648 da matrix a novos paradigmas esta e as anteriores 647 crónicas estão em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html
Vivemos, nas últimas décadas, a fase “matrix”. A ideia de que vivemos numa simulação computacional, ou “Matrix”, é uma hipótese teórica discutida por físicos e filósofos. Baseia-se na premissa de que uma civilização futura avançada poderia criar simulações da realidade indistinguíveis da própria realidade, com a teoria da informação sugerindo que o universo funciona de forma semelhante a um código computacional.
De acordo com a segunda lei da infodinâmica o universo organiza informações de maneira idêntica a sistemas de computador. O filósofo Nick Bostrom argumenta que, se a tecnologia para simular a consciência for desenvolvida, o número de consciências simuladas superará o de consciências originais, tornando estatisticamente provável que vivamos em uma simulação.
A Física Quântica diz que o comportamento de partículas, que só assumem posição ao serem observadas, assemelha-se a códigos de videojogos que processam apenas o que é visível ao jogador.
Rizwan Virk, cientista da computação ligado ao MIT, afirma que avanços recentes em IA e realidade virtual elevam a probabilidade de estarmos vivendo em uma simulação para 70%. O que faz com que tenhamos certeza de que estamos vivendo numa simulação? São múltiplas explicações: da estranheza quântica à natureza peculiar do tempo e do espaço, passando pela teoria da informação, pela física digital, por argumentos espirituais e religiosos, e até por uma explicação baseada em informação para “falhas na Matrix”. Mas o que motivou mesmo a nova estimativa foi o rápido avanço da IA e da realidade virtual, juntamente com a pesquisa estatística do filósofo de Oxford Nick Bostrom. Nos últimos anos, IAs generativas como ChatGPT, o Gemini do Google e o Grok da X evoluíram rapidamente. Não temos apenas sistemas de IA que passaram no teste de Turing, mas também personagens rudimentares de IA que vivem em mundos virtuais com os quais podemos interagir. Um exemplo recente é o Google Veo, que permite criar vídeos realistas com atores e cenários totalmente gerados por IA, com falas originais, tudo a partir de prompts. Surgiu então a “teoria do prompt”, com personagens gerados por IA insistindo que não foram criados por IA.
Outro exemplo são os companheiros virtuais do Grok, que combinam modelos de linguagem com avatares e atuam como amigos, terapeutas, professores e até parceiros românticos virtuais. A personagem de anime sexy inspirou milhares de memes sobre obsessão por personagens virtuais. A fidelidade gráfica e a capacidade de resposta desses personagens só deve melhorar, imagine combinar a qualidade visual do Google Veo com um assistente virtual que passe no que chamo de Teste de Turing do Metaverso.
Tudo isso nos aproxima do ponto da simulação, um conceito de singularidade tecnológica. É o momento em que conseguiremos criar mundos virtuais indistinguíveis da realidade física, com seres indistinguíveis de seres biológicos ou seja, seremos capazes de criar algo como a Matrix, com cenários realistas, avatares e personagens de IA.
Para entender por que esse avanço aumenta a probabilidade de já estarmos em uma simulação, podemos basear-nos no argumento de Nick Bostrom (2003) que apresenta três possibilidades para civilizações tecnológicas:
Nenhuma alcança o ponto da simulação (por autodestruição ou por limitações técnicas). Algumas chegam, mas decidem não criar simulações sofisticadas. Quase certamente estamos vivendo em uma simulação.
Se uma civilização avançada pode criar mundos simulados com o clique de um botão, cada um com bilhões ou triliões de seres simulados, então o número de seres simulados excederia em muito o número de seres reais. Estatisticamente, é muito mais provável que sejamos simulados do que sejamos biológicos. A conclusão é inevitável: se um dia podemos criar algo como a Matrix, provavelmente alguém já o fez e já estamos dentro dessa criação. É o avanço acelerado da IA que torna mais provável do que nunca que estejamos vivendo em algo virtual como Matrix
Basicamente, a Teoria da Simulação sugere que, se os humanos continuarem a avançar por centenas, milhares ou mesmo milhões de anos, será bastante seguro afirmar que teremos muito poder computacional. Com todo este poder, é provável que os nossos descendentes fiquem curiosos o suficiente para executar “simulações de antepassados”. Se isso já aconteceu, significaria que a grande maioria das pessoas são simulações dos descendentes avançados da humanidade original e, se for esse o caso, é mais racional supor que você é uma das simulações em vez de um dos humanos biológicos originais.
já se perguntou se a realidade que vivemos é, de facto, tudo o que existe? A ideia de “sair da Matrix” não é apenas um conceito de ficção científica, mas também uma metáfora poderosa para despertar a nossa consciência e transcender as limitações impostas pelas perceções do nosso quotidiano. O primeiro passo para essa jornada é questionar a realidade ao nosso redor. Comece a questionar as informações que recebe, as normas sociais e as suas próprias crenças. Não aceite nada como verdade absoluta. Isso envolve refletir profundamente sobre as nossas perceções e crenças, desafiar o status quo e estar aberto a novas possibilidades.
