmo assisti com espanto a reorganização de todo o hospital na semana passada, quando o nosso inimigo atual ainda estava nas sombras: as enfermarias foram ‘esvaziadas’ lentamente, as atividades lectivas foram interrompidas, os cuidados intensivos foram libertados para criar tantas camas quanto possível.

Toda essa rápida transformação trouxe uma atmosfera de silêncio e vazio surreal aos corredores do hospital que ainda não entendíamos, aguardando uma guerra que ainda estava para começar e que muitos (inclusive eu) não tinham tanta certeza de que iria chegar, ainda para mais com tanta agressividade.

Ainda me lembro da minha atividade noturna há apenas uma semana atrás, quando eu estava a aguardar os resultados de uma zaragatoa. Quando estava ali, a minha ansiedade por um possível caso parecia quase ridícula e injustificada, agora que vi o que está acontecer… Bem, a situação agora é dramática para dizer o mínimo.

A guerra, literalmente, explodiu e as batalhas são ininterruptas dia e noite. Mais, agora essa necessidade de camas chegou em todo o seu drama. Um após o outro, os departamentos que foram esvaziados enchem-se a um ritmo impressionante.

As placas com os nomes dos pacientes, de cores diferentes dependendo da unidade operacional, agora estão todas vermelhas e, em vez de cirurgia, você vê o diagnóstico, que é sempre o mesmo: pneumonia intersticial bilateral.

Agora, expliquem-me qual o vírus da gripe que causa um drama tão rápido… E enquanto ainda existem pessoas que se gabam de não ter medo e de ignorar as indicações, protestando porque a sua rotina habitual é temporariamente alterada, o desastre epidemiológico está a ocorrer. E não há mais cirurgiões, urologistas, ortopedistas, somos apenas médicos que de repente se tornam parte de uma única equipa para enfrentar esse tsunami que nos assolou.

Os casos multiplicam-se, chegamos a uma taxa de 15 a 20 admissões por dia, todos pela mesma razão. Os resultados das zaragatoas chegam agora um após o outro: positivo, positivo, positivo. De repente, a Unidade Hospitalar está entrar em colapso.

As razões da chegada ao Hospital são sempre as mesmas: febre e dificuldades respiratórias, febre e tosse, insuficiência respiratória. A radiologia é sempre a mesma: pneumonia intersticial bilateral, pneumonia intersticial bilateral, pneumonia intersticial bilateral. Tudo para ser hospitalizado.

Alguns são entubados e vão para cuidados intensivos. Para outros, é tarde demais … Todos os ventiladores ficam como ouro: aqueles em salas de cirurgia que agora suspenderam a sua atividade não urgente tornam-se locais de cuidados intensivos que não existiam antes.

A equipa está exausta. Vi o cansaço nos rostos dos meus colegas, que não sabiam o que era, apesar das cargas de trabalho exaustivas que já tinham. Vi uma solidariedade de todos nós, que nunca deixavam de procurar os nossos colegas internos para perguntar: “O que posso fazer por ti agora?”

Médicos que mudam camas e transferem pacientes, que administram terapias em vez de enfermeiras. Enfermeiras com lágrimas nos olhos porque não os podemos salvar todos. Os parâmetros vitais de vários pacientes ao mesmo tempo revelam um destino já marcado.

Não há mais turnos, nem horas. A vida social está suspensa para nós. Não vemos as nossas famílias por medo de infetá-las. Alguns de nós já foram infetados, apesar dos protocolos.

Alguns de nossos colegas infetados também têm parentes infetados e alguns deles já estão a lutar entre a vida e a morte. Portanto, seja paciente, você não pode ir ao teatro, museus ou ginásio. Tente ter pena da miríade de idosos que você pode exterminar.

Nós apenas tentamos nos tornar úteis. Você deve fazer o mesmo: influenciamos a vida e a morte de algumas dezenas de pessoas. Você e a sua, muitas outras. Por favor, partilhe esta mensagem. Devemos espalhar a palavra para impedir que o que está acontecer aqui possa acontecer em toda a Itália.

