triste o país que nos deixa morrer assim: Doente oncológica em fase terminal deitada no chão das urgências do Hospital de Coimbra por falta de macas

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O filho da doente oncológica explica que a mãe tem “cancro generalizado na zona abdominal”. Teve de ser ele próprio a levar a mãe ao hospital por “não haver ambulâncias disponíveis”. À chegada, também “não havia macas”. O filho viu-se obrigado a deitar a mãe, que “gritava de dores”, no chão das urgências.

Source: Doente oncológica em fase terminal deitada no chão das urgências do Hospital de Coimbra por falta de macas

isto já não é incompetência é o programa do governo

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Isto já não é incompetência. Isto é o programa do governo. Isto é a nova “normalidade”.
Quando o diretor do INEM vem dizer, com ar sério, que “há ambulâncias suficientes, elas é que não estavam disponíveis”, isto é fazer de nós todos parvos.
Há casas suficientes — não estão é disponíveis; há médicos suficientes — não estão é disponíveis; há creches suficientes — não estão é disponíveis; há dinheiro — não está é disponível para ti.
É o país do “há, mas não há para tí”
Tudo feito com agências de comunicação, cujo único trabalho é tapar a completa falência do governo, enquanto o país se afunda cada vez mais, cada vez pior, cada vez pior, cada vez pior.
Já repararam?
O governo desapareceu…ninguém sabe do governo. Jornalistas a correr atrás de ministros, microfone na mão, a perguntar quando se demitem? Isso era só no tempo de António Costa.
👉 Em cerca de 24 horas, há três mortos à espera de ajuda.
👉 O Expresso revelou que o Governo NÃO reativou o reforço de ambulâncias para este inverno, ao contrário do que foi feito noutros anos.
👉 A Liga dos Bombeiros Portugueses avisou várias vezes a ministra da Saúde.
👉 A resposta foi zero.
Não foi azar.
Foi uma decisão política, porque a ministra está a CUMPRIR O PROGRAMA DE NEGÓCIOS deste governo.
As vidas das pessoas são secundárias.
Tal como os aviões que ficaram em terra quando todos sabiam que iam haver incêndios, as ambulâncias ficaram nas garagens, mesmo com todos os alertas.
Desculpem, mas isto é gozar com os portugueses…só falta irem buscar o Ronaldo para tirar selfies dentro de uma ambulância.
E não se enganem, quem acha que isto é só incompetência está a ser ingénuo.
ISTO É O PROGRAMA DO GOVERNO.
Destruir o SNS para depois o oferecer aos privados. Destruir o INEM para depois contratualizar o socorro a empresas privadas.
Isto não é um governo, isto é uma banca de negócios de um lado e uma empresa de demolição do outro.
Enquanto isso, distraem-vos, com burcas, com imigrantes, com “insegurança” fabricada, com candidatos à presidência de direita avaliados por comentadores de direita, outdoors e grupinhos no Facebook.
Sabem o que temos “melhor” na saúde?
👉 Lucros dos privados da saúde.
👉 Hospitais de luxo com vista para o Tejo.
👉 Médicos e enfermeiros sugados do SNS para clínicas que atendem os mais ricos.
👉 Políticos avençados e campanhas financiadas pelos mesmos grupos de saúde.
Esta nova direita é isto, propaganda, desvio de culpas e destruição organizada do que ainda funcionava.
O que estava mal ficou catastrófico.
O que estava ainda a funcionar — como o INEM — está agora rebentado, exausto, em colapso.
E depois dizem: “isto é técnico”, “isto é normal”, “Isto não é novo.”
Não, não é novo. Mas nunca teve esta escala…e pior, nunca tivemos tão anestesiados a aceitar mortes como algo normal.
A lavagem cerebral foi assim tão grande? O ódio causou uma cegueira assim tão grande?
Uma coisa é alguém já ter levado um murro no passado. Outra é votarem num pugilista profissional para lhe dar um enxerto de pancada.
Imaginem um terço dos escândalos, mortes e falhas desta ministra no governo anterior. Imaginem isto durante uma pandemia. Imaginem isto num governo que vacinou o país, manteve serviços e empresas a funcionar e salvou milhares de vidas.
Até quando vamos fingir que isto é só incompetência e não um plano de negócios em execução?
Acham mesmo que é coincidência estarem a preparar o fim das ambulâncias no INEM?
Ainda não conhecem o guião?
destruir o público → criar caos → matar → apontar o dedo → privatizar.
E vocês — vocês que votaram nisto com medo de sharias, burcas, ciganos e indianos — foram apenas eleitores úteis.
Depois de votarem, depois de servirem o vosso propósito eleitoral, eles tratam da vossa “saúde” …
Esta é a nova sociedade hierárquica.
Os de cima cada vez mais ricos.
Os de baixo entretidos a culpar fantasmas.
Quando se vota sem perceber as causas dos problemas, acaba-se a votar no próprio problema.
Alguém com dois neurónios achava que políticas de direita iam melhorar serviços públicos?
Quantos TikToks pagos, quantos vídeos de ódio, quantas mentiras tiveram de consumir
para votarem com medo contra vocês próprios?
O que estava bem ficou mal e o que estava mal ficou catastrófico…e tudo continua anestesiado.
Eduardo Maltez Silva

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Trilhos pedestres: Pagamento de salvamento e resgate poderá ser implementado nos Açores | RTP Açores

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…Parlamentar de Política Geral.

