Categoria: ChronicAçores

  • padrao-dos-descobrimentos.pdf

    Views: 0

    Eu GATO que me prezo vos dou os bons dias.
    Estou completamente abismado com este Governo Regional, fartavam-se de criticar os Governos Socialistas por colocarem placas de inauguração de edifícios, estes afinal fazem pior, não se contentam com inaugurações, até colocam placas em futuras realizações, nomeadamente em novos centros de saúde, escolas, habitações etc, quando tudo não passa de intenções pois os estudos (como sempre mais estudos) projectos e respectivas licenças ainda nem existem ou seja não vão começar a realizar-se com este Governo e pior, ninguém nos garante que o futuro Governo vá fazer o que este agora preconiza. A pressa de tentar mostrar obra feita é tão grande que só dão afinal tiros nos pés, julgam que os humanos destas terras ainda andam de olhos fechados, estão bem enganados.
    Divirtam-se!
    May be an illustration of text
    All reactions:

    You and 6 others

    3 comments
    Like

    Comment
    View more comments
    Mário Jorge Pacheco

    Bom dia Henrique.
    • Like

    padrao dos descobrimentos

  • OS TRANSPORTES QUE INFELIZMENTE AINDA TEMOS, CRÓNICA 220. 14.11.2018

    Views: 0

    OS TRANSPORTES QUE INFELIZMENTE AINDA TEMOS, CRÓNICA 220. 14.11.2018

     

    Dizem-me que os transportes na ilha de São Miguel estão configurados à moda dos anos 1970-1980 e às necessidades de então. Não estou a falar das cidades onde existem alternativas, mas das pequenas freguesias que polvilham a ilha, onde as pessoas que não disponham de viatura própria têm imensa dificuldade para se deslocar devido aos horários infrequentes e pouco convenientes da transportadora pública, como é o caso, na costa norte, da CRP. A este problema acresce a vetusta idade dos autocarros, a falta de cumprimento de horários, o excesso de velocidade e de lotação das viaturas, a que muito ocasionalmente a GNR (quando recebe uma queixa) se dedica a multar fazendo parar a carreira.

    O que acontece na zona onde habito e entre a Lomba da Maia e a Ribeira Grande é um reboliço, os autocarros são menos, andam a desoras, vão apinhados de gente em pé (convido-vos a fazer a viagem Lomba da Maia – Ribeira Grande de pé), e os alunos chegam atrasados para além da tolerância de dez minutos na entrada

    Não sabemos quando é que a Direção Regional de Transportes pensa adotar modelos do século XXI para transportar os habitantes da ilha que se deslocam às cidades, nem sabemos quando e como fiscaliza o cumprimento (ou incumprimento) das obrigações contratuais firmadas para o transporte de passageiros. Não sei sequer se é permitido o transporte perigoso de pessoas, em pé, nos autocarros nestas estradas regionais, mas creio que é tempo de se fazer uma revolução nos meios de transporte existentes que insatisfazem a população. Nem sonho já com um metro de superfície já que a hipótese de comboio, infelizmente, foi abandonada no início do século passado.

    Quando o meu filho estava a estagiar no Nonagon na Lagoa, levantava-se pelas sete horas para apanhar uma camioneta para a Ribeira Grande, depois outra para Ponta Delgada e antes das dez da manhã chegava à Lagoa… e era a única forma de se transportar em coletivos para percorrer uma distância de 30,1 km… felizmente libertou-se desse calvário quando adquiriu uma velha viatura para se deslocar, demorando em média 29 minutos via EN4-2A and EN1-1A.

    E os idosos que têm consulta no hospital ou médico, ou outros afazeres na cidade, e não têm carta de condução nem meios para adquirir viatura própria? Decerto que com as pensões miseráveis que auferem não disporão de 60 euros para irem e virem de táxi…

    Mas é preciso agir para mudar este estado de coisas com autocarros velhos (em muitos já deve ter expirado o prazo de validade…), sempre a avariarem (alguns já arderam nos últimos anos durante o percurso), autocarros lotados, horários que não se cumprem (ora chegam mais cedo, ora chegam mais tarde e quem não está na paragem na hora de passagem, estivesse…), lotados nas horas de ponta (em especial nas carreiras das 07.30 e 08.00), passageiros em pé aos solavancos e sem segurança em caso de travagem súbita.

