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Enquanto a Europa se vai imobilizando, minada pelo novo coronavírus, quase 40 mil efectivos da NATO estão a ser distribuídos através do continente para os jogos de guerra Defender Europe 2020.
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Instruções bem dispostas. Instruções mesmo!

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Açores passam do Estado de Alerta para o de Contingência. Vasco Cordeiro a informar pessoalmente os Açorianos das decisões tomadas, perante matéria tão sensível e de difícil gestão.
“1 – A situação de alerta pode ser declarada quando, face à ocorrência ou iminência de ocorrência de algum ou alguns dos acontecimentos de acidente grave ou catástrofe, é reconhecida a necessidade de adotar medidas preventivas e ou medidas especiais de reação.
2 – A situação de contingência pode ser declarada quando, face à ocorrência ou iminência de ocorrência de algum ou alguns dos acontecimentos de acidente grave ou catástrofe, é reconhecida a necessidade de adotar medidas preventivas e ou medidas especiais de reação não mobilizáveis no âmbito municipal.
Ato e âmbito material de declaração de contingência
1 – O ato que declara a situação de contingência reveste a forma de despacho e menciona expressamente:
a) A natureza do acontecimento que originou a situação declarada;
b) O âmbito temporal e territorial;
c) O estabelecimento de diretivas específicas relativas à atividade operacional dos agentes de proteção civil e das entidades e instituições envolvidas nas operações de proteção e socorro;
d) Os procedimentos de inventariação dos danos e prejuízos provocados;
e) Os critérios de concessão de apoios materiais;
f) Os limites ou condicionamentos à circulação ou permanência de pessoas, outros seres vivos ou veículos, por razões de segurança dos próprios ou das operações.
2 – A declaração da situação de contingência determina o acionamento das estruturas de coordenação política e institucional territorialmente competentes.
3 – A declaração da situação de contingência implica a ativação automática dos planos de emergência de proteção civil do respetivo nível territorial.
Decreto Legislativo Regional n.º 26/2019/A, Regime Jurídico do Sistema de Proteção Civil da Região Autónoma dos Açores

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É um aumento recorde. O número de mortos no país causado pela pandemia de Covid-19 é agora de 1.266
Source: Covid-19: Itália regista mais 250 mortos nas últimas 24 horas | TVI24
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A Europa poderá enfrentar dentro de poucas semanas uma situação semelhante à vivida atualmente em Itália, com uma explosão de casos de COVID-19, hospitais assoberbados e milhões de pessoas obrigadas a ficar de quarentena.
Source: COVID-19. Europa à beira de se tornar uma gigantesca Itália
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As pessoas ouvem falar de um ‘Conselho Nacional de Saúde’ (CNS) e tendem a pensar que se trata de um grupo de especialistas na área. Bem… o seu presidente até é. Médico e professor catedrático de Epidemiologia na UP. Isto começa bem, pensam vocês! Pensam mal!…
O tal conselho é constituído por 30 membros e 5 peritos. Já vou aos peritos, agora foquemo-nos nos membros que são, em última análise, os responsáveis pelo parecer dado ao governo. Eu não percebo nadinha de vírus, mas tenho certeza que a maioria dos membros da CNS percebem tanto como eu ou qualquer um de vós. Ora, apresento-vos alguns dos cientistas independentes que zelam pela nossa saúde:
Maria da Piedade Líbano Monteiro, pela APSA – Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger – Fez os seus estudos no ISLA, graduando-se em Turismo e antiga responsável dos Serv. Administrativos de Agente Peugeot.
Sim, leram bem: graduada em turismo e antiga funcionária de uma marca de automóveis. Esta senhora deve perceber de vírus a potes!
Telmo Mourinho Baptista, pela Ordem dos Psicólogos Psicólogo, Psicoterapeuta. Professor na Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, onde trabalha desde que se licenciou. Fundador da Ordem dos Psicólogos Portugueses.
Mais outro que deve saber muito de vírus!
Pedro Pita Barros, pelo Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas
Doutor em Economia. Professor Catedrático da Faculdade de Economia, Universidade NOVA de Lisboa.
Lá deve existir alguma relação entre o COVID-19 e a economia que a gente desconheça.
João Almeida Lopes, pela Comissão Permanente de Concertação Social
É Presidente da Direcção da APIFARMA – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, desde 2007, e Diretor-Geral e Presidente do Grupo Medinfar desde 1990.
Ou seja, este senhor é o último interessado em conter a pandemia. Uma pandemia significa lucros para a indústria que representa.
Querem que continue???
Paulo Cleto Duarte, outro membro pela Comissão Permanente de Concertação Social
Presidente da Direção da Associação Nacional das Farmácias, ANF, desde 2013. Farmacêutico (Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, em 1997). MBA em Gestão de Informação na Universidade Católica Portuguesa (2004).
Farmácias, medicamentos, vendas…
Gonçalo Rebelo de Almeida, outro membro pela Comissão Permanente de Concertação Social (eles são 5)
Administrador do grupo Vila Galé com os pelouros de Marketing e Vendas, Operações, TI e RH.
Olhem lá se um representante da hotelaria tinha algum interesse em ter as pessoas nas suas casas!
Dos 30 membros também fazem parte representantes da Associação Nacional de Municípios, da Associação Nacional de Freguesias, da RAA, da RAM, do Movimento de Utentes de Serviços Públicos….. entre outras pérolas!
Tudo gente que percebe a potes do COVID-19!
Lembram-se dos 5 “peritos”?
São estes:
GUILHERME DUARTE, Médico, especialista em Saúde Pública. É atualmente Médico Assistente de Saúde Pública no ACES Amadora.
ISA ALVES, Consultora de comunicação em saúde. Formada em Ciências da Comunicação/Jornalismo, tem um Mestrado em Comunicação Política pela Universiteit van Amsterdam (UvA), na Holanda.
JOANA ALVES, Doutorada em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública. A sua formação de base é Economia, licenciada e mestre pela NOVA School of Business and Economics (NOVA SBE).
JOSÉ CARLOS GOMES, Enfermeiro, especialista em Saúde Mental e Psiquiatria. Doutorado em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.
TERESA LEÃO, Médica, especialista em Saúde Pública. Doutorada em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública.
Continuo a afirmar que não percebo nada de vírus, mas tenho dúvidas que uma jornalista ou uma economista ou até mesmo um enfermeiro especialista em saúde mental e psiquiatria, percebam “nestum” da coisa!
Era só.
Bom trabalho, colegas. Lavem as mãos.
Duarte Gonçalves (Professor)

