Rui Santos defende a reativação da linha ferroviária entre a Régua e Chaves | Diário de Trás-os-Montes

O encerramento da Linha do Corgo deixou um vazio nas aldeias, entre Vila Real e a Régua, e 10 anos depois ainda são muitos os que suspiram de saudade e sonham com o regresso do comboio.

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ALFÂNDEGA DA FÉ NA VANGUARDA

a terra da minha mãe e avós…

MAIS DE 12 MIL HECTARES DE TERRENOS NO CONCELHO

Segundo o BUPi, Balcão Único do Prédio, já foi possível registar mais de 12 mil hectares de terrenos no concelho de Alfandega da Fé, distinguindo-se assim como o município piloto com maior percentagem no que toca a área georreferenciada, ocupando o primeiro lugar com 38,92%.
https://www.diariodetrasosmontes.com/…/alfandega-da-fe-tem-…
#alfandegadafé #BUPi

DIARIODETRASOSMONTES.COM
Segundo o BUPi, Balcão Único do Prédio, já foi possível registar mais de 12 mil hectares de terrenos no concelho de Alfandega da Fé, distinguindo-se assim como o município piloto com maior percentagem no que toca a área georreferenciada, ocupando o primeiro lugar com 38,92%.
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Expresso | “Os colonatos são quase como ilhas que se multiplicam e dividem comunidades palestinianas inteiras”

A “atmosfera pesada” de Jerusalém, onde é latente a “tensão entre judeus, cristãos e muçulmanos”, e a calma em Ramallah, que é uma paz relativa e não pode ser dada como garantida. E a crise é “aflitiva” em Gaza, esse “barril de pólvora imenso”. Entrevista a Rui Baceira, chefe de missão no escritório de representação de Portugal em Ramallah, uma semana depois da decisão de Donald Trump que veio minar “a mediação americana” do conflito israelo-árabe. Ninguém sabe quem irá ocupar esse lugar. Um país árabe? “É possível, é possível que possa acontecer”

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GALOPIM DE CARVALHO E A DERROCADA DE BORBA

Mais uma douta lição do caro professor Galopim de Carvalho.

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António Galopim de CarvalhoFollow

MÁRMORE

A trágica derrocada na pedreira de Borba trouxe à boca dos portugueses a palavra “mármore”. Será que os nossos decisores políticos, os nossos jornalistas e comentadores de serviço e o cidadão comum sabem o que é o mármore?
Aproveitemos então a triste oportunidade para falar desta rocha ou desta pedra, como preferirem.

Muito antes de existir a ciência que dá pelo nome de Geologia e muito antes dos geólogos compreenderem e descreverem o metamorfismo, a palavra latina “marmor” já figurava entre os romanos
Ao tempo de Agricola, o médico alemão, de nome Georgius Bauer (1495-1555), que reviu as classificações do romano Plínio, o Velho, (23-79), do persa Avicena (980-1037) e do dominicano alemão Alberto Magno (1193.1280), mármore, era toda a pedra susceptível de ser usada em cantaria. Eram “mármores” o calcário, o alabastro, o basalto (“mármore negro”, como lhe chamou Plínio), o arenito fino do “Buntsandstein” (ou Triásico germânico) e o mármore propriamente dito (o da pedreira de Borba, agora tão falada).

Mesmo hoje, entre nós e em termos comerciais, no sector das pedras ornamentais, ainda se classificam como mármores as rochas que permitem o corte e o polimento

Para falarmos de mármore temos, primeiro, de falar de calcário. Isto porque, em traços muito gerais, o mármore não é mais do que calcário transformado (metamorfizado) por efeito de aquecimento e compressão sofridos no interior de uma cadeia de montanhas em formação.
Para o geólogo, mármore é, pois, uma rocha resultante do metamorfismo de um calcário. Para o construtor civil é uma da muitas rochas ou pedras ornamentais existentes no mercado.

– E o que é e como se forma o calcário? – Pergunta quem não sabe.

A imensa maioria dos calcários, como os que temos aqui no Cretácico de Lisboa e Pero Pinheiro (o conhecido lioz), e no Jurássico das Serras d’Aire e Candeeiros, Arrábida e do Barrocal algarvio, é gerado em mares muito pouco profundos das latitudes intertropicais, de águas límpidas e mornas, como por exemplo os das Caraíbas do Golfo Pérsico e da Grande Barreira de Coral, no nordeste australiano (Queensland). Estes mares são propícios à formação de corais e de uma grande variedade de invertebrados (bivalves, gastrópodes, ouriços e estrelas do mar, crustáceos, briozoários, foraminíferos e outros) construtores de esqueletos de natureza calcária, e de certas algas, ditas coralígenas, igualmente construtoras de esqueletos de natureza calcária.
Na grande maioria dos casos, é a acumulação dos restos esqueléticos (inteiros, fragmentados e/ou pulverizados) deste organismos, todos eles formados por carbonato de cálcio (aragonite e/ou calcite), que, depois de intensamente compactados e consolidados, dá origem ao calcário.

Foi assim no passado e é o que está a acontecer nos dias de hoje nos citados mares quentes da Terra?

Um parêntesis para dizer que aragonite e calcite são duas formas (ou dois minerais) diferente de carbonato de cálcio, sendo que a segunda é mais estável, razão pela qual, com o passar do tempo, a aragonite dos referidos esqueletos calcários se transforma em calcite, o mineral essencial do calcário calcítico e do mármore que, igualmente, podemos dizer calcítico. Isto porque também há mármores dolomíticos.

