o desvio do helicóptero -Tomás Quental CHAMEM UM GRAMÁTICO, UM FILÓLOGO, ETC

Chamem um gramático, um linguista e um filólogo…

A muito respeitável senhora presidente do Hospital de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, médica pneumologista, fez esta espantosa e estranha declaração: “Eu não interferi, eu tive uma intervenção”.
Esta sublime declaração, que deixa qualquer um parvo, foi prestada no âmbito da investigação relativa ao polémico caso do “desvio” de um helicóptero de socorro, que devia ter ido buscar um doente a um lado e foi mandado para outro lado, em condições e por razões que colocam sérias dúvidas, porque não terá sido respeitada a prioridade na emergência.
Eu para supostamente compreender a complexa declaração da ilustre clínica só com a indispensável e preciosa ajuda de um gramático, de um linguista e de um filólogo. E, mesmo assim, penso que será muito difícil. Mas o problema deve ser meu!

evolução da língua portuguesa em Timor

Xiko Paradelo shared a video.

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Tenho uma grande notícia para partilhar convosco!
Este excerto dos Príncipes do Nada foi gravado em Timor-Leste, em 2016, e falava do extraordinário projecto “Formar Mais” (parceria Instituto Camões– Instituto Cooperação e Língua, Universidade de Aveiro e o ministério da educação timorense), que tem como objectivo contribuir para a consolidação do sistema educativo de Timor-Leste através do ensino de língua portuguesa e formação contínua para professores e directores de escolas timorenses!
Agora, em 2018, com o apoio da equipa deste projecto, de parceiros solidários e também dos pais dos/as alunos/as timorenses, muitos dos desafios foram ultrapassados:
👉Já há muitos mais livros de literatura infantojuvenil em língua portuguesa!!!
👉Foi possível recuperar um dos edifícios que tinham sido destruídos nos eventos trágicos do pós-referendo de 1999, transformando-o num espaço a ser usado por professores e alunos.
👉Em 24 meses de projecto, já foram reabilitados ou criados de raiz mais de 45 espaços (bibliotecas, salas de leitura, etc) para serem dinamizados em conjunto por professores timorenses e formadores portugueses.

Esta conquista é fruto do esforço conjunto de muitas pessoas. O mundo faz muito mais sentido quando deixamos o nosso umbigo! Estou muito feliz! ❤️
Um abraço até Timor-Leste!

🎥 Até ao Fim do Mundo – Imagens e Comunicação
#institutocamoes #timorleste #principesdonada #ateaofimdomundo

JÁ SABE O QUE É O BURACO DA FRENTE? não confundir com o buraco na parede ATM

//O BURACO DA FRENTE//
Depois deste “post”, vou seguramente perder mais três amizades de Facebook… Mas, cá vai:
Alguém consegue conceber como educado, polido e elegante chamar ao órgão genital feminino “buraco da frente”? Mas alguma senhora aceita que se dirijam a si nesses termos? E alguma cavalheiro faria tal coisa?
Ou então: homens e mulheres há muitos. Já senhoras e cavalheiros…

OBSERVADOR.PT
O site de saúde Healthline, juntamente com a Rede de Educação Gay, Lésbica e Heterossexual (GLSEN) e Advocates for Youth, publicou o Guia LGBTQIA …
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Inês M Santos Isto é a sério?!

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Chrys Chrystello O POLITICAMENTE CORRETO É UMA FORMA DE OPRESSÃO, REPRESSÃO, FORMATAÇÃO JÁ PREVISTA POR ORWELL..

o cu não leva acento mas assento…

Como podem ver na imagem, os cus de Judas não levam acento. Na verdade, nenhum cu leva acento. E, se pensarem bem, o cu já é tão acentuado que não é necessário. Portanto, parem de escrever cú! Um cu com acento é um pleonasmo.

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O pensamento de D. Basílio do Nascimento sobre o problema da língua portuguesa em Timor… – Joao Paulo Esperanca

