Unidade de saúde da Lagoa vai ser transformada em centro de saúde – Jornal Açores 9

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A unidade de saúde da Lagoa, em São Miguel, nos Açores, vai ser transformada em centro de saúde, o que vai permitir aumentar a oferta de consultas e de tratamentos, anunciou hoje o presidente do Governo Regional. “Até ao final deste ano será uma realidade a constituição orgânica do centro de saúde da Lagoa. Estamos […]

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Hospital retém recém-nascida por suspeitas de consumo de canábis por parte da mãe – Sociedade – Correio da Manhã

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Casal diz que planeia processar o hospital e a responsável do departamento de pediatria.

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Mais de 3 anos após o início da pandemia da COVID-19, as evidências sugerem que a infecção por SARS-CoV-2 pode levar a sequelas pós-agudas em vários órgãos, com aumento do risco de distúrbios cardiovasculares, neurológicos, mentais, metabólicos (diabetes e dislipidemia), renais e gastrointestinais. Estes riscos aparecem entre meses a 1 ano, após a infecção.
No estudo “Sequelas pós-agudas de COVID-19 aos 2 anos”, de Benjamim Bowe, Yan Xie & Ziyad Al-Aly, publicado na “Nature Medicine” (21.08.2023), envolvendo 138818 indivíduos com COVID-19 e 5985227 indivíduos sem infecção conhecida por SARS-CoV-2, estimou-se o risco de morte pós-infecção aguda, hospitalização e de 80 sequelas pré-especificadas, em 5 períodos de tempo, e cumulativamente em 2 anos.
Os resultados mostram que nas pessoas que não foram hospitalizadas na fase aguda da infecção por SARS-CoV-2 (a maioria), o risco de morte torna-se “não estatisticamente significativo” ao fim de 6 meses (horizonte de risco: 3–12 meses), mas o risco de hospitalização permanece elevado até aos 19 meses, após a infecção.
Por outro lado, o risco de morte e hospitalização permanece estatisticamente elevado durante os 2 anos de acompanhamento, nos que foram hospitalizados na fase aguda da infecção por SARS-CoV-2. Em geral, os resultados mostram que quem esteve internado por COVID19 tem de ter um acompanhamento médico mais intenso.
Aos 2 anos, o risco de sequelas permaneceu elevado em 31% dos indivíduos não hospitalizados, e em 65% dos hospitalizados.
No grupo não-hospitalizado, o risco de 24 sequelas permaneceu elevado, incluindo gastrointestinais, músculo-esqueléticas e neurológicas, sugerindo um horizonte de risco mais duradouro nestes órgãos. Nos indivíduos hospitalizados o risco de morte, hospitalização e de 50 sequelas (representando todos os sistemas de órgãos) permaneceu elevado de forma “estatisticamente significativa” durante 2 anos – confirmando o caminho difícil e prolongado para a recuperação naqueles cuja doença foi grave o suficiente para haver hospitalização, na fase aguda da infecção.
Medidas para reduzir o risco de sequelas pós-agudas e a longo prazo em pessoas com infecção por SARS-CoV-2 devem continuar a ser a base da política de saúde pública. Reduzir o risco de infecção e de transmissão pode ser uma via estratégica crítica para reduzir o risco de “perda de saúde” a longo prazo nas populações.
Para os que têm sequelas o estudo fornece uma caracterização temporal do risco de 80 sequelas, e pode ser útil para se saber que tipo de cuidados as pessoas podem precisar, e em que momento da trajetória da doença, assim como para o planeamento da capacidade do sistema de saúde. A “perda de saúde” não afecta apenas os pacientes e a sua qualidade de vida: contribui também para um declínio na esperança de vida, e pode afectar a vida no trabalho, a produtividade económica e o bem-estar social.
A descoberta de que o SARS-CoV-2 leva a efeitos pós-agudos e de longo prazo na saúde deve ser enquadrada no contexto mais amplo de doenças crónicas associadas a infecções – de que infecções (virais e não virais) podem levar a doenças pós-agudas e crónicas, e de que provavelmente há um nexo bidirecional entre doenças não transmissíveis e doenças infecciosas, em que as doenças não transmissíveis aumentam o risco de infecção, e de resultados adversos após a infecção, e de que uma infecção viral pode levar ao surgir de novas doenças não transmissíveis.
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Já se percebeu que os principais sinais e sintomas da Omicron EG.5.1, são: dor de garganta, corrimento ou congestão nasal, espirros, tosse com ou sem expectoração, dor de cabeça, voz rouca, dores musculares e olfacto alterado. Ou seja, a dificuldade respiratória, a perda do olfacto e a febre parecem não ser os principais sintomas. Então porque é que vemos doentes com COVID19 com febre, sintomas gástricos, olfacto alterado…?
PORQUE EXISTEM DIFERENTES VARIANTES EM CIRCULAÇÃO. Por exemplo, na França, a nova variante EG.5.1, “Eris” (34%) aumentou rapidamente em Julho e já é a dominante, acima da XBB.1.9. “Hyperion” (22%), da XBB.1.16. “Arcturus” (14%) e da XBB.1.5. “Kraken” (14%).
Além disso, uma parte dos pacientes é assintomática, embora com as mesmas consequências no seu corpo, a curto, médio ou longo prazo, de alguém com sintomas.
A agravar o cenário, a OMS está a analisar se uma nova variante, a BA.2.86, é uma variante preocupante – a classificação de risco mais elevada. Se for o caso, ser-lhe-á atribuído um nome grego; o próximo da lista é “Pi”.
Felizmente o uso de máscaras FFP2-3, em conjunto com todas as outras medidas elencadas na passada semana, continuam a ser eficazes.
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O parlamento açoriano impôs no dia 16 de Fevereiro deste ano uma recomendação ao Governo Regional dos Açores, no sentido de criar a “Via Covid Longa”, para atender os utentes do Serviço Regional de Saúde que, reunindo critérios de referenciação definidos pelas autoridades de saúde para a condição pós-Covid-19, em resultado de investigação inicial em Cuidados de Saúde Primários, sejam encaminhados para consulta de especialidade hospitalar, no prazo máximo de 12 semanas.
Na apresentação desta iniciativa o deputado Rui Martins (do CDS-PP) salientou que “o impacto directo da COVID-19 não se limita aos casos agudos da doença e às mortes relacionadas”, “inclui também efeitos a longo prazo da doença ou do seu tratamento”. O deputado aludiu à definição de caso clínico de “Condição pós-COVID-19”, publicado em outubro de 2021 pela OMS, descrevendo que “ocorre em indivíduos com histórico de infecção provável ou confirmado por SARS-CoV-2, geralmente 3 meses após o início do COVID-19, com sintomas que duram pelo menos dois meses e que não podem ser explicados por um diagnóstico alternativo.”
No texto da iniciativa pode ler-se que “a Condição pós-COVID-19 é imprevisível e debilitante e pode levar a problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e sintomatologia pós-traumática”, podendo ter “um sério impacto na capacidade de uma pessoa retornar à vida familiar e comunitária após a fase aguda da doença, incluindo o retorno ao trabalho e a participação em outras atividades”.“Os sintomas também podem flutuar ou recair ao longo do tempo”.
Fundamental, “para evitar danos e progredir na recuperação”, é que seja fornecida ao utente uma “reabilitação multidisciplinar personalizada e específica”. Foi com base nesse pressuposto que se delineou aquela recomendação ao Governo Regional, visando reforçar a importância de “definir estratégias e linhas orientadoras de abordagem, investigação e intervenção”. Da mesma forma, o Grupo Parlamentar do CDS-PP entendeu que “a sensibilização e formação dos Profissionais de Saúde é essencial para atingir o objetivo de um diagnóstico precoce”, motivo pelo qual também foi recomendado ao Governo Regional que promovesse oportunidades nesse sentido, de forma a agilizar os procedimentos necessários a uma implementação eficiente da medida.
Bem-haja quem propõe acções preventivas que protegem a saúde das populações, sobretudo quando a ignorância força a desvalorização daquilo em que o tempo já mostrou a ponta do icebergue, vislumbrando-se já a dimensão do que aí vem.
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(Diário dos Açores de 25.08.2023)
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Saúde Pública para Epidemiologistas doutorados pelas redes sociais

