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CASTELO DE PENAS RÓIAS um dos meus favoritos
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CASTELO DE PENAS RÓIAS
No velho caminho medieval que vai para Penas Roias, logo à saída do Azinhoso, ainda existe um local chamado “Pelames”, onde os peleiros do Azinhoso curtiam as peles.
No velho caminho medieval que vai para Penas Roias, logo à saída do Azinhoso, ainda existe um local chamado “Pelames”, onde os peleiros do Azinhoso curtiam as peles.
O castelo de Penas Roias é roqueiro, anterior à nacionalidade, no tempo de D. Afonso Henriques era Fernão Mendes, o Braganção tenens da Terra de Bragança, em 1145, e o doou aos Templários . No lintel a cruz pátea templária: “Gualdim Pais, mestre geral dos Templários, mandou fazer o castelo de Pena Roia.”. A torre de menagem é de 1172. É possível ler-se a data “Era 1210” Era Hispânica, 1172 Era Cristã ou Era 1219 (1181)”. Já existiria um reduto defensivo, pois não se justificaria a doação aos Templários. Têm relevância os torreões de planta circular, nos vértices do castelo, incomuns na arquitetura militar medieval (que optou por torres de planta quadrangular) mais ligados à realidade leonesa. Com D. Sancho I (1185-1211), empreendeu-se o repovoamento e passou a sede de Concelho. Posteriormente, D. Afonso III (1248-1279), a vila encontra-se referida nas Inquirições de 1258, tendo recebido Carta de Foral, com Mogadouro, em 1272, renovado em 1273. Com a extinção da Ordem, D. Dinis transferiu-o para a Ordem de Cristo (1319). D. Manuel I (1495-1521) concedeu-lhe Foral Novo (1512). Posteriormente foi dada aos Távoras. Teve muralha, por Duarte d’Armas no início do séc. XVI. Em 1758 estava em avançado estado de ruína, hoje uma torre alcantilada, de planta quadrangular, de aparelho simples à base de xisto quartzítico com argamassa. A estrutura frágil da torre não permite o acesso. Perto, uma pequena torre circular..
No início de 1960 ainda não havia estrada, apenas um caminho de burros pelo meio do fraguedo, serra acima e nem se pensava sequer na mais recente barragem de Bastelos que está aos seus pés. Por isso entramos no jipe do meu primo médico, Zeca, e com o primo Carlos Alberto e o meu pai, um pouco temerosos, que eles não eram para grandes aventuras motorizadas, lá fomos atravessando a Ribeira de Bastelos, e por entre montes e rochas despidas de vegetação se subiu o fraguedo que se erguia a pique nos socalcos do velho castelo.
Passava-se pela velha ponte romana ou templária entre Azinhoso e Penas Roias, monumento completamente ao abandono até se chegar à “fonte da Vila” interessante de grande antiguidade com figuras antropomórficas, que hoje também demonstra enorme desprezo. As silvas e arbustos que lhe crescem na cobertura estão lá para o provar. A certa altura o jipe aberto voltou-se (capotou) e tivemos de saltar para não ficarmos debaixo. Lá o endireitamos e voltamos a subir ao castelo onde o senhor padre, numa habitação ao lado do mesmo, nos ofereceu da sua bem recheada arca em madeira, uns ricos chouriços com pão de centeio e bom vinho da região. Jamais esqueci esta aventura que me marcou para eu fazer viagens semelhantes para o resto da vida. O salpicão era mesmo bom e o chouriço… Em 2008 tive a oportunidade de contar esta mítica viagem histórica a um filho desse primo Zeca (que não conhecia pois não o via desde miúdo e aqui esteve colocado na PSP no Nordeste).


















