refugiados no mundo

O mundo a que chegámos.

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Metade (52%) era menor de idade; em média, no mundo, uma pessoa teve de deixar sua casa a cada dois segundos em 2017, segundo relatório da ONU.

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venezuela provocação dos EUA-Brasil

À MARGEM DA LEI
por #CarlosFino
Como era previsível, a chamada “Acção Humanitária” de ajuda à Venezuela já criou um clima de alta tensão e confronto na fronteira daquele país com o Brasil. Até ao momento, há pelos menos dois mortos e dezenas de feridos. Nas próximas horas, a situação pode agravar-se ainda mais.

Os acontecimentos desenrolam-se aparentemente de acordo com um cenário traçado que visa desde o início provocar um incidente de alta letalidade que atice ainda mais os ânimos e crie no plano internacional ambiente favorável a uma intervenção externa comandada direta ou indiretamente pelos EUA ou – numa versão mais benigna – acabe por dividir os militares venezuelanos e encorajá-los a dar um golpe contra Maduro.

A situação humanitária na Venezuela é grave e Maduro tem nisso certamente muita responsabilidade. Mas a verdade é que aos seus erros e à sua repressão, também se juntaram as sanções económicas impostas por Washington.

Em qualquer caso, a via que está a ser seguida não se sustenta à luz do direito internacional. A prática consagrada até agora nesse plano sempre foi a de os países reconhecerem quem controla o aparelho de Estado. Ao decidirem quebrar com essa regra, algumas dezenas de países – mas não a maioria e não alguns dos maiores e mais poderosos como a China e a Rússia – abriram um precedente grave que só pode estimular os confrontos.

Tal decisão não anula, entretanto, as normas do direito internacional vigentes, incluindo a Carta da ONU, que claramente estipula que os países se devem abster do uso da força ou da sua ameaça.

Que estamos perante uma clara violação do direito internacional prova-o o próprio facto de as grandes agências internacionais de ajuda humanitária não estarem envolvidas na acção em curso, que é apenas promovida pelos EUA com a ajuda, agora, do Brasil de Bolsonaro e da Colômbia.

Se o objectivo fosse de facto ajudar os venezuelanos, havia certamente outras formas de fazer chegar a ajuda sem correr o risco de provocar incidentes sangrentos. O objetivo é claramente político e o que está em causa é obviamente o petróleo.

Noutros lugares de tão grandes ou maiores violações dos direitos humanos – Gaza, Iémen, por exemplo – não há este tipo de acção organizada

Em resumo – Não há qualquer mandato da ONU para o que se está a passar e as próprias regras da ajuda humanitária proibem o uso de ações de ajuda com fins polítcos.

Não concordo, portanto, com a fórmula adoptada. Mas isso não faz de mim um apoiante de Maduro – como já aqui insinuaram alguns aproveitando indecorosamente o acolhimento amigo que lhes é dado neste portal.

Essa táctica do quem não está connosco está contra nós foi usada durante séculos e mais recentemente na guerra do Iraque, com as consequências catastróficas que se conhecem, de que a Europa ainda está hoje a colher os amargos frutos.

Agora, os dados estão lançados – resta esperar que haja um mínimo de bom senso de parte a parte e seja ainda possível evitar uma grande tragédia..

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venezuela ajuda humanitária

Carlos Fino
3 mins

RÚSSIA E CHINA CONDENAM “ACÇÃO HUMANITÁRIA” JUNTO À FRONTEIRA DA VENEZUELA

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WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR
A Rússia acusou, nesta sexta-feira, os Estados Unidos de usar a ajuda humanitária enviada à Venezuela como “um pretexto para uma ação militar” para derrubar o presidente Nicolás Maduro.
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JÁ COMEÇOU A “AJUDA HUMANITÁRIA”

Carlos Fino
2 hrs

JÁ COMEÇOU A “AJUDA HUMANITÁRIA”

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NOTICIAS.UOL.COM.BR
Autoridades opositoras venezuelanas confirmaram hoje que uma pessoa morreu e outras 12 ficaram feridas em confrontos com as forças de segurança do ditador Nicolás Maduro. A fronteira entre Brasil e Venezuela está fechada desde a noite de ontem, e
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Refugiados sírios sem água e electricidade em Miranda do Corvo por não pagarem renda de casa – Portugal – SÁBADO

Duas das famílias disseram que não têm dinheiro para pagar a mensalidade exigida pela instituição que os trouxe para Portugal há cerca de ano e meio, no âmbito de um programa de acolhimento de refugiados. – Portugal , Sábado.

