Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

Homem morreu no Seixal depois de quase três horas à espera do INEM

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Um homem morreu na terça-feira no Seixal depois de quase três horas à espera de socorro do INEM, confirmou o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, admitindo que o novo sistema de triagem possa ter influenciado o desfecho.

Source: Homem morreu no Seixal depois de quase três horas à espera do INEM

Governo dos Açores avança com anteproposta para alterar subsídio de mobilidade

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

Source: Açoriano Oriental

como o estado maltrata o património

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A nossa Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, está em estado degradante, precisa urgentemente de manutenção, a humidade avança a “olhos vistos”, ali está depositada toda a nossa História, toda a nossa Identidade!
A humidade cria as condições para o surgimento de fungos que são um dos principais inimigos da boa conservação dos livros ali depositados.
É urgente a manutenção de tão nobre lugar!!!
Chrys Chrystello

Isto faz-me lembrar MaCAU quando lá vivi entre 76 e 1982, os edifícios do Estado degradados, foi preciso a China tomar conta daquilo para serem renovados e mantidos… Aqui não sei qual será a solução, energumenos…
Gualter Correia

O projecto de recuperação e consolidação estrutural, beneficiação e organização dos espaços com base num programa funcional especifico para biblioteca e arquivo, foi de autoria do Prof. Arquitecto José Lamas, nos finais dos anos oitenta. A obra foi adjudicada à Engil, após concurso internacional, nos inícios dos anos noventa. Para os históricos edifícios, houve boas decisões públicas e adequado esforço orçamental.
A imagem acima ilustra ausência de programas de manutenção e conservação corrente e periódica, a traduzir má gestão pública.

Luís Miguel Rodrigues Martins

Concordo em absoluto com o teor deste post, é escandaloso! Outro dia era o elevador que não funcionava, está tudo muito degradado! E o custo da tutela estar na Terceira. Alguém duvida?
Tomás Quental

Há relativamente pouco tempo publiquei um artigo no Diário dos Açores sobre o mau estado de conservação do edifício ou edifícios da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada. Isto é mais do que uma vergonha: é um escândalo!

restaurantes a fechar, o mercado a atuar

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Vários restaurantes de luxo portugueses, muitos deles assinados por chefs amplamente conhecidos, mal conseguem hoje pagar as despesas. A notícia repete-se nos órgãos de comunicação social.
Fui duas vezes a um restaurante de luxo. Em ambas, convidada. Nunca pagaria cem euros por pessoa por um chamado “menu de degustação”. Desde logo porque, se quisesse degustar, iria a uma prova. Quando quero comer, como. Não preciso de sair à procura de migalhas existenciais no prato nem de interpretar espuma do bacalhau como se fosse literatura.
Não me seduz a ideia de pagar oitenta euros por vinte gramas de carne acompanhadas por duas ervilhas melancólicas e uma colher de qualquer coisa que se apresenta como conceito. Gosto de sair da mesa com a sensação de que o Olimpo pode, de facto, morar num bom refogado. E isso, curiosamente, não costuma vir em pratos minimalistas, apesar de ser fervorosa minimalista em várias áreas.
Tenho apreço pelo dinheiro e nenhuma obrigação de o gastar onde não me reconheço. Não faz parte das minhas prioridades pagar para ser desafiada intelectualmente por um bife montado num ovo cozido em baba de dromedário do Alaska.
Convidem-me para uma tasca honesta, de comida simples, bem executada, com produtos regionais e identidade. Aí vou, com gosto.
Há ainda um dado que parece escapar a muitos destes espaços: o cliente internacional, que arrisco dizer representar hoje cerca de oitenta por cento da clientela, já não vem a Portugal à procura de versões sofisticadas de nada. Vem à procura do Portugal profundo. Quer as tabernas, os restaurantes de avó, os sítios onde se come como se sempre comeu.
E esses restaurantes, caros senhores, estão cheios. Conheço vários.
O novo cliente está a mudar. O chamado cliente de luxo começa a perceber que é no Bogota, em Amadora, que se come uma bifana bem temperada, com um belo croquete ao lado, e que se sai de lá satisfeito, de barriga e de espírito. Sai a conhecer o que é típico, feito à mão, sem discurso, sem pretensão e sem guardanapo dobrado em forma de cisne.
Talvez seja altura de rever o que o turista quer, em vez de insistir no que se acha que ele devia querer. Tudo indica que esse turista vai começar a apreciar as couves com feijão no Casaca em Mato de Miranda ou a açorda do diabo do Restaurante Cu da Mula na Golegã, sem necessidade de tradução simultânea.
Não fico satisfeita com o fecho de restaurantes de luxo, claro que não. Nenhum fecho é boa notícia, mas é preciso perceber que o cliente começa a querer pagar pelo que é genuíno e não pelo que tenta convencer que o é.

