idosos abandonados em hospitais

Ana Nogueira Santos Loura and Tânia Rodrigues shared a link.
O alerta é deixado pelo administrador do hospital, em entrevista à TSF, que admite já ter tomado decisões “de legalidade duvidosa”, suportando a despesa de lares privados.

AÇORES E POBREZA, EMANUEL CARREIRO

VIVER COM MENOS DE 468 EUROS POR MÊS
POLITICAMENTE INCORRETO
EMANUEL CARREIRO
JORNALISTA
Era uma daquelas reportagens natalícias com o objetivo de apelar à solidariedade social, quando ainda não havia Rendimento Social de Inserção nem Banco Alimentar contra a fome.
Estávamos na segunda metade dos anos oitenta e eu, após um “estágio” parlamentar inconsequente, regressara àquilo que sempre gostara de fazer – televisão. Saiu-me na rifa a dita reportagem. A ideia era fazer o telespetador refletir sobre a desigualdade entre os que iam passar mais um Natal rodeados de conforto, consoada e prendas e os outros, a maioria, os que não teriam nem uma coisa nem outra. Após uma breve pesquisa, encontrei a situação perfeita para reportar. Se ainda hoje o limiar de pobreza anda pelos 31,5%, nos anos oitenta do século passado nem se imagina!
Na Canada do Peixe Assado (um título já de si eloquente) do lado esquerdo, erguia-se uma banda de barracas de madeira e telhado de zinco, que davam abrigo a duas dúzias de almas. Do lado direito, pastagens. E era precisamente aí que se encontrava o que seria o alvo da minha reportagem: um palheiro construído em pedra solta, telhado, com porta e janela. Uma única divisão de chão térreo, que uma cortina de chita dividia em duas. A primeira, à entrada, funcionava como cozinha. Ali havia um fogão ligado a uma garrafa de gás, tachos e panelas e um armário tosco onde deveriam estar pratos e talheres. Não havia chaminé, quando cozinhavam, o fumo saia pelas fendas entre as pedras da parede, por onde também se via o céu e entrava a chuva. Do outro lado da cortina, ficava o único quarto de cama. Contei três camas rudimentares. Nem água, nem luz. A imensidade da pastagem proporcionava uma vasta zona de alívios. Ali viviam, ou sobreviviam, uma viúva, na casa dos quarenta e três filhos menores. Um deles brincava cá fora puxando o que se supunha ser um carrinho, feito com material obtido na lixeira ali perto. Era também a lixeira a céu aberto que os alimentava com os “fora de prazo”, para além da Cáritas e da Conferência de São Vicente de Paula. Todo este viver nos foi narrado pela viúva, que acrescentou ter mais duas filhas crescidas, que viviam nas barracas do outro lado da estrada com os seus “homens”. A reportagem não podia ter saído melhor, o depoimento da viúva, as eloquentes imagens e um texto a puxar ao sentimento caíam a matar!
O Pedro Moura, meu colega na altura, viu a peça e veio de encontro ao que eu já tencionava fazer: Reunimos brinquedos e roupas que os nossos filhos já não usavam, comprámos chocolates, bolachas e biscoitos e, na véspera de Natal, fomos ao casebre da Canada Do Peixe Assado entregá-los à senhora. Foi gratificante ver a alegria da viúva e dos miúdos mas, claro que nada daquilo aguardou pela consoada para ser consumido. Ainda mais quando, por magia, apareceram as tais filhas que moravam nas barracas e os respetivos filhos. Tudo voou em cinco minutos. Diga-se de passagem que as filhas não tinham ar de quem passa fome, eram até anafadas e teriam entre 18 e 19 anos. Perguntámos-lhes pelos “maridos”, se estavam a trabalhar. Uma respondeu que o seu homem era muito doente das costas e não podia trabalhar. Quanto a ela, fazia umas limpezas, quando calhava… O homem da outra trabalhava, mas estava de baixa porque se magoara no serviço (servente de pedreiro, se bem me recordo). Ela não trabalhava porque tinha que ficar em casa a cuidar dos filhos de tenra idade, seus e da irmã quando “dava dias”.
O Pedro e eu não nos arrependemos daquela incursão no submundo da indigência, mas ficou-nos bem claro que a solução para aquela e tantas outras situações, não seria nunca ajudas pontuais. Daí para cá muitas coisas mudaram. As barracas do Peixe Assado deram origem a apartamentos de habitação Social, foi instituído o RMG, depois RSI e surgiram apoios governamentais às rendas das famílias mais pobres. O que é fato é que, apesar de tudo isso, não conseguimos ainda baixar os 31,5% de famílias em risco de pobreza, isto é que vivem com menos de 468 euros por mês.