Source: Refugiados sírios sem água e electricidade em Miranda do Corvo por não pagarem renda de casa – Portugal – SÁBADO

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Migrações. A “grande mentira que é a venda do destino Europa

A GRANDE INVASÃO DOS ‘REFUGIANTES’ – Vêm de mansinho os “refugiantes”, que posam como refugiados, mas são na realidade imigrantes. Sabem tudo o que têm que fazer e dizer para aproveitarem o melhor das leis europeias. São trazidos por grandes redes de traficantes de humanos que se fazem pagar a vários milhares de dólares por cabeça.
A Europa aceita tudo. São ajudados por ONG europeias com nomes bonitos e românticos como “Open Arms”, financiadas não se sabe por quem, que os recolhem em navios com nomes igualmente fofinhos e os trazem a portos europeus, actuando na realidade como aliados objectivos dos traficantes de humanos, quais modernos negreiros.
A Europa e seus governos formados por idiotas úteis são os principais aliados das grandes máfias islâmicas que organizam esta invasão disfarçada de fuga.
A tolerante Europa está agora a importar intolerância. Vindos de uma cultura intolerante, acabarão por gerar intolerância na Europa onde dificilmente se integrarão…
Depois admirem-se por os partidos anti-imigrantes crescerem rapidamente pela Europa fora…

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Para quem ainda não percebeu: os que fogem disto são refugiados.

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The Middle East Media Research Institute (MEMRI)

Syria: the same street in Homs in 2011 and in 2014.

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QUANDO OS REFUGIADOS ÉRAMOS NÓS, OS PORTUGUESES

Carlos Fino shared a post.
1 hr

QUANDO OS REFUGIADOS ÉRAMOS NÓS, OS PORTUGUESES

È imprescindível recordar a História e o nosso passado.
Só conhecendo o passado podemos avaliar o presente e construir o futuro.
Devemos sobretudo meditar nos comentários rascistas que gente sem alma , sem cultura e sem memória , nossos compatriotas, produtos de um sistema de ensino acéfalo, escrevem sobre este tema.

VORTEXMAG.NET
Quando uma crise de refugiados sírios se alastra pela Europa, importa esclarecer o público sobre quando os refugiados éramos nós próprios, os portugueses.
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QUEM RECUSA REFUGIADOS JÁ EXPLOROU AS TERRAS DELES…

São contra e recusam receber os imigrantes que fogem de seus países por causa da miséria e da guerra, mas tem memória curta quando se trata da total exploração que praticaram quando colonizaram. A conta está chegando para ser paga.

África continente mãe

When you hear some say that
“they should stay in their country”,
It’s hard to remember who started going to the country of the other…
(speaking only of recent

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CRIANÇAS DETIDAS EM JAULAS NOS EUA

 

 

 

Furak Alves shared a post.
1 hr

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Miguel Bosé

13 hrs

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#Trump knew you were a scumbag, but with this you already go to criminal level.

#LosNiñosNunca #BarbarieHumana Let’s talk strong for them!!

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A política dos EUA de separar as crianças dos pais é pura e simplesmente tortura – Amnistia Internacional Portugal

As imagens terríveis de crianças cruelmente separadas dos seus pais e mantidas em gaiolas como resultado da decisão do Procurador-geral, Jeff Sessions, de política de “tolerância zero” vai deixar uma marca indelével na reputação dos Estados Unidos da América (EUA), afirmou hoje a Amnistia Internacional. “Esta é uma política espetacularmente cruel, onde crianças assustadas estão a ser arrancadas dos braços […]

Source: A política dos EUA de separar as crianças dos pais é pura e simplesmente tortura – Amnistia Internacional Portugal

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PORTUGAL E OS REFUGIADOS

APESAR DA PROPAGANDA OFICIAL, PORTUGAL É DOS PAÍSES QUE MAIS RECUSAM ASILO E REFUGIADOS…

Ainda há dias o PR Marcelo Rebelo de Sousa e o seu PM António Costa, exaltava o espírito universalista de Portugal, criticando ao mesmo tempo os EUA e muitos países europeus, mas a verdade é que das palavras aos actos vai uma grande distância.

Basta saber o que passam os requerentes de asilo e os refugiados em geral nos meandros do SEF, para pôr a nu a hipocrisia geral que o Estado português pratica.

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[ 64% dos pedidos de asilo foram negados por Portugal no ano passado. Só seis Estados europeus têm taxas superiores.
Em 2017, Portugal recusou a maioria dos pedidos de asilo, ao abrigo do qual é dado o estatuto de refugiado a quem foge da guerra ou de violações dos direitos humanos. O relatório sobre Portugal entregue à Asylum Information Database, do Conselho Europeu para os Refugiados e Exilados, mostra que 64% dos pedidos foram negados. À frente de Portugal, só a Polónia, França, Hungria, Croácia, Reino Unido e Bulgária.]

@ Ryc

64% dos pedidos de asilo foram negados por Portugal no ano passado. Só cinco Estados europeus têm taxas superiores.
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EUA – Ouça as crianças imigrantes que foram separadas dos pais na fronteira dos EUA

A secretária da Segurança Interna norte-americana afirmou, na segunda-feira, não ter ainda ouvido uma gravação, na qual se ouvem, alegadamente, crianças imigrantes, em centros de detenção temporários, a chorarem pelos pais.

Source: EUA – Ouça as crianças imigrantes que foram separadas dos pais na fronteira dos EUA

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