Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

relembrando o corvino mais célebre, editor de Neruda

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O Livreiro da ilha do Corvo

Carlos Nascimento nasceu na ilha do Corvo no dia 18 de abril de 1885. Depois de passar toda a infância na ilha, em 1905, com 20 anos de idade, mudou-se para o Chile. As voltas da história fizeram com que acabasse por comprar uma livraria em Santiago, que fora de um tio, e dedicar-se à edição. Foi o primeiro editor de Pablo Neruda. Crepusculário foi o primeiro livro do futuro Nobel da Literatura que saiu da Editorial Nascimento. Esta história foi contada com detalhe no filme “O Livreiro de Santiago” realizado por José Medeiros,
Carlos Nascimento faleceu no dia 12 de Janeiro de 1966.

 

a inteligente organização habitacional e industrial das formigas

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Casting a fire Ant Colony with molten aluminium
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Nameless Network Presents

What this looks like at the end is breathtaking! Casting a fire Ant Colony with molten aluminium 🔥🔥

Nameless Network: Smile

assustadora tecnologia de leitura mental

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Monica Rodrigues shared a video.

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Make the Future Today. Change to antecipate….

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Thinking aloud? Read more: https://wef.ch/2rM9EdA

não é este o sonho americano de pobreza

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American dream or American poverty?

In The United States, more than 40 million people live in extreme poverty. This happens in the country that aims to give lessons from ” democracy ” and ” moral ” to the rest of the world…

TECNOLOGIA ALIENIGENA

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Ruud Harmsen shared a pos
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Marjan van Velthuijsen-Dobben to Meester Mark

Had hem al gedeeld in een andere groep, maar deze is te leuk gewoon! #jongeregeneratieversusouderegeneratie

Had already shared him in another group, but this one is too fun ordinary! #Jongeregeneratieversusouderegeneratie

MORREU MANOEL CAETANO MAIS UM DOS PIONEIROS DA RTP

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A RTP acaba de perder o seu último pioneiro, Manoel Caetano.
Testemunho de Júlio Isidro, pela memória.

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Julio Isidro is with Manoel Caetano.

É DEMAIS!
Porque somos cada vez menos.
A televisão em Portugal acaba de perder o último resistente da primeira geração de locutores/apresentadores, o senhor Manoel Caetano.
Eu, o “puto” da TV, sempre fui tratado com muito carinho por quase todos os pioneiros, mas o Manel achava-me graça.
As vezes que entrava na sala de maquilhagem com o Manel a preparar-se, e com que cuidado, para mais um noticiário, assistia a cenas de riso de todos os presentes porque o senhor era dono de um senso de humor muito especial.
Depois, já no ar, colocava aquela voz suave e trazia-nos as notícias do país e do estrangeiro. Eram aquelas, não outras, porque alguém as escrevia para os locutores e outros controlavam os conteúdos a Bem da Nação.
Foi sempre assim para todos e com todos, não vale a pena distorcer a história .
O 25 de Abril foi e é uma data de liberdade que pressupõe harmonia, união, respeito pela diferença e esperança num futuro melhor para todos os portugueses.
Foi por esse desígnio que muitos sonharam, outros lutaram e alguns modestamente contribuíram. Continuo a acreditar na data e no seu cumprimento ideal.
Contudo, o Manoel Caetano foi alvo do Abril feio, o do revanchismo e ajuste de contas.
Pagou pelo apelido e foi saneado.
Fui-me cruzando com ele a espaços, e dei-lhe a oportunidade de simular um noticiário no meu programa “Antenas no Ar” vai para 20 anos.
Nunca mais esqueceu e grato, ficou a gostar ainda mais do “puto” da TV, agora já crescido.
Jamais lhe ouvi um remoque de agressividade em relação aos que o expurgaram, apenas por vezes alguma discreta nostalgia.
O Manoel Caetano sabia que era bonito, elegante e bem falante. A televisão mostrava esse seu lado de charmeur que manteve até ao fim.
Quando o fui visitar ao hospital onde ia repetidas vezes nestes últimos tempos, deixou-se fotografar comigo porque se tratava de um amigo e porque a enfermeira o convenceu com ternura irresistível.
Partiu esta noite um homem de fé que fez das mais emocionantes transmissões das cerimónias de Fátima.
Para ele hoje, fui o dia do encontro nas alturas.
O último dos “fundadores” da televisão em Portugal merece ao menos um olhar das novas gerações para quem a memória é coisa para esquecer.
Amigo Manoel Caetano. O “puto” da TV está a chorar.