Acusação dos EUA assume que ex-Presidente Armando Guebuza recebeu subornos – MOZ NEWS

O despacho de Acusação da Justiça dos Estados Unidos no caso das dívidas ocultas de Moçambique, a que a Lusa teve hoje acesso, assume que o ex-Presidente Armando Guebuza recebeu subornos para viabilizar o financiamento da empresa estatal Proindicus. Na acusação, os procuradores norte-americanos usam a correspondência trocada entre os acusados para tornar claro que […]

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MOÇAMBIQUE: O QUE VALE UMA ESTÁTUA

  • Vítor de Sousa é investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), da Universidade do Minho. É membro da equipa do projeto de investigação “Memories, cultures and identities: how the past weights on the present-day intercultural relations in Mozambique and Portugal?”, que reúne investigadores portugueses e moçambicanos, numa parceria entre a Universidade do Minho e a Universidade Eduardo Mondlane. O projeto é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e pela Fundação Aga Khan.
    No regresso de uma missão académica a Moçambique, em que integrou uma comitiva de mais de duas dezenas de investigadores do CECS, Vítor de Sousa escreveu no blogue BUALA um texto sobre “Memória e descolonização mental em Moçambique”. É esse texto que aqui é partilhado.

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O SÓCIO MOISÉS MARTINS DA AICL EM MOÇAMBIQUE

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Moises Lemos Martins

A comunidade lusófona de Ciências da Comunicação e de Estudos Culturais

Fortificar a rede de cooperação no vasto espaço geoestratégico, transcultural e transnacional, dos países de língua portuguesa, foi o objetivo da ida de mais de 20 investigadores do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da Universidade do Minho a Moçambique.

Com efeito, o congresso sobre “Cultura e Turismo: Desenvolvimento Nacional, Promoção da Paz e Aproximação entre Nações” e a “XIII Conferência Lusocom: Comunicação e Informação para o Desenvolvimento” permitiram ao CECS a apresentação de inúmeras comunicações, a assinatura de protocolos de cooperação, o lançamento do novo volume da revista Comunicação e Sociedade e do livro de atas do XII Congresso da Lusocom, a apresentação do documentário “No trilho de Malangatana”, e ainda, a reunião, pela primeira vez, da equipa de um projeto FCT/Aga Khan.

Todas estas atividades reforçaram a ligação académica entre países de língua portuguesa e promoveram o desenvolvimento dos Estudos Culturais e das Ciências da Comunicação nestes países.

Congresso Internacional Cultura e Turismo

A presença do CECS em Moçambique ficou marcada pela participação de mais de vinte investigadores no Congresso Internacional Cultura e Turismo. Este congresso foi realizado com o alto patrocínio do Ministério da Cultura e Turismo de Moçambique e resultou de uma parceria entre a Universidade do Minho e a Universidade Politécnica de Moçambique.

Ao Congresso sobre Cultura e Turismo associou-se, também, a Câmara Municipal de Braga, que se fez representar pelo vereador do urbanismo.

Este Congresso contou, na sessão de abertura, com a presença do Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, do Ministro da Cultura e Turismo de Moçambique, Silva Dunduro, da Governadora da Cidade de Maputo, Iolanda Cintura, do Magno Chanceler da Universidade Politécnica, Lourenço do Rosário, e do diretor do CECS.

Entre os dias 26 e 27 de novembro, os investigadores do CECS puderam debater com investigadores moçambicanos questões relativas à comunicação intercultural e à sustentabilidade das políticas culturais, assim como ao papel do turismo no desenvolvimento e na construção da paz, e ainda, às representações dos média sobre a cultura e o turismo, às mobilidades, à gastronomia, ao turismo cultural, ao património, às expressões culturais e às identidades sociais.

Dada a presença de tão grande comitiva de investigadores do CECS em Maputo, a embaixadora de Portugal em Moçambique, Amélia Paiva, recebeu em audiência a direção do CECS e o vereador da Câmara de Braga, tendo em vista o desenvolvimento de uma estratégia comum de cooperação, ao nível da Cultura e das Artes.

No Congresso foi feito o pré-lançamento de um número da revista Comunicação e Sociedade sobre “Estudos Lusófonos e Ciências da Comunicação”.

Os Estudos Culturais e as Ciências da Comunicação no centro da cooperação com Moçambique

No quadro desta missão de investigação a Moçambique, procedeu-se à assinatura de um Acordo de Cooperação entre a Universidade Zambeze, na Beira, e a Universidade do Minho, tendo arrancado um programa doutoral em Línguas, Culturas e Sociedade, a que as duas universidades estão associadas.
Este programa doutoral, com duração de três anos, decorre na Faculdade de Ciências Sociais e Humanidades da Universidade Zambeze.
A Universidade do Minho tem a seu cargo a disciplina de Comunicação Intercultural.

Na Beira, foram também desenvolvidos contactos com a Universidade Católica, tendo em vista a assinatura de um protocolo de cooperação académica, para o desenvolvimento das Ciências da Comunicação e dos Estudos Culturais.

