Categoria: CLIMA Meteo fire sismos tsunamis vulcoes OVGA

  • Japão pede retirada de quase 6 milhões de pessoas com aproximação do tufão Haishen – Açoriano Oriental

    Views: 0

    As autoridades japonesas apelaram este domingo à retirada de quase seis milhões de pessoas do sudoeste do país face à aproximação do tufão Haishen, que já cancelou centenas de voos e levou à emissão de um alerta de inundação.

    Source: Japão pede retirada de quase 6 milhões de pessoas com aproximação do tufão Haishen – Açoriano Oriental

  • deslizamento de terras na noruega hoje

    Views: 0

  • AÇORES PERIGO DE MAIS FURACÕES

    Views: 0

    Sonia Borges de Sousa to Info Açores
    18tSSpmoSsm gmnshoriencds

    A temperatura da água do ma está elevada para esta altura do ano.

    A temperatura da água do ma está elevada para esta altura do ano.
  • mais imagens do dilúvio em Díli

    Views: 0

    Rosely Forganes to Timor, Crocodilo Voador
    https://www.facebook.com/gonzales.mouzinho/videos/1353403664865328/

    -0:24

    Sandra Goncalves to SG LIVE

    INUDASAUN DILI iha bekusi ema nain 5 mota Lori 3 konsege salva mate 1 no 1 seluk seidauk hetan…😭😭😭😭😭😭

  • depois da tromba de água em Díli

    Views: 0

    Image may contain: 2 people, outdoor and nature
    Notícias em Português sobre Timor-Leste

    3 hrs

    Depois das cheias, o lodo que enche as casas da Rua de Santa Cruz, em Díli
    António Sampaio, Lusa
    14 mar

    Na Rua de Santa Cruz, que passa em frente ao cemitério mais conhecido de Díli, os mais velhos dizem que nunca se tinha visto nada antes como a tromba de água que na sexta-feira galgou a ribeira próxima.
    As enxurradas da noite de sexta-feira causaram pelo menos três mortos, mas na proteção civil fala-se de mais, com vários feridos e pelo menos 200 pessoas desalojadas e vários feridos.
    Assoreada, com lixo, com detritos acumulados e uma corrente forte, alimentada por fortes chuvas na montanha, a ribeira não se conteve nos leitos e saiu, inundando casas, a Escola Portuguesa de Díli e até o cemitério de Santa Cruz.
    “Foi muito complicado. Tivemos muita água, que entra toda na casa. Nunca tinha visto isto. É a primeira vez que entra água aqui”, conta à Lusa Delfim da Costa, 62 anos, as mãos e os braços cheios de lama.
    “Não temos nada, só uma ou duas pás e temos que usar as mãos para tirar tudo. Todos a ajudar a tirar terra”, explica, apontando a família, incluindo crianças, que vão enchendo um carrinho de mão com lama.
    Mais à frente Manuel Correia, 57 anos, também diz que é a primeira vez desde que ali vive “há muito tempo”.
    “A ribeira rebentou e a água veio com muita força. Foi um desastre para a população daqui de Quintal Boot, Quintal Kik, Santa Cruz. Há muitas casas estragadas ali dentro”, explica, apontando para um beco cheio de lama.
    “Fico tudo estragado. Dentro da casa não se aproveita nada. Perdi tudo”, confirma um dos vizinhos, Armindo Manuel.
    Cá fora, no seu quintal, amontoam-se enlameados os pertences que tirou de casa, algumas cadeiras de plástico, um pequeno frigorifico tombado, uma máquina de lavar e umas colunas cobertas de lama.
    Praticamente ao lado, Angelina da Silva mostra a entrada da casa toda enlameada, com um colchão sujo e ainda encharcado tirado da casa onde, diz, a água chegou “muito alto”.
    O impacto da lama torna-se evidente no próprio cemitério onde a enchente varreu as campas, deixando lama acumulada em todo o lado, incluindo no caminho de calçada portuguesa que marca hoje o local tornado tragicamente famoso pelo massacre de 12 de novembro de 1991.
    “Ai senhor. Foi muito mau. Água arrasta tudo. Fica tudo estragado. O morro caiu na ribeira e a água entra com muita força. Passou pelo cemitério, atravessa com muita força. Aqui muitas casas, também não se aproveita nada”, explica.
    Os efeitos da quantidade de detritos, terra e lama alastrada notam-se perto da Ponte Meira, a pequena ponte que atravessa a ribeira, por trás da escola portuguesa.
    O leito da ribeira parece ter desaparecido e, em alguns locais, estão praticamente ao nível da estrada, o que causa receio aos habitantes locais, especialmente porque a chuva pode voltar nos próximos dias.
    Seguindo o curso da ribeira, para norte, a lama e o pó são a marca dominante, com muitas pessoas a começar desde cedo a tentar limpar as casas, as lojas e os armazéns onde se acumulam dezenas de centímetros de lama.
    Na estrada de Bidau, equipamento pesado tentar limpar toneladas de pedra e terra que bloquearam a passagem, enquanto ao lado alguns vão limpando como podem, com pás, pedaços de madeira e com as mãos.
    Montes de lixo vão-se acumulando nas bermas.
    Mais para leste, na zona de Becora, os problemas também são imensos, com grandes danos ao mercado e em particular à Escola 5 de maio onde uma montanha de lixo, lama e pedras enche agora praticamente todas as salas de aula.
    Limpar os espaços vai exigir, em muitos locais, equipamento pesado e o trabalho vai durar vários dias.
    No caso de Becora uma árvore gigante foi arrastada pela ribeira e bloqueou a passagem numa das pontes, fazendo acumular progressivamente terra e lama até ao ponto em que a água saltou do leito e inundou toda à volta.
    A avaliação no terreno ainda está a ser feita, tanto do ponto de vista de Obras Públicas com da Proteção Civil.
    “Os dados preliminares recolhidos pelo nosso pessoal no terreno indicam que há cerca de 200 vítimas afetadas pelas inundações. Mas ainda estamos a recolher os dados para ter informação mais precisa”, disse à Lusa o diretor nacional da Proteção Civil, Ismael Babo.
    Numa primeira fase, que começou já na noite de sexta-feira, as autoridades estão a realojar famílias afetadas, distribuir apoios alimentares e de outros bens essenciais para “resiliência durante este período”.
    Para já há três locais que estão a servir como acolhimento temporário.