    Senhores dos Transportes, responsáveis pela inexistente política de transportes coletivos capazes para as freguesias fora das cidades acordem para o século XXI e façam aumentar a frequência das carreiras, fiscalizem os horários e as condições de transporte….

    Modifiquem contratos para se substituírem os velhinhos autocarros por outros mais modernos e mais pequenos para serem rentáveis … só peço que saiam dos vossos gabinetes confortáveis e inspecionem anonimamente os percursos entre Ponta Delgada, e Furnas ou para o Nordeste…levantem-se cedo e vejam o que é viajar na carreira das 07.30 ou das 08.00 da Lomba da Maia para a Ribeira Grande…afinal é para isso que vos pagam, o povo que paga impostos e não tem um serviço de transportes coletivos digno e capaz.

  • (63) DAS CRISTANDADES CRIOULAS LUSÓFONAS DO ORIENTE À LITERATURA AÇORIANA CONTEMPORÂNEA | chrys chrystello – Academia.edu

    Views: 0

    Resumo Da colonização britânica e holandesa nasceram Estados. Da Portuguesa nasceram comunidades de afeto. Praticamos o monopólio com fidelidades regionais que extravasavam o interesse diplomático, comercial e político da Coroa. A língua Portuguesa

    Source: (63) DAS CRISTANDADES CRIOULAS LUSÓFONAS DO ORIENTE À LITERATURA AÇORIANA CONTEMPORÂNEA | chrys chrystello – Academia.edu

  • cronica-496-queremos-mentiras-novas-20-5-2023/

    Views: 0

    Crónica 496 queremos mentiras novas 20.5.2023

    Vivo em Portugal e não no reino da Alice no País das Maravilhas, embora, muitas vezes, não consiga distinguir um do outro. Várias vezes, noutras ocasiões penso que estou a reviver num país da “República das bananas”, termo cunhado pelo escritor americano William Sydney Porter, conhecido como O. Henry, no conto O Almirante, de 1904. Noutros dias penso que vivo num pesadelo e que vou acordar e libertar-me, mas quando abro os olhos lá estão os canais miserabilistas de TV do nosso descontentamento a alertar-me para esta realidade e aí tento refugiar-me na visão quântica de que a realidade não existe. Há momentos em que chego a pedir que seja verdade vivermos num mundo holográfico, tipo “Matrix”, em que somos apenas peças num jogo de computador.

    Já não suporto mais mentiras velhas como as do Presidente da República, do Primeiro-Ministro, dos ministros todos, dos secretários de estado, dos adjuntos, dos assessores, dos chefes de gabinete, dos diretores a nível nacional, ou, ao nível arquipelágico do Presidente do GRA, dos Secretários, dos Diretores Regionais (mesmo aqueles que nunca tinham aparecido na RTP-A e nem sabíamos que existiam).

    Já não suporto mais investigações e prisões preventivas de alegados corruptos, seja no futebol, seja na política, eterna novela que se desenrola ao longo de anos em que nunca os culpados o são, nem vão presos, ou têm penas suspensas, ou os crimes prescrevem e nunca ninguém é responsabilizado nem os contribuintes reembolsados dos milhões que lhes extorquiram.

    Quanto mais leis o país tem, menos elas se aplicam, nem são verificadas, nem fiscalizadas, nem aplicadas pois há sempre mais “buracos” por onde os alegados culpados se escapam.

    Vejo documentários nos confins do Canadá, de pessoas à pesca ou na caça, e sem vigilância nem polícias nem autoridades num raio de milhares de quilómetros recusam-se a pescar ou caçar mais do que o legalmente estipulado. Sem mentiras bacocas, ou chico-espertices saloias tipo José Sócrates.

