Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

Os números da economia: os verdadeiros e os falsos – Jornal Tornado

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por Eugénio Rosa, Lisboa – Portugal

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Uma má visão estratégica para Portugal – Jornal Tornado

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por Paulo Casaca, Bruxelas – Bélgica

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Dados oficiais apagam mais de 169 mil desempregados – DN

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Pandemia criou mais de 295 mil novos desempregados, mas só 31% da subida conta para os dados oficiais de julho. Anulações de registos deverão explicar disparidade, mas IEFP não confirma.

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TIMOR-LESTE DEMOCRACIA, FALINTIL E COVID

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Dúvidas e Incertezas no Processo de Construção do Estado de Direito Democrático

Posted: 20 Aug 2020 03:48 AM PDT

de Timor-Leste

Roger Rafael Soares * | opinião | Timor-Leste

Para salvaguardar dos próprios interesses da Nação, o Estado é o instrumento essencial para o seu cumprimento. Portanto, Timor-Leste tem de ter um Estado forte com instituições coesas e capazes de regular e coordenar a sociedade, assegurando a segurança e ordem pública.

Nos dias de hoje e face à atual situação sanitária com fortes e consequentes repercussões económicas e sociais a nível mundial e nacional, Timor não precisa de injúrias e disputas inconsequentes, mais do que nunca precisa de unidade e convergência em temas tão comuns a todos apesar das divergências de pensamento e ideologia. A incerteza e dúvidas persistem aos olhos da sociedade. Provavelmente, a desconfiança e egoísmo reinam naqueles que podem fazer a diferença. A diferença, essa está em todos nós se quisermos contribuir para a mudança.

Passo a explicar, falar demais e ouvir menos traduz-se em barulho a mais e empatia a menos. Numa sociedade onde só defendemos os nossos direitos, esquecendo as nossas obrigações, a paz social está sempre constantemente em causa. Decisões, quer sejam de cariz político, social, empresarial ou individual, são sempre objeto de contestação e de resistência à mudança. Mas devemos saber analisar e compreender que por vezes, estas decisões são necessárias quando o objetivo é promover o bem comum. Decisões implicam ações ou realizações práticas de determinados objetivos. Culpabilizar o outro, é uma das habilidades ou argumento que mais se utiliza para inferiorizar ou denegrir a imagem do outro. Este tipo de atitude conduz-nos à necessidade de união e de uma relação ética entre as pessoas na sociedade da vida do qual participam, pelo que é essencial valorizar uma sociedade mais justa, solidária e participativa, em que devemos assumir responsabilidades.

No processo de construção do Estado Estrado-Nação, todos nós, sem exclusão, somos chamados a contribuir com responsabilidade como cidadão, convivendo numa sociedade com valores e liberdade democráticos. Numa sociedade democrática, o diálogo é um instrumento fundamental para promover as relações humanas e sociais apesar das divergências, desde que este seja realizado com seriedade e respeito, tratando sempre com respeito e consideração as opiniões opostas, sem recorrer aos insultos.

Na convivência democrática saudável, as diversidades e as divergências de ideologias, pautadas pela tolerância, são fator enriquecedor para o processo de construção do Estado.

*Rojer Rafael Tomás Soares,

We’e En, Manatuto – Timor-Leste

rrtsoares@hotmaill.com

*Também publicado em Timor Agora

Timor-Leste comemora 45.º aniversário das FALINTIL

Posted: 20 Aug 2020 03:31 AM PDT

DÍLI, 20 de agosto de 2020 (TATOLI) — Timor-Leste comemorou hoje o 45. aniversário das Forças Armadas de Libertação Nacional de Timor-Leste (Falintil).

O Presidente da República, Francisco Guterres Lú Olo, disse, no seu discurso, que as comemorações das Falintil permitem recordar e refletir sobre o passado da luta dos ex-guerilheiros contra a ocupação indonésia, que, juntamente com o referendo a 30 de agosto de 1999, levaram à vitória nacional.

“A cerimónia de hoje é subordinada ao tema “Ha’u prontu no desididu atu serve interese povu no nasaun nian” [‘Eu estou pronto e decidido a servir o povo e a nação’]. O lema ajusta-se ao passado histórico das Falintil que, com resiliência e capacidade, nos souberam levar à libertação nacional”, sublinhou o Chefe de Estado, Lú Olo, no seu discurso, no âmbito das cerimónias que assinalam o 45.º aniversário das Falintil, em Díli.

