Categoria: arqueologia antropologia biologia botanica geologia

  • OS TÚNEIS EUROPEUS COM 12 MIL ANOS

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    Los enormes túneles subterráneos de 12.000 años de antigüedad que se extienden por Europa
    Hace más de 12.000 años, la gente antigua de Europa comenzó a constru…

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    The Massive 12,000-Year-Old Underground Tunnels That Stretch Through Europe
    More than 12,000 years ago, Europe’s ancient people began building massive underground tunnels across the continent. No one knows why or how these passageways were made, but they are among the most incredible features attributed to man thousands of years ago. In fact, more than 10,000 years ago, ancient civilizations were able to erect some of the most fascinating structures known to man. A good proof of it is Göbekli Tepe.
    Archaeologists have discovered in modern Germany thousands of underground tunnels that date back to the Stone Age. These conductors spread throughout Europe, from Scotland to Turkey, leaving researchers baffled about their original function. What was the purpose of these enigmatic tunnels? Were they used as graves? Were giant cameras used in religious rites? Were hideouts meant to offer protection against predators? Or just for a global cataclysm?.
    Throughout the European continent, archaeologists have begun exploring the numerous tunnels. Many experts, including the German Dr. Heinrich Kush, believe that these megalithic crossings were used as modern roads, allowing the transition of people and connecting to remote places throughout Europe. In the book “Secrets of the Underground Gateway to an Ancient World” (German: Tore zur Unterwelt), Dr. Kush claims that evidence of underground tunnels was found under dozens of Neolithic settlements scattered throughout Europe.
    These massive galleries are often referred to as ancient highways. Curiously enough, many of these large tunnels still exist all over Europe, and researchers are starting to locate and discover them to learn more about them. Dr. Kush states that “across Europe, there were thousands of these tunnels, from the north of Scotland to the Mediterranean.” They interchange with corners and in some places they are larger, and there are seats, cameras, storage and rooms. Not all come together, but together they are a huge and incredible underground network.
    Many of the so-called cameras are connected to places of interest or old settlements. The entrances to the caves are sometimes located near old farm houses, old churches, cemeteries, or in the middle of the woods. In fact, ancient builders created a zig-zag manufacturing method that allowed the tunnels to withstand excessive weight. Other passageways similar to those found in Austria and Germany have been discovered all over Europe, namely Spain, Hungary, Turkey, England and even Bosnia. However, no one has been able to explain how or why they were built. Experts firmly believe that the extensive network of tunnels was an ideal way to protect oneself from the dangers of the outside world. seduced by people who knew exactly what they were doing. Builders were extremely knowledgeable and created tunnels so these gigantic underground roads could survive tens of thousands of years.
    While mainstream archaeologists firmly promote the belief that 10,000 years ago, the ancient man was extremely primitive, some discoveries such as the Göbekli Tepe sanctuary, which is estimated to be 12,000 years, the pyramids of Giza and Stonehenge, prove that our ancestors possessed extremely advanced techniques, technologies and means that allowed them to erect some of the most important and incredible structures that exist around the world.
    The discovery of the tunnels clearly indicates that the man of antiquity did not spend his days hunting animals and collecting fruit exclusively, but engaged in engineering jobs that required enormous intellectual and design resources. However, these passageways are not just exclusive to Europe. In fact, there are numerous ancient cultures around the world that mention the existence of similar tunnels that “lead to the underworld.” According to the Macuxi Indians of the Amazon, there is a vast network of caves that connects our world with mysterious cameras located below the surface.
    Added by: CRoWLeY

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  • Estas espécies de insectos têm uma aliança mimética contra um inimigo comum

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    O besouro-bombardeiro e o percevejo-assassino têm um predador comum, a rã Pelophylax nigromaculatusco, que combatem com armas diferentes, mas usando o mesmo uniforme – aumentando assim as suas hipóteses de sobrevivência.

