Opinião: Gualter Furtado | Os produtos agrícolas e a economia de sobrevivência! – jornalacores9.pt

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Desde o povoamento dos Açores e praticamente até ao início dos anos 70 do séc passado, que os produtos agrícolas e o produto da pesca foram a base de subsistência do povo açoriano, num contexto de grande isolamento, e com apoios públicos reduzidos, ou, praticamente inexistentes. Estas dificuldades porque passavam a maioria das famílias a […]

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burcas, de novo

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Paulo Reis

PORQUE É QUE A EXTREMA-ESQUERDA GOSTA DE BURKAS?
A burka, imposta nas versões mais retrógradas e fanáticas do Islão, é um símbolo de violência e humilhação contra as mulheres.
Ao deixar apenas uma fenda para os olhos, nega à mulher o campo de visão, a expressão e, sobretudo, a identidade. Na nossa cultura, o rosto é a marca da pessoa, o sinal visível da dignidade individual. A burka apaga-o. Transforma o ser humano em sombra.
Quem a usa dificilmente encontrará emprego, integração ou liberdade. Não é um traje: é uma cela ambulante. Por isso foi, e bem, proibida em boa parte da Europa Ocidental. A burka é um monumento à submissão, uma peça icónica de um mundo em que a mulher é propriedade. Tudo isto parece óbvio, mas, como advertia G.K. Chesterton, “chegará o dia em que teremos de provar ao mundo que a relva é verde”. Pois bem: esse dia chegou.
E então, porque é que a extrema-esquerda simpatiza com a burka? Porque, para ela, a presença da burka no nosso espaço público é mais do que uma questão de religião: é um símbolo político. Representa, aos seus olhos, o colapso moral do Ocidente, e tudo o que enfraqueça o Ocidente é, por definição, bem-vindo.
A extrema-esquerda vê na burka a prova viva de que a civilização liberal falhou em impor os seus valores universais. E como o objectivo último é destruir essa civilização, para que surjam, um dia, os tais “amanhãs que cantam”, toda manifestação do seu enfraquecimento é recebida com entusiasmo. É a velha lógica revolucionária: os inimigos dos nossos inimigos são nossos aliados.
Pena é que a dignidade das mulheres sirva, uma vez mais, de arma táctica.
Pena é que um PS, capturado ideologicamente pelo Bloco de Esquerda, não perceba o atoleiro moral em que se deixou cair.
– Miguel Alçada Baptista

estado da palestina não existiu

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【A CAUSA DAS COISAS】
ISRAEL | PALESTINA A história que muitos querem ignorar – A coexistência não pacífica!
Voltamos à história, sobretudo para avivar as memórias mais distraídas!
Antes do moderno Estado de Israel, havia um Mandato Britânico, e não um Estado Palestino.
Antes do Mandato Britânico, existia o Império Otomano, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Otomano, estava o Sultanato Mameluco do Egito, e não um Estado Palestino.
Antes do Sultanato Mameluco do Egito, havia o Império Aiúbida; Godofredo de Bulhão conquistou Jerusalém em 1099. Não havia um Estado Palestino.
Antes do Império Aiúbida, existia o Reino Cristão de Jerusalém, e não um Estado Palestino.
Antes do Reino de Jerusalém, havia os impérios Omíada e Fatímida, e não um Estado Palestino.
Antes dos impérios Omíada e Fatímida, estava o Império Bizantino, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Bizantino, havia o Império Romano, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Romano, existia o Reino dos Hasmoneus, e não um Estado Palestino.
Antes do Reino dos Hasmoneus, estava o Império Selêucida, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Selêucida, o Império de Alexandre da Macedônia existia, e não um Estado Palestino.
Antes do Império de Alexandre da Macedônia, havia o Império Persa, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Persa, estava o Império Babilônico, e não um Estado Palestino.
Antes do Império Babilônico, havia os reinos de Israel e Judá, e não um Estado Palestino.
Antes dos reinos de Israel e Judá, havia o Reino de Israel, e não um Estado Palestino.
Antes do Reino de Israel, existia a teocracia das Doze Tribos de Israel, e não um Estado Palestino.
Antes da teocracia das Doze Tribos de Israel, havia uma coligação de cidades-estado cananeias, e não um Estado Palestino.
Na verdade, nesta parte do mundo, houve de tudo, excepto um Estado Palestino.
NB: Factos não são Fatos!
Mas podem continuar a martelar a história…agora que isto descambou, lá isso descambou. Os ódios de estimação e promessas de aniquilação de um ou de um outro lado, não abonam nada em nome da paz. Podre ou não, na miséria humana em que se transformou aquele território, quem mais sofre é sempre a população. Ódio, raiva, rancor, pobreza, miséria, um cocktail sem fim à vista!!!
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Fernando Jacinto

