Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

tribunal 9 dir reg de saúde 0

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Mais uma intervenção desastrosa dos tiranetes da Autoridade de Saúde, numa medida perfeitamente desproporcional e desastrosa para quem ainda nos visita. Os tiranetes estão a destruir o tecido económico destas ilhas. E a dar cabo do que ainda resta do turismo.
Por isso haja Habeas Corpus para ultrapassar o poder dos tiranetes.
Tribunal volta a ordenar libertação de passageiros em quarentena nos Açores
ACORIANOORIENTAL.PT
Tribunal volta a ordenar libertação de passageiros em quarentena nos Açores

AÇORES, esta gente é muito porca e sem civismo…

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Na zona dos autocarros e “Bertinhas” junto ao Hospital Divino Espírito Santo em Ponta Delgada está a precisar de uma boa limpeza. São máscaras usadas abandonadas, garrafas plásticas papéis entre outros.
Vamos comtribuir para um melhor ambiente

o covid no metro

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Profissionais de saúde e de engenharia ambiental da Universidade de George Mason, de Maryland e de Yale, explicam como funciona o percurso do vírus dentro do metro e as particularidades deste transporte que o tornam mais seguro do que pensa…
Visão | Este é o comportamento das partículas virais no metro
VISAO.SAPO.PT
Visão | Este é o comportamento das partículas virais no metro
Profissionais de saúde e de engenharia ambiental da Universidade de George Mason, de Maryland e de Yale, explicam como funciona o percurso do vírus dentro do metro e as particularidades deste transporte que o tornam mais seguro do que pensa
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a mulher que descobriu de que é feito o universo

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❝Since her death in 1979, the woman who discovered what the universe is made of has not so much as received a memorial plaque. Her newspaper obituaries do not mention her greatest discovery. […] Every high school student knows that Isaac Newton discovered gravity, that Charles Darwin discovered evolution, and that Albert Einstein discovered the relativity of time. But when it comes to the composition of our universe, the textbooks simply say that the most abundant atom in the universe is hydrogen. And no one ever wonders how we know.❞ — Jeremy Knowles, discussing the complete lack of recognition Cecilia Payne gets, even today, for her revolutionary discovery. (via alliterate)
OH WAIT LET ME TELL YOU ABOUT CECILIA PAYNE
• Cecilia Payne won a scholarship to Cambridge.
• Cecilia Payne completed her studies, but Cambridge wouldn’t give her a degree because she was a woman, so she said to heck with that and moved to the United States to work at Harvard.
• Cecilia Payne was the first person ever to earn a Ph.D. in astronomy from Radcliffe College, with what Otto Strauve called “the most brilliant Ph.D. thesis ever written in astronomy.”
• Not only did Cecilia Payne discover what the universe is made of, she also discovered what the sun is made of (Henry Norris Russell, a fellow astronomer, is usually given credit for discovering that the sun’s composition is different from the Earth’s, but he came to his conclusions four years later than Payne — after telling her not to publish).
• Cecilia Payne is the reason we know basically anything about variable stars (stars whose brightness as seen from earth fluctuates). Literally every other study on variable stars is based on her work.
• Cecilia Payne was the first woman to be promoted to full professor from within Harvard and the first woman to head a science department at Harvard. She also inspired entire generations of women to take up science.
• Cecilia Payne is awesome and everyone should know her.
(OP: Matthew Gardner)

a desumanização possível em menos de seis horas

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A desumanização confortável perante quem não se pode defender…
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Em 1974, Marina Abramovic fez uma performance em que ela dizia para visitantes que não se moveria durante seis horas, não importa o que fizessem com ela. Ela colocou à disposição em uma mesa do seu lado 72 objetos que poderiam ser usados para agradar ou destruir, incluindo desde flores até uma faca e uma arma carregada. Ela convidou os visitantes a usar os objetos nela da maneira que desejassem.
Inicialmente, disse Abramović, visitantes estavam pacíficos e tímidos, mas se tornaram violentos rapidamente: “ A experiência que eu aprendi foi que… se você deixar a decisão para o público, você pode ser morta… Eu me senti muito violada. Cortaram minhas roupas, enfiaram espinhos de rosas na minha barriga, uma pessoa apontou a arma para a minha cabeça, e outra tirou a arma de perto. Isso criou uma atmosfera agressiva. Após exatamente 6 horas, como planejei, eu me levantei e comecei a andar em direção ao público. Todos fugiram correndo, escapando de um confronto real.” Esta performance revelou algo terrível sobre a humanidade, similar ao que o Experimento da prisão de Stanford, de Philip Zimbardo e o Experimento de obediência de Stanley Milgram, também mostraram a rapidez com que pessoas se agridem dependendo das circunstâncias.
Essa performance mostrou como é fácil desumanizar uma pessoa que não pode se defender, e é particularmente poderosa porque desafia o que achamos que sabemos sobre nós mesmos.
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a inconcebível coincineração que insistem ter nos açores