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nova obra SUSANA ANTUNES
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Livros Sentient: O Impacto da IA na Criação (Universalia) Brochura – 27 de dezembro de 2025
por Sandra Sousa (autora), Susana L. M. Antunes (autora)
Parte de: Universalia (3 livros)
Sentient Books: AI’s Impact on Creation Editado por Sandra Sousa (Universidade da Flórida Central) e Susana L. M. Antunes (Universidade de Wisconsin-Milwaukee)
À beira de uma metamorfose tecnológica que rivaliza com a revolução de Gutenberg, Livros Sensíveis: O Impacto da IA na Criação surge como a bússola académica definitiva para navegar pela encruzilhada existencial mais profunda da humanidade. À medida que algoritmos compõem sinfonias e chatbots criam romances, o que acontece com a criatividade humana, a autoria e a alma da expressão artística? Esta coleção inovadora, magistralmente curada pelas professoras Sousa e Antunes, reúne vozes internacionais da literatura, teatro, linguística, direito e humanidades digitais para iluminar o impacto transformador — e potencialmente apocalíptico — da IA nos esforços criativos.
A relevância científica do volume transcende a especulação teórica, oferecendo investigações empíricas sobre a natureza paradoxal da IA como colaboradora e ameaça. Os colaboradores dissecam a poesia gerada por máquinas que imita a aleatoriedade dadaísta enquanto se disfarça de expressão humana, expõem crises pedagógicas à medida que os alunos renunciam às vozes autênticas em favor da facilidade algorítmica e investigam se a encarnação teatral sobrevive quando os artistas partilham o palco com co-criadores digitais.
Através de uma análise rigorosa que abrange várias literaturas e línguas, a coleção revela como a IA democratiza simultaneamente a expressão criativa e ameaça homogeneizar a diversidade linguística. O que distingue Sentient Books como um trabalho académico indispensável é a sua análise implacável do ataque da IA aos valores académicos.
Os colaboradores expõem a natureza enganosa da criatividade da IA por meio de recombinações infinitas, desafiando nossa compreensão de originalidade, plágio e propriedade intelectual. Por meio de experimentos em sala de aula que revelam a arbitrariedade semântica reveladora e a perfeição sem alma da IA, o volume demonstra como os alunos abandonam cada vez mais a composição autêntica. Essa perspectiva dupla posiciona o livro como essencial para educadores que lidam com a IA como ferramenta pedagógica ou ameaça existencial.
O âmbito interdisciplinar abrange metodologias de criação crítica, pedagogia convidativa e análise gramatológica, fornecendo estratégias práticas para integrar a IA, preservando a agência humana. Os colaboradores exploram como a criação baseada no julgamento pode substituir a arte baseada na habilidade, investigam as implicações dos direitos autorais em contextos internacionais e examinam o papel da IA na preservação e potencial extinção de línguas ameaçadas. Estudos de caso que vão desde teatro colaborativo com IA até plataformas educacionais multilíngues oferecem estruturas concretas para navegar por essa singularidade tecnológica.
Para os académicos que enfrentam o admirável mundo novo da inteligência artificial — divididos entre o fascínio e a apreensão —, esta coleção fornece vocabulário essencial para articular o que permanece irredutivelmente humano. Os algoritmos podem compreender a arquitetura da metáfora, a lâmina sutil da ironia ou a centelha inefável que transforma palavras em arte? Como revelam as perspetivas históricas, desde as advertências de Platão sobre a escrita até à nossa atual revolução digital, cada mudança tecnológica exige uma reconsideração da própria humanidade.
Sentient Books é tanto uma conquista académica quanto um manifesto urgente, garantindo que, ao testemunharmos o potencial surgimento de uma humanidade tecnologicamente aumentada, preservemos, em vez de renunciarmos, ao calor, à vulnerabilidade e à descoberta fortuita que definem a autêntica criação humana. Esta obra seminal garante que o progresso tecnológico amplifique, em vez de aniquilar, a nossa humanidade, tornando-a indispensável para qualquer pessoa interessada no futuro da expressão criativa.
quando começa a 3ª grande guerra? já começou?
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