novo modelo de ambulância para aldeias remotas

Cátia Pereira shared a post.

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Essa ambulância mete me um pouco de fobia kkk

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Apoio Policial

E vc reclamando do Samu… rsrsrsrs

obesidade nos Açores

“Os números mais alarmantes de prevalência de obesidade infantil foram registados nos Açores, atingindo os 17% nas crianças do 1.º ciclo do ensino básico.”

Ilha do Corvo já tem dentista e soma agora três profissionais de saúde – Açoriano Oriental

O presidente da unidade de saúde do Corvo, único médico na mais pequena ilha dos Açores, adiantou que já está instalado um médico dentista para tratar os cerca de 400 residentes naquela ilha do grupo ocidental do arquipélago.

Source: Ilha do Corvo já tem dentista e soma agora três profissionais de saúde – Açoriano Oriental

“Esclerose Múltipla na primeira linha” de Rosa Maria Silva

“Esclerose Múltipla na primeira linha” de Rosa Maria Silva

Um texto verdadeiro por conhecimento familiar para o dia nacional a 4 de dezembro

silvarosamaria.blogs.sapo.pt/esclerose-multipla-na-primeira-linha-1351274

Esclerose Múltipla foi a enfermidade que levou a minha mãe ao ponto de não reação. Tudo foi adormecendo ao longo de trinta e nove anos… o que ela dizia eu compreendia: “é uma dormência, um formigueiro que me toma o corpo todo”. Ficou dependente de outrem (a filha mais nova) para os cuidados mínimos e essenciais. Perdera quase todos os sentidos incluindo a visão. A palpação surtia apenas no que era formato habitual. Moldava a caneca do café com leite matinal, a colher ia torta ao caminho da boca, mastigar ou engolir um sacrifício necessário, um cortejo deficiente da mão para a perna sem força para pousar o pé na cadeira de rodas. Em idade mais avançada (pós sessenta anos) a cadeira foi substituída pela cama quase sempre. A cama era o estado de todas as ações do corpo humano, um peso “morto” entre lágrimas e orações repetidas mentalmente com as imagens de Santos feitas ornamento do móvel do quarto. Ela era uma preciosa crente na oração e na “visita” à Mãe Padroeira, por ocasião da segunda semana de setembro, desse por onde desse. A prioridade era ouvir e “ver” a missa de Festa com a Mãe no andor, mesmo sentada muito perto d’Ela. O sorriso resplandecia nessa hora. O perfume das flores ornamentais da época, no interior da igreja, fazia-lhe o rosto novo e feliz. Eu admirava aquela cena e entristecida recolhia-me ao silêncio. Quando seria o tempo de já não ver aquele cenário de “felicidade” instantânea?! Foi na Festa de setembro do ano de 2003 que não foi possível sequer pensar em levá-la para junto da melhor representante das mães do universo. No mês seguinte, a vinte e oito, perdia todos os movimentos. Apenas os lábios cerrados com uma sonda para a refeição adaptada a máquinas, olhos fechados para o mundo efémero, palidez total, um “sono” feio de ver, e a nossa oração para que Deus a recebesse e lhe desse a paz merecida.

Nunca mais gostei de ouvir essa expressão “ter esclerose múltipla”… é como que relembrar a minha irmã, a melhor cuidadora que minha mãe podia ter, no sentido de que acostumara-se àquele flagelo caseiro. Quantas e quantas vezes não fora a ambulância o meio certeiro e diligente para levar a sua doente (e minha) ao velho Hospital de Angra do Heroísmo?! Quantas e quantas vezes a fisioterapeuta lhe acudira e ensinara a melhor forma de suportar a queda dos movimentos?! Quantas e quantas vezes chorava eu, interiormente, ao tratar do que podia porque outro maior tratamento não me era considerado adequado por ser demasiado sensível à dor, às feridas, e ao consumir das peças de um corpo que me (nos) dera à luz.

Ainda hoje penso que foi ela, Matilde Correia, a minha mãe, a sofredora a inspirar a minha criatividade de escrita que jamais fizera antes (Não fui aluna por gosto, mas por obrigação). Depois do seu falecimento tornei-me amante de palavras ao ponto de ser uma repentista assídua. Deixo provas num livro que editei para memória futura sobre a Padroeira, a freguesia e a mãe enferma, mas sempre com uma fé inabalável. Essa fé não a curou, elevou-a e curou-me.


On the Front Lines of Multiple Sclerosis] by Rosa Maria Silva

Translated into English by Katharine F. Baker

True story based on personal knowledge, for the National Day for people with multiple sclerosis, December 4

Multiple sclerosis was the disease that took my mother to the point of no reaction. Everything was falling asleep for thirty-nine years… I understood what she said: “It’s a tingling, an anthill that takes over my whole body.” She was dependent on another (her youngest daughter) for basic and essential care. She had lost almost all her senses, including vision. Palpation would produce only the usual format. She would cradle her morning mug of coffee with milk, the spoon would go askew en route to her mouth, chewing or swallowing a necessary sacrifice, a poor procession of her hand to her leg with no force to rest her foot on the wheelchair. In her final years (her sixties), the chair was almost always replaced by her bed. The bed was the site of all actions of the human body, a “dead” weight among tears and prayers repeated mentally with the images of saints made ornament of the room’s furniture. She was a devout believer in prayer and in visiting Serreta’s Patron Mother the second week of September, no matter what. Her priority was to hear and see the festa mass with the Holy Mother on her platform, seated very close to Her. Her smile shone during that hour. The perfume of the ornamental flowers of the season inside the church made her face young and happy. I admired that scene and retired my silence. When would the time come no longer to see that scenario of instant happiness? During Serreta’s festa in September 2003 it was not even possible to think about taking her to the best representation of the mothers of the universe. The next month, on the 28th, she lost all movement. She had only closed lips with a probe for the machine-adapted meal, eyes closed to the ephemeral world, total pallor, a “sleep” that was hard to watch, and our prayer that God would receive it and grant her the peace she deserved.