POBRES MAIS POBRES

PORTUGAL DESIGUAL

EXPRESSO.SAPO.PT
Apesar das melhorias nas desigualdades económicas e de se ter reduzido o espaço que separa os rendimentos dos portugueses mais ricos e mais pobres, Portugal continua a ser um país muito desigual. Investir na qualificação da população pode ajudar a combater estas desigualdades, dizem os especi…

LUCRAR COM A POBREZA: A triste verdade escondida nas campanhas de solidariedade, no final todos lucram

Ontem recebi na minha caixa de mensagens um email enviado pelo meu amigo João Esteves, o qual embora de autor desconhecido, dada a importância do tema, não podia deixar de o partilhar. O texto é um

Source: A triste verdade escondida nas campanhas de solidariedade, no final todos lucram

AO BANCO ALIMENTAR NÃO DOU

BANCO ALIMENTAR É UMA FRAUDE?

Uma fonte idónea e da máxima confiança transmitiu-me que não dava nada para o Banco Alimentar, porque a organização comete fraudes vergonhosas. Que o Banco Alimentar sabe que muitos dos produtos são oferecidos a quem não precisa e que essa gente os vende a mini supermercados. Que muitos dos produtos são levados por fulanas, do tipo da Raríssimas, para as suas casas de luxo. Que há certos produtos, como o arroz e a massa, já foram enviados para países africanos onde foram vendidos. E a Jonet, a tal que tem o apelido do marido e tem a mania que tem sangue azul não vê nada? Não sabe de nada? Ou só sabe receber os beijinhos do Presidente Marcelo que ainda ontem foi lá dar cobertura à alegada fraude?

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PS NOTA DO AUTOR DO BLOG LUSOFONIAS….mas eu há muitos anos que deixei de dar pelo que com isso lucram os supermercados e o Estado….quando quero ajudar alguém faço-o diretamente ou através de alguém em quem confio

pobreza oculta à vista de todos Tomás Quental

Não eram “muito humildes”, eram muito pobres!

Cinco pessoas morreram intoxicadas numa “habitação”, na localidade de Fermentões, no concelho de Sabrosa. Uma tragédia! O presidente da Câmara Municipal, trajando à Proteção Civil, veio para as televisões manifestar-se consternado. Mas eu fiquei duplamente consternado: com as cinco mortes e com as declarações do autarca.
O presidente da Câmara Municipal disse, nomeadamente, que eram pessoas “muito humildes”. Não eram pessoas “muito humildes”: eram, sim, muito pobres, o que é uma situação muito diferente. As pessoas ricas também podem ser “muito humildes”.
O autarca, ao dizer o que disse, revelou que não existe no concelho de Sabrosa um plano de combate à pobreza, porque se existisse essa família estaria “sinalizada” para ser apoiada. Porque esta é que a verdadeira pobreza e a que merece ser apoiada: pessoas que trabalham, neste caso na agricultura, mas que, pelos seus meios, não conseguem ultrapassar as suas dificuldades. Apoia-se pessoas que não trabalham nem querem trabalhar, mas não se apoia quem se esforça com o seu labor, apesar das circunstâncias.
A “habitação” em que viviam não tem condições mínimas de habitabilidade, como disseram os bombeiros. Mais parece um barraco ilegal, que ia sendo construído aos poucos pelos moradores. Sobre isso o presidente da Câmara Municipal também nada disse, o que significa que desconhece que existem no seu concelho construções ilegais e indignas a servirem de habitações.
O presidente da Câmara Municipal de Sabrosa estava consternado, com certeza que sim, como todos os portugueses ficaram com tão triste situação, mas as suas declarações – ou, pelo menos, uma parte delas – foram, isso sim, “muito humildes”….
E o pior é que situações dessas, de pobres entregues à sua sorte, sem capacidade de reivindicar e sem quem olhe por eles, existem em todo o país.

