Quais são as palavras mais feias do português?

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Uma língua é feita de palavras bonitas, palavras úteis, palavras irritantes, palavras que deliciam, palavras que não servem para nada, palavras feias como tudo. Pois, hoje, apetece-me falar destas últimas.

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Por que o tempo sempre anda para a frente, nunca para trás – BBC News Brasil

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Algo que todos nós sabemos é que o tempo se move em uma direção. Mas você já se perguntou sobre qual é o motivo? Os cientistas já fizeram esse questionamento, e encontraram a resposta em um motor a vapor.

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O incrível poder do nosso cérebro de esticar (ou encolher) o tempo – BBC News Brasil

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Você já se perguntou por que o último ano passou tão rápido? Neurocientista explica o poder que o cérebro tem de manipular o tempo.

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A Batalha do Cabo Matapão 1717

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Associação dos Autarcas Monárquicos

BATALHA DE MATAPÃO

Comportamento inacreditável dos Estados Italianos, em relação a Portugal

Já aqui comentei a má vontade dos responsáveis dos Estados Italianos, desde tempos imemoriais, em relação ao Reino de Portugal. Tentaram fazer correr que Cristóvão Colombo, que não falava uma palavra de italiano, tinha nascido em Génova. Por outro lado, tentaram apropriar-se de uma série de descobrimentos, feitos por portugueses, apontando gente da sua nacionalidade como seus hipotéticos autores. Mas a deslealdade em relação a Portugal, não ficou por aqui. Longe das vistas da Europa profunda e do Papa, municiaram com armamento sofisticado e especialistas militares o exército turco que navegava pelo Oriente, combatendo as frotas portuguesas do Índico. Na verdade, tinham perdido a corrida comercial com os portugueses, que faziam chegar à Europa os produtos orientais, por um preço muito mais baixo, através da Rota do Cabo, rodeando, por mar, o Sul de África, isto é, o Cabo das Tormentas. Os Estados Italianos continuavam a fornecer-se das especiarias e demais produtos orientais, pela via marítima mediterrânica e através de caras e morosas caravanas terrestres. Numa perspectiva de negócios perdidos com a concorrência portuguesa, a situação era grave!!!. Todavia, nas suas manobras e escuras intenções, os nossos amigos saíram-se sempre mal. Desse modo, o azedume nunca mais desapareceu. A azia violenta contra os portugueses não esmoreceu com o tempo e antes continuou a levedar no silêncio, esperando que os portugueses se esquecessem e tivessem fraca memória para as tropelias feitas pelos transalpinos, através da história. Assim aguardavam pela ocasião certa para voltarem à carga, quando ninguém já desse fé. Sabiam que os portugueses só pela traição e pelas costas poderiam ser desfeiteados. E o momento oportuno, para uma vingança, na sua turva perspectiva, chegou!!!

Corria o ano de 1717 e uma enorme frota turca invadiu o Mar Mediterrâneo, com o intuito de delapidar as cidades cristãs da costa sul europeia. Claro que os principais interessados na defesa do mediterrâneo europeu, eram os Estados Italianos e a Ilha de Malta que imediatamente reuniram as suas armadas para se defenderem, bem como aos seus interesses comerciais. Por essa razão, solicitaram insistentemente uma ajuda ao Papa Clemente XI, para meter no empreendimento defensivo cristão os Países da Península Ibérica e o seu respectivo poder naval. O Papa colocou logo a sua própria e insignificante armada na linha de combate e implorou aos Soberanos Ibéricos a necessária ajuda. A Espanha não respondeu ao apelo feito, mas o Rei D. João V, prontamente, enviou uma frota de guerra, chefiada pelo Conde de Rio Grande, D. Lopo Furtado de Mendonça, constituída por cinco naus, duas fragatas e uma série de embarcações mais pequenas.

No dia 19 de Julho de 1717, portanto há mais de trezentos anos, chegaram os navios portugueses junto das armadas de Veneza, Génova, Florença e Malta e dos navios do Papado. Junto do Cabo Matapão, ao Sul da Grécia, no Peloponeso, entre os Golfos de Lacónia e de Mesena, quando se aproximou a numerosa armada turca, que cobria assustadoramente a linha do horizonte, deu-se o inesperado!!!. Os navios dos Estados Italianos, aterrorizados pela multidão de unidades da armada turca, puseram-se ao fresco, rumando em fuga miserável e abandonando cobardemente os navios do Papa e a Armada Portuguesa. Mas a marinharia portuguesa e as suas chefias já estavam bem habituadas a estas confrontações desiguais, defrontando frotas muito mais numerosas, como já tinha acontecido nomeadamente em Ormuz, no Oriente, e no Mediterrâneo, em Lepanto em 1571. Por essa razão, sem hesitações, os portugueses prontamente atacaram os navios principais turcos, metendo uma série de barcos ao fundo com tiros certeiros e fazendo abordagens aos navios mais pesados da frente da armada inimiga, cuja tripulação se atirava ao mar, desesperada e aterrada perante a ferocidade e o poder combativo da marinhagem portuguesa que lhes caia em cima, voando das suas próprias embarcações para a coberta dos vasos de guerra turcos. O comportamento e a operacionalidade da frota portuguesa colocaram em fuga aquela numerosa armada, tomada de medo perante a estratégia portuguesa e a coragem dos seus tripulantes

A má-língua logo levantou a suspeita de que os responsáveis dos Estados Italianos aproveitaram a ocasião soberana para ajustar velhas contas com os portugueses, fazendo uma retirada à traição e abandonando, na praça pública, os portugueses e os mandatários do próprio Papa. Na verdade, um comportamento indigno, sob todos os aspectos.

