Categoria: Historia religião teologia filosofia

  • Memórias da “França sem Paris” onde ficavam emigrantes enganados

    Views: 0

    Inês Pinheiro Ramos, de 89 anos, é uma das últimas habitantes de França, aldeia no concelho de Bragança, que guarda memórias do tempo do Estado Novo quando havia quem tentasse chegar na clandestinidade ao país França e acabava ali, enganado pelos “passadores”.

    Source: Memórias da “França sem Paris” onde ficavam emigrantes enganados

  • UM CASTELHANO A CONTAR A HISTÓRIA DETURPADA DE pORTUGAL

    Views: 0

    https://www.facebook.com/reel/1483617822293340

  • CORVO O DESASTRE DE HÁ 82 ANOS

    Views: 1

    Faz hoje oitenta e doiis anos que, saiu do porto das Lajes das Flores, pela segunda vez, a lancha “Senhora das Vitórias” escalando os portos de Santa Cruz e da Fajã Grande, tendo-se demorado mais neste último porto devido ao facto dos passageiros serem, na sua maioria, desta freguesia. Daqui, e transportando 34 passageiros e 5 tripulantes, rumou à ilha do Corvo para a festa de Nossa Senhora dos Milagres.
    Contrariando a vontade do mestre, António de Almeida, já avisado pelo cabo do Mar de Santa Cruz que deveria chegar ao Corvo antes do anoitecer, o dono da embarcação, António André de Freitas, achou que, devido ao excelente tempo que se fazia sentir e à vontade dos passageiros de assistir à festa, não havia qualquer perigo, mesmo que chegassem ao Corvo já depois do anoitecer.
    Assim, após uma excelente viagem, a “Francesa” aproximou-se do Corvo por volta das 21 horas, quando na ilha se realizava a procissão de velas, provocando todas aquelas velas acesas um lindo efeito para quem se aproximava da ilha pelo mar e contagiando, também, os que a bordo da embarcação se encontravam que começaram a cantar entusiasticamente o “Avé Canta Portugal”.
    Quando se preparava para acostar na ilha, o mestre da lancha, influenciado ou enganado pelas luzes de archotes utilizadas por corvinos que se encontravam a apanhar caranguejos nas rochas ao norte do Porto do Boqueirão, encalhou a embarcação numa baixa, confundindo o local dos archotes com o porto que julgava estarem eles a iluminar.
    No início, o roncar da lancha na rocha deu a impressão aos passageiros que haviam encostado ao cais, até porque estava extremamente escuro. Só momentos depois se aperceberam do que realmente havia acontecido. Houve então uma grande gritaria e confusão, com todos a tentarem salvar-se. Um marinheiro, nadando para terra, conseguiu pedir socorro, já que o naufrágio ocorrera a apenas cerca de 30 metros da costa. Mal se aperceberam de tão terrível tragédia, os corvinos juntaram-se no porto do Boqueirão e, apesar de incrédulos com tudo o que estava acontecendo, reagiram de imediato. De terra foi lançada ao mar uma embarcação que, para além de recuperar os vivos, recolhia os mortos.
    Ninguém conseguia acreditar no que estava acontecendo. Os cânticos deram lugar a choros ininterruptos, as lágrimas corriam incessantemente nos rostos pálidos de toda a população.
    As crianças agarravam-se às mães sem perceberem muito bem o que se estava a passar. Estas, por sua vez, benziam-se e percorriam as contas dos rosários numa lengalenga sincronizada e contínua. Os homens, num frenesim constante, percorriam as rochas e os destroços, numa tentativa desesperada de encontrar mais sobreviventes.
    A consternação e incredulidade eram gerais.
    Como balanço final do ocorrido, registaram-se nove mortos e oito desaparecidos. Os corpos foram levados para a Casa do Divino Espírito Santo, onde foram solenemente velados, tendo sido sepultados, no dia seguinte, no cemitério do Corvo.
    Apesar de nunca mais ter sido esquecida esta grande tragédia e, como forma de a perpetuar no tempo, a partir de 2006 e, por iniciativa do padre Alexandre Medeiros, todos os anos no dia 14 de Agosto a imagem de Nossa Senhora dos Milagres sai em procissão da igreja até ao porto do Boqueirão, onde é atirada uma coroa de flores como forma de homenagear todos os que naquele fatídico dia perderam a vida.
    All reactions:

    Maria Antónia Fraga, Pierre Sousa Lima and 49 others

    20
    3
    Like

    Comment
    Share
  • The “bullet” bras of the 1950s

    Views: 1

    The “bullet” bras of the 1950s are fascinating and iconic of this era. Here are several detailed points on this topic:
    1. **Origin and Design**
    – **Invention**: “Bullet” bras were invented in the 1940s, but gained popularity in the 1950s.
    – **Design**: Their distinctive conical shape is achieved through circular or spiral seams around the bra cut. This design offered extra support and forward projection, creating a highly distinctive silhouette.
    2. **Popularity and Cultural Influence**
    – **Hollywood**: These bras became famous thanks to Hollywood “sweater girls,” like Lana Turner and Marilyn Monroe, who wore them under tight sweaters2. It contributed to their popularity and adoption by the general public.
    – **Fashion**: They were considered an early version of push-up bras, intended to showcase the feminine shapes that were very in vogue at the time.
    3. **Historical Context**
    – **Post-War**: After World War II, there was a desire to return to femininity and glamour, which led to the adoption of more accentuated and structured clothing styles.
    – **Advertisement**: Advertisements back in the day highlighted these bras as must-have fashion items to achieve the ideal silhouette.
    4. **Fabrication and Materials**
    – **Materials**: “Bullet” bras were often made from rigid fabrics to maintain their tapered shape.
    – **Seams**: Reinforced seams added not only support but also the rigidity needed to maintain the sharp shape.
    5. **Impact and Legacy**
    – **Modern Fashion**: Although their popularity declined in the 1960s with the advent of bras offering a more natural shape, the “bullet” bras have undergone a revival thanks to designers like Jean Paul Gaultier, who brought them back to the taste of the day in the 1990s.
    – **Pop Culture**: Madonna among others wore a “bullet” bra designed by Gaultier on her Blond Ambition tour in 1990, which revived interest in this vintage style.
    These bras are not only a symbol of 1950s fashion, but also a reflection of cultural norms and beauty ideals of the time.