XIII Conferência da Lusocom sobre Comunicação e informação para o desenvolvimento

Os investigadores do CECS estiveram também presentes, entre os dias 28 e 30 de novembro, na XIII Conferência da Lusocom, que se realizou na Universidade Eduardo Mondlane. Subordinada ao tema “Comunicação e informação para o desenvolvimento”, esta Conferência da Federação Lusófona de Ciências da Comunicação (Lusocom) contou com o CECS na comissão organizadora.

No decorrer desta Conferência, foi apresentado o livro de atas, editado pelo CECS, do XII Conferência da Lusocom, que se realizou há dois em Cabo Verde.

Foi também apresentado, no primeiro dia deste Congresso, o documentário “No trilho de Malangatana”, realizado por Lurdes Macedo, investigadora integrada do CECS. Trata-se de um documentário que integra o espólio do Museu Virtual da Lusofonia, alojado no CECS.

Ainda antes do regresso a Portugal, reuniu pela primeira vez a equipa de investigadores, portugueses e moçambicanos, do projeto FCT/Aga Khan: “Memories, cultures and identities: How the past weights on the present-day intercultural relations in Mozambique and Portugal?”

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Há 17 mil palavras portuguesas traduzidas para Changana em Moçambique – África 21 Digital

O professor e linguista moçambicano Bento Sitoe lançou um novo dicionário, que inclui sinónimos para 17 mil palavras portuguesas.

Source: Há 17 mil palavras portuguesas traduzidas para Changana em Moçambique – África 21 Digital

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crimes em Moçambique

Teixeira Bastos shared a post.

9 mins

MOÇAMBIQUE
Um crime sério cometido por chineses

E quem permite isso no governo moçambicano.
Corte de árvores nesta escala é eliminar os pulmões que fornecem o oxigénio para o planeta 🌍 terra.

Por favor, compartilhe para o mundo ver, tomara que alguém que se importe em poderes mais altos possa intervir e trazer uma parada para essa crueldade contra o nosso planeta.

-0:55
223,523 Views
Frank Paco

A serious crime committed by Chinese and whoever permits this in the Mozambican government. Cutting of trees at this scale is to eliminate the lungs that provid

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massacres em Moçambique

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA em Moçambique.
Nas últimas três semanas, os membros do grupo extremista auto-denominado Al-Shabbab, queimaram 230 casas e decapitaram 23 cristãos, incluindo crianças.

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bom uso para praça de touros

Ao menos serve para algo útil!

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Portugal sem Touradas

9 hrs

Eis uma das praças de touros construídas em Moçambique durante o período do Estado Novo Salazarista, em que os portugueses procuraram impor a tradição em África.

Como se pode ver pela imagem, as touradas não ganharam raízes nesse país, e hoje em dia já há quem as utilize para cultivar legumes! 👏🌱

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MOÇAMBIQUE E O CUSTO DA PONTE DE CATEMBE

Quanto custa a Ponte da Catembe… aos Moçambicanos. Um estudo/precioso publicado em vários locais pelo OMR (Observatório do Meio Rural) de Moçambique…
Está em:

http://omrmz.org/omrweb/download/5914/

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Morreu Afonso Dhlakama, líder da Renamo

O dirigente da Renamo, Afonso Dlakhama, morreu. Segundo informações a que o i teve acesso, a causa mais provável é ter falecido em consequência de diabetes. Mas há rumores em Moçambique que admitem a hipótese de Dlaakhama ter sido envenenado  O dirigente da Renamo, Afonso Dlakhama, morreu. Segundo informações a que o i teve acesso, a causa mais provável é ter falecido em consequência de diabetes. Mas há rumores em Moçambique que admitem a hipótese de Dlaakhama ter sido envenenado &etilde;

Source: Morreu Afonso Dhlakama, líder da Renamo

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Governo de Moçambique e deputados da Assembleia da República e o novo Acordo Ortográfico

@Verdade Governo de Moçambique e deputados da Assembléia da República não sabem onde pára o novo Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa Luís Bernardo Honwana Comissões dos Assuntos Sociais, do Género, Tecnologias e Comunicação Social (3ª Comissão) e de Administração Publica e Poder Local (4ª Comissão) a ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Xavier Sortane Valéria José Mitilela Antónia Charre Lourenço do Rosário, Comissão Nacional do Instituto Internacional da Língua Portuguesa

Source: Governo de Moçambique e deputados da Assembléia da República não sabem onde pára o novo Acordo Ortográfico

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Moçambique: Há cada vez mais condutores sem saber ler nem escrever em Gaza | NOTÍCIAS | DW | 28.01.2018

Na província do sul de Moçambique, há cada vez mais cidadãos a tirar a carta de condução sem saber ler nem escrever na língua oficial, o português. Denúncia é da procuradoria provincial.

Source: Moçambique: Há cada vez mais condutores sem saber ler nem escrever em Gaza | NOTÍCIAS | DW | 28.01.2018

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