Categoria: ecologia ambiente poluição

  • NAVIOS ELÉTRICOS E ENERGIAS ALTERNATIVAS

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    NAVIOS ELÉCTRICOS NO TRIÂNGULO
    Li recentemente no jornal ILHA MAIOR uma interessante entrevista ao comandante Lizuarte Machado sobre este assunto. O entrevistado, da forma assertiva e frontal que lhe é habitual, levantou e deixou implícitas uma série de questões e condicionantes, a que vou somar mais umas achegas:
    -Já foram desenvolvidos trabalhos de estudo/prospecção do potencial/rentabilidade do aproveitamento da energia geotérmica nalguma das ilhas do “Triângulo”?
    -Estão completamente identificados e razoávelmente aproveitados os recursos destas ilhas para produção de energia hídrica e de outras “verdes”/sustentáveis?
    Tenho várias dúvidas acerca de todo o processo da produção energética “a montante” e dos reais ganhos ambientais e económicos desta e doutras “tendências electrizantes globais” (veículos terrestres) num quadro de produção energética como o nosso, quase totalmente baseado “na térmica”.
    -Será que os saldos económico e de “carbonização atmosférica” entre um megawatt produzido por um motor de combustão interna a bordo e o mesmo megawatt produzido por uma central térmica em terra são realmente positivos?
    -Será que os investimentos em “produção térmica” -sobretudo sabendo que o futuro não deverá passar por aí- e em infraestruturas de abastecimento será comportável e rentabilizável em tempo útil?
    Note-se que o pioneiro E-Ferry Hellen nasce na Dinamarca e justamente para aproveitar a ENERGIA VERDE (eólica no caso) EXCEDENTE, pois a produção local cobre 130% das necessidades da ilha Ærø).
    Temos muito a esclarecer… e ainda mais a fazer na -insustentável económica e ambientalmente, enquanto for térmica- área da energia.
    Na minha opinião, a área da substituição da produção térmica por “verde”, “em terra” e PARA TODA A REGIÃO deveria ser, senão a primeira, pelo menos uma das principais prioridades de grande investimento para qualquer estratégia “recuperação e resiliência” que nos leve a um FUTURO MAIS SUSTENTÁVEL e para que possamos erguer, COM VERDADE, o “cartaz” de região VERDE!
    Pode ser uma imagem de barco
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    José Ferreira

    Faço minhas todas as tuas considerações.
    Não diria, nem mais, nem melhor.
    Abraço.
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  • Açores identificam medidas para resolução dos arrojamentos de algas no Pico – Jornal Açores 9

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    O Governo dos Açores está a desenvolver “vários esforços complementares” para mitigar os arrojamentos de algas marinhas no porto da Madalena do Pico, onde chegará, no final do mês, uma máquina específica para aquelas ocorrências, foi hoje anunciado. Segundo informou a secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, “no final do mês, chegará […]

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  • Picoenses queixam-se de maus cheiros no porto da Madalena

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    não são só os Picoenses que se queixam de maus cheiros
    no porto da Madalena, estive lá com a família no início de abril e ia lanhar ao VIA mas o cheiro era dissuasor e estamos em abril , nem quero imaginar no verão….h´a anos que se fala disto mas ninguém faz nada

     

     

    Picoenses queixam-se de maus cheiros
    no porto da Madalena
    Vários picoenses têm contactado
    o nosso jornal para manifestar o
    seu descontentamento com os maus
    cheiros que continuam no porto da
    Madalena.
    O acumular de algas e o seu apodrecimento,
    com os consequentes
    cheiros nauseabundos no Porto da
    Madalena do Pico, parecem estar na
    origem do problema, com os picoenses
    a apelarem à Portos dos Açores e ao
    Governo Regional para porem cobro
    a esta situação.
    “Com a liberdade que tenho por
    viver em democracia, arrisco a dizer
    que a questão do porto comercial,
    da baía do cais ou do porto, não são
    meras opções políticas, aos anos que
    se arrastam, são claramente lóbis
    sociais, que mesmo políticos inteligentes
    têm dificuldades em resolver
    e toco nestes pontos porque a questão
    do cheiro na Madalena é quase ou é
    mesmo mais grave, nem que seja pela
    apatia geral e pela imagem que levam
    da nossa ilha, que pode ser um desastre
    comercial”, escreve um leitor
    habitante da Madalena, em carta e
    fotos enviadas ao nosso jornal.
    Outro leitor confirma que o mau
    cheiro que assola “uma das nossas
    principais baías é deplorável, vergonhoso
    e deveria ser um constrangimento
    para os açoreanos com poder
    (vulgo políticos) provenientes das
    “grandes e poderosas” ilhas, que tenham
    a mesma visão autonómica,
    solidária e de respeito, que nos permitiu
    a todos crescer”.
    Os mesmos leitores afirmam que é
    “uma afronta e uma falta de respeito,
    por parte da Portos dos Açores e pelas
    entidades do Governo. Imagino se
    fosse numa das ilhas grandes…”.
    “Façam comissões parlamentares,
    façam estudos, mas façam qualquer
    coisa para ajudar a resolver o
    problema!Uma vez que é semana de
    plenário, seria uma boa altura para
    os senhores com poder, das restantes
    ilhas, poderem fazer uma visita de estudo,
    não custa muito, é só atravessar
    o canal!”, conclui uma das cartas de
    um residente na ilha do Pico.