Para falarmos do mármore alentejano (grande riqueza nacional no sector da Indústria extractiva), temos de recuar a um oceano antigo, que aqui existiu há bem mais de três centenas de milhões de anos, e admitir que houve, neste local do território, mas a uma latitude mais baixa (como a dos actuais mares tropicais), um mar litoral propício à proliferação de organismos, bem diferentes dos actuais, mas todos eles construtores de esqueletos de natureza calcária.

Foi durante a formação da grande cadeia de montanhas que abrangeu toda a Península Ibérica (orogenia varisca ou hercínica de há 380 a 280 milhões de anos, no final da era paleozóica) que, entre outras rochas, deu origem aos xistos, grauvaques, quartzitos e granitos que formam a respectiva ossatura, que nasceu este mármore, por transformação do dito calcário.

Numa descrição mais pormenorizada podemos dizer que o mármore calcítico, como o que temos em Estremoz-Borba-Vila Viçosa, os de Viana do Alentejo ou os de Trigaches. perto de Beja , tem estrutura granoblástica, isto é, apresenta grãos minerais (calcite) aproximadamente todos do mesmo tamanho (equidimensionais) e sem orientação.
Menos importantes, mas contemporâneos e tendo sofrido as mesmas vicissitudes, temos, ainda, no Alentejo, os mármores de Sousel, Elvas, Escoural, Alvito e Ficalho. Merece, ainda, referência o mármore branco de Vimioso (esgotado), em Santo Adrião, no Nordeste transmontano.

Menos comum, o mármore dolomítico resultou do metamorfismo de dolomitos (rochas sedimentares essencialmente formadas pelo mineral dolomite, o carbonato de cálcio e magnésio). Como mármore dolomítico merce destaque a chamada “pedra cascável”, subjacente aos mármores calcíticos de Estremoz-Borba-Vila Viçosa.

Com nomes consagrados na indústria e no comércio nacionais destacam-se os mármores:
– na região de Vila Viçosa: Branco Estatuária, Branco Anilado, Creme Lagoa, Rosa Aurora e Rosa Venado.
– na região de Estremoz: Branco Corrente, Branco Rosado e Creme Venado.
– na região de Borba: Ruivina Escuro, Creme do Mouro, Rosa de Rosal e Rosa Venado:
– na região de Escoural: Verde Escoural.
– na região de Viana do Alentejo: Verde Viana.
-º na região de Trigaches (Beja): Cinzento Anegrado, Cinzento Claro
– na região de Serpa: Verde Ficalho

Notas:
Diz-se marmoreado ou marmóreo, o que lembra o mármore, na cor, no frio, na insensibilidade.

Marmorite é um produto fabricado, destinado pavimentos e revestimento de paredes. Consiste, geralmente, numa mistura de fragmentos de rochas diversas (mármore, calcário e outras) aglutinados por um cimento. Uma vez seco, é serrado, polido e usado em pavimentos, à semelhança das rochas ornamentais.

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a tragédia de Borba foi anunciada em 2014

For my Portuguese friends: O Ministério da Economia tinha conhecimento documentado dos riscos que a estrada Borba – Vila Viçosa representava. Este facto contraria afirmações proferidas por vários membros do Governo.

Nota: Políticos têm imensa dificuldade em distinguir entre “responsabilidade” e “culpa”. Para a maioria, são palavras sinónimas. Esta facto é demonstrador de irresponsabilidade.

nota do editor deste blogue: todas estas notícias levam a etiqueta corrupção por se tratar de incúria, desleixo, irresponsabilidade….

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DÉCADAS DEPOIS CHEGA….Espanha vai fazer autoestrada entre Zamora e Bragança | Diário de Trás-os-Montes

O primeiro-ministro português, António Costa, anunciou ontem que Espanha vai concretizar a “tão ambicionada” ligação rodoviária entre Zamora (Espanha) e Bragança (Portugal), há muito reivindicada pelos autarcas e populações dos dois países.

Source: Espanha vai fazer autoestrada entre Zamora e Bragança | Diário de Trás-os-Montes

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Estado propôs duas alternativas à estrada de Borba. Nenhuma avançou

Em alternativa ao troço da antiga EN255 que ruiu na segunda-feira, a Direção-Geral de Energia e Geologia propôs a construção de duas estradas. Não houve acordo. A estrada passou para a tutela da câmara de Borba em 2005.

Source: Estado propôs duas alternativas à estrada de Borba. Nenhuma avançou

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uma morte anunciada por incúria, irresponsabilidade e desleixo

Victor Hugo Sarabando posted 2 updates.+3Amelia Velez19 hrsestrada entre Borba e vila viçosa e borba antes da tragédia ! sabia que a estrada era ladeada por pedreiras, mas a vista aerea é simplesmente assustadora!! e era uma estrada muito frequentada ao contrário do que se poderia pensar 🙁

Source: (5) Facebook

ictor Hugo Sarabando posted 2 updates.
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Amelia Velez

estrada entre Borba e vila viçosa e borba antes da tragédia ! sabia que a estrada era ladeada por pedreiras, mas a vista aerea é simplesmente assustadora!! e era uma estrada muito frequentada ao contrário do que se poderia pensar 

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o governo sempre a gamar….

aposto que vão dizer que foi lapso Chrys
TVI24

15 hrs

Concurso aberto pela Embaixada de Portugal oferece remuneração inferior ao salário mínimo praticado no país

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A GREVE ERA PARA O AUMENTO DA BASTONÁRIA

Que campanha malévola, a Senhora só aproveitou uma janela de oportunidade …

Comments
Pippa Sattut E que grande janela… 😂

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