  • A TRAGÉDIA DAS CHUVAS EM TIMOR

    Views: 0

    Quero agradecer a todos os que hoje colaboraram com a Lusa para permitir dar informação a tempo sobre a situação em Dili. Da imprensa timorense vi muito pouco ou nada. O impacto verdadeiro só se vai saber amanhã. Mas vai ser terrível. Hoje está ainda escondido pela noite. Há vítimas. Não sabemos ao certo quantas. Muitas famílias perderam tudo. Muitas tiveram as casas alagadas e vão ter dias complicados. Instituições como a Escola Portuguesa sofreram danos graves. E espera-se mais chuva. Tenham cuidado por aí.

    Image may contain: outdoor
  • inundações na escola portuguesa de dili

    Views: 0

  • CHUVA NÃO PARA EM DILI

    Views: 0

    https://www.facebook.com/marianatalia.carrascalao/videos/pcb.136584501226001/136584451226006/?type=3&tn=HH-R&eid=ARCXl3f7LBQPf2SCSycURBcfsSYF80rq1XU6TQDvdA-Hsh4UhNryzp06R0eEFBxVJgxy3Kg1muAU0TX1

    O que se passa com a Escola Portuguesa em Díli depois das chuvadas? Preocupada com as notícias que estão a chegar. Espero que nada tenha acontecido aos alunos, professores e o pessoal administrativo .

