Restauro de anjo em igreja romana ficou igualzinho a Meloni. Vaticano manda apagar

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Restaurador admitiu inspiração na primeira-ministra e apagou-a da basílica, após anúncio de duas investigações. A “mulher mais poderosa do país” achou graça, mas admitiu: não é nenhum anjo. O restauro de uma figura angelical na Basílica de San Lorenzo in Lucina, no centro de Roma, tornou-se alvo de duas investigações. Porquê? As semelhanças do “novo” anjo com a “mulher mais poderosa do país” são inegáveis. Tanto a diocese local como o Ministério da Cultura italiano estão a investigar a mudança brusca na aparência daquele que antes seria um querubim ( anjos ou animais mencionados no Antigo Testamento que estariam em

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SÓ AGORA O DESCOBRIRAM?????

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Antonio Manuel Melo Sousa’s post


Português sem dúvida e nascido nos Açores. Mas apetece-me perguntar onde estava Portugal (continente), media e público, quando, por exemplo, “More than Words” foi nº 1 nos tops mundiais dos 5 continentes e não em Portugal? Nessa altura e a partir daí durante vários anos, Nuno fez questão de incluir a bandeira portuguesa no cenário dos seus concertos.
Depois, convém lembrar que muito mais tarde, há dois anos se a memória não me falha, e na sequência do enorme êxito mundial do álbum «SIX» dos Extreme, só então é que Nuno e a sua banda merecem o convite de produtores de concertos nacionais para um espetáculo no Rock in Rio.
Ao contrário do que sempre aconteceu nos Açores e um pouco por todo o mundo, os concertos dos Extreme no continente, à excepção do Rock in Rio, nunca tiveram lotação esgotada. E todos os projetos a solo de Nuno Bettencourt nunca mereceram qualquer tipo de referência no continente português. Isto ao contrário do que aconteceu nos Açores e no mundo em geral. Nuno chegou a confessar a sua profunda mágoa pela ingratidão da sua mãe pátria em relação aos méritos da sua carreira como artista. E a sua mais inteligente e bela vingança terá acontecido quando, no concerto no Rock in Rio, tocou o nosso hino nacional com uma gigantesca bandeira portuguesa em fundo. Aí sim, como é óbvio, foram inúmeras as vozes que se juntaram ao gesto de Nuno.
Agora com a atribuição do Grammy, Nuno passa a ser herói nacional. Notícia sensacionalista de primeira página em muitos jornais. Talvez, quem sabe, tarde demais.
P.S: Nos Açores, sua terra Natal, Nuno Bettencourt é herói respeitado e amado há muito. Nestas ilhas de bruma este Grammy é apenas a 🍒 cereja no topo dum bolo que nos habituamos a saborear e apreciar há muito
O guitarrista português Nuno Bettencourt venceu esta noite um Grammy, em Los Angeles, ao ser distinguido na categoria de Melhor Atuação Rock pela participação em “Changes (Live from Villa Park)”
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Quando a cultura ignora os talentos regionais