Segundo o Presidente da República, o espírito vincado das Falintil deu inspiração e força ao povo maubere para alcançar o desenvolvimento e o bem-estar social.

Teki Timor, ex-guerilheiro, destacou, por sua vez, a importância das comemorações do Dia das Falintil no sentido de preservar a verdadeira história para as futuras gerações, dando-lhes a conhecer o sofrimento vivido pelos guerrilheiros.

Teki Timor reconheceu ainda a situação débil por que passam muitos dos veteranos de guerra, sugerindo ao Estado que lhes conceda mais apoio, proporcionando-lhes “uma vida digna”.

“Apesar de alguma apreensão, devemos ser pacientes porque chegará o dia em que atingiremos os objetivos”, referiu.

O ex-guerilheiro fez ainda um apelo ao Governo para que fossem garantidos os cuidados médicos aos veteranos.

O veterano apelou ainda para que população timorense reflita sobre a situação atual vivida no país, recordando que a independência de Timor-Leste não constituiu uma simples oferta, mas foi antes fruto de um longo processo de luta armada contra os invasores. Sugeriu, por isso, aos políticos que “se deixassem de egoísmo que só leva à destruição do interesse nacional”.

A cerimónia que assinalou o 45.º aniversário das Falintil, no Quartel-General das FFDTL, em Fatuhada, contou com a participação, entre outros, de altos representantes da Austrália, militares, veteranos e diplomatas.

TATOLI (tl) | Jornalista: Zezito Silva | Editora: Maria Auxliadora

Timor-Leste regista novo caso covid-19, o de cidadão que viajou do estrangeiro

Posted: 20 Aug 2020 03:26 AM PDT

Timor-Leste regista hoje um novo caso de covid-19, o 26.º desde o início da pandemia, tratando-se de um cidadão timorense que viajou para Díli num voo fretado pelo Governo timorense e que estava em quarentena.

A ministra da Saúde timorense, Odete Belo, anunciou que se trata de um jovem de 25 anos, proveniente de Bali, na Indonésia, e que entrou em Timor-Leste a 05 de agosto num voo da Citilink fretado pelas autoridades timorenses para trazer estudantes e trabalhadores de vários países.

“O cidadão estava em quarentena no [hotel] Farol. A equipa de vigilância recolheu a amostra, que testou positivo, e o cidadão passou agora para isolamento em Vera Cruz”, disse a ministra em conferência de imprensa.

Timor-Leste estava desde terça-feira livre de casos de covid-19, depois de o último doente diagnosticado, um cidadão indonésio, ter recuperado, segundo os dados oficiais do Ministério da Saúde divulgados naquele dia.

Até ao momento e desde o início da pandemia, as autoridades timorenses já realizaram 5.146 testes, tendo sido confirmados 26, dos quais 25 recuperados.

Cerca de 350 pessoas estão em quarentena em instalações ou hotéis fornecidos pelo Governo e cerca de 130 em autoconfinamento.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 781.194 mortos e infetou mais de 22,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Notícias ao Minuto | Lusa | Imagem: Lusa

Portugal | António Costa contagiado pelo quero, posso e mando?

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Portugal | António Costa contagiado pelo quero, posso e mando?

Posted: 20 Aug 2020 06:41 AM PDT

Em conformidade com o noticiado em TSF e decerto noutras publicações portuguesas, António Costa, primeiro-ministro, afirma perentóriamente que as escolas e as empresas têm de se manter em atividade apesar da pandemia covid-19 vigente.

Até é compreensível que o PM Costa quebre as suas promessas e a sua postura aparentemente democrática, mas não restam dúvidas que perante as suas declarações, em título, mais parece um ditador e não o democrata que sempre aparentou e de que veio dando provas, pelo menos algumas das boas.