Leia livros, assista a documentários, converse com pessoas diferentes, saia da sua bolha. Quanto mais você sabe, mais fácil será identificar padrões e manipulações. Expandir nossa compreensão do mundo requer que busquemos conhecimento além das fontes convencionais.
Passe menos tempo nas redes sociais e TV. Dê preferência a atividades que permitam interagir com o mundo real e com outras pessoas de forma mais autêntica. Reduzir o uso de redes sociais e mídias que moldam nossas perceções nos ajuda a reconectar com o que realmente importa. Use esse tempo para se conectar consigo seja lendo um livro, contemplando a natureza ou conversando com alguém próximo.
Sair da matrix não significa isolar-se do mundo, e sim viver de forma mais desperta, consciente e em sintonia com o seu propósito. E, por fim, deixo para vossa consideração uma pergunta que profundamente incomoda quando se pensa se é verídica… E se tudo aquilo que fazemos não passa duma simulação?
647. da guerra ao caos e se as fábulas não fossem fábulas?
Israel e o Irão não estão realmente em guerra — pelo menos é assim que algumas pessoas interpretam o que está a acontecer. Para elas, tudo isto parece mais um grande espetáculo do que um conflito real.
A ideia é que muitas das grandes mudanças no mundo começam com caos. Primeiro, surgem a confusão, o medo e a desordem. Depois, a partir desse caos, cria-se uma nova ordem.
Se pensarmos simbolicamente, o caos pode representar a mente humana: cheia de possibilidades, pensamentos e ideias infinitas. A ordem, por outro lado, representa a ação — aquilo que fazemos com esse potencial. É quando agimos que transformamos o caos em algo concreto e moldamos a realidade.
Segundo esta visão, as elites entendem bem este mecanismo, mas usam-no de forma manipuladora. Criam confusão, medo e divisão entre as pessoas. Quando o ambiente está carregado de ansiedade e incerteza, surgem então com uma “solução”.
E essa solução, claro, conduz exatamente para onde elas querem.
Nesse contexto, alguns veem os conflitos internacionais como mais do que simples guerras: também são tempestades psicológicas que afetam as massas. Um clima de instabilidade pode levar a crises maiores — económicas, financeiras ou sociais — que acabam por abrir caminho para grandes mudanças globais.
O padrão seria sempre o mesmo: primeiro o problema, depois a reação das pessoas e, finalmente, a solução apresentada por quem tem poder. Muitas pessoas aceitam essa solução porque, em momentos de medo, o controlo pode parecer segurança.
Quando a sociedade se sente pressionada pelo caos, é comum trocar liberdade por estabilidade, verdade por conforto, consciência por autoridade.
Mas há também outra reflexão importante nessa ideia: a mesma força criativa que pode ser usada para manipular também existe em cada indivíduo. A mente humana também é um tipo de caos — cheia de potencial, pensamentos e escolhas. E são as nossas ações que dão forma à realidade que vivemos.
Quando alguém percebe isso, começa a olhar o mundo de forma diferente. O medo deixa de comandar tanto as decisões, e muitas narrativas passam a ser questionadas.
Talvez, no fundo, o verdadeiro campo de batalha não esteja apenas entre países ou fronteiras, mas também dentro da consciência humana. Porque quando muitas pessoas deixam de agir apenas por medo, histórias que pareciam inevitáveis começam a perder força.
E há uma ideia final nesta reflexão: uma das formas mais eficazes de controlo é convencer as pessoas de que o espetáculo é completamente real. Mas quando alguém começa a ver o palco, os atores e o guião… já não assiste da mesma forma.
Se todas as fábulas e histórias (no sentido de teorias da conspiração e alegações não comprovadas) sobre Jeffrey Epstein fossem verdadeiras, o cenário seria de uma rede de corrupção e abuso de escala global e sistémica, muito além do que já foi provado em tribunal. Eis as implicações caso as teorias mais difundidas fossem factos:
Uma Rede Global de Chantagem e Espionagem – Se as teorias de que Epstein trabalhava para agências de inteligência (como a CIA ou a Mossad) fossem verdadeiras, a sua ilha e propriedades funcionariam como armadilhas de mel(honey traps) para recolher provas comprometedoras de figuras poderosas e forçar a sua cooperação em agendas políticas internacionais.