nova obra SUSANA ANTUNES

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  • Sentient Books: AI's Impact on Creation (Universalia)

Livros Sentient: O Impacto da IA na Criação (Universalia) Brochura – 27 de dezembro de 2025

por Sandra Sousa (autora), Susana L. M. Antunes (autora)

Parte de: Universalia (3 livros)

Sentient Books: AI’s Impact on Creation Editado por Sandra Sousa (Universidade da Flórida Central) e Susana L. M. Antunes (Universidade de Wisconsin-Milwaukee)

À beira de uma metamorfose tecnológica que rivaliza com a revolução de Gutenberg, Livros Sensíveis: O Impacto da IA na Criação surge como a bússola académica definitiva para navegar pela encruzilhada existencial mais profunda da humanidade. À medida que algoritmos compõem sinfonias e chatbots criam romances, o que acontece com a criatividade humana, a autoria e a alma da expressão artística? Esta coleção inovadora, magistralmente curada pelas professoras Sousa e Antunes, reúne vozes internacionais da literatura, teatro, linguística, direito e humanidades digitais para iluminar o impacto transformador — e potencialmente apocalíptico — da IA nos esforços criativos.

A relevância científica do volume transcende a especulação teórica, oferecendo investigações empíricas sobre a natureza paradoxal da IA como colaboradora e ameaça. Os colaboradores dissecam a poesia gerada por máquinas que imita a aleatoriedade dadaísta enquanto se disfarça de expressão humana, expõem crises pedagógicas à medida que os alunos renunciam às vozes autênticas em favor da facilidade algorítmica e investigam se a encarnação teatral sobrevive quando os artistas partilham o palco com co-criadores digitais.

Através de uma análise rigorosa que abrange várias literaturas e línguas, a coleção revela como a IA democratiza simultaneamente a expressão criativa e ameaça homogeneizar a diversidade linguística. O que distingue Sentient Books como um trabalho académico indispensável é a sua análise implacável do ataque da IA aos valores académicos.

Os colaboradores expõem a natureza enganosa da criatividade da IA por meio de recombinações infinitas, desafiando nossa compreensão de originalidade, plágio e propriedade intelectual. Por meio de experimentos em sala de aula que revelam a arbitrariedade semântica reveladora e a perfeição sem alma da IA, o volume demonstra como os alunos abandonam cada vez mais a composição autêntica. Essa perspectiva dupla posiciona o livro como essencial para educadores que lidam com a IA como ferramenta pedagógica ou ameaça existencial.

O âmbito interdisciplinar abrange metodologias de criação crítica, pedagogia convidativa e análise gramatológica, fornecendo estratégias práticas para integrar a IA, preservando a agência humana. Os colaboradores exploram como a criação baseada no julgamento pode substituir a arte baseada na habilidade, investigam as implicações dos direitos autorais em contextos internacionais e examinam o papel da IA na preservação e potencial extinção de línguas ameaçadas. Estudos de caso que vão desde teatro colaborativo com IA até plataformas educacionais multilíngues oferecem estruturas concretas para navegar por essa singularidade tecnológica.

Para os académicos que enfrentam o admirável mundo novo da inteligência artificial — divididos entre o fascínio e a apreensão —, esta coleção fornece vocabulário essencial para articular o que permanece irredutivelmente humano. Os algoritmos podem compreender a arquitetura da metáfora, a lâmina sutil da ironia ou a centelha inefável que transforma palavras em arte? Como revelam as perspetivas históricas, desde as advertências de Platão sobre a escrita até à nossa atual revolução digital, cada mudança tecnológica exige uma reconsideração da própria humanidade.

Sentient Books é tanto uma conquista académica quanto um manifesto urgente, garantindo que, ao testemunharmos o potencial surgimento de uma humanidade tecnologicamente aumentada, preservemos, em vez de renunciarmos, ao calor, à vulnerabilidade e à descoberta fortuita que definem a autêntica criação humana. Esta obra seminal garante que o progresso tecnológico amplifique, em vez de aniquilar, a nossa humanidade, tornando-a indispensável para qualquer pessoa interessada no futuro da expressão criativa.