    Vídeo da Mota Maloa

    https://www.facebook.com/marianatalia.carrascalao/videos/136584444559340/?t=1

  • enorme tempestade em Perth WA

    Views: 0

    Image may contain: cloud, sky and outdoor
    Image may contain: car
    Image may contain: car, tree and outdoor
    Image may contain: flower, outdoor, food and nature
    Rick Duarte to WEATHER WARS INTERNATIONAL

    FEROCIOUS THUNDERSTORM BEAT PERT, AUSTRALIA WITH HURRICANE-FORCE WINDS AND TENNIS BALL-SIZE HAIL TODAY, OVER 18,000 HOMES LEFT WITHOUT POWER, SEVERE DAMAGE TO CARS, HOMES AND PROPERTY
    From Prof. RS “Rick” Duarte, Jr. * Feb. 26, 2020
    Ferocious thunderstorm with damaging winds up to 126 km/h (78 mph) and hailstones the size of tennis balls — about 6 cm (2 inches) in diameter — lashed Perth, Australia on February 25, 2020, wreaking havoc across the city and causing chaos during peak-hour traffic.

    The Bureau of Meteorology (BOM) forecasts another bout of intense storms and more showers for the region in the following days, with severe warnings in place for the city’s southern suburbs.

    Powerful winds broke through roofs, sending rain and tree branches inside establishments. Uprooted trees also collapsed on top of cars, but no serious injuries were reported.

    Wind gusts up to 126 km/h (78 mph) were recorded at Kalannie and 106 km/h (66 mph) at Latham.

    One driver on Harborne Street managed to escape a severe injury when a huge tree fell onto her car, crushing the middle section.

    “The guys who jumped out to help, they couldn’t open the front door and I thought ‘oh no’,” said one witness.

    Police said the woman was trapped in the vehicle for some time but was eventually rescued and taken to Royal Perth Hospital.

    “I was convinced the person wasn’t going to get out of the car. It was only when I saw it on the news or someone told me later that the person had got out that I was so relieved,” the witness added.

    Electricity supply was cut off to thousands of residents as the storm also toppled power lines.

    Western Power said about 18 000 homes and businesses were affected at the peak of the outages, with the most impacted metro areas being North Beach, Trigg, Karrinyup, Balga, Hamersley, Balcatta, Yokine, Menora, Coolbinia, Nollamara, Tuart Hill, Osborne Park, Stirling, and Inglewood.

    Furthermore, the water supply was affected to about 100 residents, according to Victoria Plains Shire president Pauline Bantock.

    The area was also pounded by hailstones the size of tennis balls or roughly 6 cm (2 inches), according to ABC Perth.

    Bantock added that she had never seen hail like it, adding that it was bigger than a golf ball. “It just came down in a flood and lasted for about 10 minutes all up.”

    The hailstorm caused extensive damage particularly to vehicles, leaving windows shattered.

    Department of Fire and Emergency Services (DFES) chief superintended Stuart Wade said it was the worst storm to hit Perth since the 2010 March hailstorms.

    The main areas affected were East Victoria Park, Menora, Nollamara, Clarkson, Carlisle, and Heathridge.

    DFES district officer Allan Gayle said they received more than 700 emergency calls, mostly about fire, people trapped in cars, and gas leaks.

    Peak-hour traffic bore the brunt of the storm as train services were disrupted due to signaling problems. Debris also blocked traffic on Great Eastern Highway in Belmont.

    Flooding was reported on the Mitchel Freeway northbound near Warwick Road.

    The Somerly Primary School in the city’s north was closed Wednesday for repair and cleanups after several classrooms were inundated.

    Moreover, the Lathlain Primary School and West Leederville Primary School also needed repairs after winds tore trees down.

    A severe thunderstorm warning is in effect for the southern suburbs of Perth on Wednesday, February 26, as the severe weather is expected to affect Mandurah, Henderson, Rockingham, Secret Harbour, Nambeelup, North Dandalup, and Pinjarra.

    Meanwhile, BOM forecasts more storms and showers for Thursday and Friday, February 27 and 28, before conditions ease on the weekend and the following week.

    The bureau predicted a 60% chance of showers and thunderstorms with easterly winds of up to 35 km/h (22 mph). Perth Coastal Plain and Perth Hills are under high fire danger.

    It will be mostly sunny beginning Saturday, February 29, but there is still a chance of a thunderstorm particularly in the northeast area early morning.
    https://watchers.news/2020/02/26/severe-thunderstorm-and-worst-hailstorm-since-2010-wreak-havoc-across-perth-australia/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook