Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

NOVO LANÇAMENTO, AVÓS, RAÍZES E NÓS

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Nota importante: quem tiver interesse em assistir ao lançamento, por favor telefone para (416) 417-8859 ou envie mensagem para manuela.marujo@utoronto.ca. A Casa do Alentejo pode apenas receber um número limitado de pessoas devido ao confinamento. Muito obrigada.

Image may contain: one or more people, text that says "LANÇAMENTO DE AVÓS: RAÍZES E NÓS um livro organizado por Aida Batista, Ilda Januário e Manuela Marujo Oigz.zadaras Aida Baptista 1ida anudno Monueld Maruo Avós: Raízes e Nós Ivos: 13 DE SETEMBRO (DIA DOS AVÓS) -3PM Casa do Alentejo de Toronto 1130 Dupont Street"

as descobertas dos Côrte-Real

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Jose Avila is with Liduino Borba and 4 others.

Hoje, 23 de Agosto, como não havia nada para fazer, o pessoal da Terceira mandava os filhos descobrir ilhas ou terras novas, como nos recorda Gervásio Lima.

Grand Canyon cliff collapse reveals 313 million year old fossilized tracks

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Some 313 million years ago, two animals crossed a sand dune in what would become the Grand Canyon — and now, paleontologists say that chance crossing has been preserved as the national

Source: Grand Canyon cliff collapse reveals 313 million year old fossilized tracks

vitória lusa nas motas

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MIGUEL OLIVEIRA CAMPEÃO

O nosso Miguel Oliveira venceu o GP da Áustria. O primeiro pódio, a primeira vitória do nosso campeão. Impressionante o final da corrida. Parabéns, Miguel. Viva Portugal!!!

No photo description available.

 

Sim senhor Miguel Oliveira o Karma e paciencia e bandeira vermelha e 12 data de numero de marca histórica e ja deu cartas em outras categorias, e o meu primeiro grande prêmio do ano visto em TV o KARMA FUNCIONOU🙏🙏🙏🙏🙏😆😆😆

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a saga da falta de barcos no Corvo

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A Secretária dos Transportes, Ana Cunha, acusou-me ontem de alarmar a população em relação ao transporte marítimo de mercadorias para a ilha do Corvo. Disse, também, que não estava em causa o transporte marítimo para a ilha do Corvo, mas apenas a falta de regularidade do mesmo.

A verdade é que fiz dezenas de intervenções, no Parlamento e fora dele, a respeito da necessidade de resolver, de forma urgente, o problema do transporte marítimo de mercadorias para a ilha do Corvo, isto tendo em conta a situação criada pela destruição do porto das Lajes das Flores.

Infelizmente, o tempo deu-me razão. Os navios da “Empresa Barcos do Pico” não possuem as condições necessárias para garantir o abastecimento regular da ilha do Corvo. Chegámos a estar, durante o inverno, cerca de 50 dias sem abastecimento marítimo. Isto não é apenas um problema de regularidade, como diz a Secretária. É uma situação que coloca fortes constrangimentos à população.

Pode resolver-se? É claro que sim. Tem de fretar-se um navio com condições para realizar, com regularidade e em condições de mar adversas, a ligação marítima entre o Corvo e o exterior. É isso que está a ser feito e garantido (em parte) na ilha das Flores (foi também uma proposta que o PPM apresentou no Parlamento e que o Governo Regional concretizou antes da sua aprovação).

Foi por isso que apresentei uma proposta no Parlamento dos Açores para que fosse efetivamente fretado um navio com essas características. O Partido Socialista – e o deputado Iasalde Nunes – chumbaram a proposta com o argumento que tinham uma proposta melhor. Foi a historieta dos subsídios e do tal navio que aguardava em França. O tempo mostrou que nada estava garantido. Que não existia nenhuma solução firme.

O próprio Presidente do Governo Regional afirmou a vários comerciantes, quando se deslocou ao Corvo no início do verão, que a situação estava resolvida com a vinda de um novo navio com capacidade para assegurar, ao longo de todo o ano, o transporte marítimo de mercadorias para a ilha.

