RICHARD ZIMLER UM CONTO

Escrevi um “conto de fadas brasieiro” sobre o incêndio no Museu Nacional. O título: “O Meteorito Que Ansiava Pela Morte”. Acabou de ser publicado na Revista Pessoa, uma excelente revista cultural brasileira. Os não-assinantes vão poder ler o texto durante uma só semana. Agradeço que divulgue para os amigos, sobretudo os amigos brasileiros, pois penso que o “conto de fadas” vai ter um significado especial para eles. Obrigado. Espero que goste.

revistapessoa.com
(Um dos úpoucos objetos a sobreviver ao recente incêndio no Museu Nacional foi o famoso Meteorito do Bendegó).

RICHARD ZIMLER NOVO LIVRO HOJE

O MEU NOVO ROMANCE SAI HOJE! (Ficava-lhe muito grato se divulgasse…)
Em 1990, comecei a fazer a pequisa para um primeiro romance, que mais tarde viria a ser “O Último Cabalista de Lisboa”. Não sabia nessa altura que seria o começo de um projecto mais abrangente – o meu “Ciclo Sefardita”, uma série de romances independentes sobre uma família judaica-portugesa, os Zarco. O novo romance nesta série sai hoje. O título? “Os dez espelhos de Benjamin Zarco”. As duas personagens principais são Benjamin and Shelly Zarco. São primos e foram os únicos membros da família a escapar ao Holocausto. Cada um à sua maneira, ambos carregam o fardo de ter sobrevivido a todos os outros. Benjamin recusa-se a falar do passado, procurando as respostas na cabala, que estuda com avidez, em busca daquilo a que chama os fios invisíveis que tudo ligam. E Shelly refugia-se numa hipersexualidade, seu único subterfúgio para calar os fantasmas que o atormentam. Benni é alfaite e vive em Nova Iorque. Shelly é dono e uma loja de roupa desportiva e vive em Montreal. Adoro os dois.
15,93 no Wook, Bertrand, FNAC… Portes grátis. Espero que goste!

‘The Tenth Island’ memoir by Pulitzer Prize-winner inspired by Tulare County Portuguese

https://www.visaliatimesdelta.com/story/entertainment/books/2018/07/19/tenth-island-pulitzer-prize-winner-inspired-tulare-county/793236002/

RIMBAUD OBRAS COMPLETAS

Maria Cantinho shared a post.
2 hrs

«A tradução da Obra Completa de Jean-Arthur Rimbaud, pela Relógio D’Água, constitui um acontecimento de enorme relevo no que respeita à história da tradução de poesia em Portugal. Pela monumentalidade desta edição, com prefácio de Francisco Vale e a tradução a duas mãos de Miguel Serras Pereira e João Moita, reler agora a poesia de Rimbaud, nesta edição bilingue, significa compreender melhor a originalidade do autor de Aprés le Deluge. O enigma do jovem que abandonou a poesia para poder, como diria Hölderlin, habitar poeticamente sobre a terra. Rimbaud: a própria encarnação de algo mais, talvez o furor e mistério de uma verdade, essa de “regressar ao estado primitivo de filho do sol”.
[…]
Esta Obra Completa não deixará de chamar para a poesia leitores ávidos daquilo que, segundo René Char, é o supremo fascínio dessa voz, nele reconhecendo essa dialética do homem que “não cessa de cessar”, como foi o caso de Rimbaud, ansioso de numa vida conter várias vidas. Nele, com efeito, a poesia deixou de ser um género literário e uma competição, para passar a ser a arte total. É, de certo modo, o poder da energia adolescente o que podemos, ao lê-lo, redescobrir. Não se fica o mesmo depois de visionarmos a sua fúria e solaridade, a sua ousadia poética.» [António Carlos Cortez, JL, 4/7/18]

feira do livro (Ponta Delgada)

 

CONVITE

O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada convida para a inauguração oficial da II Festa do Livro dos Açores, que tem lugar sexta-feira, 13 de julho, pelas 17 horas, em tenda instalada no Passeio Marítimo frente às Portas da Cidade.