Ser perentório acerca das escolas não colhe bom senso pelo simples motivo de que existem alunos (assim como trabalhadores nas empresas) bastante vulneráveis e que de todo não devem correr o risco de serem contagiados com o covid-19, sabendo-se que devido à sua vulnerabilidade podem perder a vida, podem morrer. Isso pode acontecer com alunos de todas as idades e ainda mais com aqueles que pela tenra idade estão nas escolas básicas, crianças dos 6 aos 10 anos – ou um pouco mais. Que alternativas existem e que são apontadas pelo PM naquelas suas palavras? Não se vislumbram. António Costa diz “tem de ser assim, têm de ir para a escola…” – eis os laivos ditatoriais sem respeito pelas vidas de alunos e famílias fragilizadas na saúde.

Ao que se sabe o governo não apresentou ainda uma alternativa para os alunos mais fragilizados na saúde, com sérios problemas respiratórios e outras patologias de alto risco

Para esclarecer a forma perentória que é citada na TSF (mais em baixo), quererá António Costa reformular as suas declarações e apresentar alternativas com vista a proteger essas crianças? Que pais e/ou outros familiares responsáveis pelas crianças obedecerão cegamente à decisão ministerial imposta? Porque não existem alternativas? Porque não poderão os alunos a quem eventualmente não seja aconselhável correrem o risco acrescentado de contrair o covid-19 assistir às aulas na proteção de suas casas (basta uma câmara e audio na sala de aula com o professor/habitual) até que sejam vacinados e assim possuírem defesas contra o vírus? Ou será preferível arriscarmos ficar sem filhos ou netos para “obedecer” aos “iluminados” e doutos ministros e demais “entendidos” na matéria que está a causar o caos e a mortandade pelo mundo inteiro? Pode António Costa, o governo (seja ele qual fôr), garantir que nada de mal acontecerá a essas crianças? Se disser que sim há que o considerar um grande aldrabão. Como o bom senso levará a que pense e diga que não, pois que nos informe quais são as alternativas – que provavelmente não tomaram em consideração.

Acresce que estamos a menos de um mês do inicio das aulas e que temos o dever de proteger devidamente, a todo transe, as crianças por quem somos responsáveis. Acerca disso a desobediência civil é constitucional, ou já não é? É que neste caso justifica-se – uma questão de vida ou morte.

Urge repensar melhor o que numa estocada ditatorial o primeiro-ministro declarou sem admitir que existem exceções e que cada criança, cada aluno, cada pessoa é um caso. O governo não pensou nisso? Ou estes laivos ditatoriais só existem porque a pandemia facilita que surjam nos mais variados exemplos quotidianos e até pondo vidas em risco desnecessariamente, como é o caso das crianças e adultos com particularidades de saúde mais vulneráveis?

Em democracia não pode ser assim que diz, nem é assim que se deve pensar, e muito menos assim que se executa.

Pensem melhor, com abrangência e agilidade. Com bom senso e respeito pela vida dos cidadãos. Grandes e pequenos. Deixem-se do modo salazarista “quero, posso e mando”. Portugal e os portugueses vivem de facto em ditadura ou em democracia? Será que só porque há eleições é um país democrático? Mas não no resto. Não, isso não é uma democracia como a que os portugueses merecem e querem. Assim, as eleições passam a ser uma ludibriante fachada da ditadura neoliberal alapada por quase todo o mundo.

Afinal: ditadura ou democracia?

“Não foi para isto que fizemos o 25 de Abril” – dizemos, os mais antigos que ainda restam.

MM | PG

 

Escolas terão de se manter abertas e empresas em atividade, diz Costa

O primeiro-ministro admite que o outono e o inverno serão piores e que implicarão mais preparação. “Temos de nos preparar porque não teremos a capacidade de resposta que tivemos em março, quando encerrámos as escolas.” Também as empresas terão de se manter em atividade, diz Costa, de forma a prevenir o prejuízo da destruição da riqueza nacional.

“A comunidade está mais preparada”, garante, no entanto. Apesar de vários setores estarem preparados para uma nova vaga, é necessário robustecer o SNS. avisa. Costa pronuncia-se também sobre a criação de uma nova unidade de cuidados intensivos, em Vila Nova de Gaia, e deixa a garantia de em novembro a obra estar concluída e de que haverá equipamento e material pronto por essa data.

Num conselho de ministros eletrónico, esta quinta-feira, foi acordada a aquisição de seis milhões e 900 mil vacinas entre as doses conseguidas pelo acordo celebrado por Bruxelas. “Sabemos agora que há uma luz ao fundo do túnel”, declara, otimista.