    Lembro-me dos meus anos na Austrália e dos multimilionários que conheci, cuja maioria foi presa e cumpriu pena, apesar de tentarem mudar a posse de bens para esposas e filhos, apesar de pagarem milhões aos melhores e mais caros advogados. Aqui são esses mesmos advogados que ou são deputados ou escreveram as leis.

    Depois admiram-se com populismos como nos EUA, Brasil, Itália, Hungria, Polónia, e tantos outros países (e em breve em Portugal)

    Por isso, meus amigos subscrevo o grafitti acima QUEREMOS MENTIRAS NOVAS.

    Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association – MEEA]

    drchryschrystello@journalist.com,

    Diário dos Açores (desde 2018)/ Diário de Trás-os-Montes (2005)/ Tribuna das Ilhas (2019)/ Jornal LusoPress, Québec, Canadá (2020)/ Jornal do Pico (2021)

     

     

  • recordar 2011

    Views: 0

    No photo description available.

    SE AINDA NÃO LEU ESTE MEU LIVRO, POR QUE ESPERA?

    A PROPÓSITO DE CHRÓNICAÇORES UMA CIRCUM-NAVEGAÇÃO, NUNO PINTO DO SOUTO ESCREVEU:
    From: “Nuno Souto” <nsouto@iinet.net.au
    Sent: Sunday, July 12, 2009 11:59 AM
    To: “Chrys Chrystello” <drchryschrystello@gmail.com
    Subject: O teu livro

    Acabei agora de o ler

    E sinto que devo escrever algumas palavras para expressar a minha opinião.

    De início, a linda descrição das ilhas recordou-me A Cidade e as Serras do saudoso Eça. Depois, fui tratado com uma excelente e bem documentada análise da história inicial e recente do arquipélago, que muito me elucidou: desconhecia a maior parte.

    Fui levado então ao Nordeste do país, de onde também os meus avoengos são originários: cristãos-novos de Bragança. Adorei os detalhes e a história de tantas aldeias que nunca conheci mas de que ouvia falar. E algumas descrições tocaram perto, principalmente do ambiente estudantil e universitário. Foi o mesmo para muitos, pelos vistos.

    Passei depois a conhecer detalhes sobre a “colonização” de Macau que já suspeitava mas nunca tinha podido confirmar. Foi óptimo verificar que a ganância dos “colonizadores” afinal não mudou muito do outro lado do mundo…

    E finalmente, aprendi mais detalhes do que alguma vez esperei sobre o único colonizador de Timor verdadeiramente digno desse nome: Celestino da Silva. Foi um dos guias da acção colonial do meu pai, também um administrador de longa data: ainda hoje se podem ver efeitos da obra dele em Moçambique, no Googleearth. Tentou também fazer diferença em Timor, mas não foi tão bem sucedido. Pelo menos conseguiu evitar a invasão de Timor pela Indonésia, quase levada a efeito em 66-67 aquando das loucuras do governador José Alberti Correia. Ameaçou-o de prisão, quando descobriu que queria “invadir” Atambua: estavam só 60000 para-quedistas em Jakarta, à espera que alguém lhes desse um motivo para intervirem…

    E claro, mais uma vez confirmei aquilo que já sabia desde os tempos de colega de turma de liceu: ao Ramos Horta, não se dá nem um palito de confiança. Por vezes pergunto-me se procedi bem quando impedi o José Rocha de matá-lo em Sydney, quando descobriu que o RH tinha estado a tentar encontrar-se com a filha dele – então uma menor. Ri-me bastante quando soube que o RH estava acompanhado de uma sobrinha menor quando foi alvejado de manhã à porta da sua casa em Díli: “sobrinha menor”, é? Pois, pois: pelos mesmos!…

    Raramente me é dada a oportunidade de ler algo na minha língua materna que me prende a um só livro: o normal é ler dois ou três ao mesmo tempo. Este capturou-me e levou-me nas asas da imaginação e da memória como raros têm feito até hoje. Lamentei ter chegado ao fim.
    Bem hajas.
    Cheers
    Nuno Souto
    nsouto@iinet.net.au

