Deseducar para controlar – A ignorantização como projeto de poder

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ANDEI A ESCREVER SOBRE ISTO NO CHRONICAÇORES DESDE 2005…
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Acréscimo de 0,5 valores por cada ano escolar de serviço docente

Acréscimo de 0,5 valores por cada ano escolar de serviço docente efetivamente prestado, até ao máximo de três valores, nas seguintes escolas (a medida apenas se aplica aos docentes providos nos quadros das escolas referidas):

a) Escola Básica e Secundária de Santa Maria;

b) Escola Básica Integrada da Vila do Topo;

c) Escola Básica e Secundária das Flores;

d) Escola Básica e Secundária Mouzinho da Silveira

Secretaria Regional da Educação e Cultura

Portaria n.º 188/2019 de 21 de fevereiro de 2019

Sem prejuízo de, pelo Decreto Legislativo Regional n.º 2/2017/A, de 11 de abril, que procedeu à última alteração do Regulamento de Concurso do Pessoal Docente da Educação Pré-Escolar e Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2012/A, de 30 de maio, ter sido reconhecida a crescente estabilidade do corpo docente da Região, o que determinou o fim da ordenação prioritária, em processos de concurso, dos docentes que se obrigassem a um período mínimo de três anos escolares de permanência no lugar de provimento, face à existência de instrumentos legais de mobilidade de que os docentes podem beneficiar, com vista à aproximação à sua residência e à estabilidade da sua vida pessoal e familiar e igualmente garantes da estabilidade da sua vida profissional, situações existem em que as necessidades dos nossos alunos e das nossas escolas devem merecer especial atenção no contínuo objetivo de criação de mecanismos tendentes à melhoria da qualidade pedagógica do sistema educativo.

Com essa preocupação, o mesmo Decreto Legislativo Regional n.º 2/2017/A veio aditar o n.º 11 do artigo 10.º do referido Regulamento de Concurso, determinando-se que aos docentes que se mantiverem em exercício de funções no mesmo quadro de escola por mais de um ano escolar, na primeira candidatura ao concurso interno de provimento para transição de lugar de quadro, acresce, à graduação profissional calculada de acordo com o n.º 1 desse mesmo artigo 10.º,
e nos termos que, para o efeito, vierem a ser fixados por portaria do membro do Governo Regional competente em matéria de educação.

Assim, apuradas as unidades orgânicas do sistema educativo regional que, nos últimos anos, têm sido mais atingidas pela mobilidade dos seus docentes, ao abrigo do n.º 11 do artigo 10.º do Regulamento de Concurso do Pessoal Docente da Educação Pré-Escolar e Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2012/A, de 30 de maio, alterado e republicado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 2/2017/A, de 11 de abril, manda o Governo da Região da Autónoma dos Açores, pelo Secretário Regional da Educação e Cultura, o seguinte:

1. Na candidatura ao concurso interno de provimento regulado pelo Regulamento de Concurso do Pessoal Docente da Educação Pré-Escolar e Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto

Legislativo Regional n.º 22/2012/A, de 30 de maio, alterado e republicado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 2/2017/A, de 11 de abril, adiante designado por Regulamento, os docentes providos nos quadros de escola identificados no n.º 3 da presente Portaria e que aí se mantiveram no quadro e em exercício efetivo de funções nos anos escolares subsequentes à data de entrada em vigor deste último

Decreto Legislativo Regional, beneficiam de uma bonificação de 0,5 valores por cada um desses anos escolares, a acrescer na graduação profissional calculada de acordo com o n.º 1 do artigo 10.º do Regulamento.

2. Para efeitos do número anterior, o docente declara, no respetivo formulário de candidatura, que se manteve no quadro de escola de provimento e em exercício de funções nos anos escolares anteriores, informação que constará do teor da declaração de validação da sua candidatura, a ser confirmada pelo presidente do respetivo órgão executivo, com a aposição da sua assinatura nessa declaração, assim como das listas ordenadas de graduação do grupo ou grupos de recrutamento a que se candidata.

3. Os quadros de escola a que se refere o n.º 1 são os seguintes:

a) Escola Básica e Secundária de Santa Maria;

b) Escola Básica Integrada da Vila do Topo;

c) Escola Básica e Secundária das Flores;

d) Escola Básica e Secundária Mouzinho da Silveira.

