Views: 5
Array

Views: 5
Array

Views: 14

All-star contributor
All-star contributor
All-star contributorViews: 5

Views: 12
Um novo estudo está a desafiar uma das crenças mais firmes da antropologia: a ideia de que as primeiras sociedades humanas eram verdadeiramente igualitárias. Igualdade de riqueza, estatuto, poder, e até perspetivas de casamento, “são mais ficção do que realidade”. Durante gerações, tanto académicos como a cultura popular descreveram os grupos de caçadores-recoletores como modelos de igualdade, livres de desigualdades de riqueza ou hierarquias sociais. No entanto, de acordo com um novo estudo, conduzido pelos antropólogos evolucionistas Duncan Stibbard-Hawkes, da Universidade de Baylor, e Chris von Rueden, da Universidade de Richmond, a realidade é bem mais complexa. O estudo, recentemente
Source: Novo estudo desmonta mito das sociedades humanas verdadeiramente “igualitárias” – ZAP Notícias
Views: 10
Um “e” diferente, que ainda hoje usamos, era recitado, pelo menos, pelas crianças anglo-saxónicas. Em Portugal a história terá sido outra… O alfabeto latino que usamos teve, durante séculos, uma última letra que não o ‘Z’. Muito antes de ser apenas um elemento gráfico em marcas como “Ben & Jerry’s” ou “H&M”, o símbolo “&”, conhecido como “e comercial”, era ensinado nas escolas como parte integral do abecedário. A origem remonta à Roma antiga, que nos trouxe o alfabeto que usamos hoje, formado a partir de alfabetos ainda mais antigos — o grego e, ainda antes desse, o fenício. Em
Source: Havia uma letra depois do Z no alfabeto. Ainda está entre nós
Views: 8
·
É uma excelente pergunta.
Nos últimos anos (talvez, desde 2010), tenho-me apercebido de uma certa ideia romântica sobre as raízes árabes da população portuguesa. Isto parece ser forçado dentro de alguns grupos susceptíveis a ideologias.
Eu mesmo, vivi até ao início dos anos 2000, convencido da minha ascendência mediterrânica, até que fiz um teste de ADN e percebi que não podia estar mais errado. O meu haplogrupo é afinal o I1, que se concentrou desde 3000 AC na Escandinávia, e tem em Portugal, uma presença inferior a 2%.
Os Mouros
Os povos que invadiram a Península Ibérica, não eram exclusivamente árabes. Muitas tribos berberes foram aliciadas a participar na invasão.
Assim sendo, seria de esperar uma percentagem significativa do haplogrupo árabe, o J, e o E1B1b (E-M81) do Magrebe.
Os estudos feitos nos últimos 20 anos, têm mostrado (com alguma flutuação) que o grupo E1B1b é residual. Já o J, tem alguma expressão. Dependendo do estudo, encontram-se percentagens entre os 6 e os 10%.
Onde é que as teorias da ascendência árabe caem por terra? – É quando começamos a esmiuçar o haplogrupo J. Há duas variantes do J, o J1 e o J2. O J1 é o grupo representativo dos árabes, e o J2 o dos persas.
Nos estudos mais detalhados, é revelado que embora o J tenha alguma expressão, na verdade, o subgrupo dominante é o J2 (o dos persas) numa proporção de aproximadamente 80%, por comparação com o J1 dos árabes.
Quer isto dizer que, apesar da presença árabe de ~5 séculos no território que viria a ser Portugal, a miscigenação foi muito marginal. Os contactos com os persas foram claramente mais importantes.
E com isto, desfiz uma certa fantasia que parece existir acerca “costela” árabe dos portugueses.
A diversidade genética na Península Ibérica
Os grupos E ganharam alguma expressão em Portugal, a partir dos anos 80, devido ao fluxo migratório de africanos oriundos das ex-colónias portuguesas. Representam cerca de 12% o que correlaciona bem com os números de africanos imigrados em Portugal.
Os grupos dominantes pelo mundo
e mais
Views: 8

chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://coloquios.lusofonias.net/XXIII/CRONICAS%20AUSTRAIS%201978-1998%203ed%20livro%20online.pdf
Views: 4
Os livros finalistas de prosa e de poesia foram selecionados entre 3.142 concorrentes de 488 diferentes editoras do Brasil, de Portugal e dos países africanos de língua portuguesa
Source: Prêmio Oceanos de Literatura em Língua Portuguesa 2025 anuncia os vencedores
Views: 5
Site ‘Defense One’ revela plano secreto dos EUA para afastar a Áustria, Itália, Hungria e Polónia da União Europeia.
Source: EUA querem afastar quatro países da União Europeia – Mundo – Correio da Manhã
Views: 5
É a mais antiga prova de uso de ferramentas para acender fogo de forma deliberada. Importante descoberta coloca humanos a fazer fogo 350 mil anos do que se pensava. Um conjunto de vestígios descobertos numa pedreira de argila em Barnham, no Reino Unido, pode recuar em centenas de milhar de anos o momento em que os humanos passaram a ser capazes de acender fogo de forma deliberada, um passo considerado altamente fundamental na evolução da nossa espécie. A equipa, liderada pelo arqueólogo Rob Davis, do British Museum, identificou sedimentos cozidos, artefactos aquecidos e fragmentos de pirite usados como potencial isqueiro
Source: Neandertais já faziam fogo há 400 mil anos. Tinham um isqueiro pré-histórico