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Tenho colegas sensatos, sérios, que questionam a necessidade do estado de exceção, com argumentos que respeito muito, inclusive intelectuais italianos, gente responsável, não são loucos. Essa não no entanto a minha opinião. Posso estar enganada e o tempo revelar que a quarentena é um mal maior face a um estado musculado, descontrolado no seu (abuso) de poder, um oportunidade para uma doutrina de choque para cortar salários e impor medidas bonapartistas. Sim, é um risco. Pese embora o estado social, pós 45 e pós 74, aqui no sul, que nos fez aceitar mais o estado como algo benévolo, em quem confiamos, isso tem algo de verdade, num contexto que acabou, mas tem sobretudo muito de ilusão. O Estado nunca deixou de ser o que sempre foi, e tal podemos ver hoje – ele é politicamente um gestor de negócios das corporações económicas (Marx), um grupo de homens armados (Engels) e, portanto, o máximo do sadismo social está aí, no Estado (Coimbra de Matos). Não deixei de acreditar nesta tríada que citei, que, creio, se resume numa frase: Poder, a loucura do Poder. Só a democracia, que de certa forma é suspensa em estados de excepção, nos pode salvar. Não mudei de ideias a este respeito, espero.
Mas, por agora, penso que é necessário de facto uma quarentena geral a que nos devemos todos submeter, sem, porém, deixarmos de pensar – parar a circulação não é suspender a crítica, pelo contrário, é agora que a crítica é mais necessária do que nunca, agora que aceitamos restrições à nossa liberdade. Olhando para os casos de Macau, China, Itália, o que daí nos chega, e conhecendo o SNS real, e a idade da população, fechar o país parece-me a medida mais sensata. Não é fechar aos pedaços, como o Governo fez, e continua a fazer, permitindo cadeiras de contágio – nas fábricas e empresas e comércio (a praia é muito menos inócua do que um aeroporto ou uma linha fabril…). Devemos fechar mesmo, como a Itália fez ontem. Insisto que isto é uma opinião arriscada no mundo em que vivemos, abrir as portas a um estado forte é um grande risco, numa altura em que os Estado se socorrem cada vez mais da força e menos de políticas redistributivas e sociais. Perdoem-me se estiver errada portanto nesta minha posição. Hoje o que defendo é que a população deve ser posta sob quarentena, protegida nos seus direitos laborais e sociais, independentemente de serem fixos ou precários. E que as restrições só podem ser impostas durante a epidemia na fase crítica, quando há risco de colapso dos serviços de saúde, e jamais para além dela.