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Jornalista tentou confortar Isabel Costa, presidente em São Simão de Litém, Pombal. Uma conversa emocionante.
Source: Presidente de Junta começa a chorar em directo. “É assustador”
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Maria da Graça Carvalho demonstra que sabe do que fala, tem sido esclarecedora, boa comunicadora e… humanista.
Source: De repente, um membro do Governo é muito elogiado: a ministra do Ambiente. “Dêem-lhe o comando”
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Ando nestes dias profundamente repugnado, enojado e descrente na raça humana, lendo alguns detalhes dos ficheiros Epstein sobre pedofilia, canibalismo e morte, e só me pergunto de que estará à espera o FBI para prender aquela gente toda, incluindo o presidente, ex-presidentes, bilionários, políticos, realeza e os outros. Descreio da reca humana. Primitivismo destes, com abuso de poder, a uma potência desconhecida. (apz ).
E tudo isso tinha sido contado num filme de 1999, o último de Stanley Kubrick: De Olhos Bem Fechados. O cineasta, veio a falecer dias depois de apresentar o primeiro corte da obra. Na trama, acompanhamos uma mistura de suspense e erotismo que narra a história de Bill Harford (Tom Cruise), um homem casado com a curadora de arte, Alice (Nicole Kidman). Ambos vivem o casamento perfeito até que, após uma festa, ela confessa que sentiu atração por um homem do passado. A revelação desnorteia Bill, que sai pelas ruas de Nova Iorque, assombrado pela imagem da esposa nos braços de outro homem. Entre idas e vindas pela cidade, ele descobre um grupo sexual secreto e comparece a um dos encontros, percebendo que se meteu em algo mais suspeito do que deveria. Muitos acreditam que Kubrick foi morto em disputa com o estúdio sobre o controle da versão final do filme dele sobre chantagem de pedófilos da elite (especificamente, a insistência dele em deixar sem edição uma sequência que se passava em uma mansão da família Rothschild mostrando uma orgia que diziam envolver crianças). Kubrick foi assassinado.
Jeffrey Epstein não era apenas um predador solitário; era uma engrenagem da máquina da inteligência, operando para interesses como os da Mossad, para transformar a depravação em pura chantagem. Se lemos esses nomes hoje, é porque o sistema já neutralizou o risco. A elite não desclassifica o que pode destruí-la; ela revela o que já pode controlar. É transparência coreografada: os ficheiros são-nos atirados para olharmos para o chão, enquanto lá em cima, os arquitetos do sistema brindam à sua própria impunidade.
Ao mostrar-lhe a verdade em série tipo Netflix, com dose dupla e sem uma única prisão, eles treinam-no para a resignação. A mensagem subliminar é: «Aqui está a verdade, tu sabes, mas não podes fazer nada contra nós.» Eles querem que aceites que existem dois mundos: um de regras para ti e outro de impunidade absoluta para eles. Quando deixas de acreditar que a verdade faz alguma diferença, eles ganham completamente.
O desafio hoje não é memorizar uma lista, é não deixar que a nossa capacidade de indignação nos mate. Não aceitar o horror só porque é entregue com carimbos oficiais. A verdadeira resistência não é esperar por uma sentença que não virá, mas recusar-se a cair na intriga que apresentam como uma novela. Se a verdade só vem à tona quando já não pode queimar ninguém, está informado ou apenas entretido com o poder que sobrou?
O que está a acontecer agora não parece ser a verdade finalmente libertada. Parece mais a verdade sendo tratada com luvas de pelica. A revelação está a sair aos poucos… cuidadosamente cronometrada, redigida, enquadrada. Não porque as pessoas sejam incapazes, mas porque a verdade real não informa apenas. Ela desestabiliza. Quebra a confiança. Obriga as pessoas a olharem para trás e verem o quanto acreditaram, defenderam, repetiram e construíram as suas vidas em torno de coisas que não eram reais. E esse tipo de perceção não fica abstrato. Afeta o corpo. Afeta famílias, empregos, identidades e sistemas inteiros. As pessoas deixam de concordar, de participar. Então, em vez de um acerto de contas honesto, temos apenas a verdade suficiente para nos acostumarmos, nunca o suficiente para derrubar a estrutura de uma só vez.
Há outra camada que a maioria das pessoas não quer admitir. Mesmo que dissesse a verdade completa a muitas pessoas, não seriam capazes de ouvi-la. Décadas de condicionamento, medo, apego à identidade e repetição criam filtros tão densos que a verdade simplesmente ricocheteia. Parece ameaçadora. Impossível. Parece um ataque. O sistema nervoso desliga-se antes mesmo que a mente possa se envolver. É por isso que a revelação tem de avançar por etapas. Não para enganar, mas para penetrar. Para quebrar a casca lentamente, em vez de destruí-la. Para permitir que as pessoas cheguem à verdade por si próprias, peça por peça, de modo que o seu sistema consiga sobreviver. É por isso que as histórias parecem incompletas.
É por isso que as admissões parecem insatisfatórias; parece que falta sempre algo. Não é um acidente. É um lento desmantelamento da crença. E é exaustivo. Este momento é sobre perceber quando algo não faz sentido. Confiar no sinal interior silencioso que diz: «há mais aqui».
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O podcast “Ao trabalho!” traz-lhe as notícias que estão a marcar o mercado de trabalho, dos salários às novas tendências, todas as quintas-feiras.
Source: Salário mínimo português ultrapassado por mais um país da UE. Ouça o podcast “Ao trabalho!”
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Detailed info, map, data, reports, updates about this earthquake: Weak mag. 2.6 earthquake – North Atlantic Ocean, 66 km northwest of Ponta Delgada, Azores, Portugal, on Wednesday, Feb 4, 2026, at 06:12 pm (GMT -1) –
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Se há coisa que o Governo mostra, é uma total insensibilidade.
Source: Chumbo em toda a linha – Nota Editorial – Correio da Manhã