    See less
    Edit
    Comments
    • Francisco Madruga

      Aproveito para informar que foi um dos livros sugeridos para a próxima Feira do Livro de Timor Leste que se realiza em julho.
      ——————

      em 2022 saíram mais 3 livros a celebrar 50 anos

  • transportes pré-históricos na ilha de são miguel

    Views: 0

    17.22. OS TRANSPORTES QUE INFELIZMENTE AINDA TEMOS, CRÓNICA 220. 14.11.2018

     

    Dizem-me que os transportes na ilha de São Miguel estão configurados à moda dos anos 1970-1980 e às necessidades de então. Não estou a falar das cidades onde existem alternativas, mas das pequenas freguesias que polvilham a ilha, onde as pessoas que não disponham de viatura própria têm imensa dificuldade para se deslocar devido aos horários infrequentes e pouco convenientes da transportadora pública, como é o caso, na costa norte, da CRP. A este problema acresce a vetusta idade dos autocarros, a falta de cumprimento de horários, o excesso de velocidade e de lotação das viaturas, a que muito ocasionalmente a GNR (quando recebe uma queixa) se dedica a multar fazendo parar a carreira.

    O que acontece na zona onde habito e entre a Lomba da Maia e a Ribeira Grande é um reboliço, os autocarros são menos, andam a desoras, vão apinhados de gente em pé (convido-vos a fazer a viagem Lomba da Maia – Ribeira Grande de pé), e os alunos chegam atrasados para além da tolerância de dez minutos na entrada

    Não sabemos quando é que a Direção Regional de Transportes pensa adotar modelos do século XXI para transportar os habitantes da ilha que se deslocam às cidades, nem sabemos quando e como fiscaliza o cumprimento (ou incumprimento) das obrigações contratuais firmadas para o transporte de passageiros. Não sei sequer se é permitido o transporte perigoso de pessoas, em pé, nos autocarros nestas estradas regionais, mas creio que é tempo de se fazer uma revolução nos meios de transporte existentes que insatisfazem a população. Nem sonho já com um metro de superfície já que a hipótese de comboio, infelizmente, foi abandonada no início do século passado.

    Quando o meu filho estava a estagiar no Nonagon na Lagoa, levantava-se pelas sete horas para apanhar uma camioneta para a Ribeira Grande, depois outra para Ponta Delgada e antes das dez da manhã chegava à Lagoa… e era a única forma de se transportar em coletivos para percorrer uma distância de 30,1 km… felizmente libertou-se desse calvário quando adquiriu uma velha viatura para se deslocar, demorando em média 29 minutos via EN4-2A and EN1-1A.

    E os idosos que têm consulta no hospital ou médico, ou outros afazeres na cidade, e não têm carta de condução nem meios para adquirir viatura própria? Decerto que com as pensões miseráveis que auferem não disporão de 60 euros para irem e virem de táxi…

    Mas é preciso agir para mudar este estado de coisas com autocarros velhos (em muitos já deve ter expirado o prazo de validade…), sempre a avariarem (alguns já arderam nos últimos anos durante o percurso), autocarros lotados, horários que não se cumprem (ora chegam mais cedo, ora chegam mais tarde e quem não está na paragem na hora de passagem, estivesse…), lotados nas horas de ponta (em especial nas carreiras das 07.30 e 08.00), passageiros em pé aos solavancos e sem segurança em caso de travagem súbita.

    Senhores dos Transportes, responsáveis pela inexistente política de transportes coletivos capazes para as freguesias fora das cidades acordem para o século XXI e façam aumentar a frequência das carreiras, fiscalizem os horários e as condições de transporte….

    Modifiquem contratos para se substituírem os velhinhos autocarros por outros mais modernos e mais pequenos para serem rentáveis … só peço que saiam dos vossos gabinetes confortáveis e inspecionem anonimamente os percursos entre Ponta Delgada, e Furnas ou para o Nordeste…levantem-se cedo e vejam o que é viajar na carreira das 07.30 ou das 08.00 da Lomba da Maia para a Ribeira Grande…afinal é para isso que vos pagam, o povo que paga impostos e não tem um serviço de transportes coletivos digno e capaz.