POBREZA EM PORTUGAL

Equívocos e paradoxos
23,3% de pobres em Portugal, incluindo trabalhadores, muitos dos quais ganham 1% dos salários dos seus superiores hierárquicos e de algumas estrelas televisivas de utilidade/qualidade questionável e que são (também) por eles sustentadas. Estes são os números oficiais, mas acredito que sejam mais: desempregados + trabalhadores que recebem o salário mínimo + pensionistas com pensões de miséria. Penso que serão muitos mais…E não me venham dizer que quem ganha o ordenado mínimo não é pobre, sobretudo famílias com crianças. Como se aquecem no inverno? Provavelmente, com um perigo chamado braseira.
Foto de Sapo

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para os saudosistas , eu não gosto de fascistas nem outros istas

Era assim no tempo do estado novo, tempos que muitos têm saudades.

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Maria De Fátima Amaral

Nasci no Fascismo e tenho memória!
“Ai que naquele tempo é que era bom. Fome com fartura, barracas em vez de casas, ranho e pés descalços. Ai que naquele tempo é que era bom. Pobretes e alegretes e a política era o trabalho, de sol a sol, de criança a velho. Férias fora de casa eram um luxo e, praia, talvez uma vez por ano, à Cruz Quebrada, quebrada pelo mau cheiro do Jamor e as fezes a boiar no mar. Ai que naquele tempo é que era bom. O reviralho andava escondido, não tinha a nefasta liberdade de que se goza agora, eram presos, torturados, mortos. Ai que naquele tempo é que era bom. Reinava a calma por todo o País. Comíamos e calávamos. Davamos a outra face, como bons cristãos. Não perdíamos a missa de domingo, procissões, catequese, comunhões, crismas, celebrações eucarísticas. Ai que naquele tempo é que era bom. O único canal de televisão não passava as indecências que agora se vêem por aí. As prostitutas eram discretas, os homossexuais inexistentes neste país de marialvas e de bons chefes-de-família. Ai que naquele tempo é que era bom. Pedíamos na Junta atestados de pobreza para sobreviver. Vivíamos da caridade das madamas dos chás-canasta e dos saraus de beneficência. Éramos calhaus sem vontade nem voz, moiros de trabalho, carne para canhão em guerras que não eram nossas. Eram tão bons aqueles tempos de pão e azeitonas, carne nem vê-la, bacalhau a pataco em dia de festa, copos de três para enganar o estômago e a vida. Tão bons que eram.”
NÃO! FASCISMO NUNCA MAIS!
Via Manuel Cruz
Foto de Sérgio Valente

trabalham mas são pobres

Mais de um milhão de portugueses trabalham, mas vivem na pobreza

“Em Portugal, temos 10,8% de trabalhadores que são pobres, achámos que era necessário chamar a atenção para esta realidade”, apontou o padre Jardim Moreira.

A Rede Europeia Anti-Pobreza alertou hoje para mais de 1,1 milhões de portugueses que têm trabalho, mas são pobres, apontando que um emprego não basta e que é preciso uma aposta na educação e em melhores qualificações.

Em entrevista à agência Lusa, por ocasião do Dia Internacional de Erradicação da Pobreza, que se assinala hoje, o presidente da EAPN Portugal adiantou que um trabalho digno é o tema que a ONG escolheu para chamar a atenção para a data.

“Em Portugal, temos 10,8% de trabalhadores que são pobres, achámos que era necessário chamar a atenção para esta realidade, de que não basta ter um emprego para sair da pobreza”, apontou o padre Jardim Moreira.

O responsável sublinhou que “não basta ter um qualquer dinheiro para ter uma vida adequada à dignidade humana, é preciso ter um rendimento adequado, que possibilite satisfazer as necessidades familiares”.