Since then I’ve never liked hearing that expression “having multiple sclerosis” – it’s like remembering my sister, the best caregiver my mother could have had, in the sense that she had become accustomed to that scourge. How many, many times had the ambulance not been the surest and fastest way to take her patient (and mine) to the old Angra do Heroísmo hospital? How many, many times had the physical therapist helped her and taught her the best way to withstand falling in her movements? How many, many times had I wept inwardly for dealing however I could, because another grander treatment was not considered appropriate because she was too sensitive to pain, wounds, and the sapping of the parts of a body that had given birth to me (us).

Sarampo volta a ameaçar com onda de ‘hesitação’ em relação à vacina, alerta OMS – BBC News Brasil

Em 2017 houve um aumento alarmante de 30% no número de casos da doença, que causou 110 mil mortes.

Source: Sarampo volta a ameaçar com onda de ‘hesitação’ em relação à vacina, alerta OMS – BBC News Brasil

vacinas por decreto?

For my Portuguese friends: A que propósito é que o Parlamento decide a inclusão de novas vacinas no Plano Nacional de Vacinas, sem ser a pedido do Ministério da Saúde ou das suas entidades credenciadas, com o necessário apoio de especialistas médicos com competência para se pronunciarem? Não bastava ter aprovado benefícios fiscais para fraudes como a Homeopatia e outros disparates? A que propósito é que esta gente decide sobre assuntos que extravasam por completo a sua competência? Que gente mais irresponsável e leviana!

Nota: Nem sequer a FDA aprovou ainda alguns destas vacinas para crianças ou idosos.

SICNOTICIAS.SAPO.PT
A ministra da Saúde manifestou esta quarta-feira surpresa pela aprovação pelo Parlamento de três novas vacinas para o Programa Nacional de Vacinação, considerando que essa inclusão não havia sido preconizada pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

GORDON RAMSAY AND THE COKE MAKERS

For your Information…

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ITV

Gordon Ramsay heads into the Colombian jungle to see how cocaine is made. You won’t believe what he finds out.

anestesia geral para vacinas??????

«Vacinar as crianças sob anestesia geral: a nova proposta criminal dos ideólogos da vacinação para casos difíceis

A anestesia geral pode ser usada para forçar a vacinação em crianças com necessidades específicas

Em junho passado, na Conferência Nacional de Vacinação em Adelaide, na Austrália, Julie Leask, professora associada da Universidade de Sidney, fez uma declaração perturbadora, anunciando que algumas crianças “cujos casos são clinicamente complexos”. “pode ​​exigir sedação ou até mesmo anestesia geral para fazer com que eles consigam as vacinas. E, como se isso não fosse chocante o suficiente, ela também anunciou que os pais que recusarem serão privados de abonos de família.Mas tenha em mente que mesmo a anestesia geral carrega seus próprios riscos; de fato, um estudo de 2015 ligou a anestesia geral a “redução do QI e mudanças na estrutura cerebral”.

Aqui estão alguns possíveis efeitos colaterais da anestesia geral, conforme indicado no site do Departamento de Saúde de Victoria [2]:

– Lesão no local da injeção

– infecção

– distúrbios respiratórios

– Danos nervosos a curto prazo

– reações alérgicas (ex: ataque de asma)

– Sensações e dores durante a operação

– Danos à boca, dentes, lábios e língua

– Danos nas cordas vocais ou na laringe

– Lesões pulmonares

– ataque cardíaco

– dano cerebral

– acidente vascular cerebral

– Insuficiência renal

– insuficiência hepática

– Paraplegia

– Quadriplegia

Agora, como esse é apenas o risco da anestesia geral, você pode imaginar o que poderia acontecer quando as vacinas são administradas ao mesmo tempo? Isso foi estudado em termos de segurança? E talvez a questão mais importante de todas: por que essas crianças medicamente complexas não recebem isenções de imunização?

Embora o professor Leask não tenha explicado o que é uma “criança clinicamente complexa”, é seguro assumir que se trata de crianças com distúrbios neurológicos, como o autismo, que pode ser foram inicialmente causados ​​pela vacinação. [3]

Que cruel ironia! Nossos pensamentos estão com os pais dessas crianças que pensam que não têm escolha. Nós não podemos imaginar tal situação!» 😡

não esqueçam as crianças do IPO em contentores

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Tiago Silva

Ala de Internamento da Pediatria Oncológica do Hospital de S. João

Revoltante e miserável.

PS: pedia que partilhassem até à exaustão para ver se a vergonha chega aos nossos responsáveis políticos

aeroporto sem certificação obriga doente a ser evacuado de barco

José Pacheco shared a link to the group: Azores Today.

5 hrs

Falta de certificação do aeródromo de São Jorge para voos noturnos obriga doente a ser transportado de barco (Vídeo) | Fonte: RTP Açores ….. < Clique na imagem para ler mais > #azorestoday