espiritualidade e exercício físico no Monte Hua

Wow..wow

-4:42

23,317,431 Views
New York local

Mount Hua !The most dangerous mountain in the world

a douta ignorância dos sábios

ose Antonio Salcedo and Luís Aguiar-Conraria shared a link.
About This Website

OBSERVADOR.PT
Abundam os improvisados comentários teológicos, cozinhados à pressão na Bimby da opinião pública. Já faltou mais para um Prós e Contras sobre …
  • For my Portuguese friends: O Padre Gonçalo Portocarrera de Almada publicou um artigo que considero lamentável.

    Na sua página no FB, comentei o seguinte: “Estimado Padre Gonçalo – Com o respeito que tenho por si, foi com tristeza que li o seu texto. A agressividade e até a arrogância nele contidas poderão galvanizar apoiantes e crentes mais binários mas certamente não conquistam a admiração de muitas pessoas que, não seguindo os seus dogmas, os aceitam e respeitam com naturalidade como elementos importantes da fé de muitas pessoas. Sinto que todos devemos fazer um esforço por reforçar a humanidade em cada um de nós, em vez de acentuar clivagens com este tipo de argumentações. Com amizade, desejo-lhe um Bom Ano Novo.”

    Nota:
    (1) Considero o artigo como uma ilustração de cegueira e fanatismo. Fazer perrice na virgindade física de uma mulher há 2.000 anos em vez de se concentrar nos valores da sua Igreja, enquanto insulta de forma virulenta quem pense de forma diferente, arrogando-se como arauto de uma verdade que apenas ele conhece, é incompatível com a humanidade que alega defender. E é uma atitude francamente estúpida sob o ponto de vista intelectual.
    (2) Refere o autor que “o agnosticismo está para o conhecimento como a amoralidade está para a ética”. Tamanha estupidez é de um ridículo profundo. É mesmo caso para utilizar as suas palavras: “A douta ignorância dos que se consideram sábios”… só que no seu caso não é apenas ignorância, é também fanatismo.

NATAL MITRAICO

O Natal Mitraico: o culto ao Sol Invictus!
O Natal nunca foi cristão. Sempre foi pagão e a igreja Católica apostólica romana sabe disso.
Por esse motivo, o papa usa o chapéu mitraico sobre a cabeça, também conhecida como Mitra Papal.
Antes de se sentir ofendido (a)… Pesquise!
Os ateus e ateias não estão zombando de ninguém.
Estamos, apenas, repassando informações históricas que ninguém consegue refutar.

O QUE É QUE O NATAL TEM REALMENTE A VER COM O CRISTIANISMO E O FAMOSO JUDEU QUE NUNCA EXISTIU??

As celebrações natalícias têm origem muito antes do nascimento de Jesus, estando associadas ao solstício de inverno, com práticas que visavam ajudar ao renascimento do sol, perante o receio do seu desaparecimento, sublinha o antropólogo Aurélio Lopes.

Especialista em religiosidade popular, Aurélio Lopes explica a colocação do nascimento de Jesus nesta altura do ano com a necessidade de fazer desaparecer as celebrações em honra de Mitra, o deus do sol na mitologia persa.

A celebração do Natal como a festa do nascimento de Jesus só surge depois do século IV, porque os cristãos “consideravam que o nascimento era apenas um artifício de consubstanciação para que a divindade adquirisse um corpo e pudesse depois sofrer e morrer pelos homens e mostrar-lhes o caminho da salvação”

O “verdadeiro nascimento era a ressurreição, como dizia Clemente de Alexandria”, frisa o antropólogo.

Ao tornar-se a religião dominante do Império romano, o cristianismo tornou-se “exclusiva, não admitia outro culto”, o que levou a que adotasse práticas que visavam “ultrapassar e absorver os outros cultos”.

O culto de Mitra, que se comemorava por altura do solstício de inverno, “competia com o cristianismo” – o “natal de Mitra” era de 24 para 25 -, sendo uma das festas mais importantes do Império, realçou.

“Não há razão nenhuma para que o 25 de dezembro seja considerado como o de nascimento de Jesus, a não ser o facto de estar lá colocada uma divindade solar que se queria combater”, afirmou, salientando ainda as dúvidas quanto ao próprio ano do nascimento, que terá acontecido ou quatro anos antes (se de facto nasceu sob o reinado de Herodes) ou seis anos depois (quando ocorreu o recenseamento dos romanos aos judeus).

“De alguma forma, pode dizer-se que o cristianismo usurpou a festa pagã do sol, se apropriou dela”, disse, dando como exemplos os cânticos natalícios, que “começaram por ser cânticos em honra do sol, em honra de Mitra”, ou a tradição do madeiro de natal.

“Da celebração do nascimento do sol na terra” transformou-se “na fogueira para aquecer o menino”, realçou, apontando ainda a celebração, à meia-noite – “momento em que se atinge o declínio maior e se inicia o processo de ascensão” -, da missa do galo, sendo o galo “o arauto do sol”.

O natal cristão nos primeiros séculos (IV, V, VI, VII) “celebrava o nascimento do novo sol, Jesus Cristo”, sendo que o presépio “não existia ainda”, surgindo no século XII e atingindo o apogeu nos séculos XVII, XVIII, de que são exemplo “os célebres presépios de Machado de Castro”.