    Source: Estas espécies de insectos têm uma aliança mimética contra um inimigo comum

  • OS FÓSSEIS MAIS ANTIGOS DE PORTUGAL

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    Fósseis de animais com mais de 560 milhões de anos descobertos em Idanha-a-Nova
    Idanha-a-Nova, Castelo Branco, 01 set 2023 (Lusa) – Uma equipa de cientistas descobriu em Penha Garcia, no concelho de Idanha-a-Nova, os fósseis de animais mais antigos encontrados em Portugal, com idade superior a 560 milhões de anos.
    Em comunicado enviado à agência Lusa, o município de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, revelou que a descoberta foi feita por uma equipa de cientistas a trabalhar com o apoio da autarquia e coordenada por Carlos Neto de Carvalho, paleontólogo do Geopark Naturtejo.
    “Os fósseis de animais mais antigos encontrados em Portugal foram agora descobertos nas proximidades de Penha Garcia. Idades obtidas nas proximidades do local onde foram encontrados os fósseis apontam para valores superiores a 560 milhões de anos”.
    Penha Garcia já era reconhecida pela comunidade científica internacional pela existência de fósseis de organismos marinhos que ali viveram há quase 480 milhões de anos.
    O novo sítio paleontológico foi descoberto nas proximidades da Capela de Nossa Senhora de Guadalupe.
    Os fósseis foram encontrados pelo paleontólogo italiano Andrea Baucon, no âmbito de uma investigação ainda em curso.
    “A descoberta foi uma emoção incrível. Procuramos esses fósseis há mais de 15 anos, mas só agora os encontrámos”, afirmou Andrea Baucon.
    Até hoje nunca tinham sido encontrados restos fossilizados de animais em rochas tão antigas.
    Não longe de Penha Garcia, já tinham sido descritos os fósseis mais antigos de Portugal, bactérias com dimensões de milésimas de milímetro, pelo geólogo António Sequeira.
    Os fósseis agora encontrados ocorrem em rochas ainda mais antigas do que aquelas e serão, portanto, ainda mais antigos.
    “Isso implica que os fósseis recém-descobertos enfrentaram um vertiginoso abismo de tempo”, referiu o paleontólogo italiano.
    O animal teria pouco menos de 10 milímetros de largura e deixou preservado nas rochas o seu trajeto, algo sinuoso, enquanto se alimentava de restos orgânicos contidos nos sedimentos.
    Esta marca de atividade biológica conhecida como icnofóssil permite entender o modo como este animal se alimentava.
    “Sabemos que o organismo responsável pelo icnofóssil possuía um esqueleto rígido, algo que nos é indicado pela forma como penetrou e revolveu os sedimentos à medida que se deslocava com a intenção de procurar alimento, movendo-se para cima e para baixo, para o lado e para o outro – mobilidade, evidências de reação a estímulos nervosos e presença de esqueleto são critérios que melhor definem atividade animal”, referiu Carlos Neto de Carvalho.
    O Geopark Naturtejo Mundial da UNESCO organiza uma nova campanha de investigação em Penha Garcia, enquanto cientistas do Museu de História Natural de Piacenza e da Universidade de Génova analisam a curiosa forma das estruturas já encontradas.
    CCC // SSS
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    Neves Alberto Luis

    Agora só precisam de uns milhões para pesquisarem que nome lhe/lhes vão dar,,, entretanto não há dinheiro para os serviços de saúde e nem tão pouco para tomar conta dos incendiários, pois os últimos manda-nos para casa, por falta de meios de o conter até ir a julgamento, mesmo sabendo que incendiou pelo menos duas dezenas de vezes 🤔 enfim.
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  • Arqueólogos internacionais trabalham em estátua-menir em Moimenta da Beira

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    Arqueólogos internacionais trabalham em estátua-menir em Moimenta da Beira
    Moimenta da Beira, Viseu, 01 set 2023 (Lusa) – Uma estátua-menir datada do milénio III antes de Cristo será alvo de escavações feitas por arqueólogos das Universidades de Coimbra e de Freuburg, Alemanha, anunciou hoje o Município de Moimenta da Beira.
    “Uma equipa de arqueólogos das Universidades de Freiburg (Alemanha) e de Coimbra irá realizar escavações arqueológicas numa estátua-menir datada dos finais do III milénio antes de Cristo”, anunciou o Município de Moimenta da Beira.
    A estátua-menir em causa é de “há cerca de 4.000 anos, do alvor da Idade do Bronze”, e situa-se no rebordo oriental da Serra de Leomil, na União de Freguesias de Peravelha, Aldeia de Nacomba e Ariz, Moimenta da Beira.
    Segundo uma nota de imprensa, que cita investigadores, “terão sido artesãos que, recorrendo a instrumentos de pedra, madeira e osso, terão esculpido este monumento, dando-lhe forma humana, representando através de gravações as suas vestes e insígnias”.
    Com estes trabalhos que agora vão acontecer, os arqueólogos pretendem “conhecer um pouco melhor a sua história e do lugar escolhido para a sua implantação, procurando, por exemplo, verificar se existem mais motivos representados”.
    Assim como querem saber “que conhecimentos e técnicas de engenharia terão os seus artífices utilizado para a gravar e erguer”, e também se existem ainda vestígios de outras estruturas em seu redor.
    “Além da importante componente científica, estudantes de arqueologia de ambas as universidades terão a oportunidade de trocar experiências de trabalho e enriquecer a sua formação académica”, informou o município liderado por Paulo Figueiredo.
    Segundo a nota, a estátua-menir tem 1,36m de altura, acima do terreno, está localizada a 955 metros de altitude e os trabalhos de escavação decorrem de dia 04 a dia 15 e “são abertos à comunidade geral para que possa testemunhar o património existente” no município de Moimenta da Beira, distrito de Viseu.
    As intervenções arqueológicas integram um projeto de investigação internacional financiado pela DFG (Deutsche Forschungsgemeinschaft) e apoiado pelo Município de Moimenta da Beira.
    IYN // SSS
    May be an image of Stone Henge and the Cotswolds

