Associar nome da SATA à promoção dos Açores prejudica Região – Açoriano Oriental

O anúncio, esta semana, de que os aviões da Azores Airlines serão “cartão-de-visita da Região” motiva crítica dos empresários

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A ILHA TERCEIRA POR RAFAEL MARQUES

-2:08

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ByAçores

O Rafael Marques visitou a Ilha Terceira no final de Maio e reuniu, neste fantástico vídeo, imagens da sua aventura a explorar a ilha

“Açores nunca desiludem!” disse-nos o Rafael Veja o vídeo e explore também a Ilha Terceira: www.byacores.com/terceira

táxis, Uber etc (6) DUNAS – HARMONIAS

Source: (6) DUNAS – HARMONIAS

 

“Atendendo às alterações introduzidas pela Assembleia da República, tomando em atenção nalguma medida, embora limitada, os reparos feitos em 29 de abril de 2018, o Presidente da República promulgou o Decreto da Assembleia da República nº 226/XIII, relativo ao regime jurídico da atividade de transporte individual e remunerado de passageiros em veículos descaracterizados a partir de plataforma eletrónica”, lê-se no site oficial da Presidência da República. O novo regulamento aplica-se à atividade da Uber, Cabify e Taxify.

Entre outras coisas, a nova lei vai obrigar os motoristas das aplicações a completarem uma formação e a terem um registo oficial que lhes permita o acesso à profissão. O regulamento integra ainda medidas de combate à precariedade neste setor económico e fixa uma contribuição que as plataformas vão ter de entregar ao Estado, de 5% do total da receita obtida com cada viagem. Consulte aqui o guia completo e atualizado para motoristas, passageiros, plataformas e parceiros, elaborado pelo ECO.

Em abril, o documento esbarrou em Belém: foi vetado pelo Presidente da República, que pediu aos deputados que elaborassem medidas de modernização do setor do táxi. Agora, o chefe de Estado destaca que os reparos foram atendidos pelo Parlamento de forma “limitada”, segundo a nota oficial.

Num comunicado, a Uber considera a promulgação como “um passo decisivo”. “Este é um passo decisivo para as cidades portuguesas, utilizadores e motoristas. Continuaremos disponíveis para dialogar e contribuir para que Portugal seja referência na mobilidade europeia”, sublinha fonte oficial da empresa.

Cabify
A Cabify Portugal também já reagiu à promulgação da nova lei e considera-a “um passo verdadeiramente importante para o futuro da mobilidade em Portugal”. “Acreditamos, também, que este é um reconhecimento da importância das novas alternativas de mobilidade urbana e do papel que estas podem ter na criação de cidades mais sustentáveis e inteligentes”, refere fonte oficial da empresa, numa nota enviada ao ECO.

A empresa acrescenta ainda que “tem vindo a acompanhar de perto e a trabalhar por forma a melhor garantir o cumprimento dos requisitos exigidos pelo documento em questão”. “É com expectativa que queremos operar neste mercado que não só reconhece o direito de escolha do utilizador e as vantagens da cooperação entre operadores, como reconhece o valor económico do investimento gerado pelos nossos parceiros”, conclui a Cabify.

Para a Taxify, esta é uma lei que “dará credibilidade às plataformas”. “A aprovação da lei que regula este setor é um passo importante para a atividade das plataformas de mobilidade. Esta lei dará credibilidade às plataformas que têm tido um impacto positivo no dia-a-dia dos utilizadores portugueses e na vida dos motoristas. A Taxify irá trabalhar durante os próximos meses para cumprir com todos os requisitos exigidos pela legislação. Em relação à contribuição exigida, iremos avaliar o possível nas nossas operações”, sublinha o mais recente player do setor.

A Federação Portuguesa do Táxi (FPT) também já emitiu uma reação e diz que “vai avaliar nas próximas horas, em reunião de urgência, como deve reagir a esta promulgação”. Numa nota intitulada “desalento nunca será sinal de derrota”, a federação indica que recebeu a notícia com “surpresa”. “A FPT não encontra coerência nesta promulgação agora concretizada tendo em conta o enquadramento feito pelo próprio Presidente da República para justificar o seu veto na primeira proposta aprovada pelo parlamento”, sublinha a entidade presidida por Carlos Ramos.Taxistas entram em greve .

