74% da população brasileira nunca comprou um livro e ainda falam dos açorianos????

De acordo com a 4ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, apenas 4,96 livros são lidos por ano pela população brasileira

Fonte: 74% da população brasileira nunca comprou um livro

Literatura – Portugal tem 19 escritores na corrida ao Prémio Oceanos

31 brasileiros, um único africano, Pepetela, e 19 portugueses preenchem a lista dos semifinalistas ao galardão de língua portuguesa.

Fonte: Literatura – Portugal tem 19 escritores na corrida ao Prémio Oceanos

Tecnologias digitais colocam em xeque a cultura do livro impresso – A Tribuna

Editores e leitores discutem a perenidade da obra em papel diante das plataformas digitais

Fonte: Tecnologias digitais colocam em xeque a cultura do livro impresso – A Tribuna

Escritora mais publicada da Primeira República foi vetada na ABL – Jornal da USP

Documento mostra que Júlia Lopes de Almeida foi apagada do quadro de fundadores da Academia Brasileira de Letras

Fonte: Escritora mais publicada da Primeira República foi vetada na ABL – Jornal da USP

Autores lusófonos marcam presença na Festa Literária de Paraty – Portugal Digital

Os autores brasileiros ainda são maioria na FLIP, que começa quarta-feira, mas há vários convidados estrangeiros que falam a língua de Camões.

Fonte: Autores lusófonos marcam presença na Festa Literária de Paraty – Portugal Digital

Internacional – Cabo Verde não tem literatura-mundo, diz Germano Almeida

O escritor Germano Almeida, um dos mais traduzidos de Cabo Verde, defendeu hoje que o país ainda não tem uma literatura-mundo, exortando os poderes públicos a apoiarem a tradução de obras de autores cabo-verdianos.

Fonte: Internacional – Cabo Verde não tem literatura-mundo, diz Germano Almeida

Jane Austen

200 anos citando o Observador

A grande figura da literatura é Jane Austen, a romancista inglesa que morreu faz amanhã 200 anos. É sempre interessante recordá-la – e recordar a sua obra, os seus romances que serão sempre uma boa leitura de férias – até porque parece haver sempre mais coisas a descobrir sobre aquela mulher cujo rosto estará a partir de agora nas notas de dez libras. E a minha primeira referência é a peça que a semana passada lhe dedicou a The Economist, Fame and favourabilityJane Austen, 200 years on, cujo ponto de partida é uma perplexidade: “How an unremarkable Englishwoman became a literary juggernaut”. E eis como a revista responde a esta questão: “At first it was because she was considered to have heralded a new type of novel: a realist form derived entirely from the quotidian. John Murray, a publisher, rejected stories like Mary Shelley’s “Frankenstein”, but chose to issue “Emma” in 1815 on the grounds that Austen’s work featured “no dark passages; no secret chambers; no wind-howlings in long galleries; no drops of blood upon a rusty dagger”. But her uniqueness lay in combining that realism with a new narrative style, one which moved deftly between the narrator’s voice and the characters’ innermost thoughts. This “free indirect speech” allowed the reader to see, think and feel exactly as the character did while also maintaining a critical distance and the ability to move between various points of view. It was radically inventive.”

No Guardian podemos encontrar um inquérito sobre Which is the greatest Jane Austen novel? Hilary Mantel escolheu Jack and Alice and other juvenília; Ian McEwan preferiu Northanger Abbey; Ahdaf Soueif optou por Sense and Sensibility e Joyce Carol Oates por Emma, e por aí adiante. Lendo-os temos pequenas e interessantes introduções às mais importantes obras de Jane Austen.

açores festa do livro em ponta delgada

Festa do Livro – Notícia OVGA 11-07-2017 (A)

com a presença dos nossos associados carolina cordeiro, pedro paulo câmara, susana teles margarido

10 Great Novels on Freedom of Expression That Aren’t 1984

Recently I spent a while looking through a lot of novels in a New York bookstore. Two words that caught my eye among all the descriptions of plot on covers and French flaps were timeless and univer…

Fonte: 10 Great Novels on Freedom of Expression That Aren’t 1984

Os seios de Ofélia – JOÃO MORGADO Escritores.online

«Esperava por ela todas as manhãs. Esperava que ela viesse receber o sol nos cabelos claros, com os seus olhos verdes que encantavam, com o seu peito arrebatador. Era a mais feminina de todas as paisagens que eu podia sonhar, escondido, sempre escondido, na sombra da minha janela rasteira.»

Fonte: Os seios de Ofélia – Escritores.online