Implicação Direta das Elites Mundiais – Embora muitos nomes apareçam nos registos de voo ou em arquivos sem prova de crime, se todas as “histórias” fossem verdade, centenas de políticos, membros da realeza e celebridades seriam cúmplices diretos de crimes de tráfico sexual, e não apenas conhecidos sociais.
A existência de uma “lista de clientes” oficial com provas de crimes (que o Departamento de Justiça afirma não existir nos moldes teorizados) confirmaria a participação ativa de figuras de topo em abusos.
Falha Total do Sistema de Justiça – Se a teoria de que Epstein foi “protegido” por décadas fosse verdade em toda a sua extensão, isso significaria que o sistema judicial dos EUA foi deliberadamente manipulado por forças superiores para garantir a sua impunidade, como sugerem as críticas ao acordo de 2008.
Morte Não Acidental – Se as teorias sobre a sua morte fossem verdadeiras (em oposição à conclusão oficial de suicídio), a sua morte teria sido um assassinato encomendadopara silenciá-lo e proteger os segredos das pessoas influentes com quem ele se relacionava.
O Impacto nas Vítimas – Para os sobreviventes, se cada história de abuso fosse validada, o número de vítimas seria exponencialmente maior, revelando uma escala de “sacrifício de inocência” que as vítimas afirmam ter sido ignorada por décadas pelas instituições.
Atualmente, muitas destas alegações permanecem no campo da especulação ou foram formalmente negadas pelas autoridades. O que é facto é que Epstein foi um agressor condenado que utilizou a sua riqueza e conexões para explorar menores e evitar consequências graves por anos. A morte, o canibalismo, a extração de adrenocromo (como fonte de juventude) e outras alegações precisam de serem estudados em mais ficheiros para serem comprovadas, mas a nossa mente não-criminosa, como não pertencemos as elites, tem dificuldade em aceitar os ignóbeis atos ali relatados.
E, por fim, deixo para vossa consideração uma pergunta que profundamente incomoda quando se pensa se é verídica… E se todas as fábulas, histórias e mitos que acreditamos serem histórias infantis, sempre revolvendo em torno de crianças com fins perversos e terríveis, não são para meter medo às crianças, mas foram a forma ficcionada de contar o que se passava no passado entre as elites dirigentes, a nobreza, a realeza e demais???
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A saída da Ryanair vai ter sérias repercussões na economia e na vida de todos nós, aqui nos Açores. O custo de vida subiu exponencialmente; a habitação atingiu valores estratosféricos; o cabaz de compras nunca mais deixou de crescer desde a liberalização das rotas em 2015. Cresceram companhias de aluguer de viaturas como cogumelos, deixaram de caber no aeroporto e foram criadas zonas no aeroporto e fora dele. Novas empresas de whale watching ou de observação de cetáceos surgiram, passeios de barco, passeios de jipe e mil e uma variedades de formas de fazer turismo, até o gastronómico, e o emprego atingiu o seu máximo. Deixou de haver pessoal para a restauração, que por vezes fechava ao almoço ou ao jantar por falta de pessoal. Os restaurantes sempre cheios passaram a servir só com marcação e com esperas ainda maiores do que o habitual (e eram monstruosamente grandes essas esperas). O Governo diz que está atento e a negociar soluções. Por estas e outras razões, ainda virá o dia em que todos concordem com a frase “A Ryanair era o motor do turismo”, como se pode ver nos preços previstos para maio 2026. Mas nada disso importa se atentarmos nestas duas estarrecedoras estatísticas, que deviam mexer com os poucos neurónios dos que nos governam:
Quarenta anos depois da adesão à CEE, Portugal mudou, e a sua população também. Somos hoje o segundo país mais envelhecido da União Europeia (UE), temos menos crianças e jovens do que a média europeia e mais residentes estrangeiros – e somos o estado-membro onde a população em idade ativa é menos escolarizada.