Peço desculpa, mas é um pouco mais complicado. 1. Também, não havia Estado de Israel, embora houvesse palestinianos no território que se dedicavam à agricultura e pastorícia. 2. Quando o Império Otomano se desfez foram criados vários Estados ((nenhum era Israel), mas os ingleses recusaram um Estado palestiniano. 3. Para o território onde há hoje conflito, eram enviados judeus pobres (um povo ou seguidores de uma religião?) considerados “contestatários comunistas” que incomodavam muitos países. 4. Judeus ricos compravam parcelas do território aos ingleses mas não os cultivavam, deixavam isso aos palestinianos. Só, por pressão dos ingleses, começaram a fazer algo das parcelas que adquiriram, expulsando os que lá estavam. Etc, etc, etc. A história do médio-oriente é de facto muito complexa e as potências europeia têm muita culpa no cartório,

na terra onde viveres, faz o que vires fazer

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Niqab vs hijab vs burka – usar ou não?
Calculo que não seja fácil, para quem está habituada a se cobrir deste modo (sobretudo com niqabs e burkas) de um momento para o outro, descobrir-se perante o mundo. Mas…na terra onde viveres, faz o que vires fazer…e se eu pretender, por exemplo, entrar numa mesquita, terei de me descalçar, coisa que cá não faço ao entrar numa igreja católica.
Enfim…
Nas imagens: na primeira um niqab, na segunda um hijab e na terceira uma burka.
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a burca

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A frase é de Kamel Daoud, o escritor argelino vencedor do prémio Goncourt. Em Portugal há partidos que acham que a burka, um dos maiores símbolos da subalternização da mulher, pode passear-se pelas ruas…
 

BURCA 2

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|Burca — a cama de Procusto|
Texto de 11 de Março de 2016
Procusto tinha em sua casa uma cama de ferro para receber viajantes. Essa cama era uma bitola: o hóspede tinha de ser do exacto tamanho da cama. Se ele fosse maior, Procusto serrava-lhe as pernas, se ele fosse mais pequeno, Procusto esticava-o.
Este mito grego representa a intolerância perante a diferença. É uma parábola sobre a igualitarização compulsiva de tudo. Não faz mal nenhum lembrá-lo agora quando começam a chegar a Portugal refugiados, a quem é decente ajudar e a quem não é decente “serrar” ou “esticar” para encaixar à força na nossa “cama” de valores.
Esta interdição é, evidentemente, metafórica e bi-direccional — nem nós a eles, nem eles a nós. Principal melindre: a condição da mulher. Não podemos ceder nos avanços conseguidos na igualdade entre homens e mulheres.
Foi com muito sofrimento, coragem e determinação que se conseguiu vencer, nestas matérias, a oposição do Vaticano e dos estados do Islão que sempre se aliaram nos fóruns internacionais. “Santa aliança”, assim lhe chamou, com desagrado e conhecimento de causa, o ex-presidente da assembleia geral da ONU, Diogo Freitas do Amaral.**
Chegados a este ponto, resta dizer: defendo uma lei da república que proíba o uso da burca no espaço público.
E não, não acho que esta seja uma “lei de Procusto”.
Ela não “serra” nem “estica” ninguém.
Só não tolera o intolerável.
E vestuário para esconder o rosto é intolerável.

burca

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A frase é de Kamel Daoud, o escritor argelino vencedor do prémio Goncourt. Em Portugal há partidos que acham que a burka, um dos maiores símbolos da subalternização da mulher, pode passear-se pelas ruas…

 

 

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Portugal junta-se a mais de 20 países que proíbem uso de véus. Quais são?

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Mais de 20 países proibiram o uso em espaços públicos de burcas e outros véus que cubram o rosto das mulheres, alegando proteção de valores seculares, combate ao extremismo religioso ou mesmo razões de segurança pública.

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Parlamento aprova proibição da utilização de burca em espaços públicos em Portugal (MESMO PELOS MOTIVOS ERRADOS desta lei CONCORDO mas não vai servir para nada

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A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira, 17 de outubro, a proibição da utilização da burca em espaços públicos em Portugal. A proposta do Chega teve

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Parlamento aprova proibição da burca em espaços públicos em Portugal

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A Assembleia da República (AR) aprovou, esta sexta-feira, a proibição da burca em espaços públicos em Portugal. A proposta foi feita pelo Chega e teve apoio do PSD, da IL e do CDS.

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