O evento prossegue nos dias seguintes com a programação indicada em anexo.
Programa Festa do Livro

Livros | Laureano Barros: O homem que fugiu com uma biblioteca | PÚBLICO

Costumavam combinar encontros, para conversar. Arnaldo, de 46 anos, que é poeta e professor de Filosofia, conduzia até ao portão da Quinta da Fonte da Cova. Estacionava e esperava no carro, olhando para o relógio, até três minutos antes da hora que

Source: Livros | Laureano Barros: O homem que fugiu com uma biblioteca | PÚBLICO

morcegos guardam livros raros

Morcegos são os guardiões dos raros livros da Biblioteca Joanina

Se visitar a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra à noite não se assuste. Vai pensar que está num verdadeiro filme de terror mas, na verdade, está apenas a conhecer os guardiões dos raríssimos livros da instituição.

Morcegos. À primeira vista pode pensar que estes animais são um problema para a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra. No entanto, os morcegos que lá habitam, ocupando o espaço atrás das estantes durante o dia e mergulhando nos tetos arqueados quando o sol se põe, não são um problema.

Pelo contrário. Os morcegos desempenham um papel vital na preservação dos manuscritos da instituição, tanto que os bibliotecários não têm pressa nenhuma em se livrar destes animais.

Os morcegos que moram na Biblioteca Joanina não danificam os livros e, como são notívagos, geralmente não incomodam os visitantes que entram na biblioteca para se deixarem levar pelos seus encantos.

Aliás, o maior perigo para a coleção de livros é a população de insetos. Sabe-se que muitas espécies de insetos roem o papel, podendo constituir um verdadeiro perigo para os livros raríssimos que moram naquela biblioteca de Coimbra, que datam antes do século XIX.

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É nesta parte trágica da narrativa que entram os morcegos, mas não como vilões. Eles são os verdadeiros heróis que, durante a noite, se alimentam dos insetos, impedindo-os de estragar a coleção.

A Biblioteca Joanina é uma das mais famosas por ser considerada a biblioteca mais bela do mundo. Foi construída antes de 1725, mas não se sabe quando é que os morcegos se apropriaram dela, fazendo das estantes a sua cama.

No entanto, apesar de os morcegos não representarem uma ameaça, há uma particular preocupação: as fezes. Para proteger o espólio, os bibliotecários cobrem as mesas do século XVIII com tecido feito de pele de animal à noite, e limpam o chão todas as manhãs.

ZAP // MentalFloss

pena nossa terminou o escritores online…

O projeto escritores.online chegou ao fim! Deve, a maior parte de vós, ter percebido o óbito e, sem pompa ou circunstância, nem grande alarido, o desaparecimento de cena. Colaborei, orgulhosamente, com o escritores.online durante quase dois anos e apesar das falhas, dos erros e dos tropeços, foi, acima de tudo, uma aprendizagem e um conhecimento do mundo literário que guardarei para a vida. Escritores, editoras, notícias, livrarias, entrevistas, prémios, crónicas, poemas: a literatura lusófona estava lá! 📚
Tive o prazer de conhecer, virtual e pessoalmente, alguns dos escritores lusófonos que muito admiro, tive oportunidade de perceber o quão vasto é o panorama literário nacional, vi, na primeira fila, o aparecimento e crescimento de escritores, vibrei com as distinções e prémios atribuídos a autores, editores e livrarias. A divulgação dos mais variados eventos literários era o mote para dar a conhecer esta arte! Ficaram, por mal-entendidos, arrogância ou falsa rivalidade algumas – poucas – indiferenças ou inimizades.
O vazio que fica de um projeto que termina é preenchido com afetos e palavras – um processo que leva o seu tempo. As palavras de apreço de muitos, de agradecimento de uns quantos, de reconhecimento de uns e de gratidão de outros. Grata ao Pedro Miguel Rocha, por esta experiência enriquecedora, e grata a todos quanto me acompanharam e me motivaram a fazer mais e melhor!😍
“Siga pra bingo” 😉

e eu que estava tão orgulhoso de fazer parte desse projeto….Chrys

literatura atlante

Blake and Mortimer – “O Enigma da Atlântida”. – Por Edgar Pierre Jacobs | Blake and Mortimer – “The Enigma of Atlantis” – By Edgar Pierre Jacobs

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Comments

Chrys Chrystello melhor é o capítulo 41 de Almeida Maia…