A Batalha do Cabo Matapão constitui mais uma página ilustre da História Portuguesa e com tal peso a nível mundial que o Papa Clemente XI., deu o título de Rei Fidelíssimo a Sua Majestade, o Senhor D. João V.

António Moniz Palme, Conselheiro da APAM Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos

A GRETA NOS HOLOFOTES E O BOYAN ESQUECIDO

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Maria João Roxo Perdigâo and Luna Telles Ribeiro shared a link.

ASSIM VAI A (IN)JUSTIÇA EM PORTUGAL

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  • E ASSIM VAI PORTUGAL….

    [Ricardo Macedo, inspetor-chefe da Polícia Judiciária (PJ) que já esteve preso e está agora acusado e a ser julgado por crimes de corrupção e branqueamento de capitais, por alegado favorecimento a redes internacionais de tráfico de droga, em troca de subornos, está de volta ao serviço na PJ, sabe a TVI.

    Macedo, um histórico do combate ao tráfico que segundo o Ministério Público mudou de lado, passando informações a traficantes sobre investigações em curso, terminou o prazo de suspensão – e, por força da lei, teve que ser reintegrado ao serviço, uma vez que o julgamento prossegue, sem fim à vista. E, uma vez que até ao trânsito em julgado do processo tem de quer considerado inocente, regressou ontem e foi colocado na Unidade de Informação de Investigação Criminal, na sede da PJ, em Lisboa.]

    @ Ryc

SE ROUBAR FAÇA-O EM GRANDE

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MAIS UMA PARA UM GUINNESS BOOK….

[Um empresário do setor do ouro condenado a sete anos de prisão por fraude fiscal agravada não terá de devolver qualquer parte dos 60 milhões de euros de prejuízo que deu ao Estado por não ter sido acusado de branqueamento de capitais, conta o Jornal de Notícias.

O negócio de compra e venda de ouro de Carlos Mendonça, 58 anos, natural do Porto, foi apanhado na Operação Glamour da Polícia Judiciária e da Autoridade Tributária por ter comprado 170 milhões de euros em ouro usado com recibos falsos. O crime de fraude fiscal foi provado, mas o empresário foi absolvido do crime de branqueamento de capitais. Por isso, o Estado fica impedido de lhe cobrar qualquer prejuízo.]

Enquanto o fisco e mesma a «justiça» se esfalfa para cobrar cêntimos e tostões a cidadãos desprevenidos e mais sérios do que eles, constata-se que roubar ou aldrabar em grande é que é o caminho para o perdão e para a salvação…

@ Ryc

OBSERVADOR.PT
Empresário passava declarações falsas para vender ouro sem fatura. Fraude fiscal deu prejuízo de 60 milhões ao Estado. Como foi absolvido do branqueam…

O MONTE+PIO PODE ESTAR FALIDO MAS A DESPEDIDA DO ADMINISTRADOR CUSTA 600000€

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À GRANDE E À FRANCESA….

A banca «portuguesa» pode estar falida, mas os seus administradores&gestores não são forretas quando toca a «despesas de representação»….

Banco Montepio e outras empresas do grupo podem gastar mais de 600 mil euros no almoço de Natal. Custo elevado da festa, em que Tomás Correia é a vedeta, já causou tensão com presidentes do banco.

E se faltar dinheiro não há problema… sabem onde ir buscá-lo…

@ Ryc

O DIA DO CHÁ

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O CHÁ DOS AÇORES

Dia Internacional do Chá (15 de Dezembro)

Ao contrário do que se possa pensar, o Dia Internacional do Chá não foi criado para se degustar uma chávena de chá. Pode fazer isso neste dia, sim, mas o verdadeiro objectivo da data é chamar a atenção dos governos, das organizações e da população mundial para os problemas da produção do chá que os trabalhadores das plantações de chá atravessam, assim como os pequenos produtores e consumidores.
Garantir os direitos destes trabalhadores e alcançar preços justos são alguns dos objectivos deste dia.
A data foi comemorada oficialmente pela primeira vez em 2005 em Deli, na Índia e desde então foi ganhando relevo a nível mundial.
A data começou como uma resposta à crise da indústria do chá em 1998 e tornou-se numa data muito popular nos países produtores de chá, tais como o Bangladesh, Índia, Nepal, Vietname, Indonésia, Quénia, Sri Lanka, Malavi, Uganda, Malásia e Tanzânia. Para além dos países produtores, os países consumidores de chá, como a Holanda, a Inglaterra, a França e a Alemanha também aderiram à efeméride.
Deixo-vos aqui um pequeno apontamento sobre o Chá dos Açores. É só clicar na imagem.