Source: Trilhos pedestres: Pagamento de salvamento e resgate poderá ser implementado nos Açores | RTP Açores

SUÉCIA – 35 ºc NÃO É NORMAL

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https://www.facebook.com/reel/25470105235965845

 

 

 

Marcel-Alina Zaharia

In Levi, finish Lappland we had yesterday also -40 d.g.celsius and our guide told us that this is totally normal for Lappland. 2 years ago we where in Finnland and Norway and it was up to -40 d.g.c. as well. So I do think this is normal there.
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Homem morreu no Seixal depois de quase três horas à espera do INEM

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Um homem morreu na terça-feira no Seixal depois de quase três horas à espera de socorro do INEM, confirmou o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, admitindo que o novo sistema de triagem possa ter influenciado o desfecho.

Source: Homem morreu no Seixal depois de quase três horas à espera do INEM

nova obra SUSANA ANTUNES

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  • Sentient Books: AI's Impact on Creation (Universalia)

Livros Sentient: O Impacto da IA na Criação (Universalia) Brochura – 27 de dezembro de 2025

por Sandra Sousa (autora), Susana L. M. Antunes (autora)

Parte de: Universalia (3 livros)

Sentient Books: AI’s Impact on Creation Editado por Sandra Sousa (Universidade da Flórida Central) e Susana L. M. Antunes (Universidade de Wisconsin-Milwaukee)

À beira de uma metamorfose tecnológica que rivaliza com a revolução de Gutenberg, Livros Sensíveis: O Impacto da IA na Criação surge como a bússola académica definitiva para navegar pela encruzilhada existencial mais profunda da humanidade. À medida que algoritmos compõem sinfonias e chatbots criam romances, o que acontece com a criatividade humana, a autoria e a alma da expressão artística? Esta coleção inovadora, magistralmente curada pelas professoras Sousa e Antunes, reúne vozes internacionais da literatura, teatro, linguística, direito e humanidades digitais para iluminar o impacto transformador — e potencialmente apocalíptico — da IA nos esforços criativos.

A relevância científica do volume transcende a especulação teórica, oferecendo investigações empíricas sobre a natureza paradoxal da IA como colaboradora e ameaça. Os colaboradores dissecam a poesia gerada por máquinas que imita a aleatoriedade dadaísta enquanto se disfarça de expressão humana, expõem crises pedagógicas à medida que os alunos renunciam às vozes autênticas em favor da facilidade algorítmica e investigam se a encarnação teatral sobrevive quando os artistas partilham o palco com co-criadores digitais.

Através de uma análise rigorosa que abrange várias literaturas e línguas, a coleção revela como a IA democratiza simultaneamente a expressão criativa e ameaça homogeneizar a diversidade linguística. O que distingue Sentient Books como um trabalho académico indispensável é a sua análise implacável do ataque da IA aos valores académicos.

Os colaboradores expõem a natureza enganosa da criatividade da IA por meio de recombinações infinitas, desafiando nossa compreensão de originalidade, plágio e propriedade intelectual. Por meio de experimentos em sala de aula que revelam a arbitrariedade semântica reveladora e a perfeição sem alma da IA, o volume demonstra como os alunos abandonam cada vez mais a composição autêntica. Essa perspectiva dupla posiciona o livro como essencial para educadores que lidam com a IA como ferramenta pedagógica ou ameaça existencial.

O âmbito interdisciplinar abrange metodologias de criação crítica, pedagogia convidativa e análise gramatológica, fornecendo estratégias práticas para integrar a IA, preservando a agência humana. Os colaboradores exploram como a criação baseada no julgamento pode substituir a arte baseada na habilidade, investigam as implicações dos direitos autorais em contextos internacionais e examinam o papel da IA na preservação e potencial extinção de línguas ameaçadas. Estudos de caso que vão desde teatro colaborativo com IA até plataformas educacionais multilíngues oferecem estruturas concretas para navegar por essa singularidade tecnológica.

Para os académicos que enfrentam o admirável mundo novo da inteligência artificial — divididos entre o fascínio e a apreensão —, esta coleção fornece vocabulário essencial para articular o que permanece irredutivelmente humano. Os algoritmos podem compreender a arquitetura da metáfora, a lâmina sutil da ironia ou a centelha inefável que transforma palavras em arte? Como revelam as perspetivas históricas, desde as advertências de Platão sobre a escrita até à nossa atual revolução digital, cada mudança tecnológica exige uma reconsideração da própria humanidade.