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Foi com grande perplexidade que assistimos às declarações do Ministro do Ambiente na sua mais recente visita aos Açores.
Em primeiro lugar, consideramos impensável que o responsável máximo pelo ambiente a nível nacional apoie um projeto que é totalmente contra a economia circular e que vai impedir que Portugal cumpra as metas de reciclagem.
O facto do Ministro do Ambiente se referir ao projeto da MUSAMI como a “incineradora dos Açores” revela que desconhece ou ignora a existência de uma incineradora na ilha Terceira e que a mesma tem capacidade excedentária, suficiente para processar os resíduos não recicláveis provenientes de São Miguel e das restantes ilhas do arquipélago.
João Matos Fernandes ao dizer que o Ministério que tutela “não é parte nem na aprovação dos fundos, nem na decisão da construção” está a faltar à verdade, tendo em conta Despacho n.o 172-A/2015 que inclui o Ministro do Ambiente na lista de membros do POSEUR com direito a voto. Dessa lista também fazem parte representantes das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.
Por outro lado, e tendo em conta a posição revelada pela Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo dos Açores nas comissões parlamentares sobre esta matéria, é particularmente importante que seja tornado público, quem foi o representante do Governo dos Açores e qual foi o sentido do seu voto relativamente à candidatura da MUSAMI no POSEUR.
A candidatura para a construção da incineradora de São Miguel foi submetida ao POSEUR – “Programa Operacional para a Sustentabilidade e Eficiência no uso de Recursos”, para a obtenção de cofinanciamento comunitário.
Como o projeto é superior a 25 milhões de euros o POSEUR teve de requerer um parecer de perito independente relativo à avaliação de qualidade e conformidade da Análise Custo-Benefício do projeto da incineradora de resíduos urbanos para a Ilha de São Miguel e colocar em consulta pública o referido parecer.
A actuação do POSEUR no âmbito deste processo foi lamentável, na medida em que ignorou todas as denúncias efetuadas por diversas associações ambientalistas e cidadãos, que alertaram para o facto do parecer estar totalmente enviesado, no sentido de viabilizar a incineração em São Miguel. Para além de todos os argumentos apresentados, constatou-se que o perito deu parecer positivo a um projeto que é totalmente contra tudo o que este tem vindo a defender nas últimas décadas, no âmbito de publicações académicas, entrevistas e outras participações públicas.
A incineração tem sido uma solução que tem vindo a ser abandonada a nível europeu, no entanto, o lobby de alguns eurodeputados portugueses organizou-se para manter a incineração como solução para as regiões ultra periféricas. A grande questão é que os Açores já têm incineração e a comissão europeia, pelos vistos, não conhece a realidade de todas as regiões da Europa. Se os governantes resolvessem instalar uma incineradora em cada uma das 9 ilhas dos Açores, a Comissão Europeia muito provavelmente iria apoiar esta decisão.
Não se compreende que o Ministro do Ambiente e da acção climática apoie um projeto que contribui para a libertação de gases com efeito de estufa e consequentes alterações climáticas e que é um autêntico boicote à gestão sustentável de resíduos / Economia circular.
Por outro lado, apenas este projeto irá utilizar cerca de 25% do total de fundos comunitários destinados aos resíduos a nível nacional, razão pela qual, tem faltado muitas verbas para o desenvolvimento de projetos que visam a recolha selectiva e a reciclagem. É devido a medidas como esta que Portugal tem falhado sistematicamente as metas de reciclagem.
A gestão do ambiente não pode resumir-se à execução de fundos comunitários, sobretudo quando a estratégia proposta é contrária à que é defendida pela União Europeia. No que respeita à gestão sustentável de resíduos o Ministro do ambiente está completamente a “leste do paraíso” e ignora a ameaça que o projeto da MUSAMI constitui para o futuro da gestão de resíduos nos Açores. A incineração impede a reciclagem e há exemplos concretos do impacto da incineração em ilhas, por exemplo, a taxa de reciclagem na Região da Madeira não ultrapassa os 12% e no caso da Ilha Terceira nos Açores, a taxa de reciclagem baixou quase 2% no último ano, estando ainda muito longe de cumprir as metas estabelecidas para 2020.
Pelo Movimento Cívico Salvar a ilha