Afinal, o que é a Uber?
A Uber é uma empresa tecnológica, com sede nos Estados Unidos da América. Entrou em Portugal em julho de 2014, com o serviço UberBlack, apenas na cidade de Lisboa. Cinco meses depois, estreou-se com o serviço UberX , em Lisboa e no Porto, simultaneamente. Rui Bento, responsável pela empresa em Portugal, disse ao Observador que existem dezenas de milhares de pessoas a utilizar regularmente a plataforma.

A Uber é uma plataforma tecnológica, que se materializa numa aplicação móvel para smartphones. Para prestar serviços às pessoas, recorre a parcerias com outras empresas de aluguer de veículos com motoristas privados. Através da app, e porque recorre a um serviço de geolocalização, liga utilizadores comuns a motoristas privados, sem ser preciso ligar ou sair do sítio onde se encontra.Quando um passageiro pede o serviço de transporte, o algoritmo notifica alguns motoristas nas proximidades. Entre as poucas informações disponibilizadas encontram-se a classificação do cliente no sistema de pontuação da Uber, a distância a que se encontra do automóvel e, caso a viagem tenha uma duração prevista superior a 30 minutos, é indicado apenas que se trata de uma corrida “longa”.

Numa primeira fase, o motorista aceita o serviço. A partir deste momento, fica a par do nome do passageiro, da sua localização e do seu contacto telefónico para o caso de se verificarem dificuldades no encontro entre ambos. A segunda fase acontece quando o passageiro já se encontra no interior do carro. É neste momento que o motorista inicia a viagem e o serviço passa a ser cobrado ao cliente. E é também a partir daqui que o motorista passa a ter acesso ao destino do passageiro — concretamente, à extensão e duração da viagem. Motoristas de Uber SÃO MONITORADOS EM TEMPO REAL .

2. Que serviços existem disponíveis em Portugal?
A Uber entrou em Portugal com a disponibilização de dois serviços: o UberBlack e o UberX.

O UberBlack é considerado o segmento de luxo, porque só funciona com carros de gama alta, como Audi A6, BMW série 5 ou Mercedes Benz Class E. A tarifa base deste serviço é de dois euros, a que se soma 30 cêntimos por minuto e 1,10 euros por quilómetro. No mínimo, uma viagem custa oito euros. A quem quiser cancelar este serviço, é retirado da conta a tarifa mínima do serviço.

O UberX é o serviço low-cost da empresa, que começa com uma tarifa base de um euro, em carros Volkswagen Golf, Opel Astra ou Seat Leon. À tarifa base, acresce 10 cêntimos por minuto e 65 cêntimos por quilómetro. No mínimo, tem de pagar 2,50 euros pela viagem. Se quiser cancelar o serviço, paga a mesma tarifa mínima.

O UberPop, serviço que tem causado polémica em vários países e que já foi proibido em países como Espanha ou Alemanha, não está disponível em Portugal. É o serviço mais económico da Uber, e funciona como uma plataforma para partilha de boleias. Desta forma, qualquer pessoa pode utilizar o seu carro privado para ganhar dinheiro.

3. Como funciona a app?
Se for Utilizador
Basta descarregar a aplicação da loja do smartphone. É gratuita, pelo que não tem de pagar nada. Depois, cria uma conta, onde é obrigado a introduzir os dados do cartão de crédito – é através deste cartão que efetua o pagamento. Ou seja, quando utiliza o Uber não paga a viagem no momento, o valor é debitado posteriormente na conta bancária associada ao cartão de crédito.

Quando entra na app, esta reconhece automaticamente o sítio onde se encontra e indica-lhe quantos carros Uber estão nas proximidades, bem como o tempo estimado que demorariam a chegar ao sítio onde se encontra. É logo aqui que escolhe o serviço que quer: UberX ou UberBlack. Escolhido o serviço, escreve a morada do destino e pede uma estimativa do custo da viagem. Só depois deste passo, é que confirma o serviço. Naquelas que são consideradas as horas de ponta, a aplicação alerta-o para a possibilidade de ser cobrada uma tarifa extra.