Por outro lado, salientou que há muita gente que tem dificuldade em aceder a empregos mais bem pagos porque lhes falta as qualificações necessárias.

Nesse sentido, defendeu que falar da necessidade de um trabalho digno implica também uma política de formação em educação, sobretudo pensada nos mais novos, “para que eles não fiquem fora do emprego qualificado”. “Senão, não conseguimos sair desta situação”, avisou.

O responsável pela EAPN Portugal apontou as melhorias verificadas nos últimos dois anos com impacto “no nível de vida de muitos pobres”, desde logo pelo aumento dos rendimentos disponíveis ou pelo aumento do valor das reformas.

“Mas a verdade é que ainda continuamos com 18,3% de pobres de rendimentos e chegam aos 23,3% os excluídos”, destacou, considerando que “apesar da melhoria, de modo global, os números não são ainda satisfatórios”.

Jardim Moreira defendeu que é preciso emprego com capacidade de respostas para as necessidades da pessoa ou da família e que, para isso, é preciso que as pessoas tenham mais e melhores qualificações.

“Não basta ter emprego, é preciso qualificar as pessoas para elas poderem ter acesso a empregos mais bem remunerados e terem mais rendimentos”, defendeu o padre Jardim Moreira.

De acordo com o presidente da EAPN Portugal, a pobreza em Portugal é estrutural e, por isso, requer “uma intervenção transversal de vários ministérios”.

Salientou que uma das maiores preocupações são as mães solteiras, um problema para o qual também é necessária uma aposta na educação, na formação e na integração familiar.

“É preciso insistir na formação dos mais jovens para a integração familiar porque fora da família nem se realizam, ficam marginais, não conseguem ter condições de trabalho porque lhes falta toda esta solidariedade familiar que é fundamental para o desenvolvimento das pessoas que a constituem”, explicou.

Sublinhou também que a solução pela educação também tem a ver com o facto de o abandono escolar ainda ser muito elevado e o aproveitamento escolar fraco, havendo “muita gente que passa pela escola e chega ao fim quase sem qualquer qualificação”.

Quanto ao facto de não haver uma estratégia nacional de combate à pobreza desde 2015, Jardim Moreira frisou que isso foi não só um retrocesso em relação ao trabalho que estava a ser feito, como o “ignorar e fechar os olhos à realidade nacional”.

“Foi um erro de justiça para com as pessoas mais vulneráveis”, rematou.

Durante o dia de hoje, a EAPN Portugal vai estar na Foz do Arelho, para o seu X Encontro Nacional, que conta com a presença do ministro do Trabalho, da Solidariedade e de Segurança Social, José Vieira da Silva, e onde vai decorrer o seminário “Trabalho Digno: um alicerce para a paz social”.

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Antena 21

Mais de um milhão de portugueses trabalham, mas vivem na pobreza

“Em Portugal, temos 10,8% de trabalhadores que são pobres, achámos que era necessário chamar a atenção para esta realidade”, apontou o padre Jardim Moreira.

A Rede Europeia Anti-Pobreza alertou hoje para mais de 1,1 milhões de portugueses que têm trabalho, mas são pobres, apontando que um emprego não basta e que é preciso uma aposta na educação e em melhores qualificações.

Em entrevista à agência Lusa, por ocasião do Dia Internacional de Erradicação da Pobreza, que se assinala hoje, o presidente da EAPN Portugal adiantou que um trabalho digno é o tema que a ONG escolheu para chamar a atenção para a data.

“Em Portugal, temos 10,8% de trabalhadores que são pobres, achámos que era necessário chamar a atenção para esta realidade, de que não basta ter um emprego para sair da pobreza”, apontou o padre Jardim Moreira.

O responsável sublinhou que “não basta ter um qualquer dinheiro para ter uma vida adequada à dignidade humana, é preciso ter um rendimento adequado, que possibilite satisfazer as necessidades familiares”.

Por outro lado, salientou que há muita gente que tem dificuldade em aceder a empregos mais bem pagos porque lhes falta as qualificações necessárias.

Nesse sentido, defendeu que falar da necessidade de um trabalho digno implica também uma política de formação em educação, sobretudo pensada nos mais novos, “para que eles não fiquem fora do emprego qualificado”. “Senão, não conseguimos sair desta situação”, avisou.