4. A presente Portaria entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação e produz efeitos para os concursos internos de provimento a realizar para os anos escolares de 2019/2020 a 2023/2024, devendo ser revista antes da realização do concurso interno de provimento para o ano escolar 2024/2025.

12 de fevereiro de 2019. – O Secretário Regional da Educação e Cultura, Avelino de Freitas de Meneses.

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LICEU ANTERO DE QUENTAL FEZ ANOS

O colóquio dos 167 anos do Liceu de Ponta Delgada, esta quinta-feira na Escola Secundária Antero de Quental, por iniciativa conjunta da “Comissão Municipal de Toponímia, Distinções Honoríficas e Património Cultural” e da “Associação dos Antigos Alunos do Liceu Antero de Quental”, com quatro apontamentos históricos de Pedro Pascoal de Melo (Os Fonte Bela e o seu Palácio), Isabel Soares de Albergaria (O Jardim do Liceu), Maria João Ruivo (Antero no Ensino) e, por fim, José Andrade com este “Antero na(s) Cidade(s)”:

1. A Cidade de Antero

Ponta Delgada é o berço e o túmulo de Antero de Quental.

A nossa cidade assume essa honra de forma pública e perene, num roteiro anteriano que importa absorver e promover.

Façamos uma breve visita-guiada pelas marcas de Antero na sua cidade.

Partimos da casa onde nasceu, a 18 de abril de 1842, na freguesia de São Sebastião, em pleno centro histórico de Ponta Delgada. Localiza-se na então designada “Rua do Lameiro”, a que a câmara municipal atribuiu a atual toponímia de “Rua do Castilho”, em 1886, para homenagear o pedagogo António Feliciano de Castilho. Está esta casa identificada desde 1832 com uma placa municipal alusiva ao nascimento de Antero.

Seguimos para o Solar do Bom Sucesso, da família Quental, onde Antero viveu de agosto de 1867 a outubro de 1868, no lugar do Ramalho da freguesia de Santa Clara.

Prosseguimos para a antiga Rua de Santa Catarina de Baixo e atual Rua José Bensaúde, na freguesia de S. José, a visitar a casa do importante industrial micaelense José Bensaúde, que foi a última morada de Antero de Quental, desde agosto de 1887, da qual saiu para pôr termo à vida.

E terminamos no emblemático Campo de São Francisco, onde Antero se suicidou no banco de madeira junto à cerca do Convento da Esperança, a 11 de setembro de 1891.

Para melhor identificação e maior dignificação deste local simbólico, a Câmara Municipal de Ponta Delgada prevê inaugurar no Dia da Cidade, a 2 de abril, uma intervenção tão simples quanto representativa, com a inscrição de um excerto da carta escrita por Antero de Quental a Oliveira Martins, a 15 de março de 1887: “deve haver uma relação profunda entre o homem e a terra em que nasceu e se criou.”

A estes quatro marcos da vida de Antero em Ponta Delgada juntam-se agora muitos outros registos monumentais e toponímicos de homenagem póstuma na sua cidade.

Desde logo, o monumento funerário da sua última morada na entrada sul do Cemitério de S. Joaquim, onde foi colocado em 1894 um poema de João de Deus: “Aqui jaz pó. Eu não. Eu sou quem fui – raio animado d’essa luz celeste à qual a morte as almas restitui, restituindo à terra o pó que as veste”.

Próximo do cemitério de Ponta Delgada encontra-se a “Avenida Antero de Quental”, com a atual toponímia atribuída pela câmara municipal, em 1971, à antiga “Rua do Papa Terra”.

Curiosamente, “Avenida Antero de Quental” foi também a designação inicial do aterro destinado à construção da avenida litoral da cidade, denominada como “Avenida Infante D. Henrique” desde 1960.

Entre a antiga e a atual “Avenida Antero de Quental” encontra-se o “Jardim Antero de Quental”, com um importante monumento ao nosso poeta que inclui um busto de bronze da autoria do escultor micaelense Canto da Maia, ladeado pelos sonetos “Solemnia Verba” e “Contemplação”, no âmbito de um projeto arquitetónico de Soares Branco inaugurado pelo centenário de 11 de abril de 1942.

É próximo deste jardim que se ergue o antigo Palácio de Fonte Bela, construído em meados do século XIX pelo barão Jacinto Inácio Rodrigues da Silveira, para onde foi transferido em 1921 o Liceu Central de Ponta Delgada, depois Liceu Antero de Quental e agora, desde 1979, “Escola Secundária Antero de Quental”.