    See original

    Rate this translation
    May be an image of 1 person
    All reactions:

    You and 47 others

    47
    Like

    Comment
    Send
  • onde eram os jardins suspensos da babilónia?

    Views: 0

    No photo description available.
    VOCÊ SABIA QUE OS JARDINS SUSPENSOS DA BABILÔNIA, NO IRAQUE, NÃO FORAM CONSTRUÍDOS NA BABILÔNIA?
    Descubra o mistério por trás da sua verdadeira localização.
    👇Os Jardins Suspensos da Babilônia, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, têm fascinado a humanidade por séculos. No entanto, um detalhe surpreendente e pouco conhecido é que esses jardins podem não ter estado na Babilônia. Pesquisas recentes sugerem que a verdadeira localização dos jardins estava na cidade de Nínive, no norte do Iraque. Essa teoria se baseia em estudos de textos antigos e novas evidências arqueológicas que apontam para o rei assírio Senaqueribe como o verdadeiro criador dessa maravilha.
    Segundo os historiadores, os Jardins Suspensos não eram simplesmente um feito arquitetônico, mas também uma proeza de engenharia avançada. Diz-se que os terraços dos jardins eram sustentados por enormes colunas e que a irrigação era realizada por meio de um complexo sistema de roldanas e bombas que transportava água do rio Eufrates. Esse sistema permitia que a água fluísse para os terraços mais altos, criando uma cascata de verde no meio da paisagem árida mesopotâmica.A ideia de que Senaqueribe, e não Nabucodonosor II, foi o responsável pelos jardins adiciona uma camada de intriga à sua história.
    Senaqueribe é conhecido por ter construído um impressionante palácio em Nínive, que ele descreveu em seus escritos como um “palácio sem rival”. As descrições de seus jardins, com sistemas de irrigação elaborados e vegetação exuberante, se assemelham muito às descrições dos Jardins Suspensos. Isso levou alguns arqueólogos a reconsiderar a localização tradicionalmente aceita desses jardins.
    Para o viajante moderno, explorar as ruínas da Babilônia ou Nínive no Iraque pode ser uma experiência inesquecível, mas é crucial planejar com cuidado. O Iraque é um país com uma rica história, mas também com desafios de segurança. É vital consultar as recomendações de viagem do seu país e considerar a contratação de guias locais que conheçam bem a região e possam proporcionar uma experiência segura e enriquecedora.Além dos Jardins Suspensos, o Iraque abriga uma infinidade de locais históricos e culturais que merecem ser visitados. Na Babilônia, você pode encontrar os restos do icônico Portão de Ishtar e do Templo de Marduk.
    Em Nínive, as ruínas do palácio de Senaqueribe e as impressionantes esculturas de touros alados oferecem um vislumbre do esplendor do antigo império assírio. Esses locais proporcionam uma conexão tangível com o passado e permitem apreciar a grandeza das civilizações antigas.Para aproveitar ao máximo sua visita, é recomendável vestir-se adequadamente para o clima quente e levar água suficiente.
    Além disso, estar acompanhado de um guia local não só melhora a segurança, mas também enriquece a experiência ao fornecer contextos históricos e culturais que de outra forma poderiam passar despercebidos. Explorar os mercados locais e experimentar a gastronomia da região também adiciona uma dimensão única à sua viagem, permitindo-lhe vivenciar a hospitalidade e a cultura iraquiana de primeira mão.
    Viajar para o Iraque para descobrir os mistérios dos Jardins Suspensos é uma oportunidade única de se conectar com uma civilização antiga e explorar uma das maravilhas do mundo. Esta viagem permitirá que você mergulhe na história e aprecie a majestade de um legado impressionante.
    All reactions:

    Mario Jorge Costa

  • Carta régia de D. Afonso V dando licença ao Infante D. Henrique para povoar as sete ilhas dos Açores (1439)

    Views: 3

  • miudezas temperadas j soares

    Views: 0

    Miudezas Temperadas J Soares

  • victor-rui-dores-o-pastorinho-de-ponta-garca.pdf

    Views: 0

    Victor Rui Dores O Pastorinho De Ponta Garça

  • QUANDO LA (LOS ANGELES) ERA UM CAMPO DE POÇOS DE PETRÓLEO

    Views: 0

    The Hidden Oil Rigs of L.A. 😱
    Before Los Angeles was known for making movies, it was known for making something else; oil.
    Believe it or not, L.A. used to be a small seaside town until the late 1800’s. In 1892, Edward L. Doheny discovered the first successful oil well near present-day Dodger Stadium. The Los Angeles Oil Field became California’s top producing oil field and in 1901, there were 200 separate oil companies active there.
    Over time though, the city was being built on top of these oil fields. While Los Angeles doesn’t look like the oil giant it once was, there are still a number of active drill sites all over the city. These oil rigs are hidden in plain view on high school campuses, attached to shopping malls, and located inside buildings that otherwise look like regular office buildings.
    May be an image of 2 people and oil refinery
    All reactions:

    25 mil

    2,4 mil
    5,1 mil
    Like

    Comment
    Share
    View more answers
    Todd W Michael

    The LA Basin is the richest oil basin in the world.
    97