O responsável pela EAPN Portugal apontou as melhorias verificadas nos últimos dois anos com impacto “no nível de vida de muitos pobres”, desde logo pelo aumento dos rendimentos disponíveis ou pelo aumento do valor das reformas.

“Mas a verdade é que ainda continuamos com 18,3% de pobres de rendimentos e chegam aos 23,3% os excluídos”, destacou, considerando que “apesar da melhoria, de modo global, os números não são ainda satisfatórios”.

Jardim Moreira defendeu que é preciso emprego com capacidade de respostas para as necessidades da pessoa ou da família e que, para isso, é preciso que as pessoas tenham mais e melhores qualificações.

“Não basta ter emprego, é preciso qualificar as pessoas para elas poderem ter acesso a empregos mais bem remunerados e terem mais rendimentos”, defendeu o padre Jardim Moreira.

De acordo com o presidente da EAPN Portugal, a pobreza em Portugal é estrutural e, por isso, requer “uma intervenção transversal de vários ministérios”.

Salientou que uma das maiores preocupações são as mães solteiras, um problema para o qual também é necessária uma aposta na educação, na formação e na integração familiar.

“É preciso insistir na formação dos mais jovens para a integração familiar porque fora da família nem se realizam, ficam marginais, não conseguem ter condições de trabalho porque lhes falta toda esta solidariedade familiar que é fundamental para o desenvolvimento das pessoas que a constituem”, explicou.

Sublinhou também que a solução pela educação também tem a ver com o facto de o abandono escolar ainda ser muito elevado e o aproveitamento escolar fraco, havendo “muita gente que passa pela escola e chega ao fim quase sem qualquer qualificação”.

Quanto ao facto de não haver uma estratégia nacional de combate à pobreza desde 2015, Jardim Moreira frisou que isso foi não só um retrocesso em relação ao trabalho que estava a ser feito, como o “ignorar e fechar os olhos à realidade nacional”.

“Foi um erro de justiça para com as pessoas mais vulneráveis”, rematou.

Durante o dia de hoje, a EAPN Portugal vai estar na Foz do Arelho, para o seu X Encontro Nacional, que conta com a presença do ministro do Trabalho, da Solidariedade e de Segurança Social, José Vieira da Silva, e onde vai decorrer o seminário “Trabalho Digno: um alicerce para a paz social”.

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2,4 MILHÕES DE POBRES

HÁ 2,4 MILHÕES DE PORTUGUESES EM RISCO DE POBREZA

Para estes portugueses é que estes arrogantes e incompetentes (e alguns corruptos conhecidos) deviam governar. Era para estes portugueses que deviam construir casas. Era para estes portugueses que deviam gastar o dinheiro dando-lhes pensões iguais ao salário mínimo.
Era a estes portugueses que deviam suprimir pagamentos de impostos e os descontos para a segurança social deviam ser suportados pelo Estado. Governar é só uma forma de alguns dos ministros e secretários de Estado enriquecerem à custa desses milhões à beira da pobreza, porque só ligam à sua conta bancária, ao seu carro do Estado, ao seu motorista que tem de lhes abrir a porta, às viagens a toda hora (a Macau vão todos). Era por estes portugueses que deviam prescindir dos cartões de crédito que servem para gastar o dinheiro que é nosso. Era por estes portugueses que deviam ter o mínimo de vergonha e não nomear governantes como o Galamba socratino que apenas só sabe mandar bocas contra tudo e todos. A escumalha governante não quer saber dos pobres. Ainda agora deu aos mais pobres uma merda de um aumento na pensão de 6 €. Uma vergonh

ricos e pobres vistos do céu dos ricos

Contrastes entre RICOS e POBRES vistas do ar.
Um conjunto de imagens aéreas revela a divisão dramática entre os ricos e os pobres em países como a Índia, a África do Sul ou México. Captadas pelo fotógrafo de drone Johnny Miller, as fotografias fazem parte do projeto “Unequal Scenes” e desafiam as pessoas à aceitar que a desigualdade é uma realidade.

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