No “Largo dos Mártires da Pátria”, que lhe fica fronteiro, encontramos mais um busto público de Antero, da autoria do escultor Diogo Macedo.

E no jardim interior da própria escola reencontramos um Baixo-relevo de Xavier Costa e Júlio Cascais com a reprodução de um soneto anteriano que está gravado também no coração dos antigos alunos do nosso liceu:

“As fadas… eu creio nelas!
Umas são moças e belas,
Outras, velhas de pasmar…
Umas vivem nos rochedos,
Outras, pelos arvoredos,
Outras, à beira do mar…”

2. Antero nas Cidades

Para além da cidade de Ponta Delgada, há outras localidades açorianas com o seu registo toponímico, como o “Largo Antero de Quental” em Vila Franca do Campo e em Vila do Porto.

Também por terras madeirenses temos a “Rua Antero de Quental” na freguesia de Santo António da cidade do Funchal.

Mas é no continente português que vamos encontrar uma “Rua Antero de Quental” em mais de duas dezenas de cidades, como Albufeira, Amadora, Cantanhede, Coimbra, Évora, Faro, Gaia, Lagoa, Lagos, Lisboa, Loures, Macedo de Cavaleiros, Matosinhos, Odivelas, Oeiras, Ovar, Palmela, Porto, Seixal, Sesimbra e Sintra.

Na capital portuguesa, por exemplo, nove anos depois do falecimento do nosso poeta maior, a Câmara Municipal de Lisboa designou como “Rua Antero de Quental” o arruamento compreendido entre o Largo do Intendente e o Largo do Conde do Pombeiro.

E na cidade do Porto, a primitiva “Travessa do Campo Lindo”, depois designada como “Rua da Rainha”, é hoje a “Rua Antero de Quental”.

Se há mais de duas dezenas de ruas com o nome de Antero noutros tantos centros urbanos do continente português, existem também, pelo menos, cinco “Avenidas Antero de Quental”, designadamente, nas cidades de Braga, Fafe, Montijo, Setúbal e Vila Franca de Xira.

E vamos ainda encontrar um “Largo Antero de Quental”, por exemplo, nas cidades de Almada, Benavente e Vila do Conde.

Aliás, em Vila do Conde, a Câmara Municipal adquiriu e restaurou o imóvel onde Antero viveu durante dez anos, de 1881 a 1891, como sua última residência no continente português, inaugurando este polo cultural em 2013 também para acolher o Centro de Estudos Anterianos – uma associação fundada em 1994 por Guilherme d’Oliveira Martins e Ana Maria Almeida Martins.

Para além de avenidas, ruas e largos de norte a sul de Portugal continental, Antero está imortalizado também em monumentos, estátuas e bustos.

Em Lisboa, vamos encontrar um Memorial a Antero de Quental na Praça do Príncipe Real, da autoria de Mestre Lagoa Henriques, e uma estátua sua no Jardim da Estrela, esculpida em mármore por Barata Feyo e inaugurada em 1951 pela câmara municipal.

Neste jardim havia sido colocado em 1929 um busto da autoria de Diogo de Macedo, por iniciativa do “Diário dos Açores”, que foi depois oferecido pela Câmara de Lisboa à Câmara de Coimbra, encontrando-se desde 1953 instalado no Parque Dr. Manuel Braga da “cidade do Mondego”.

Um Monumento a Antero de Quental, da autoria do escultor micaelense Álvaro Raposo de França, foi recentemente instalado no “Parque dos Poetas” da cidade de Oeiras.

E outra estátua de Antero, da autoria de Rodrigo Baeta, foi inaugurada pela Câmara Municipal de Torres Vedras, em 2009, junto à praia de Santa Cruz, onde o nosso poeta passou férias no verão de 1870.

Se já é notável o reconhecimento nacional ao “maior de todos nós”, como lhe chamou Ruy Galvão de Carvalho, é ainda mais impressionante a importância atribuída a Antero de Quental, no outro lado do Atlântico, pela toponímia das terras brasileiras.

Rio de Janeiro e São Paulo, duas metrópoles da lusofonia à escala global, são o expoente máximo dessa universalidade de Antero.

Na “cidade maravilhosa”, vamos encontrar uma grande “Praça Antero de Quental” em pleno Leblon, o bairro nobre da zona sul entre Ipanema e Copacabana, onde, inclusivamente, já foi construída a Estação de Metro “Antero de Quental”.