Termino dizendo que realmente não entendo essa guerra de pânico. A única razão pela qual a vejo é pela falta de máscaras, mas não há mais máscaras à venda. Não temos muitos estudos nessa área, mas pânico não será muito pior do que negligência e descuido perante uma epidemia deste tipo?”

Texto original

https://www.ecodibergamo.it/…/con-le-nostre-azioni-influen…/

Coreia do Sul regista 248 casos e um morto nas últimas 24 horas

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A Coreia do Sul anunciou hoje 248 casos e um morto nas últimas 24 horas, com o país a registar 7.382 infeções e 51 vítimas fatais desde o início do surto do novo coronavírus.

Source: Coreia do Sul regista 248 casos e um morto nas últimas 24 horas

El Gobierno asume la existencia de focos descontrolados que obligan a aumentar las medidas | Sociedad | EL PAÍS

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En la Comunidad de Madrid y en el País Vasco “hay una transmisión comunitaria”. Vitoria cierra todos los colegios y universidades

Source: El Gobierno asume la existencia de focos descontrolados que obligan a aumentar las medidas | Sociedad | EL PAÍS

Micronésia impõe as restrições mais duras do mundo a visitantes

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Covid-19: Micronésia impõe as restrições mais duras do mundo a visitantes
09 mar (Lusa)

A Micronésia está a aplicar as restrições mais duras do mundo a visitantes devido ao novo coronavírus, proibindo a entrada a quem tenha estado num país onde exista pelo menos um caso confirmado de Covid-19.
Os Estados Federados da Micronésia, uma nação composta pelos Estados-ilha de Pohnpei, Kosrae, Cuuk e Yap, no Pacífico, aplicam uma restrição que abrange já mais de uma centena de países onde existem casos confirmados.
Quem quiser entrar na Micronésia tem primeiro de demonstrar que esteve pelo menos 14 dias num país livre do vírus.
As restrições implicam igualmente os próprios cidadãos que estão proibidos de viajar para países afetados.
As restrições são igualmente significativas noutros países do Pacífico Sul, uma das regiões do mundo onde não há ainda casos registados do Covid-19, com exceção para os casos detetados na Austrália e na Nova Zelândia.
Vários países optaram por ter uma longa lista de países de onde são proibidos visitantes e, em alguns casos, até os próprios cidadãos.
As Ilhas Salomão, Cook, Samoa e Kiribati recusam a entrada de cidadãos que tenham estado em países onde há Covid-19, com várias a cancelar igualmente várias visitas previstas de cruzeiros.
Recentemente, o próprio ministro do Comércio da Samoa, que tinha vindo de um país afetado, foi impedido de entrar e deportado para Fiji.
Responsáveis de saúde notam a dificuldade em conseguir conter um vírus que chegue a algumas das ilhas que estão, em muitos casos, bastante isoladas.
Casos de outras doenças, como ocorreu recentemente com um surto de sarampo em Samoa, mostram o risco de contágio.
Praticamente todos os países têm em vigor alguma forma de restrição, com uma lista a crescer quase diariamente e a ser atualizada pela International Air Transport Association – disponível em https://www.iatatravelcentre.com/internation…/1580226297.htm – com alguns países mais afetados.
Além da China, países como a Itália, Irão, Coreia do Sul e agora até Alemanha, França e Espanha, são atualmente alguns dos locais de origem com limitações na viagem para grande parte do mundo.
A epidemia de Covid-19 foi detetada em dezembro, na China, e já provocou cerca de 3.600 mortos entre mais de 109 mil pessoas infetadas numa centena de países e territórios.
Das pessoas infetadas, cerca de 60 mil recuperaram.
Depois de a China ter colocado 60 milhões de pessoas em quarentena para tentar travar a epidemia, a Itália anunciou uma medida idêntica no norte do país, que pode afetar cerca de 16 milhões de pessoas em cidades como Milão, Veneza ou Parma. A Itália registou já 233 mortos em quase seis mil pessoas detetadas com o novo coronavírus, que pode causar infeções respiratórias como pneumonia.

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Japan to close all schools until the end of March due to the coronavirus – MarketWatch

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The measure affects 12.8 million students at 34,847 schools nationwide, the education ministry said.

Source: Japan to close all schools until the end of March due to the coronavirus – MarketWatch