Homem morre nas Urgências após quase 6 horas de espera no Beatriz Ângelo – Portugal – Correio da Manhã

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Idoso de 93 anos fraturou colo do fémur e morreu à espera de ser transferido.

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Portugal mais médicos por cada cem mil hab

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Portugal era em 2021 o segundo país da UE com mais médicos a exercer por cada cem mil habitantes
Bruxelas, 18 ago 2023 (Lusa) – Portugal era, em 2021, o segundo Estado-membro da União Europeia (UE) com mais médicos autorizados a exercer por 100 mil habitantes, num total de 1,82 milhões de profissionais em exercício no bloco comunitário, divulgou hoje o Eurostat.
Dados hoje publicados pelo gabinete estatístico da UE indicam que, em 2021, a Grécia (629,2) e Portugal (562,04) registaram os números mais elevados de médicos autorizados a exercer por 100 mil habitantes, seguidos pela Áustria (540,9).
Em sentido inverso, os rácios mais baixos foram registados em França (318,3), na Bélgica (324,8) e na Hungria (329,8).
Ao todo, estima-se que em 2021 a UE tinha 1,82 milhões de médicos em exercício, com os números absoluto mais elevados a registarem-se nos maiores países do espaço comunitário, entre os quais Alemanha (377 mil, equivalente a 21% do total da UE), Itália (243 mil), França (216 mil) e Espanha (213 mil).
Nos dados hoje divulgados, o Eurostat dá também conta do número de fisioterapeutas em exercício, revelando que, também há dois anos, trabalhavam na UE cerca de 611 mil fisioterapeutas, o que equivale a uma média de 136,7 fisioterapeutas por 100 mil habitantes.
A distribuição relativa dos fisioterapeutas pelos países da UE variou entre 234,4 por 100 mil habitantes na Alemanha, 215,9 na Bélgica e 12,7 na Roménia.
ANE // JMR
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Neves Alberto Luis

Se o governo/povo pagasse os estudos aos médicos eles (os estudantes) teriam que assinar um documento em teriam que trabalhar em Portugal pelo menos por vinte e cinco anos, em Portugal, não é o povo/ governo pagar e depois eles irem para fora do país….…

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