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  • Maior busca de todos os tempos quer desvendar mistério do monstro de Loch Ness – SIC Notícias

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    As atenções estão centradas este fim de semana no lago Ness, na Escócia. Com recurso a equipamento nunca antes usado, entusiastas de todo o mundo procuram desvendar o mistério do “grande monstro aquático”.

    Source: Maior busca de todos os tempos quer desvendar mistério do monstro de Loch Ness – SIC Notícias

  • homínideos com 9 milhões de anos

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    Afinal foi na EUROPA?
    Fóssil com 8.7 milhões de anos coloca em causa a origem dos humanos
    A descoberta de um fóssil com 8,7 milhões de anos na Anatólia Central, Turquia, está a desafiar teorias de longa data sobre a evolução dos hominídeos, incluindo humanos e macacos africanos.
    Restos fossilizados recém-descobertos de uma nova espécie de primata do período Mioceno, designado Anadoluvius turkae, fornecem pistas de uma longa história de hominídeos na Europa, — que diverge da visão convencional de que os humanos originaram em África.
    A comunidade científica considera tradicionalmente que os hominídeos mais antigos, incluindo os humanos, tiveram afinal origem em África, em linha com a Teoria da Evolução de Charles Darwin.
    Mas a notável descoberta de um crânio parcialmente preservado com quase 9 milhões de anos suporta a ideia de que os hominídeos evoluíram na Europa Ocidental e Central e passaram mais de 5 milhões de anos a evoluir nesta região
    A descoberta foi apresentada num artigo publicado esta quarta-feira na revista Communications Biology.
    De acordo com o paleontólogo David Begun, professor da Universidade de Toronto e corresponding author do artigo, a descoberta sugere que os hominídeos se espalharam pelo Mediterrâneo Oriental e mais tarde para África, provavelmente devido a mudanças nos ambientes e diminuição das florestas.
    “Esta teoria contraria a ideia tradicional de que os macacos africanos e os humanos evoluíram exclusivamente em África”, diz o investigador, citado pelo Phys.org. A ausência de hominídeos primitivos em África até há cerca de 7 milhões de anos apoia ainda mais a hipótese da origem europeia.
    O Anadoluvius turkae era semelhante em tamanho a um chimpanzé macho grande, com uma dieta provavelmente composta por raízes e rizomas. Vivia em espaços maioritariamente abertos, em contraste com os ambientes florestais dos grandes macacos atuais.
    A fauna, incluindo girafas, rinocerontes e zebras, que coabitou com o Anadoluvius turkae, parece ter-se dispersado para África a partir do Mediterrâneo Oriental há cerca de 8 milhões de anos. Esta informação alinha-se com o caminho estabelecido da fauna moderna das savanas africanas.
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    O Anadoluvius turkae e outros macacos fósseis da Grécia e Bulgária formam um grupo que se assemelha de perto aos hominídeos mais antigos conhecidos.
    O fóssil agora descoberto é o espécime mais bem preservados deste grupo de hominídeos primitivos e oferece a evidência mais convincente de que o grupo teve origem na Europa, dispersando-se posteriormente para África.
    Embora convincente, esta descoberta não prova definitivamente a origem europeia dos hominídeos. Os investigadores reconhecem que são necessários mais fósseis da Europa e de África, datados entre 8 e 7 milhões de anos atrás, para solidificar a ligação entre os dois grupos.
    No entanto, a descoberta do Anadoluvius turkae acrescenta peso significativo ao debate sobre as origens dos humanos e macacos africanos, podendo mudar por completo a nossa compreensão da origem e evolução humana.
    Pode ser uma imagem de osso e texto

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