  • O clima e o hidrogénio – Jornal Tornado

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    por Paulo Casaca, Bruxelas – Bélgica

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  • Ponta Delgada promoveu hoje um abate urgente de 15 árvores na rua de Rua Embaixador Faria e Maia – Jornal Açores 9

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    A Câmara Municipal de Ponta Delgada promoveu hoje um abate urgente de 15 árvores na rua de Rua Embaixador Faria e Maia, que se encontravam em elevado estado de fragilidade e podridão, colocando em risco a segurança de pessoas de bens. Esta intervenção do município surgiu no seguimento de uma análise fitossanitária e avaliação de […]

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  • simplificar a defesa ecológica

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    Pelos vistos somente cá na região é complicado fazer-se algo e são necessários “milhentos” projectos e estudos.
    Para os sépticos aqui fica mais uma prova de que o simples e básico resolve.
    1ª foto, painel informativo sobre o que se pode ou não fazer.
    Fazer placas informativas deve custar balúrdios e por cá provavelmente são necessários estudos em como se fazer uma. 🙄
    2ª foto, posto de controlo para acesso a lagos, que ainda ficam a uns bons 30 a 40 minutos de veículo. Durante a época baixa acesso condicionado aos lugares de estacionamento disponíveis, durante a época alta acesso proibido e somente possível via shuttle ou pedonal.
    3ª foto, acesso a ponto histórico natural, antigas minas romanas. Acesso proibido excepto mobilidade reduzida. Única forma de acesso, pedonal. A bilheteira / recepção / posto de informação é uma viatura adaptada.
    Somente cá se fala e se inventa problemas onde não há. Complica-se demais e nada se resolve.
    Simplificar para realmente se proteger é a palavra de ordem. Não são necessários milhões de euros, é necessário sim, vontade e não se deixar levar por lobbies ou interesses terceiros.

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  • Pás eólicas de toda a Europa vêm para o Minho para serem transformadas em mobiliário

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    Empresário galego criou alternativa à queima ou enterramento dos equipamentos em fim de vida

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  • Qualidade da água em seis lagoas preocupam Governo dos Açores – Jornal Açores 9

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    O Governo dos Açores revelou hoje que existem seis lagoas com uma qualidade de água “longe do desejável”, expressando preocupação com as lagoas Verde das Sete Cidades, Furnas, Congro e Santiago, Funda e Negra. “Esperamos que em 2027 apenas seis das 23 lagoas que existem possam não ter atingido ainda o bom estado de qualidade. […]

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  • Recuperados sete trilhos na Fajã de Santo Cristo – Jornal Açores 9

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    Sete trilhos na Fajã de Santo Cristo, em São Jorge, Açores, foram alvo de obras de recuperação, num investimento de cerca de 275 mil euros, para melhorar as condições de acesso em consonância com a sustentabilidade ambiental, foi hoje divulgado. A fajã da Caldeira do Santo Cristo é considerada um santuário do ‘bodyboard’ e do […]

    Source: Recuperados sete trilhos na Fajã de Santo Cristo – Jornal Açores 9

  • Descobertas rochas de plástico “aterradoras” numa ilha vulcânica remota

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    A descoberta de rochas feitas com plástico derretido é um alerta sobre o impacto da atividade humana na Geologia da Terra.

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