Outro exemplo das práticas ligadas ao sol é o do “chamado lume novo”, em que uma acha da fogueira de natal é levada para casa para acender a lareira, que nesse dia se apaga e limpa, apontando ainda Aurélio Lopes as designações atribuídas a Jesus, como “novo sol” ou “luz da vida”. O solstício de inverno, como acontecia também com o de verão, marcava “tempos de rutura”.

“Neste caso marcava o fim do ano, porque se assiste à morte do sol, se assiste à morte da natureza”, afirmou, realçando que as ritualizações míticas ajudam na “noção do tempo que acaba e volta a nascer”.

O caso das 12 passas que se comem no fim do ano insere-se neste ritual de preparação do tempo que aí vem, acreditando que “é propiciatório para os 12 meses” seguintes.

Aurélio Lopes referiu ainda o costume de colocar uma cadeira a mais na mesa da consoada e de “deixar o comer exposto durante a noite”, e também uma vela acesa “para alumiar as almas”, como resultado da crença de que, sendo um “tempo de passagem”, a “fronteira entre este e o outro mundo ficavam muito ténues e estabelecia-se como que um canal entre um e outro e os mortos podiam vir” e estar entre os vivos.

“Tem a ver com o acreditar-se que era um tempo de tal maneira especial que, no interregno entre o mundo que tinha acabado e o que ainda não tinha surgido, naquele hiato, tudo podia acontecer, de bem ou de mal, dependia das capacidades das pessoas para instrumentalizarem os diversos rituais”, disse.

Também a tradição da árvore de natal tem origem na simbologia de “renovação da vida”, salientando Aurélio Lopes que a sua vulgarização em Portugal só aconteceu em meados do século XX.

A necessidade de “simbologias claras e imediatas, vendáveis”, acabou por introduzir a imagem do Pai Natal, criada pela Coca-Cola a partir de um personagem do norte da Europa, em substituição do menino Jesus.

Se originalmente a oferenda de presentes seria à mãe, para alimentar e vestir a criança, passou depois a ofertas ao menino, deste às crianças, e, mais recentemente, a uma troca generalizada, que já “não tem nada a ver com o universo cristão”, numa “cedência completa à sociedade de consumo”, salientou.

De tal forma, que os sapatos ou as meias à lareira, onde em tempos couberam os presentes, se tornaram em meros elementos de decoração.
Alberto José

Like

Comment

Comments
Write a comment…

Futura ministra dos Direitos Humanos diz que viu Jesus em um pé de goiaba | EU NUNCA VI MAS TB NÃO TENHO GOIABEIRA, AQUI NOS AÇORES NÃO SE DÁ….

Damares Alves contou ainda em um vídeo que viralizou nas redes que tentou impedir Cristo de subir no pé de goiaba pois temia que ele se machucasse; “Já sofreu tanto na cruz”. Assista

Source: Futura ministra dos Direitos Humanos diz que viu Jesus em um pé de goiaba | Revista Fórum

EXEMPLAR

Image may contain: one or more people
Miguel Berredo

UMA HOMENAGEM À PALDEN GYATSO
O monge Palden Gyatso faleceu hoje em Dharamsala – Índia – ficou preso durante 33 anos pelos chineses, durante esse tempo sofreu todo tipo de tortura. Certa vez perguntado pelo Dalai Lama se a vida dele correu risco, ele disse que sim que quase deixou de sentir compaixão por seus torturadores.
“Se eu fosse listar os métodos de tortura usados em mim seria sem fim. O meu maior medo foi perder a compaixão pelos meus torturadores. Você está recebendo a raiva e o ódio e enviando o seu amor e compaixão a aquela pessoa que está te torturando. O que eu aprendi como monge coloquei em prática durante a minha dura tortura.”
“Eu sou feliz e abençoado por ter vivido tanto tempo. Eu fui abençoado na prisão também quando quase morri de fome, mas sobrevivi ao contrário de muitos dos meus amigos que morreram na minha frente.” Disse Palden Gyatso recentemente.

primitivismo saudita

Saudi Arabia is a primitive and barbaric state that is the #1 sponsor of international terrorism. Its own version of Islam, Wahhabism, is a oppression tool based on stupidity and on the violation of the most basic human rights.

NBCNEWS.COM
“The U.S. cannot look the other way while Saudi Arabia features anti-Semitic hate speech year after year,” the ADL’s CEO said.

BOLSONARO, DEUS E O PECADO AO SUL DO EQUADOR…

João Simas
https://www.youtube.com/watch?v=bh4Fi__2Yj8&fbclid=IwAR24t5g34mxUcGOBCnz0PhAoi3rmO9Xzlqv8oNypt7skrDUszNgDHbT4OiE

23 mins

Aquela ideia de Bolsonaro e dos seus patrões da IURD de que “Deus está acima de todos” tem um pequeno problema no Brasil. O problema é o Equador: para quem está a Norte Deus está em cima, para quem está a Sul está abaixo ou vice-versa. Mas se estiver na linha do Equador, a dormir uma sesta numa rede, talvez Deus e o usufrutuário da rede estejam na linha horizontal, dormindo, ressonando ou a descansar de qualquer problema trancendental, teológico, político, climático ou outro qualquer.