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Foi com grande perplexidade que assistimos às declarações do Ministro do Ambiente na sua mais recente visita aos Açores.
Em primeiro lugar, consideramos impensável que o responsável máximo pelo ambiente a nível nacional apoie um projeto que é totalmente contra a economia circular e que vai impedir que Portugal cumpra as metas de reciclagem.
O facto do Ministro do Ambiente se referir ao projeto da MUSAMI como a “incineradora dos Açores” revela que desconhece ou ignora a existência de uma incineradora na ilha Terceira e que a mesma tem capacidade excedentária, suficiente para processar os resíduos não recicláveis provenientes de São Miguel e das restantes ilhas do arquipélago.
João Matos Fernandes ao dizer que o Ministério que tutela “não é parte nem na aprovação dos fundos, nem na decisão da construção” está a faltar à verdade, tendo em conta Despacho n.o 172-A/2015 que inclui o Ministro do Ambiente na lista de membros do POSEUR com direito a voto. Dessa lista também fazem parte representantes das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.
Por outro lado, e tendo em conta a posição revelada pela Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo dos Açores nas comissões parlamentares sobre esta matéria, é particularmente importante que seja tornado público, quem foi o representante do Governo dos Açores e qual foi o sentido do seu voto relativamente à candidatura da MUSAMI no POSEUR.
A candidatura para a construção da incineradora de São Miguel foi submetida ao POSEUR – “Programa Operacional para a Sustentabilidade e Eficiência no uso de Recursos”, para a obtenção de cofinanciamento comunitário.
Como o projeto é superior a 25 milhões de euros o POSEUR teve de requerer um parecer de perito independente relativo à avaliação de qualidade e conformidade da Análise Custo-Benefício do projeto da incineradora de resíduos urbanos para a Ilha de São Miguel e colocar em consulta pública o referido parecer.
A actuação do POSEUR no âmbito deste processo foi lamentável, na medida em que ignorou todas as denúncias efetuadas por diversas associações ambientalistas e cidadãos, que alertaram para o facto do parecer estar totalmente enviesado, no sentido de viabilizar a incineração em São Miguel. Para além de todos os argumentos apresentados, constatou-se que o perito deu parecer positivo a um projeto que é totalmente contra tudo o que este tem vindo a defender nas últimas décadas, no âmbito de publicações académicas, entrevistas e outras participações públicas.
A incineração tem sido uma solução que tem vindo a ser abandonada a nível europeu, no entanto, o lobby de alguns eurodeputados portugueses organizou-se para manter a incineração como solução para as regiões ultra periféricas. A grande questão é que os Açores já têm incineração e a comissão europeia, pelos vistos, não conhece a realidade de todas as regiões da Europa. Se os governantes resolvessem instalar uma incineradora em cada uma das 9 ilhas dos Açores, a Comissão Europeia muito provavelmente iria apoiar esta decisão.
Não se compreende que o Ministro do Ambiente e da acção climática apoie um projeto que contribui para a libertação de gases com efeito de estufa e consequentes alterações climáticas e que é um autêntico boicote à gestão sustentável de resíduos / Economia circular.
Por outro lado, apenas este projeto irá utilizar cerca de 25% do total de fundos comunitários destinados aos resíduos a nível nacional, razão pela qual, tem faltado muitas verbas para o desenvolvimento de projetos que visam a recolha selectiva e a reciclagem. É devido a medidas como esta que Portugal tem falhado sistematicamente as metas de reciclagem.
A gestão do ambiente não pode resumir-se à execução de fundos comunitários, sobretudo quando a estratégia proposta é contrária à que é defendida pela União Europeia. No que respeita à gestão sustentável de resíduos o Ministro do ambiente está completamente a “leste do paraíso” e ignora a ameaça que o projeto da MUSAMI constitui para o futuro da gestão de resíduos nos Açores. A incineração impede a reciclagem e há exemplos concretos do impacto da incineração em ilhas, por exemplo, a taxa de reciclagem na Região da Madeira não ultrapassa os 12% e no caso da Ilha Terceira nos Açores, a taxa de reciclagem baixou quase 2% no último ano, estando ainda muito longe de cumprir as metas estabelecidas para 2020.
Movimento Cívico Salvar a ilha
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