Catarina Maldonado Vasconcelos | TSF, em “direto” sobre covid-19

Portugal | OS MAIS VELHOS QUE SE “LIXEM”!

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Portugal | Bloqueio de morte

Posted: 20 Aug 2020 08:57 AM PDT

Vítor Santos | Jornal de Notícias | opinião

A pandemia não pode servir de desculpa para tudo, muito menos para travar as peças da máquina pública, transformando-se em porto de abrigo para a ineficácia dos serviços do Estado. Sejamos claros: as coisas já não funcionavam bem no pré-covid. E, sim, é fundamental manter níveis aceitáveis de normalidade, apesar de tantos constrangimentos provocados por uma conjuntura excecional.

Todos os passos que possam ser dados no sentido de proporcionar a retoma das atividades que dinamizam a economia e os serviços prestados à população são bem-vindos, sendo que os cidadãos têm toda a legitimidade para exigir condições e diretrizes que permitam olhar o futuro com alguma confiança. Isto aplica-se a todas os setores. É um direito.

Comparar atividades, pelo contrário, é entrar por terrenos movediços, porque todas têm especificidades. Nesta altura, o futebol não pode ter adeptos nas bancadas, enquanto os promotores dos concertos obtiveram autorização para os realizar, seguindo regras emanadas pelo Estado. Os agentes do desporto têm, em conjunto, de tomar uma posição forte no sentido de explicar a técnicos da Direção-Geral da Saúde e a governantes que 10 mil pessoas em estádios com capacidade para 50 ou 60 mil nunca serão um problema, desde que sejam seguidos os cuidados básicos a que nos vamos habituando. Esta exigência deve ser feita por clubes, federações e ligas, mas sem olhar para o que está autorizado ou não. Pela razão e pela lógica, nunca pela cobiça.

Mas há exigências ainda mais importantes, e essas dizem respeito a todos. Como não ficar alarmado com o facto de o Estado estar atrasado nas inspeções aos lares de idosos em plena pandemia de covid-19? Sabendo-se, ainda antes do primeiro caso detetado em Portugal, que o vírus é letal sobretudo para os mais velhos, este bloqueio da máquina pública é inadmissível.

*Editor-executivo

Portugal | OS MAIS VELHOS QUE SE “LIXEM”!

Posted: 20 Aug 2020 08:45 AM PDT

Governo ainda só vigiou 20% dos lares: foram 500 visitas para 2500 residências

Despacho conjunto dos ministérios da Segurança Social e Saúde data do final de junho, mas nesse período a maioria das visitas não foram feitas, escreve o “Jornal de Notícias”. CNIS pede mais articulação

um mês e meio, as equipas multidisciplinares criadas pelo governo realizaram cerca de 500 visitas a lares para monitorizar o cumprimento das medidas preventivas da covid-19, escreve esta quinta-feira o “Jornal de Notícias”. Ou seja, a vigilância mensal que foi definida por lei no final de junho só chegou a 20% das residências, apesar do despacho em questão, assinado pela ministra da Saúde e pela ministra do Trabalho, ter o objetivo de “antecipar problemas e identificar não conformidades”, conforme lembrou Marta Temido na conferência de imprensa desta quarta-feira.

A ministra da Saúde adiantou que até ao final do mês está prevista a realização de mais mil visitas. “Saúde e Segurança Social têm uma parede ao meio, intransponível. É preciso uma maior articulação”, disse ao JN Lino Maia, presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), que gere 863 lares em Portugal.

Até agora morreram 688 pessoas em lares de idosos devido à covid-19 – 39% da totalidade dos óbitos. Há atualmente 563 residentes e 225 profissionais destas estruturas infetados.

Expresso

QUE PAIS ESTE? EDUARDO LOURENÇO VS CRISTINA QQ COISA

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POSTAL DO DIA

Eduardo Lourenço e Cristina Ferreira

1.
Na semana passada, num hospital de Lisboa, Eduardo Lourenço estava sentado, sozinho, à espera de ser chamado para uma qualquer consulta.

Não o quis incomodar.
Sobretudo não quis que me visse ou se sentisse obrigado a dizer-me o que estava ali a fazer.
Se estava bem.
Mais todas as perguntas que nos sentimos obrigados a fazer.