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Antigo adjunto do ex-ministro do Ambiente, detido por fuga e agressão a agente… De acordo com as autoridades, tudo começou por volta das 23h50 de domingo, dia 8 de março, quando uma patrulha viu um carro a passar um sinal vermelho na Praça da Galiza, no Porto. Já na Rua do Campo Alegre, os agentes da PSP terão ordenado a paragem do carro por meio de sinais luminosos e sonoros. Daniel Soares não terá obedecido e terá passado outro sinal vermelho. Seguiu-se uma perseguição de 20 minutos que terminou em Gaia. Durante este percurso, o condutor terá circulado em velocidade excessiva, feito mudanças de direção bruscas e ignorado peões nas passadeiras. Na Rua de Entrecampos, o jurista terá sido novamente mandado parar, mas, alegadamente, respondeu com um gesto obsceno e arrancou em direção à VCI.
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No Brasil: um pastor de 53 anos morreu após passar mal num motel em Ipatinga, em Minas Gerais. Chegou a receber atendimento médico, mas não resistiu. Atuava como líder religioso na 2.ª Igreja Batista Nacional de Ipatinga e trabalhava como motorista de viagens, profissão que o levava com frequência à estrada. Na igreja, era conhecido por ministrar cursos voltados a casais, além de adotar uma postura considerada rígida relativamente às doutrinas da congregação. Relatos de pessoas que conviveram com o pastor indicam que, fora do ambiente religioso, tinha fama de “galanteador”. A situação acabou a gerar repercussão após a divulgação das circunstâncias da morte. A mulher que estava com o pastor que também era casada deixou o motel antes da chegada da polícia. Até o momento, não houve manifestação oficial da igreja ou da família sobre o caso.
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Um menino de 11 anos foi detido e acusado de homicídio do irmão, de apenas 5 anos. O caso ocorreu no Colorado, nos Estados Unidos, e nem a vítima, nem o suspeito foram identificados por serem menores de idade. Mantenham sempre as armas à vista de crianças e considerem normal o uso delas!
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Nos últimos tempos, muitas Teorias da Conspiração confirmaram-se, pelo que definitivamente não estou tão louco varrido como queriam fazer crer. A do canibalismo começou recentemente a circular e a tornar-se tão generalizada nos ficheiros Epstein que poucas dúvidas deixa, além da nossa repulsa em aceitar ou acreditar. Também consta que Epstein apoiava experiências médicas para criar um híbrido de Neandertal mais capaz de sobreviver hoje… Os principais cientistas tiveram projetos financiados por ele! Sempre ouvi o mito de que os comunistas comiam criancinhas no pequeno-almoço, e é literalmente difícil engolir o trama que se desenrola em Hollywood. Ellen Degeneres, sabem quem é? Existe uma gravação em que ela confessa que há elites que vendem o segredo da imortalidade por meio do canibalismo. Dizem que os rituais eram praticados por chefes especializados. É uma acusação bizarra. Pode haver algo de podre no reino da Dinamarca, ou melhor, no reino das celebridades. Mas estes rumores macabros talvez sejam uma cortina de fumo tão bizarra que esconde a indigência da cultura da fama ou do sucesso, que pode ser uma máquina de triturar vidas. Se isto é verdade, não quero fazer parte deste mundo. Outra teoria diz respeito aos reptilíneos, há demasiada info, mas ainda não estou 100% convencido. Deve faltar pouco para sabermos a verdade sobre ET, UFO (OVNI), USO (“Unidentified Submerged Objects” ou “Objetos Submersos Não-Identificados”) e UAP (“Unidentified Anomalous Phenomena” antes “Unidentified Aerial Phenomena” ou “Fenómenos Anómalos Não-Identificados”). Penso que faltará pouco e então teremos a certeza dos “GREY” (“Zeta Reticulans” ou cinzentos), Reptilíneos, Nórdicos, etc., mas, desde já, admito que não me espantaria nada se todos existissem e andassem por aí. Basta ver como o mundo está e quem o governa… e poucas dúvidas restarão. Duvido ainda bastante da abdução, o rapto por extraterrestres. Mas isso fica para outra crónica.
Agora se forem ler os primeiros livros de ChrónicAçores verão que muitos dos meus medos premonitórios se tornaram realidade, felizmente, nem todos. Digamos que tenho tido a sorte de analisar corretamente eventos e o subsequente curso que terão. O meu maior fracasso remonta aos finais da década de 1980, quando previa que a Indonésia pudesse sentir-se tentada a invadir e ocupar a Austrália… O artigo ficou escrito e publicado, mas não se concretizou.
