Netos de portugueses nascidos no estrangeiro vão poder ter nacionalidade portuguesa – Renascença

Será concedida se tiverem “laços de efectiva ligação à comunidade nacional”, de acordo com um diploma aprovado em Conselho de Ministros.

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Mapa onde se mostra que 97% de Portugal é mar chega hoje às escolas – PÚBLICO

Novos territórios marítimos estão na proposta – entregue nas Nações Unidas em 2009 – de extensão da plataforma continental portuguesa para lá das 200 milhas. Desde então, o país já pôde começar aí a exercer a sua soberania sobre o solo e subsolo marinhos.

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Um Ponto É Tudo – Lamento pelos taxistas que se perdem

Sou cliente, diário, de dois a três táxis em Lisboa. Devo andar em 800 táxis por ano, sou testemunha experimentada. A metade daria nota negativa pela qualidade do carro, condução ou educação do motorista. Metade se calhar não é uma má média. O taxista gatuno que agarrou a minha nota de vinte euros e a transformou, num ápice, em nota de cinco, é redimido (aconteceu, aliás, de uma semana para outra) pelo taxista honesto que me chamou, já da janela, por eu não ter recebido dez euros de troco que faltavam. Os dois episódios revelam um dos dilemas não resolvidos do taxista. Os comerciantes em geral tentam conquistar o cliente porque, merceeiro ou relojoeiro, eu troco-o por outro se me desagradam – a porta é fixa e eu sei onde param os maus. Já o taxista, chamado pelo meu levantar de braço no passeio, pode achar-se desobrigado de me servir bem. Os maus acham-se, os bons, não. Metade lava a outra, diria eu, se a verdade não fosse oposta: suja. Quando os taxistas em conjunto se metem numa manifestação de força há muitas probabilidades de a coisa correr mal. Os boçais são as vedetas e a lama salpica todos, quer dizer, os bons também. Acresce que a liderança dos taxistas não prima pela inteligência, a prova é convocarem uma manifestação perto do aeroporto da Portela. Aí, a relação entre os taxistas bons e maus não é metade, metade… Um taxista a dizer no aeroporto que a sua causa é justa tem o crédito de Trump a dizer que é um cavalheiro.

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NOVAS alterações relativas à vinheta da inspeção do veículo. Importante todos saberem isto! – Tugalandia

Com a entrada em vigor do Decreto-Lei nº 144/2012 de 11 de julho, a comprovação da realização da inspeção periódica passou a ser efetuada unicamente através da ficha de inspeção do veiculo. A obrigação anterior, dizia respeito ao artigo 8º, nº 1 do Decreto-Lei n.º 554/99, de 16 de Dezembro, sendo punida com coima de 30 a 150 euros, no entanto esse diploma foi revogado pelo Decreto-Lei n.º 144/2012 de 11 de Julho, que regula as inspeções técnicas periódicas, as inspeções para atribuição de matrícula, e as inspeções extraordinárias de veículos a motor e seus reboques. No ponto 1 do

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Madeira e depois do desastre Por Raimundo Quental

Ainda a Madeira, agora com um artigo em anexo….

From: [email protected]
Subject: Pico do Areeiro – Ilha da Madeira. Uma experiência de recuperação da biodiversidade
Date: Sat, 13 Aug 2016 20:51:25 +0100

E DEPOIS DA TRAGÉDIA?

         Grandes mentes discutem ideias.

Mentes medianas discutem eventos.

Mentes pequenas discutem pessoas.

Eleanor Roosevelt
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Incêndios: Governo pôs na gaveta relatório para mais meios aéreos

A TVI teve acesso, em exclusivo, a um relatório que defende uma maior intervenção da Força Aérea no combate aos fogos e que conclui que o país precisa de 10 helicópteros ligeiros monomotores, seis helicópteros médios bimotores e duas aeronaves anfíbias de combate a incêndios. E com custos mais baixos para o Estado

