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AS TOLICES DO POLITICAMENTE CORRETO
04:2200:00
NUNO MELO ALVES
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NUNO MELO ALVES
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http://diariodalagoa.com/arquivo/54343

Victor Hugo Forjaz, de 77 anos de idade, único Catedrático de Vulcanologia das universidades portuguesas, Académico Emérito da Academia de Marinha, Académico Correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, Comendador da Ordem do Infante por mérito e inovação, principal fundador do projeto geotérmico dos Açores e da rede de vigilância sismo vulcânica do arquipélago, foi subitamente despejado do gabinete que há dezenas de anos ocupava no departamento de geociências da Universidade dos Açores, em Ponta Delgada, revela uma nota à qual tivemos acesso.
Segundo o próprio, com validação reitoral e do Conselho Geral, o órgão máximo da Universidade, todos os seus pertences — livros científicos, livros raros, mapas antigos valiosos, artigos científicos em redação, temas de conferências e reuniões internacionais, amostras geológicas de expedições pelo mundo, equipamentos pessoais, correspondência privada,etc, etc…, tudo foi encaixotado e levado para parte incerta.
O Professor adianta ainda que não quer voltar ao gabinete de Catedrático que sempre legalmente ocupou, desde a inauguração do Complexo Científico em janeiro de 2001, mas exige recuperar tudo o que lhe pertence, nomeadamente o que escreve sobre sismicidade e vulcanismo do arquipélago. O especialista em vulcanologia, o mais antigo e academicamente mais graduado dos Açores , seguirá os trâmites legais de modo a reaver a sua documentação , importante para as entidades oficiais da Região.
Refira-se que, ao que foi possível apurar, mediante correspondência trocada entre a UAc e o Professor Catedrático, datada de 20 de setembro, esta, dando cumprimento à reestruturação orgânica da Universidade e da redistribuição de espaços para reinstalação dos docentes, informou que o gabinete ocupado por Vitor Hugo Forjaz, continha documentação que seria do interesse do próprio, solicitando o seu levantamento até dia 27 do mesmo mês, o qual não foi feito, sendo que a UAc tomou a iniciativa de remover todo o espólio para outro local à guarda da mesma.
Entre a troca de correspondência, continuou o Professor Catedrático, solicitando “ser tratado com o devido respeito”, e tendo em conta o seu “estado de saúde cardiológico”. Na mesma missiva, Vitor Hugo Forjaz pede ainda “diálogo e um prazo de retirada viável de todo o espólio”.
Já em correspondência datada de 20 de novembro, o Professor catedrático volta a solicitar, à UAc, informações onde se encontra todo a material, para que possa ser inventariado e levantado.
De realçar que Vitor Hugo Forjaz aposentou-se em novembro de 2010.
DL
———- Mensagem encaminhada ———-
De: Victor-Hugo Forjaz
Data: 20 de novembro de 2017 às 21:42
Assunto: NOTICIA —— partes do arquivo vulcanológico privado desapareceram a mando da Univ Açores
Para:
com os cumprimentos
VHForjaz ……. fui despedido como Catedratico Jubilado e despojado de meus pertences de gabinete .
Meu Advogado tem em curso os procedimentos da decencia e da lei .
ANEXOS———————5º——– noticia infopress





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Tambor Dong Son vietnamita com cerca de 2000 anos encontrado em Timor-Leste
18 nov 2015 09:49
Lusa
Atualidade Continuar a ler
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ASSÉDIO SEXUAL – O MOVIMENTO #ME TOO
O movimento #Me Too e o Assédio sexual em empresas no lugar de trabalho
António Justo Continuar a ler
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http://www.bbc.com/news/world-australia-42020675
Image copyrightGETTY IMAGESFor decades, Australia’s oldest human remains – an Aboriginal man who died about 42,000 years ago – have been stored at a university in Canberra.
But on Friday, the skeleton known as Mungo Man was returned to his traditional home in New South Wales and honoured with a ceremony.
It marked the end of a long campaign by indigenous Australians to return Mungo Man to his original resting place.
The discovery of the skeleton in 1974 helped rewrite Australia’s history.
Research determined that Mungo Man had been buried in a complex funeral ritual, redefining scientific understanding of early Australians.
The skeleton was unearthed by geologist Jim Bowler from a dry lake bed in Mungo National Park, about 750km (470 miles) west of Sydney, in what was hailed a major discovery.
Mr Bowler had already discovered the remains of a woman, known as Mungo Lady, in 1967.
Image copyrightNSW OFFICE OF ENVIRONMENT & HERITAGEThe remains of Mungo Man were taken to the Australian National University in Canberra to be studied.
Carbon dating showed they were about 42,000 years old – Australia’s oldest known human skeleton.
Scientists determined that Mungo Man had been a hunter-gatherer with arthritis who died around the age of 50.
He was buried on his back with his hands crossed in his lap, and covered with red ochre. Scientists believe the ochre was most likely sourced about 200km from the burial site.
Indigenous Australians from the region have long called for the remains to be returned, saying his removal caused great pain.
Representatives from the Mutthi Mutthi, Ngiyampaa and Paakantji/Barkandji communities held a ceremony to mark the occasion on Friday.
“So good to have him back after all those years he has been taken away,” said Mutthi Mutthi elder Mary Pappin.
Image copyrightGETTY IMAGES“We have been waiting all those years to get him back and I’m so glad he is back, to put him in his resting place.”
He will be buried in a secret location in Mungo National Park. Mungo Lady was returned to the site in 1991.
The Australian National University relinquished the remains in 2015 and apologised for causing hurt over Mungo Man’s original removal.
In an article for The Conversation in 2015, Mr Bowler wrote: “In 1974, in that remote saltbush country between the rivers, Aboriginal advice remained unavailable to us.
“Subsequently, when Mungo Man’s discovery was announced, Aboriginal people expressed anger that this should have been done without the permission of Aboriginal people.”
For the last two years, the remains have been kept at the National Museum of Australia in Canberra while repatriation plans were being finalised. His remains, along with 104 others, were collected earlier this week.
The recovery of ancestral remains has often been a source pain for Aboriginal Australians. Campaigners say many skeletons removed without permission are yet to be returned, with some housed in museums overseas.
In July, archaeologists found the first evidence to suggest that Aboriginal people have been in Australia for at least 65,000 years.
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https://www.noticiasaominuto.com/mundo/902209/morreu-malcolm-young-guitarrista-dos-acdc?&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer&utm_content=geral

© Getty Images
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via Gabriela Frazão