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Quando a cultura ignora os talentos regionais
Em Portugal há um hábito que nos sai naturalmente: dar mais valor a quem vem de fora do que a quem cresce ao nosso lado. Nos Açores, esse hábito ganha contornos quase poéticos, se não fosse tão pouco inocente. Olhamos para o exterior como quem olha para um palco iluminado e, por vezes, esquecemo-nos de acender a luz dentro de casa.
Valoriza-se o artista que chega, o nome que já vem embalado, o reconhecimento que traz selo de aprovação exterior – mesmo que essa aprovação seja, por vezes, superficial ou circunstancial. O talento local, esse, fica muitas vezes em suspenso, como se precisasse primeiro de partir para depois merecer aplauso. É uma lógica estranha, mas persistente: só acreditamos verdadeiramente em quem já foi validado longe. Perto é para abafar, desvalorizar, criticar.
O exemplo recente de Sofia Ribeiro como embaixadora da ilha Terceira ilustra este paradoxo. Não sendo terceirense, representa oficialmente a ilha. Não está em causa o seu mérito, nem o seu percurso. A questão é outra, mais incómoda: o que diz isto sobre a forma como olhamos para os artistas locais? Quantos criadores terceirenses, que trabalham diariamente com cultura, nunca foram sequer considerados para esse lugar simbólico?
O caso torna-se ainda mais gritante quando pensamos em nomes como Nuno Bettencourt. Natural da ilha Terceira e músico de reconhecimento internacional, acaba de conquistar um Grammy e continua a levar o nome dos Açores aos maiores palcos do mundo. Poderia ser ele – entre tantos outros açorianos com mérito, percurso e impacto real – um embaixador natural da ilha que o viu nascer. Em vez disso, escolhe-se quem nasceu longe, como se a proximidade diminuísse o valor, como se o sucesso só fosse legítimo quando vem carimbado de fora. Que mensagem passa esta incoerência? Que raio de lógica cultural é esta que ignora quem já provou, vezes sem conta, ser capaz de representar os Açores de forma ampla, consistente e profundamente enraizada?
Há aqui qualquer coisa de profundamente ridícula. Um certo deslumbramento com o exterior, misturado com desconfiança em relação ao que nos é próximo. O artista local é visto como “um de nós”, o que, paradoxalmente, o torna menos extraordinário. Falta-lhe a distância necessária para ser admirado. Como se o talento precisasse de quilómetros para ganhar valor.
É curioso como se fala tanto de identidade açoriana e tão pouco de quem a constrói diariamente. A cultura não nasce em discursos, nem em campanhas, nem em cargos inventados ou carinhas bonitinhas na TV. Nasce do trabalho persistente de pessoas concretas, muitas vezes invisíveis, que criam apesar da falta de apoios, de público ou de reconhecimento.
Valorizar quem vem de fora não é, por si só, um erro. O erro está em fazê-lo à custa de quem está, ou nasceu, cá. Uma cultura saudável acolhe, mas também sustenta. Convida, mas não esquece. Celebra o exterior sem amputar o interior.
Porque quando escolhemos ignorar os nossos, não estamos a ser cosmopolitas – estamos apenas a ser pequenos e medíocres. E assim continuamos: ilhas cheias de talento, mas vazias de coragem para o reconhecer.
Só lá fora, somos os maiores – parece que quanto mais longe, melhor.
Ao Nuno, parabéns, por levar o nome dos Açores pelo mundo, pelo seu trabalho e por todos os reconhecimentos.
Aos que por cá decidem, talvez fique um resto de vergonha… E não se esqueçam de mudar o nome do aeroporto!
Catarina Valadão
Pedro Paulo Camara

Catarina, é esta a franqueza necessária. É isso.

Palacete que foi do sogro de Eça de Queirós e outros dois do Estado ao abandono no Porto – Imobiliário – Jornal de Negócios

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Em causa está, na Praça da República, o palacete que corporizou o Instituto Francês do Porto (propriedade da Embaixada de França) e o da Ordem dos Advogados (do Ministério da Justiça), destacando-se ainda o devoluto palacete da Segurança Social na Rua do Campo Lindo.

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DO “PALACETE” QUE NUNCA PODERIA TER SIDO DO SOGRO DE EÇA
O grupo” Medialivre tem uma ninhada de grande estofo: o “Correio da Manha”, um “very rigged” Jornal de Negócios, bem como a “Flash” – publicação indispensável em qualquer quarto-de-banho que se preze (obviamente para passar o tempo).
Em princípio, os construtores deste bico-d’obra são bons vendedores, mas, enfim, toda a gente se engana – como é o caso do autor deste gordo e apetitoso título patente no “Jornal de Negócios”.
Acontece que este “palacete” (muito gosta o jornalismo menor da palavra “palacete”…) nunca foi do “sogro de Eça de Queirós” pela razão simples de ter sido construído depois da morte de António Benedito de Castro, 4º conde de Resende, que casou com a viscondessa de Beire, Maria Balbina de Figueiroa Pamplona Carneiro Rangel.
Eça pouco ou nada conheceu o seu futuro sogro, que morreu em 1865 – aos 20 anos do escritor.
Quem faria o projecto de urbanização da Quinta de Santo Ovídeo, que implicou a sua demolição – inevitável dado o plano de expansão do Município do Porto – foi o 6º conde de Resende, de seu nome Manoel Pedro Benedito de Castro, que depois do casamento da sua irmâ Emília com o escritor Eça de Queiroz passou obviamente a ser cunhado do escritor.
Por razões de casamentos entre primos, ambos foram meus bisavôs.
E assim, por estes factos, aconselho os vendedores e criadores de panfletos do “Jornal de Negócios” a investigar as relações reais dos seus chamarizes com a verdadeira realidade.
Passem bem ou mal – tanto me faz
António Eça de Queiroz

Is Atlantis in the Azores? – The Portugal News

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Atlantis – A fabled lost kingdom and civilisation that has been dreamed about for thousands of years.

Source: Is Atlantis in the Azores? – The Portugal News