Sentient Books é tanto uma conquista académica quanto um manifesto urgente, garantindo que, ao testemunharmos o potencial surgimento de uma humanidade tecnologicamente aumentada, preservemos, em vez de renunciarmos, ao calor, à vulnerabilidade e à descoberta fortuita que definem a autêntica criação humana. Esta obra seminal garante que o progresso tecnológico amplifique, em vez de aniquilar, a nossa humanidade, tornando-a indispensável para qualquer pessoa interessada no futuro da expressão criativa.

 

 

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  • Sentient Books: AI's Impact on Creation (Universalia)

Sentient Books: AI’s Impact on Creation (Universalia) Paperback – December 27, 2025

Sentient Books: AI's Impact on Creation (Universalia)
Sentient Books: AI’s Impact on Creation Edited by Sandra Sousa (University of Central Florida) and Susana L. M. Antunes (University of Wisconsin-Milwaukee)
At the precipice of a technological metamorphosis rivaling Gutenberg’s revolution, Sentient Books: AI’s Impact on Creation emerges as the definitive scholarly compass for navigating humanity’s most profound existential crossroads. As algorithms compose symphonies and chatbots craft novels, what becomes of human creativity, authorship, and the soul of artistic expression? This groundbreaking collection, masterfully curated by Professors Sousa and Antunes, assembles international voices from literature, theatre, linguistics, law, and digital humanities to illuminate AI’s transformative—and potentially apocalyptic—impact on creative endeavor.
The volume’s scientific relevance transcends theoretical speculation, offering empirical investigations into AI’s paradoxical nature as both collaborator and threat. Contributors dissect machine-generated poetry that mimics Dadaist randomness while masquerading as human expression, expose pedagogical crises as students surrender authentic voices to algorithmic ease, and probe whether theatrical embodiment survives when performers share stages with digital co-creators. Through rigorous analysis spanning multiple literatures and languages, the collection reveals how AI simultaneously democratizes creative expression while threatening to homogenize linguistic diversity.
What distinguishes Sentient Books as indispensable scholarship is its unflinching examination of AI’s assault on academic values. Contributors expose the deceptive nature of AI creativity through infinite recombination, challenging our understanding of originality, plagiarism, and intellectual property. Through classroom experiments revealing AI’s telltale semantic arbitrariness and soulless perfection, the volume demonstrates how students increasingly abandon authentic composition. This dual perspective positions the book as essential for educators grappling with AI as either pedagogical tool or existential threat.
The interdisciplinary scope encompasses critical making methodologies, invitational pedagogy, and grammatological analysis, providing practical strategies for integrating AI while preserving human agency. Contributors explore how judgment-based creation might replace skill-based artistry, investigate copyright implications across international contexts, and examine AI’s role in both preserving and potentially extinguishing endangered languages. Case studies ranging from AI-collaborative theatre to multilingual educational platforms offer concrete frameworks for navigating this technological singularity.
For academics confronting artificial intelligence’s brave new world—torn between fascination and trepidation—this collection provides essential vocabulary for articulating what remains irreducibly human. Can algorithms comprehend metaphor’s architecture, irony’s subtle blade, or the ineffable spark transforming words into art? As historical perspectives reveal, from Plato’s warnings about writing to our current digital revolution, each technological shift demands reconsideration of humanity itself.
Sentient Books stands as both scholarly achievement and urgent manifesto, ensuring that as we witness the potential emergence of technologically augmented humanity, we preserve rather than surrender the warmth, vulnerability, and serendipitous discovery defining authentic human creation. This seminal work guarantees that technological progress amplifies rather than annihilates our humanity, making it indispensable for anyone invested in the future of creative expression.

HDES dois reparos

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Obrigado, HDES. Surgiram mais uns lugares reservados a deficientes, mas continuam a ser deficientes mentais , sem distinção que os ocupam… Usem um sistema de controlo de entradas como no Pingo Doce S. Gonçalo…

 

Nota negativa para as colheitas de sangue e outras..há meses que não me deslocava ali e encontrei, cá fora, uma fila de mais de 50 pessoas…usei o meu dístico para passar mais adiante e sentar-me (não posso estar em pé mais que uns minutos) e a marcação da 10.20 foi satisfeita pelas 11.15. Disse-me a enfermeira que hoje só tinham tido 128, o recorde ia em mais de 150…o nº de enfermeiras é o mesmo e todas labutavam a turbo, mas as marcações são excessivas pensem em descongestionar o serviço. Nunca foi ideal mas nunca fora tão mau…

 

E termino sugerindo este sinal +para algumas zonas de PDL

May be an image of textAmpliação Do HDES Será De 50 Mil M2e Outros 30 Mil M2 Serão Remodelados -  Diário Dos Açores