Joao Paulo Esperanca51 mins · O pensamento de D. Basílio do Nascimento sobre o papel do português, do tétum e das línguas maternas…«terça-feira, 13 de março de 2012HUSI ENTREVISTA 25 DE FEVEREIRODadoli kona ba Lia Inan – “hatur buat ida-idak iha nia fatin”Biar Timor Post publica ho atraso (semana rua) entrevista 25 de Fevereiro, maibe’e surpresa agradável tanba entrevista 25 de Fevereiro fo biban hodi bele hato’o pontos de vista no argumentação oi-oin kona ba assunto ida nebe’e interessa ba Timor Leste ohin loron. Nune’e bele loke odamatan hodi rona no tetu ema barak liu tan nia hanoin no observação. Parece que minoria ida, nain rua ka tolu deit maka interessa ba assunto ne’e. Ha’u kala sorte la iha tanba ha’u hetan deit ema nebe’e iha dúvidas barak kona ba assunto ne’e. Tan aprende katak atu hetan resposta ba ita nia dúvidas sira, tenki halo perguntas no resolve dúvidas metódicamente, katak wainhira iha dúvida nia laran foti nafatin questão to’o questão hot-hotu hetan respostas claras e evidentes, ha’u continua halo perguntas tan ha’u nia dúvida sei barak nafatin.Atu “hatur buat ida-idak iha nia fatin” ha’u mos concorda katak di’ak liu “koalia ba los mai los”.Assunto ka matéria nebe’e hamosu ponto de vista oi-oin ne’e, maka “implementação da língua materna ba fase de aprendizagem ida iha sistema educativo Timor Leste nian”. Aprende lê uluk língua materna atu depois bele aprende lia nacional rua: Tétum ho Português. Comentário exaustivo, observações no estados de alma sira hotu monu ba sorin wainhira ita la hetan clarificação no justificação de razões ba matéria ida ne’e, nebe’e ha’u hanoin kala importante teb-tebes maka Nai ulun sira propõe hanesan prioridade ida urgente no vital ba Timor Leste nia moris iha tempo ida neé. La nune’e karik ,ema ida nem hanoin atu koalia.Biar ha’u la hetan resposta nebe’e satisfaz, ha’u hetan explicação balu ba ha’u nia questão balu (questão sira halo hamnasa no kabun moras ne’e husik tuir sira dalan): katak implementação de língua materna, questão ida urgente no vital ba Timor nia moris ohin loron, no sistema educativo ida ne’e sei fo beneficio boot ba loron aban bain rua. Urgente, tanba atu diminui analfabetismo no aumenta literacia iha ita rain, benefício, tanba sei fo acesso ba educação ba ema mukit sira nia oan, liliu sira nebe’e iha foho. Benefício ida seluk, atu promove no preserva identidade grupo etno-linguistico ida-idak nian. Atu reforça posição no perspectivas sira ne’e mosu mos dados estatísticos censo 2010 nian, no dado ida seluk tan, katak iha rai seluk mos rai barak halo ona experiência hanesan.Ideias, iniciativas, decisão no acção hot-hotu nebe halo di’ak ba Timor Leste, ha’u 100% de acordo. Di’ak ba Timor, di’ak mos mai ha’u, maibé contrário mos hanesan. Tuir autor antigo ida dehan: “Homo sum: humani nihil a me alienum, puto” (Terêncio): “ha’u ema, no ha’u hanoin katak buat hotu nebe kona ba ema kona mos mai ha’u”. Ne’e relativo, claro. Adaptação: ha’u Timor oan, buat hotu nebe kona ba Timor oan kona mos mai ha’u.Urgência no BenefícioBiar ha’u hetan explicação balu, ha’u nia reserva no resistência mental no afectiva boot nafatin, tanba ha’u ladauk haré ho evidência, língua materna mai fo benefício ba processo de aprendizagem iha nebe’e, wainhira no oin sa’a. Ha’u iha dúvida boot katak língua materna maka resolve problema iliteracia no fo acesso educação ba ema mukit sira no sira nia oan. Tan ha’u la compreende kedas ideias no mos objectivo sira hotu, (compreensão lenta) no mos la compreende buat ida kona ba técnicas educativas, ha’u usa ha’u nia experiência rasik hodi desmonta to’ok processo de aprendizagem ha’u nia tempo labarik nian (antiquado claro, logo relativo, maibé ha’u precisa ponto de referência ida hodi bele compara) para depois monta fali peça por peça, atu ha’u bele compreende língua materna mai acelera, ka introduz novidade no fo benefício iha etapa educativa ida nebe’e no oin sa’a? No método foun atu hanorin maka ida nebe’e? Iha tempo nebá, processo de aprendizagem hahú hosi iniciação ao alfabeto, (português, língua colonial), halibur letras alfabeto nian atu forma sílabas, sílabas sira hamutuk forma liafuan (palavras), liafuan sira fo naran ba sasán (coisas, objectos), sasán sira fanu ema nia hanoin (conhecimento), hanoin wainhira contacta ho realidade hamosu interrogações no ideias, ideias sira, atu lao tuir malu no ordem iha kakutak, articula-án ho raciocínio, no ita ema fo sai ita nia raciocínio kona ba ideias liu hosi discurso, expressão verbal, conforme ita nia idade no capacidade de apreensão e aprendizagem, atu depois ita bele comunica ba malu hodi entende malu. Ha’u la hatene se ohin loron sei nune’e. Se iha processo seluk, foun, lais, eficaz no eficiente liu, ha’u agradece se matenek nain sira processo foun nian bele hato’o hela mai atu ha’u bele actualiza ha’u nia conhecimentos no muda ha’u nia hanoin; ha’u ho ema sira ami otas hanesan ne’e. Mesak antiquado deit maibe sei hakarak aprende, ohin dehan update. Ha’u sei hanoin nafati