Quando o serviço é confirmado, fica a conhecer o nome do motorista que o vem buscar, o carro que conduz e a classificação que obteve de outros utilizadores que viajaram com ele. Bem como o sítio onde se encontra e o tempo de espera estimado. Neste passo, tem também outras opções disponíveis, como pedir para contactar o motorista, pedir para dividir a tarifa com as pessoas que viajam consigo ou cancelar a viagem.

Enquanto espera, consegue perceber pelo serviço de geolocalização o sítio onde o carro se encontra e o tempo de espera estimado. Quando estiver prestes a chegar, recebe uma notificação no smartphone. E pode seguir viagem. Quando terminar, tem de classificar a prestação do motorista na app e recebe um recibo no email associado à sua conta.

Passo 1 e 2: Definir o local de partida

8 fotos
– Se for motorista e quiser trabalhar para a Uber

Tem de prestar serviços para uma das empresas de aluguer de veículos com motorista privado parceiras da Uber. É para estas que trabalha diretamente, e não para Uber. Segundo aquilo que o Observador pode apurar, os motoristas recebem à hora, independentemente do número de serviços que façam.

4. Teste: mesma viagem de Uber e táxi
Em janeiro, o Observador fez o teste: viajou de Uber e de táxi partindo do mesmo sítio e com o mesmo destino. Recuperamos, de seguida, a reportagem, contada na primeira pessoa.

“Descarreguei a aplicação da Uber para o meu smartphone na quinta-feira à noite e criei uma conta pessoal. Na sexta-feira de manhã, acedi à app. O sítio onde me encontrava apareceu de imediato: Rua Luz Soriano, número 67, no Bairro Alto, onde fica a redação do Observador. Nesse instante, pude verificar que existiam quatro carros UberX nas proximidades e que o tempo de espera seria de cerca de oito minutos. Definido o local de partida, pedi uma estimativa de tarifa – onde tive de inserir o destino da viagem, a Fundação Calouste Gulbenkian, na Avendida de Berna. Fiquei a saber que custaria entre quatro e seis euros.

Cliquei no botão “Pedir UberX” às 11h10. Esperei alguns segundos até surgir a indicação de que o motorista X demoraria sete minutos a chegar ao sítio onde me encontrava. A acompanhar o nome do motorista, estava uma fotografia, a marca do carro que conduzia (Seat Leon) e a pontuação (4,8) que lhe tinha sido atribuída por outros utilizadores, numa escala de zero a cinco.

Com a indicação de “Motorista a caminho”, percebi que o tempo de espera se mantinha nos sete minutos, mas depois passou para dez, baixou para seis e às 11h21 recebi a notificação de que o Uber estava a chegar. Demorou 11 minutos. Entrei no carro.

O motorista cumprimentou-me com simpatia. Respondi que queria ir até à Gulbenkian e iniciámos a viagem. Não me disse mais nada até que decidi quebrar o silêncio. Conversámos durante o resto da viagem, sem revelar que era jornalista. Perguntei-lhe se podia aceder à internet, respondeu-me que sim, ativou o hotspot dosmartphone e deu-me a palavra-chave para aceder. Às 11h34 cheguei à porta da fundação. A viagem demorou 13 minutos.

Quando saí do carro, o motorista mostrou-me, no seusmartphone, o valor da viagem: 5,06 euros. Explicou-me que teria de avaliar a sua prestação na aplicação e que se quisesse podia introduzir o número de contribuinte na fatura. Avaliei o motorista e confirmei que a viagem tinha custado 5,06 euros.

O recibo chegou por email minutos depois, com os detalhes da viagem e um link para o sítio onde podia pedir fatura. Quis introduzir o número de contribuinte, mas não encontrei um campo específico para o fazer. Contactei a Uber e informaram-se que estavam a trabalhar nessa opção. Por enquanto, deveria responder ao email, onde tinha o recibo, e indicar o nome e o número de contribuinte que queria.

