AÇORES, NOVAS REGRAS À CHEGADA:

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NOVAS REGRAS À CHEGADA:
APENAS DOIS TESTES E SEM NECESSIDADE DE AGUARDAR EM HOTEL INDICADO

“A monitorização permanente feita à evolução da pandemia de COVID-19 nos Açores permite concluir pela eficácia dos procedimentos aprovados pelo Governo dos Açores na contenção da disseminação do vírus SARS-COV-2 na Região, bem como pela adesão comprometimento e responsabilidade dos Açorianos às medidas implementadas.

Assim, à data de hoje, a Região não só não tem qualquer registo de casos positivos ativos, como todas as cadeias de transmissão que existiram nos Açores estão extintas.

Tendo sempre presente a probabilidade de surgimento de novos casos de COVID-19, o Conselho do Governo dos Açores, seguindo a estratégia de desconfinamento social e económico que tem vindo a ser definida e implementada, entende que estão reunidas as condições para proceder a algumas alterações nas medidas e procedimentos que estão em vigor, em duas vertentes:

1. Na parte relativa aos procedimentos a seguir quanto aos passageiros que cheguem à Região provenientes do exterior, mais concretamente, de zonas consideradas pela Organização Mundial de Saúde como zonas de transmissão comunitária ativa ou com cadeias de transmissão ativas de vírus SARS-CoV-2.

2. Na parte relativa às condições de mobilidade aérea entre a Região e o exterior, através do Grupo SATA, bem como a atracagem de cruzeiros e iates nos portos e marinas da Região.

No que se refere à primeira vertente, de seguida, passo a dar-vos conta, sumariamente, dos procedimentos que se mantêm e dos procedimentos que são alterados:

· Mantém-se a exigência de teste RT-PCR realizado nas 72 horas prévias ao embarque para os Açores ou, em alternativa, a realização do mesmo tipo de teste à chegada aos aeroportos da Região, com a recolha de amostras biológicas para esse fim, no momento desembarque;

· No caso de teste realizado à chegada aos aeroportos da Região, o passageiro passa a aguardar o resultado do mesmo em isolamento profilático, na sua residência ou no local onde estiver alojado, e não em hotel designado para o efeito.

O tempo que medeia entre o momento de recolha de amostras e a obtenção do resultado do teste é, no caso das ilhas de S. Miguel e Terceira, de cerca de 12 horas, uma vez que existem laboratórios que fazem esse teste nestas duas ilhas.

Nas ilhas que não têm laboratórios para a realização de testes PCR ao vírus SARS-CoV-2, esse tempo pode ser superior, uma vez que há a necessidade de fazer deslocar as amostras biológicas para a ilha do laboratório e aí realizar o respetivo teste laboratorial.

· Na sequência da possibilidade de aguardar o resultado do teste na sua residência ou no local onde o passageiro estiver alojado, deixa de haver a possibilidade de realização de quarentena voluntária em hotel designado para o efeito.

· Quer no caso da existência de teste prévio, quer no caso de realização de teste à chegada ao aeroporto de desembarque, e caso a estadia do passageiro nos Açores se prolongue por sete ou mais dias, passa a ser exigido apenas mais um teste, a realizar na sequência de contacto que o passageiro continua a ter a obrigação de realizar com a autoridade de saúde do concelho onde reside ou está alojado, no 6.º dia a contar da realização do primeiro teste atrás referido.

Ou seja, deixa de ser necessário realizar o teste ao 13.º dia.

Dito de outra forma, em vez de ser necessária a realização de três testes, passa a ser necessária a realização de dois.”

TEXTO COMPLETO: http://www.azores.gov.pt/…/…/Junho/Apresentação+das+nova.htm

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Marcelo M. Sousa

NOVAS REGRAS À CHEGADA:
APENAS DOIS TESTES E SEM NECESSIDADE DE AGUARDAR EM HOTEL INDICADO

“A monitorização permanente feita à evolução da pandemia de COVID-19 nos Açores permite concluir pela eficácia dos procedimentos aprovados pelo Governo dos Açores na contenção da disseminação do vírus SARS-COV-2 na Região, bem como pela adesão comprometimento e responsabilidade dos Açorianos às medidas implementadas.

Assim, à data de hoje, a Região não só não tem qualquer registo de casos positivos ativos, como todas as cadeias de transmissão que existiram nos Açores estão extintas.

Tendo sempre presente a probabilidade de surgimento de novos casos de COVID-19, o Conselho do Governo dos Açores, seguindo a estratégia de desconfinamento social e económico que tem vindo a ser definida e implementada, entende que estão reunidas as condições para proceder a algumas alterações nas medidas e procedimentos que estão em vigor, em duas vertentes:

1. Na parte relativa aos procedimentos a seguir quanto aos passageiros que cheguem à Região provenientes do exterior, mais concretamente, de zonas consideradas pela Organização Mundial de Saúde como zonas de transmissão comunitária ativa ou com cadeias de transmissão ativas de vírus SARS-CoV-2.

2. Na parte relativa às condições de mobilidade aérea entre a Região e o exterior, através do Grupo SATA, bem como a atracagem de cruzeiros e iates nos portos e marinas da Região.

No que se refere à primeira vertente, de seguida, passo a dar-vos conta, sumariamente, dos procedimentos que se mantêm e dos procedimentos que são alterados:

· Mantém-se a exigência de teste RT-PCR realizado nas 72 horas prévias ao embarque para os Açores ou, em alternativa, a realização do mesmo tipo de teste à chegada aos aeroportos da Região, com a recolha de amostras biológicas para esse fim, no momento desembarque;

· No caso de teste realizado à chegada aos aeroportos da Região, o passageiro passa a aguardar o resultado do mesmo em isolamento profilático, na sua residência ou no local onde estiver alojado, e não em hotel designado para o efeito.

O tempo que medeia entre o momento de recolha de amostras e a obtenção do resultado do teste é, no caso das ilhas de S. Miguel e Terceira, de cerca de 12 horas, uma vez que existem laboratórios que fazem esse teste nestas duas ilhas.

Nas ilhas que não têm laboratórios para a realização de testes PCR ao vírus SARS-CoV-2, esse tempo pode ser superior, uma vez que há a necessidade de fazer deslocar as amostras biológicas para a ilha do laboratório e aí realizar o respetivo teste laboratorial.

· Na sequência da possibilidade de aguardar o resultado do teste na sua residência ou no local onde o passageiro estiver alojado, deixa de haver a possibilidade de realização de quarentena voluntária em hotel designado para o efeito.

· Quer no caso da existência de teste prévio, quer no caso de realização de teste à chegada ao aeroporto de desembarque, e caso a estadia do passageiro nos Açores se prolongue por sete ou mais dias, passa a ser exigido apenas mais um teste, a realizar na sequência de contacto que o passageiro continua a ter a obrigação de realizar com a autoridade de saúde do concelho onde reside ou está alojado, no 6.º dia a contar da realização do primeiro teste atrás referido.

Ou seja, deixa de ser necessário realizar o teste ao 13.º dia.

Dito de outra forma, em vez de ser necessária a realização de três testes, passa a ser necessária a realização de dois.”

TEXTO COMPLETO: http://www.azores.gov.pt/…/…/Junho/Apresentação+das+nova.htm