Nada disso é verdade. O transporte marítimo de mercadorias para a ilha do Corvo está a funcionar mal, mesmo em pleno verão. Se nada for feito, o próximo inverno não será melhor que o anterior em termos de abastecimento. O mar e os navios serão os mesmos. A situação irá repetir-se. Isto não é alarmismo. É algo lógico e expectável. Não posso é fechar os olhos e ficar de braços cruzados a observar, passivamente, a tempestade que se aproxima. É por isso que vou continuar a pressionar o Governo Regional para que o mesmo faça o seu dever: RESOLVER O PROBLEMA! Como? Fretando um navio com as condições necessárias para abastecer a ilha do Corvo em condições de estado do mar adversas. Como já está a ser feito na ilha das Flores.

-1:39

Comments
https://www.facebook.com/paulo.estevao.98/videos/3404468216278930/?t=32
  • Joaquim Pinotes Infelizmente, o Corvo e outras ilhas não dão votos suficiente ao PS para que se preocupem verdadeiramente com isso. Promessas vazias que nunca passam do papel vão continuar. Não há interesse em resolver, o único interesse é ir adiando e arranjando soluções temporárias às vezes. Continuação de bom trabalho!

a gaffe de carlos césar sobre a pobreza dos açores

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Uma declaração infeliz

O antigo presidente do Governo Regional dos Açores e presidente do PS-Açores e do PS-Nacional terá dito, segundo a imprensa e as redes sociais, que “os Açores são menos pobres do que se diz”, justificando que “as famílias têm mais rendimento do que a estatística aparenta”.
Vamos a ver se percebi: quando é para pedir dinheiro à República e à União Europeia, os Açores são a região mais pobre de Portugal e uma das mais pobres no espaço comunitário, mas quando estamos em vésperas de eleições legislativas regionais os Açores já são “menos pobres do que se diz”. Em que ficamos, afinal?
Há pobreza nos Açores? Há! E muita! Explícita e envergonhada, todos o sabem e conhecem. E tende a aumentar, devido à pandemia, que está a criar muito desemprego. Não vale a pena dizer o contrário. Se calhar, as estatísticas até pecam por defeito. E tanto assim é que repetidamente o Governo Regional dos Açores tem anunciado e concretizado medidas contra a pobreza, o que é de louvar e reconhecer. De resto, a pobreza está bem traduzida na quantidade de Rendimento Social de Inserção (RSI) que é distribuído no arquipélago. Admito, no entanto, que também exista falsa pobreza, pessoas que se habituaram aos subsídios e que não estão disponíveis para trabalhar, mas isso já é outra questão.
Carlos César ou já não conhece bem a realidade concreta açoriana, os Açores profundos, ou então excedeu-se em linguagem em ambiente eleitoralista. Seja como for, foi uma declaração infeliz. O padre dr. Weber Machado Pereira, considerado o “pai dos pobres”, pelas muitas ações que desenvolve silenciosamente por eles, talvez possa esclarecer melhor Carlos César, por quem tenho respeito e consideração.
A partir de agora, quando o Governo Regional dos Açores e outras entidades açorianas forem solicitar apoios financeiros ao Governo nacional e a instâncias europeias, é de esperar a resposta de que “os Açores são menos pobres do que se diz”…
Carlos César prestou muitos e bons serviços como presidente do Governo Regional dos Açores, é impossível dizer o contrário, embora nem tudo tenha corrido bem nos seus mandatos, mas desta vez prestou um mau serviço, porque a sua declaração não traduz a realidade e cria, obviamente, embaraços às autoridades governamentais açorianas e a outras entidades regionais, porque ficam com menos argumentos para solicitar apoios financeiros no exterior e de que tanto necessitamos.

Comments
  • Fátima Silva Só faltou dizer que também as estatísticas estão erradas, e nesse caso estão, sobre o desemprego, ….