Duas funcionárias, a dois metros de mim, comentam uma com a outra acerca do simpático velhote que espera.

“A cara dele não me é estranha”
“Nem a mim, acho que escreve livros”
“Sim, talvez seja isso ou então é um ex-ministro ou banqueiro”
“Não, acho que escreve livros de política… “

2.
Aquelas duas mulheres conheciam-no.
Já o tinham visto, só não sabiam de onde.

Meti conversa.

“Não pude deixar de ouvir e posso ajudar-vos. Aquele velhote chama-se Eduardo Lourenço e é o principal pensador português. A pessoa que mais nos ensinou a pensar sobre o que é Portugal, sobre os portugueses”.
“Ah, muito obrigado. Então é importante!”

E eu respondi que sim, era muito importante.

“É um homem que tem toda a sabedoria do mundo. É como se tivesse todos os livros do mundo dentro de si”.

Isto não lhes disse a elas, digo-te a ti.

3.
Conto a história de Eduardo Lourenço para lhe falar das “estrelas” que todo o país conhece. Das “estrelas” que todos os dias entram em casa dos portugueses para lhes ensinar sobre a vida e sobre tudo o que realmente importa saber.

E muitas têm sido as notícias nos últimos dias – o que tem certamente aumentado audiências.

O país ouviu…

Da indemnização que Pinto Balsemão está a pedir pela fuga de Cristina Ferreira para a TVI.

De Cristina Ferreira que, ao regressar à “sua” estação, encostou um apresentador que a traíra umas semanas antes.

De Cláudio Ramos que se deixou fotografar de fato de banho/cueca com ar combalido e infeliz.

Do ex-namorado (ou será atual?) de Cláudio Ramos que comenta sobre o que está a acontecer ao seu ex/atual parceiro

De Manuel Luís Goucha que comenta sobre tudo. Do cão de Goucha que mergulha na piscina.

Das passadeiras vermelhas desta vida e das outras.

Do chefe Stanisic que fugiu da TVI para a SIC (ou terá sido o contrário?).

Da Jessica Athayde que está, dia sim, dia não, no feed de notícias do meu telemóvel (conheci-a aí). E fiquei a conhecê-la muito bem…

Comeu a placenta do bebé
Emagreceu
Engordou
Não gosta daquela ou daquele
Gosta daquele ou daquela
Vestiu o filho de cor-de-rosa o que indignou os seguidores.

4.
Foi por tudo isto, por esta guerra entre televisões, que me lembrei daquele simpático velhote…

Eduardo

O mais brilhante pensador português.

Que sentado num hospital não foi reconhecido pelo que é.

“Acho que escreve livros”
“Acho que é um político”

E por quem ninguém é capaz de fazer uma guerra pequenina que seja.

5.
Amanhã não me esquecerei de lhe telefonar.

Não me esquecerei de lhe dizer o quanto o admiro.
O quanto lhe devo.
O quanto me é importante.

O quanto me faz pena que mais pessoas não possam conhecê-lo, ouvi-lo e serem maiores.

O quanto ganhariam em não ficar presas às respostas que a televisão lhes oferece, mais às estrelas que apenas vivem na superfície dos dias.

O quanto ganhariam se na sua vida as perguntas fossem o que as determina e faz voar, mais do que as respostas que apenas as condena a ser terra.

As perguntas que alimentaram a sede de Eduardo Lourenço, o sábio sentado à espera de ser chamado por um altifalante. Ou de ser ouvido numa qualquer sala de triagem onde alguém lhe perguntará…

Nome?
Profissão?

Antes de lhe dizer com a gélida respeitabilidade da indiferença: importa-se de aguardar que o chamem?

LO

A interminável viagem de Magalhães com novidades nas Filipinas onde foi morto – DN

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Numa época em que se contesta a memória histórica da expansão europeia, assinala-se o quinto centenário da viagem de circum-navegação que o português Fernão de Magalhães comandou ao serviço do rei de Espanha. Mas muito há ainda por descobrir sobre essa longa expedição, como recentemente mostrou o historiador filipino Michael Angelo Doblado.

Source: A interminável viagem de Magalhães com novidades nas Filipinas onde foi morto – DN