 

 

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  • Sentient Books: AI's Impact on Creation (Universalia)

Sentient Books: AI’s Impact on Creation (Universalia) Paperback – December 27, 2025

Sentient Books: AI's Impact on Creation (Universalia)
Sentient Books: AI’s Impact on Creation Edited by Sandra Sousa (University of Central Florida) and Susana L. M. Antunes (University of Wisconsin-Milwaukee)
At the precipice of a technological metamorphosis rivaling Gutenberg’s revolution, Sentient Books: AI’s Impact on Creation emerges as the definitive scholarly compass for navigating humanity’s most profound existential crossroads. As algorithms compose symphonies and chatbots craft novels, what becomes of human creativity, authorship, and the soul of artistic expression? This groundbreaking collection, masterfully curated by Professors Sousa and Antunes, assembles international voices from literature, theatre, linguistics, law, and digital humanities to illuminate AI’s transformative—and potentially apocalyptic—impact on creative endeavor.
The volume’s scientific relevance transcends theoretical speculation, offering empirical investigations into AI’s paradoxical nature as both collaborator and threat. Contributors dissect machine-generated poetry that mimics Dadaist randomness while masquerading as human expression, expose pedagogical crises as students surrender authentic voices to algorithmic ease, and probe whether theatrical embodiment survives when performers share stages with digital co-creators. Through rigorous analysis spanning multiple literatures and languages, the collection reveals how AI simultaneously democratizes creative expression while threatening to homogenize linguistic diversity.
What distinguishes Sentient Books as indispensable scholarship is its unflinching examination of AI’s assault on academic values. Contributors expose the deceptive nature of AI creativity through infinite recombination, challenging our understanding of originality, plagiarism, and intellectual property. Through classroom experiments revealing AI’s telltale semantic arbitrariness and soulless perfection, the volume demonstrates how students increasingly abandon authentic composition. This dual perspective positions the book as essential for educators grappling with AI as either pedagogical tool or existential threat.
The interdisciplinary scope encompasses critical making methodologies, invitational pedagogy, and grammatological analysis, providing practical strategies for integrating AI while preserving human agency. Contributors explore how judgment-based creation might replace skill-based artistry, investigate copyright implications across international contexts, and examine AI’s role in both preserving and potentially extinguishing endangered languages. Case studies ranging from AI-collaborative theatre to multilingual educational platforms offer concrete frameworks for navigating this technological singularity.
For academics confronting artificial intelligence’s brave new world—torn between fascination and trepidation—this collection provides essential vocabulary for articulating what remains irreducibly human. Can algorithms comprehend metaphor’s architecture, irony’s subtle blade, or the ineffable spark transforming words into art? As historical perspectives reveal, from Plato’s warnings about writing to our current digital revolution, each technological shift demands reconsideration of humanity itself.
Sentient Books stands as both scholarly achievement and urgent manifesto, ensuring that as we witness the potential emergence of technologically augmented humanity, we preserve rather than surrender the warmth, vulnerability, and serendipitous discovery defining authentic human creation. This seminal work guarantees that technological progress amplifies rather than annihilates our humanity, making it indispensable for anyone invested in the future of creative expression.

quando começa a 3ª grande guerra? já começou?

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Os EUA ficaram com a Venezuela
Também querem a Gronelândia
Também querem o Canadá
Se isso acontecer, será a maior nação da Terra, ainda maior do que a Rússia
A China quer Taiwan
Também quer partes da Índia, Filipinas e Singapura
A Rússia quer a Ucrânia
Enquanto as crises no Irão e no Iraque nunca terminam
A Tailândia quer se estabelecer com o Camboja
O Paquistão e Bangladesh são as nações mais radicalizadas, fornecendo terroristas para todo o mundo
O Afeganistão nunca é um país estável
O Sri Lanka e o Nepal estão em plena turbulência
A Coreia do Norte quer invadir a Coreia do Sul
O Golfo está em completa desordem
Toda a Europa está em crise financeira e de imigração ilegal
As Nações Unidas são uma piada
Agora, não é uma questão de «Se a Terceira Guerra Mundial vai acontecer ou não»?
É apenas uma questão de «Quando»?

May be an image of map and text that says "Now it's not a question of 'Whether World War 3 will happen or not'? It's just a question 'When'?"

Novas tabelas do IRS publicadas garantem isenção mensal até 920 euros

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As novas tabelas de retenção na fonte do IRS que se vão aplicar aos salários e pensões de 2026 foram publicadas hoje no Portal das Finanças, refletindo a descida do IRS e garantindo isenção de tributação até aos 920 euros.

