Views: 0
Source: Novo sismo de 3.3 sentido na ilha do Faial | Azores Today
Views: 0

Views: 0
VIOLÊNCIA POLICIAL NO CHILE CONTINUA
(sem grande indignação da media internacional, aliás)
Views: 0
A Proteção Civil registou desde quarta-feira mais de 9.500 ocorrências devido ao mau tempo, estando 144 pessoas desalojadas, e sendo
Source: Número de desalojados aumenta para 144 em 9.500 ocorrências devido ao mau tempo – Jornal Açores 9
Views: 0
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou hoje as ilhas dos grupos central e ocidental dos Açores
Source: Sete ilhas dos Açores sob aviso laranja devido à agitação marítima – Jornal Açores 9
Views: 0
UMA HISTÓRIA INCRÍVEL DE HÁ CEM ANOS…
Contada na revista «Visão» por João Câmara
[À revelia do Estado português, dezassete açorianos quiseram vender a ilha portuguesa das Flores aos Estados Unidos da América. ]

Views: 0
Views: 0
Posto Santo.
Construção Megalítica com inscrição numa pedra do “chapéu”, numa alusão a Camões.

Views: 0
Australia is currently suffering from one of the driest periods on record in the country. That, along with ongoing bush fires, has pushed the country’s rural communities to the brink of Day Zero — the moment when water sources run dry. Australia’s…
Source: Australian town robbed of 80,000 gallons of water during drought
Views: 0
NATAL…
De Ontem… de Hoje… e do Amanhã
Exige a minha condição de enquanto cidadão empenhado em trazer o meu pensamento político-social às páginas de alguns órgãos de comunicação social que, nesta quadra do ano envie uma mensagem a todos os nossos leitores e em particular aos açorianos.
Na verdade, o Natal que se quer uma quadra festiva e tempo de alegria, já há muito e por diversas circunstâncias que não o é para mim em particular. Mas é uma lembrança que não quero perder. É com saudade que recordo os Natais da minha meninice e até da minha juventude. Natais onde não se via a solidariedade mediática a que hoje assistimos, mas que se sentia. Natais, onde a prática do consumismo e a materialização da quadra não era o que mais interessava à família.
Hoje, assiste-se a uma quadra que devendo ser de doação e de amor aparece-nos como uma quadra de hipocrisia política e social. Não fosse ainda a alegria de algumas das crianças e idosos que são atingidos pela solidariedade mediática já referida e, o Natal nada nos diria pois que, há ainda muitas crianças e povos por esse mundo que nem do Natal e do seu espírito ainda ouviram falar. Ainda, há por este país e por esta região fora, “muita gente infeliz e já sem lágrimas”.
Não quero de forma alguma trazer nestas linhas a desilusão, a descrença ou a falta de fé pois que, se ainda me resta algo que me fala da quadra natalícia é a Fé e a Esperança em Natais futuros onde a Alegria e a Felicidade reinem em todos os lares em todos as famílias do mundo onde se respeite a Carta dos Direitos do Homem que há alguns dias se celebrou o seu 71º aniversário. Como cristão e homem responsável por falar “política”, «só me sentirei totalmente feliz e realizado como homem, quando os outros atingirem a felicidade». E os outros entre muitos são, as crianças violentadas e sem amor, os jovens que induzidos por criminosos sem escrúpulos procuram resolver os seus problemas na droga e no álcool, os desempregados que não podem satisfazer as necessidades da família, os doentes que procuram a saúde nos hospitais ainda desumanizados, os idosos sem lar e abandonados à solidão, os sem abrigo e excluídos da sociedade, os que procuram Justiça e não a encontram.
Este ano que em breves dias termina, e no que nos diz respeito para o país e para a região, vivemos numa mentira constitucional, na área económica, social e política. Abstemo-nos de nesta nossa redação dedicada a uma época tão sensível como ela o é, com o tema “NATAL” (…) a época onde nos tentamos comportar do jeito que deveríamos fazer ao longo de todo o ano. “O natal é reflexão, é paz e é amor e é mudança, e é família, e é amizade!”
Para terminar, gostaria de deixar em forma de presente natalício a todos os que me deram o prazer de lançar os olhos por este escrito, a seguinte mensagem:
«Se … Se eu pudesse deixar-lhe algum presente, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora… lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para si, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável. Além do pão, do trabalho, a ação. E quando tudo mais faltasse, este segredo que nos deixou Mahatma Gandhi: «o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída».
Para todos, mas para todos, um Santo Natal na companhia da Família e dos amigos, porque também os há verdadeiros. Como manda a praxe e porque se aproxima a mudança do ano, “Votos de um Ano Novo muito… muito Feliz”.
De um Amigo para sempre que recorda o Natal do passado, vive o do presente e, anseia por um melhor para O FUTURO.
José F. N. Ventura
2019-12-21