O Holocausto na nova obra de Richard Zimler

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O escritor Richard Zimler tem um novo romance intitulado “Os Dez…
  • Eis o link à entrevista que fiz hoje na RTP1 sobre o meu novo romance, Os dez epelhos de Benjamin Zarco. Agradeço que divulgue..

nazismo sionista

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O parlamento de Israel aprovou legislação que define o país como estado judeu. Os árabes israelitas falam de uma “lei apartheid”.
  • For what it’s worth, I believe that separation of state and religion is fundamental to any democracy. When religion and government join forces, you get inquisitions and persecutions. History has taught us that, over and over. For that reason – and others – I believe that this is a terrible and very dangerous move. (If you decide to write me to accuse me of being a Nazi or an anti-Semite, I will erase your message and ban you).
    Penso que a separação absoluta entre o estado e a religião é essencial para manter uma democracia viva e justa. Quando a religiaõ e o governo se unem, há sempre perseguições e inquisições. A historia ensina-nos isso. (Se me escrever para me acusar de ser antissemita ou um nazi, vou eliminar a sua mensagem. E ficará banido.)

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Hace 70 años más de 750 mil palestinos eran expulsados de sus tierras por Israel | INFORMACION GENERAL

Este día que marcó para siempre al exilio palestino, se recuerda con protestas y conmemoraciones que tienen lugar también en varios países árabes. El Estado de Israel continúa en la actualidad con su política de asentamientos en los territorios ocupados, a pesar de que las Naciones Unidas la consideran una actividad ilegal.

Source: Hace 70 años más de 750 mil palestinos eran expulsados de sus tierras por Israel | INFORMACION GENERAL

PARABÉNS AO ESTADO DE ISRAEL, JOSÉ SAN-BENTO

PARABÉNS AO ESTADO DE ISRAEL, A FORTALEZA SITIADA POR INIMIGOS
A religião judaica afirma que o território no qual Israel foi fundado é a terra prometida por Deus ao primeiro patriarca, Abraão. Esta região foi sempre um foco de guerras e disputas territoriais, tendo sido conquistada por Assírios, Babilónios, Persas, Macedónios e Romanos. Os Romanos designaram a região como Palestina e na década de setenta do primeiro Século d.C. expulsaram os judeus da sua pátria.
Com o surgimento do Islão, no Século VII d.C., a Palestina foi ocupada por tribos árabes sendo posteriormente conquistada pelas cruzadas europeias. Em 1516, estabeleceu-se o domínio Otomano que durou 400 anos, até ao final da Primeira Guerra Mundial.
Sempre existiram judeus na Palestina, mesmo durante os quatro Séculos sob o jugo do Império Otomano, entre 1517 e 1917.
Na primeira metade do século XIX a imigração de judeus para a Palestina foi a maior em 2000 anos de História, contados a partir do grande êxodo. Em 1844 a maioria da população de Jerusalém era já judaica.
O fim da Primeira Guerra Mundial marcou o desaparecimento de quatro dos cinco Impérios que se envolveram nessa conflagração. Em finais de 1918 tinham desaparecido os Impérios Alemão, Austro-Húngaro, Russo, e Otomano. Só o Império Britânico prevalecia, o que ocorreu por pouco mais de três décadas.
A desagregação do Império Otomano levou ao surgimento da Turquia moderna, sob a liderança de Mustafá Kemal Atatürk. O fim desse Império levou à redefinição do mapa do Médio Oriente.
Face a essas circunstâncias, a Sociedade das Nações criou a figura jurídica do Mandato. Este instrumento jurídico atribuía às potências vencedoras da Primeira Guerra Mundial a administração de territórios pertencentes aos antigos Impérios derrotados, por estes não possuírem condições para se afirmarem como Estados Independentes.
Nessa altura, a França obteve um Mandato da Liga das Nações para administrar o Líbano e a Síria. A Grã-Bretanha ficou com mandato para administrar a antiga província otomana da Palestina e do Iraque.
Ainda antes do fim do conflito, em 1917, os Britânicos tinham assumido, na Declaração de Balfour, o compromisso de ajudar a fundar um Estado judaico na Palestina, com a salvaguarda deste novo país não comprometer os direitos das populações não judaicas.
Os desenvolvimentos internacionais após 1918 inviabilizaram a fundação do novo Estado judaico. Só depois do final da Segunda Guerra Mundial, após 1945, é que se verificaram as circunstâncias que permitiram a fundação do moderno Estado de Israel. Nomeadamente, o conhecimento internacional dos crimes hediondos do Holocausto. A perseguição e o massacre de mais de seis milhões de judeus, por parte da máquina de guerra e de repressão Nazi, gerou um ambiente de profunda consternação internacional que impos a necessidade de ser criada uma Pátria para os Judeus na Palestina.
A reorganização do mapa do Médio Oriente, pós 1945, permitiu o surgimento de vários novos Estados. O Líbano e a Síria obtiveram a sua independência da administração francesa. Pela Resolução 181 das Nações Unidas, o território da Palestina sob domínio britânico foi dividido num Estado árabe, para os palestinianos, e no Estado de Israel, para os judeus – este Estado era o único território não árabe da região do Médio Oriente. A Jordânia manteve no essencial a configuração territorial que foi estabelecida pelos ingleses em 1922, altura em que criaram o então chamado Emirado da Tranjordânia que era regido por um Príncipe hachemita. Em 1950 este Emirado viria a ser rebatizado como Reino Hachemita da Jordânia – designação que se mantém até aos nossos dias.
A Comissão Especial das Nações Unidas para a Palestina consagrou no seu relatório à Assembleia Geral, a 3 de setembro de 1947, o estabelecimento do Estado judaico com base “em fontes bíblicas e históricas” e na Declaração de Balfour de 1917.
A 29 de novembro de 1947, a Assembleia Geral da ONU aprovou o plano de partilha da Palestina, que previa a criação de um Estado judaico e de um Estado árabe independente, prevendo ainda um regime especial para Jerusalém – a cidade é um santuário para as três grandes religiões monoteístas: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. O plano em causa foi aceite pelos israelitas mas rejeitado pelos palestinianos, por essa razão nunca foi implementado em pleno.
Assim, às 15:00 do dia 14 de Maio de 1948 (5 de Iyar de 5708 no calendário hebraico), David Ben Gurion assinou a Declaração de Independência de Israel.
O novo Estado judaico, cercado por inimigos árabes em todas as suas fronteiras, foi prontamente reconhecido pelos Estados Unidos da América e pela União Soviética – actualmente 134 países dos 193 membros da Organização das Nações Unidas reconhecem o Estado israelita, o que representa mais de dois terços dos países filiados nessa Organização.
Porém, esse reconhecimento não evitou um ataque dos países da Liga Árabe no próprio dia da independência de Israel. A Guerra da Independência durou cerca de um ano e terminaria com a vitória de Israel e com a assinatura de vários acordos de paz em 1949.

novela sefardita Los candiles de Albarracín. Libro bilingüe, en inglés y español

Me gustaría darle a conocer mi novela histórica de interés sefardí que pronto será publicada, Los candiles de Albarracín. Libro bilingüe, en inglés y español, es la narración en primera persona de una niña judía que alcanza la mayoría de edad en la década de 1480 cuando la Inquisición se instaura en la Corona de Aragón. Finalmente, con la ayuda de amigos musulmanes, logra escapar de las garras de la Inquisición al Puerto de Valencia. Continuar a ler

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