“O século dos prodígios” de Onésimo Teotónio Almeida vence Prémio Mariano Gago da SPA – Impala

“O século dos prodígios” de Onésimo Teotónio Almeida vence Prémio Mariano Gago da SPA – Impala

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“O SÉCULO DOS PRODÍGIOS” de Onésimo Teotónio de Almeida vence Prémio Mariano Gago 2019 na SPA

A obra vencedora da edição de 2019 do Prémio Mariano Gago, promovido pela SPA e que visa distinguir o autor português com o melhor livro de divulgação científica editado no ano anterior, é, por decisão unânime do júri independente designado para o efeito, “O Século dos Prodígios”, do escritor Onésimo Teotónio Almeida.

Este livro reúne um conjunto de ensaios sobre o papel que Portugal e os Portugueses desempenharam nos séculos XV e XVI no processo que alguns designam por “primeira globalização”. Nesse processo, para além da curiosidade, foram determinantes as atividades de experimentação, que seriam mais tarde traves-mestras da revolução científica.

A historiografia internacional da ciência tem ignorado esses contributos dos navegadores pioneiros. Os Descobrimentos portugueses foram um marco na história mundial, sem o qual outros não se poderiam ter concretizado.

Onésimo Teotónio de Almeida é Professor na Universidade de Brown, nos Estados Unidos da América e tem uma vasta obra publicada, designadamente de ensaio.

Lisboa, 10 de Maio de 2019

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O Século dos Prodígios vence Prémio História da Presença de Portugal no Mundo | Onésimo Teotónio de Almeida in Jornal Público |

Um ensaio de Onésimo Teotónio Almeida, que se debruça sobre o carácter pioneiro da ciência portuguesa no período dos Descobrimentos, recebe prémio da Fundação Calouste Gulbenkian.  O Século dos Pro…

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ONÉSIMO História da Expansão e dos Descobrimentos Portugueses e da Expansão EuropeiA

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ONÉSIMO EM PDL

Quarta-feira, 14 – 17 horas – Faço a conferência de encerramento do congresso e vai ser em português por ser aberta ao público, por isso vai mesmo ter lugar no Centro Cultural Natália Correia, na Fajã de Baixo. O tema é: “De ‘Ilha de Vera Cruz’ a ‘Brasil’ – uma revisitação serena de uma antiga crença” (sobre a origem do nome ‘Brasil’).
Segue-se o lançamento do meu livro O Século dos Prodígios, pelo Prof. Francisco Contente Domingues, da Universidade de Lisboa, que está aqui no congresso.
Quinta-feira, 15 – 21:00 – Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delagda – Integrado no encontro “Arquipélago de Escritores”, haverá uma mesa redonda sobre o meu livro A Obsessão da Portugalidade. Serei bombardeado com questões por Pedro Mexia, Leonor Sampaio, João Pedro Porto e Isabel Rio Novo.
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Onésimo T Almeida

Escolha dos Livreiros

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Livraria SolMar

5 hrs

Novo ensaio de Onésimo Teotónio de Almeida em Outubro.

Este livro é uma revisitação dos anos de ouro da história portuguesa: “O Século dos Prodígios” é a revelação de como no nosso país, durante o chamado período da Expansão, surgiu e cresceu um núcleo duro de pensamento e trabalho científico verdadeiramente pioneiro, sem o qual as viagens desses séculos teriam sido impossíveis.

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o discurso de Onésimo

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Onésimo de Almeida disse muito que não foi mencionado nos comentários que li sobre o seu discurso. A sua defesa do Mar dos Açores terá passado despercebida a muitos, mas vibrou como um sino no rastro da condenação implícita dos preconceitos que deixam ainda a sua marca no medo da autonomia como processo de autodeterminação. A autonomia ampla e determinada pelos próprios açorianos será a maior garantia de que Portugal deixa que o futuro se concretize sem as amarras psicológicas e danosas do pretérito colonial. Portugal sem os Açores nem sombra seria no embate de interesses entre os donos da Europa. Os Açores sem Portugal deixariam as suas raízes identitárias para se mascararem à imagem de outro colonialismo de veludo, porventura anglo-saxónico. O grito plangente da independência que se ouve não deixa de ser uma afirmação identitária, mas expressa também um berro ofendido de desespero. A experiência do Reino Unido depois de 1960 bem pode servir de modelo. O problema é o colonialismo de veludo como a correia ao pescoço de um cão. Bem disse o presidente Marcelo Rebelo de Sousa que o melhor que os Açores quiserem para si será também o bem de Portugal. Porque ser açoriano é um modo diferente de ser português. É nisto que está o assento da açorianidade.

Manuel Leal
11 de junho de 2018

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