Fonte: Incêndios: Governo pôs na gaveta relatório para mais meios aéreos

crónica 164 eu tenho esta opinião sobre incêndios de há 40 anos em Portugal

FARTEI-ME DO TRISTE ESPETÁCULO CIRCENSE DA TV A DAR INCÊNDIOS A TODA A HORA PARA GÁUDIO DOS PIRÓMANOS E DOS QUE LUCRAM COM ESTES FOGOS.
FARTEI-ME DAS ENTREVISTAS LAMECHAS A QUEM PERDEU TUDO E NÃO SABE COMO VAI RECONSTRUIR A VIDA
FARTEI-ME DA DOR, DO SOFRIMENTO, DA PERDA EM VIDAS, DA PERDA EM PATRIMÓNIO NACIONAL, FARTEI-ME DAS PALAVRAS OCAS DE POLÍTICOS E PERITOS
(o que adiante se escreve diz respeito a Portugal e Galiza)
QUERO AÇÃO E QUERO-A JÁ….
não é um problema de penas, pois toda a legislação está errada nesta doença pirómana…a pena não pode ser prisão tem de ser trabalho de plantação de árvores durante anos, indemnizações a todos os lesados durante a toda a vida do culpado até pagar os estragos…

os incêndios há 40 anos que são deliberados e a isto acrescentamos uma mão cheia de inimputáveis pirómanos, seja por seus atos de moto próprio, ou pagos com umas cervejas … 25 anos de pena nada adianta…e tem um o custo de a sociedade manter esses párias.

isso em nada adianta,

o problema tem de se resolver de uma forma radical de se obter consenso alargado sem lóbis nem pressões de interesses privados, dando às FAP os meios de que dispunha nos anos 1990, acrescentando os mais recentes retardantes de fogo…, colocando guardas florestais (que ficam mais baratos pela centena do que um avião por uma hora), torres de vigia e outros meios de prevenção, limpando as matas que são do Estado, multando os privados (emigrados ou não que não limpam as suas terras, substituindo os eucaliptais sedentos de água por árvores autóctones de cada região….. Intensificar a formação aos bombeiros, profissionalizar os bombeiros todos (outra vez ficaria mais barato do que uma hora de avião ou helicóptero).

é preciso é vontade política e nenhum partido no poder desde 1975 mostrou ter tal vontade… eu e tu, ou você que me lê, ou qualquer pessoa com senso comum… resolvíamos isto em duas penadas se estivéssemos em posição de poder decidir como fazer… e poupavam-se milhões e ardia muito menos área….

nada que eu não tivesse escrito nestes últimos 40 anos ao ponto de prometer que esta é a última vez que me manifesto sobre o tema e não sou perito e ninguém pediu a minha opinião…

O caso do plágio académico que o autor não consegue explicar – PÚBLICO

Ensaio publicado online por Pedro Vaz Serra, da Universidade de Coimbra, copiava o conteúdo de um artigo de 2012 de duas investigadoras do ISCTE. O autor do plágio diz não ter explicação para o sucedido.

Fonte: O caso do plágio académico que o autor não consegue explicar – PÚBLICO

INCÊNDIOS- Deverão os meios militares ser usados no combate aos fogos?

Começou a época quente e invariavelmente começou a época dos fogos que flagelam o país de norte a sul. Todos os anos se repete o mesmo fado. As Forças Armadas possuem capacidades que podem ter uso civil. Há alguns anos iniciámos na UE a elaboração de um Catálogo de Capacidades e Meios para a Proteção (defesa) Civil. Aí foram listadas as capacidades civis e militares oferecidas pelos diversos Estados membros, que em caso de necessidade pudessem ser pedidas para uso em emergências. Em Portugal deveria fazer-se um Catálogo do género, integrando as Capacidades e Meios Civis e todas as Capacidades e Meios Militares com possibilidades de uso civil. Só depois de listadas e de se saber onde estão, quem as possui e pode disponibilizar é que deveriam ser feitos alugueres ou aquisições de meios que não existam. Estariam nesse catálogo meios da Força Aérea com capacidade para, com uma pequena adaptação, poderem ser usados na prevenção e no combate aos fogos. Recordo que, há alguns anos, os C-130 foram usados com um kit específico para efetuar esse combate, o qual, pelo que sabemos, apodreceu e está inoperacional. No Exército há vários meios de engenharia e outros capazes de ajudar no combate ao flagelo dos fogos. O Exército também pode participar mais se tiver alguns apoios logísticos, em termos de infraestruturas que podem ser disponibilizadas pelo poder local, para que algumas unidades em treino operacional possam cumprir a sua missão e concomitantemente vigiar o território em locais pré-determinados 24 sobre 24 horas, contribuindo assim para a prevenção dos fogos. Um país em profunda crise financeira tem de usar eficientemente e eficazmente os meios de que dispõe, pois só assim se podem rentabilizar os recursos existentes e se evitam dispêndios de recursos humanos e financeiros desnecessários.

Fonte: Opinião – Deverão os meios militares ser usados no combate aos fogos?