Viagem de táxi 1

Voltei à redação para fazer a mesma viagem de táxi. Telefonei para a Cooperativa de Táxis de Lisboa e pedi um veículo para a mesma morada: Rua Luz Soriano, número 67. Eram 12h26. Quatro minutos depois, o táxi, um Mercedes antigo, de cor bege, chegou. Entrei, o taxista cumprimentou-me também com simpatia e disse-lhe que queria ir para a Fundação Calouste Gulbenkian.

Quando me sentei, o taxímetro registava 3,25 euros de tarifa mínima e 0,80 euros (por ter pedido um táxi pelo telefone), ou seja, 4,05 euros. Perguntou-me por onde queria ir e dei-lhe a indicação do trajeto (pelo Príncipe Real e Rua Castilho) que tinha feito com a Uber, mas quis saber qual era a sua opinião. Respondeu-me que achava mais prático ir por outro caminho, pela Calçada da Estrela e pelo Túnel do Marquês. Decidi aceitar a sugestão, para ver as diferenças. Demorou 17 minutos e paguei 7,95 euros. No final do serviço, trouxe a fatura.

Viagem de táxi 2

Como o percurso não tinha sido o mesmo, voltei a repetir a viagem. Chamei um novo táxi para a mesma morada no Bairro Alto, às 13h15 e às 13h20 entrei para a viatura. Outro Mercedes antigo, de cor bege, cujo interior denunciava já vários anos de estrada. No taxímetro, estavam os mesmos valores da viagem anterior: 3,25 euros mais 0,80 euros. O tratamento foi semelhante ao anterior: com simpatia. Fui novamente para a fundação, mas desta vez pedi para ir pelo percurso que o motorista da Uber tinha feito. Fomos conversando e 14 minutos depois chegava ao meu destino. Paguei 6.95 euros e também trouxe fatura.”

SIC Notícias | Enoturismo na ilha do Pico

Na ilha do Pico, as vindimas estão quase a terminar. Segundo os produtores, este poderá ser um dos melhores anos de sempre. A região atravessa uma fase de revolução com novos investimentos, numa área de vinha classificada Património da Humanidade. Em condições de trabalho de grande esforço, as gentes da ilha e novos protagonistas estão a surpreender com os vinhos que nascem da rocha vulcânica.

Source: SIC Notícias | Enoturismo na ilha do Pico

O TURISMO VAI ASSASSINAR AS FAJAS E NINGUÉEM INTERVÉM??___

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Ló Rego Costa 1Tenham juízo! Parem enquanto é tempo
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Reply12m

Alda DiasFonseca É muito triste saber que as fajas vão desaparecer…
Criminoso não é quem vende. É quem autoriza as construções

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Reply1m

proteção natural e turismo em S Miguel

Boas medidas na Vista do Rei: o miradouro é agora apenas um miradouro e não um parque de estacionamento. As novas áreas destinadas a estacionamento são amplas, bem localizadas e encontram-se limpas. E o mais importante: finalmente está interdito o trânsito a veículos no trilho da Cumeeira Pequena o que se traduz numa maior segurança e numa melhor experiência a quem o percorre a pé.

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Jorge Pereira Seria bom que a interdição à circulação na “cumeeira pequena” fosse respeitada, pois há pouco tempo estive por lá e vi muitos veículos a desrespeitarem a proibição, incluindo alguns de empresas turísticas e outros privados. Sugiro uma brigada da PSP a meio do troço, de quando em vez para dissuadir os desrespeitadores.

era uma vez o Pico em agosto 2018

enquanto não há disposição ou tempo para contar em crónica a semana de férias(5 dias…) no Pico roam-se de inveja com as fotos do triunvirato passadas nessa instituição que é a ALDEIA DA FONTE (na Silveira, Lajes do Pico)

ver em https://www.lusofonias.net/a%C3%A7ores/pico/2469-pico-2018-era-uma-vez-o-pico-em-agosto.html ou

ver em https://youtu.be/v6s9ykmuvwE