Source: Novas tabelas do IRS publicadas garantem isenção mensal até 920 euros

António Bulcão Carta a Donald Trump

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Carta a Donald Trump
Caro Donald: escrevo-lhe esta cartinha porque há muita gente aqui na Terceira com medo de que o senhor também nos queira anexar. Quer dizer, há também muita gente que gostaria disso, até já rezaram para o seu país ter mais guerras, para haver muitos americanos na Base, imensas casas arrendadas acima de mil euros e dinamização comercial da Praia. Mas eu sou dos que não gostariam de ser americano, pelo que lhe peço pelas almas: tire isso do juízo e deixe-nos em paz.
O receio será justificado, e o senhor é que deu pau para as colheres, com aquilo da Faixa de Gaza poder ser Riviera (temos uma praia com esse nome), por querer ficar com a Gronelândia e isto agora do petróleo da Venezuela. Acho até que, no seu primeiro mandato, falou na possibilidade de ficar com a ilha de Jasus, por razões geoestratégicas.
Daí estas curtas linhas, que são para lhe fazer um convite: antes de tomar decisões drásticas, venha passar uns tempos à ilha. Vai ver que não vale a pena tomar este calhau de assalto. Aqui vive gente doida, Donald (creizi pipol, em inglês).
Começa logo no Natal, com um ritual bárbaro, que dá pelo nome de “o menino mija” (de lital bói pisses). Quando cheguei aqui também fiquei confuso, toda a gente me dizia que o seu menino mijava, e eu a perguntar-me “ok, e o que tenho eu a ver com isso?” (what the fuck?), é natural que mijem os meninos, faz parte da natureza para não reterem líquidos e darem cabo da bexiga e dos rins. Só com o tempo me apercebi de que querem é pretextos para se encharcarem com aguardentes e licores em casa uns dos outros.
A seguir vem o Carnaval. Aí é que os nativos perdem completamente a cabeça. Uns a tocar, outros a representar, correm a ilha toda e ai povaredo nas sociedades para rir com bailinhos, chorar com danças, abarrotados com vinho de cheiro e filhoses, ai Donald, nem imagina a quantidade de homens que adoram vestir-se de mulheres, ia ser um perigo para os seus marines.
Depois vêm os bodos, os bezerros enfeitados com boninas amarelas e mais comezaina maluca pelas freguesias todas, com mordomos e tudo, muito prezados. E as touradas (bullfaites), os bichos dentro de gaiolas, depois a correr amarrados com cordas, gajos com guarda-chuvas a fintá-los, um ou outro turista a ir pelo ar e o povo a encher ruas, a não deixar passar carros, sempre com uma bujeca na mão?
E o que esta gente come, senhor Donald? Atiram-se por essas pedras à beira-mar, armados de fachos e martelos, e apanham caranguejos fidalgos (gentleman crab), mais cracas (creiques), que são animais que vivem em buracos e, depois de cozidos, são extraídos com pregos e engolidos junto com água do mar, já viu coisa mais medieval?
Espetam facas em porcos e, mal acaba a guincharia da pobre vítima, comem-no todo, das orelhas ao rabo, passando pelas tripas e pelo sangue, chamando-lhes morcela e linguiça, nada de fast food por aqui…
Se o senhor decidir anexar a ilha também vai anexar estes selvagens. E os americanos que para cá vierem, das duas uma: ou não aguentam e vão querer voltar para os States no primeiro avião que pousar nas Lajes; ou gostam tanto que nunca mais querem sair daqui para fora, vão espalhar palavra pelos 50 estados de V. Exa, que rapidamente ficarão despovoados e a gente não tem terra para albergar tanto milhão.
Venha ver com os seus olhos, senhor Donald. E traga a Melania. Acho que ela vai adorar isto. E se for mútuo, se esta gente engraçar com a sua mulher, podemos nomeá-la embaixadora da ilha Terceira, juntamente com a Sofia Ribeiro. Que dupla, senhor Donald, que dupla fantástica.
(publicada hoje no Diário Insular)
 

Joana Félix

Fez-me recordar o “Papalagui”. Outro que também já não está nas minha estantes e dos que comprei era novinha

Judite Parreira é a nova Diretora Regional da Cultura | RTP Açores

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… da Cultura.

Source: Judite Parreira é a nova Diretora Regional da Cultura | RTP Açores