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Há gente por aí, capaz de tudo: Em Duque de Caxias (RJ, Brasil), a PM se deparou com uma situação inacreditável. Em 2025 um homem usando uma tornozeleira (pulseira) eletrónica falsa. O motivo? Segundo ele, o acessório servia para “impor respeito” e atrair mulheres. Sem ficha criminal, ele usava o objeto como símbolo de status. Embora libertado, o caso segue sob investigação. Nunca dei conta de que aquele acessório judicial pudesse servir para atrair mulheres…
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Mas o melhor é mudar já para o País de Gales: o país anunciou um plano legal rígido para punir quem engana deliberadamente a população. O objetivo principal é restaurar a confiança pública nas instituições governamentais. Com a nova lei, autoridades eleitas poderão ser suspensas ou até removidas do cargo. Um processo independente avaliará se as declarações falsas foram feitas intencionalmente no exercício da função pública. Se aprovada, a medida criará um precedente histórico global, transformando a honestidade num requisito básico para a segurança no emprego de qualquer político.
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Vou terminar por hoje. Acabo de descobrir a religiosidade que me faltava na Grande Fraternidade Branca:
Maria Madalena e Mestra Nada: “Algumas tradições espiritualistas ensinam que Maria Madalena e Mestra Nada são o mesmo espírito, manifestado em momentos distintos da evolução. Maria Madalena foi uma das discípulas mais próximas de Jesus. Muito além das interpretações distorcidas que surgiram ao longo da história, ela foi uma grande iniciada espiritual e uma das pessoas que melhor compreendeu os ensinamentos do Cristo. Madalena acompanhou Jesus durante a sua missão, sustentou espiritualmente o seu trabalho e esteve presente em momentos decisivos da sua trajetória. Foi também uma das primeiras pessoas a testemunhar a ressurreição. O seu papel era sustentar a energia do amor, da devoção e da consciência crítica enquanto os ensinamentos de Jesus se espalhavam pelo mundo. Com o passar das encarnações e a sua evolução espiritual, esse mesmo espírito alcançou a ascensão e passou a ser conhecido como Mestra Nada, hoje uma mestra espiritual ligada ao Sexto Raio, que trabalha a devoção, a fé, a paz e o serviço à humanidade. A sua atuação está muito conectada ao despertar do amor no coração humano, à cura emocional e ao desenvolvimento da compaixão. Se, como Maria Madalena, ela ajudou a sustentar a missão de Cristo na Terra, como Mestra Nada continua a inspirar pessoas a viverem com mais fé, amor, equilíbrio e devoção nas suas próprias jornadas espirituais. Que elas nos protejam e nos guardem!” que eu nem sei qual das duas escolha:
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Vinte camelos foram desclassificados de um prestigiado concurso de beleza em Omã depois de inspetores veterinários encontrarem evidências de procedimentos cosméticos proibidos, incluindo injeções de Botox, preenchimento labial e outras alterações cirúrgicas.
A competição, que celebra a beleza natural e a linhagem dos camelos, proíbe estritamente qualquer tipo de aprimoramento artificial. As Autoridades afirmaram que os animais apresentavam sinais visíveis de manipulação com o objetivo de exagerar características como lábios, corcovas e estrutura facial.
Ao ver esta parvoíce, lembrei-me de pensamentos que me assolaram no início da guerra ucraniana e ora me perseguem, de novo.
Tomando por base a minha experiência e a da minha geração, antes da guerra colonial não se arranjava emprego, depois, não se tinha experiência, mas perdera-se a ingenuidade. Nos diferentes canais da comunicação social, ouvem-se mil e comentadores falarem dos dispositivos militares, das bases, das estruturas de gás e de petróleo, da economia mundial e da banca, mas ninguém fala, nem agora, nem antes, nem depois da vida humana.
Os soldados de um lado e doutro nunca mais serão os mesmos, assim como nós, depois da guerra colonial nunca mais fomos os mesmos.
Alguns que escaparam vivos e inteiros podem ter refeito vidas, outro estropiados sabe-se lá como ficaram e os mortos despedaçaram famílias.
Nunca mais nada foi igual, mesmo sem morte. Eu tive sorte, fiz catarses, autopsicanálise, casamentos e divórcios, e por fim, encontrei o amor que sempre buscava.
Muitos outros não tiveram essa sorte ou a sabedoria para o fazerem e ainda hoje não falam desses anos de trauma. Ficaram afetados mas calaram, o que é a pior forma de lidar com o SPT (PTS).
Pensem uns segundos que sejam nas pessoas que foram à guerra e nas que apanharam com a guerra em cima das suas cabeças e das suas casas. Já não lhes bastava a teocracia opressora do Irão! Pensem neles como eu que sou contra toda e qualquer guerra e violência física, verbal, ou outra.