Português como língua oficial é fundamental para afirmar identidade de Timor-Leste

«Português como língua oficial é fundamental para afirmar identidade de Timor-Leste

Lisboa, 08 abr (Lusa) – A manutenção do português como língua oficial em Timor-Leste é fundamental para a identidade do território e “como forma de afirmação contra o ‘lobby’ do inglês e do indonésio”, disse à Lusa o investigador timorense Luís Costa.

“Para o bem de Timor-Leste, para a afirmação da sua identidade nacional e da sua situação geoestratégica, ter o português como língua oficial afasta-o da Austrália e da Indonésia e liga-o à CPLP, logo à América, à África e à Europa”, declarou à agência Lusa o autor de “Língua Tétum – Contributos para uma Gramática”, livro que é apresentado hoje, pelas 18:00, na Embaixada da República Democrática de Timor-Leste, em Lisboa, por Margarita Correia, que trabalha com Luís Costa nas suas pesquisas na área da linguística.

Luís Costa acredita que “há uma vontade firme do Governo de Timor-Leste e dos próprios timorenses em que o português e o tétum se afirmem como línguas oficiais, ainda que isso leve o seu tempo e que deva ficar claro que o português de Timor-Leste não será como o de Portugal ou o do Brasil ou o de Angola, pois cada país tem o seu português”.

“O tétum e o português vão caminhar lado a lado, vão-se reforçando, e o português vai-se afirmando cada vez mais em Timor-Leste conforme os seus termos técnicos integrarem o tétum”, língua que, por seu lado, progredirá “à medida que o português se enraizar na sociedade timorense”, explicou o docente de língua e cultura timorenses, a residir em Portugal há 30 anos.

O investigador reagiu ainda ao facto de o Parlamento Nacional timorense ter voltado a adiar, a 23 de março, desta vez por falta de quórum, o debate sobre os decretos dos currículos do pré-escolar e ensino básico, em que se privilegia o uso das línguas maternas como componente curricular, num modelo que introduz o tétum e o português, as duas línguas oficiais, de forma progressiva.

No caso do português, só começará a ser língua de instrução a partir da 4.ª classe, e o seu ensino terá apenas 25 minutos por semana no 1.º ano.

“Penso que o desenvolvimento de uma língua materna é importante, nomeadamente para as crianças poderem falar, mas, nesta fase da realidade de Timor, é mais relevante dar atenção às línguas oficiais, o português e o tétum, pois serão elas a afirmar a identidade do povo timorense. Se nos formos limitar às línguas maternas, vamos estar a dividir a nossa sociedade”, considerou Luís Costa.

“Além disso, se as línguas timorenses são apenas de índole oral, como vamos fazer quando quisermos trabalhar o abstrato? Que termos vamos, então, usar? Teremos sempre de recorrer ao português”, explicou à Lusa, sustentando que “o tétum e o português devem ser ensinados desde a instrução primária ou até pré-primária, para que as crianças as vão assimilando e conhecendo os termos, de modo a poderem exprimir-se mais cedo e a possuírem um bom domínio do português quando chegam a um nível de ensino mais avançado”.

Foi esta preocupação com o domínio dos idiomas que levou Luís Costa a escrever “Língua Tétum – Contributos para uma Gramática”, que resulta “de uma reflexão e uma recolha iniciadas há vários anos”, mas que apenas agora, mediante apoios, sai do prelo, com a chancela das Edições Colibri.

“O objetivo da obra é facultar o meu próprio conhecimento da língua tétum para que ela, no futuro, possa ser uma língua de ensino. Até agora, a tradição do tétum é apenas oral, sem estruturas e, embora haja já um projeto ortográfico apresentado pelo Instituto Nacional de Linguística de Timor e aprovado pelo Parlamento, não há propostas sobre como desenvolver a língua”, esclareceu, adiantando que o tétum tem de ser desenvolvido de modo a permitir “a abordagem de conceitos de âmbito científico, filosófico e antropológico”.

Luís Costa é também autor do “Dicionário de Tétum-Português” (2000) e do “Guia de Conversação Português-Tétum” (2001), bem como organizador do volume “Borja da Costa – Selecção de poemas” (2010, em português e em tétum), de homenagem ao irmão, morto a 07 de dezembro de 1975, dia da invasão indonésia, tendo outras obras na gaveta, “à espera de tempo e de apoios” para serem publicadas.

HSF // EL»

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