No Estado do Rio de Janeiro há ainda uma “Rua Antero de Quental” em Botafogo, no município de Nova Iguaçu, mas é no Estado de São Paulo que se encontram, pelo menos, cinco ruas com o nome do poeta.

Há uma “Rua Antero de Quental” na própria cidade de São Paulo e outras nas cidades de Atibaia, Santo André, Santa Bárbara d’Oeste e Itaquaquecetuba.

Mas se formos ainda a outras terras brasileiras, encontramos uma “Rua Antero de Quental” em Fortaleza, capital do Estado de Ceará, e em duas cidades do Estado do Paraná – Curitiba e Ponta Grossa.

É curioso constar como a universalidade de Antero vai desde Ponta Delgada até… Ponta Grossa.

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Governo dos Açores diz que ‘rankings’ traduzem “visão redutora” do ensino – Atualidade – SAPO 24

O Governo Regional dos Açores esclareceu, hoje, que os resultados dos exames do ensino secundário nos Açores estão “em linha com a tendência nacional” e que os ‘rankings’ “traduzem uma visão redutora” do sistema de ensino.

Source: Governo dos Açores diz que ‘rankings’ traduzem “visão redutora” do ensino – Atualidade – SAPO 24

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Univ Católica e as inconstitucionalidades

Trouxe do mural da amiga Kincas Baudouin esta prova de que vivemos numa república laica!
Hoje trago um assunto muito importante.

A Universidade Católica, foi um sonho do Cardeal Cerejeira, (esse mesmo, sempre de braço dado com salazar).
É um projecto da Conferência Episcopal Portuguesa, e como tal, sem saber ler nem escrever, recebe 6 milhões e 884 mil euros, ( sim, leram bem…6milhões) de ajuda do estado. Isto apesar de ter tido no ano anterior quase 66milhões de euros de lucro.
Para melhorar o quadro de ilegalidades, tem isenção fiscal TOTAL de encargos, impostos e quejandos….mas tem todos os benefícios fiscais, inclusivé pode recorrer aos tribunais sempre que quiser e não paga nada. NADA. Ouviram bem???
Claro que todo este quadro configura inconstitucionalidades várias…que estão a ser analisadas…
Mas querem saber a melhor???
Tudo isto foi congeminado quando o CAVACO SILVA ERA 1º MINISTRO, E O PAI DA DEMOCRACIA ERA PRESIDENTE DA REPÚBLICA!!!!
MAS HÁ MAIS….muito mais.

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República deixa UAç de fora da renovação de parcerias com Universidades dos EUA – +central

Os programas entre Portugal e três Universidades dos Estados Unidos da América (EUA) vão ser renovados por mais dez anos, envolvendo um orçamento de 70 milhões de euros até 2023 e deixando a Universidade dos Açores (UAç) de fora.Continue reading

Source: República deixa UAç de fora da renovação de parcerias com Universidades dos EUA – +central

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Visão | Para que serve concretamente o que ensinamos?

Como dar a volta aos conteúdos obrigatórios da disciplina de Português quando nem eu própria consigo explicar de forma convincente a utilidade prática da capacidade de identificar a função sintática do complemento oblíquo e do predicativo do sujeito numa frase?

Source: Visão | Para que serve concretamente o que ensinamos?

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os professores em vias de extinção

A continuar assim, como será daqui a 9 anos? Fechem os olhos e imaginem… Na escola pública, e também nas escolas privadas.

EXPRESSO.PT
Diretores não encontram docentes para suprir colegas de baixa. Há alunos a ficar meses sem professor. Situação é mais grave em Lisboa e Algarve. Ofertas não compensam custos da deslocação para quem vem de…
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Professores podem avançar para formas de luta radicais – Jornal Açores 9

A Federação Nacional de Educação (FNE) adiantou hoje que os professores podem avançar para “formas de luta radicais”, que podem

Source: Professores podem avançar para formas de luta radicais – Jornal Açores 9

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Escolas Desesperam Para Substituir Professores

João Caravaca shared a link.Image may contain: text

8 hrs

ARLINDOVSKY.NET
Para a construção desta notícia pelo Expresso foram usados dados do Blogue sobre o número de colocações em contratação desde Agosto de 2018. Parece irreal que as zonas atualmente mais desfalcadas…
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