Ilha de Santa Maria. Ascensão e queda da pequena América – Renascença

Um aeroporto mudou a vida de uma ilha, fê-la crescer até ao primeiro mundo. Chegou a ser preciso uma carta de chamada para lá entrar, tal como o visto para os EUA. Mas, assim que a II Grande Guerra acabou e a tecnologia da aviação mudou, voltou a ficar perdida no meio do Atlântico.

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justiça real: D. Pedro I: o Rei que serrou um padre ao meio por este ter violado uma mulher | VortexMag

Ficou conhecido como o Justiceiro e a alcunha foi muito bem entregue. O Rei D. Pedro I tinha o hábito de praticar justiça implacável com as próprias mãos.

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SANTA MARIA MERECE ISTO E MAIS

José do Canto introduziu seis mil espécies de plantas e árvores nos Açores – Açoriano Oriental

Cerca de seis mil espécies de plantas e árvores foram introduzidas nos Açores, no século XIX, por José do Canto, cujo jardim botânico que criou em Ponta Delgada é merecedor de um livro lançado este verão.

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povo que despreza a história será desprezado

Em todo o mundo….
as nações civilizadas tentam valorizar exaltar os seus patrimônios.”” O direito de se salvar as relíquias do passado, de interesse histórico ou etnográfico e de valor artístico, acaba de ser dado a quem zelar pelo patrimônio da coletividade “” Drº Luis Bernado Leite de Ataíde. Livro Arte e vida antiga dos Açores

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Comments
Roberto Garcia gosto da nossa historia,so nao gosto da partre em que os pobres eram escravos,criadas etc.abraço mario
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Chrys Chrystello um povo que não preze, respeite e conserve a sua história tende (mais cedo ou mais tarde) a acabar como povo e é isso que, infelizmente começo a prever possa acontecer aqui
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Orlando Medeiros Muito próximo deste que fala na foto temos esse que envio a foto, a meu ver muito mais majestoso dentro de um terreno completamente privado, mas onde ainda temos os vestigios de antigas estufas e uma mata majestosa, da torre ainda restam os últimos vestigios das janelas em madeira com pormenores muito interessantes, vale a pena a visita e o registo antes que se perca no tempo.

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D VIOLANTE DO CANTO

Francisco Miguel Nogueira shared a post to the group: Açores 360.
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Jornal da Praia

21 hrs

JP | EFEMÉRIDE

Há exatos 435 anos, a 17 de agosto de 1583, D. Violante do Canto, ilustre Dama terceirense, embarcou rumo a Madrid por ordem de Filipe II. D. Violante fora uma defensora de D. António Prior do Crato.
D. Violante do Canto nasceu em Angra, em agosto de 1556. Era filha de João da Silva do Canto e de D. Isabel Correia. Foi entregue com um ano de idade ao cuidado de Simoa Monteira, que lhe deu uma formação adequada à sua condição social, que passou também pelo ensino da escrita e da leitura. Ainda jovem e solteira, em 1577, com a morte do pai, tornou-se herdeira de uma grande fortuna e do vínculo instituído por seu avô paterno, Pero Anes do Canto, o primeiro Provedor das Armadas dos Açores. Assim, D. Violante era descendente de uma família fundamental nos primórdios do povoamento insular.
Pero Anes do Canto nasceu em Guimarães, por volta de 1472/73. A tradição afirma que era descendente de Eduardo de Inglaterra, o Príncipe Negro. Em 1510, casou com Joana de Abarca, filha de Margarida Álvares Merens e Pero de Abarca, sobrinha de Maria de Abarca ou Corte Real, mulher de João Vaz Corte Real, 1º capitão-donatário de Angra. Este casamento, que durou apenas catorze meses, deixou descendência, António Pires do Canto, segundo Provedor das Armadas das ilhas. Em 1517, Pero Anes do Canto casou-se com Violante da Silva, filha de Duarte Galvão, cronista-mor do reino e de D. Catarina de Meneses e Vasconcelos, o qual durou apenas 23 meses. Deste casamento nasceu João da Silva do Canto, o pai de D. Violante do Canto.
Pero Anes do Canto deve ter vindo para a Terceira por volta de 1505, primeiro como escrivão do Mestrado de Cristo e do visitador Vasco Afonso. Passou pelo Norte de África, sendo então agraciado como cavaleiro fidalgo da Casa Régia. Iniciou então um processo de construção patrimonial nos Açores que o levou, em 1546, a ser considerado como o mais o poderoso fidalgo dos Açores. Nomeado Provedor das Fortificações, Pero Anes do Canto foi o responsável pelo início da construção da linha de Fortes da Terceira, posteriormente reforçada, e que foi essencial à defesa da ilha durante os séculos seguintes. Combateu ainda piratas e corsários nos mares dos Açores e, por tudo isso, foi nomeado o primeiro Provedor das Armadas e Naus da Índia em todas as ilhas dos Açores. A partir de então, Pero Anes do Canto enfrentaria dificuldades devido à falta de recursos da Coroa nas ilhas, mas não desistindo dos seus objetivos. Pero Anes do Canto morreu em 1556. O seu primogénito, filho do primeiro casamento, António Pires do Canto, tornou-se o segundo Provedor das Armadas. Já João da Silva Canto, que nascera a 10 de março de 1518, prestou serviços à Coroa em Ceuta, entre os anos de 1546 e 1548, pelos quais recebeu a comenda da Ordem de Cristo da igreja de Coja.
João da Silva Canto, quando regressou à Terceira, exerceu as funções de capitão-mor das Armadas nas ilhas, de provedor da fazenda e também das fortificações, chegou a substituir temporariamente o irmão como Provedor das Armadas, cargo que ocupou novamente aquando da morte de António Pires do Canto e por menoridade do sobrinho, Pedro de Castro do Canto. João da Silva do Canto casou-se com D. Isabel Correia, acumulando uma imensa fortuna, com bens móveis e imóveis, espalhados pela Terceira, S. Jorge, Faial e Pico. Da esposa herdou algumas terras em S. Miguel. Além disso, contribuiu para o bem da comunidade e das instituições da época, intervindo no processo de construção da nova Sé de Angra e foi também fundador, doador benemérito e provedor da Misericórdia. João da Silva do Canto cedeu as casas e a igreja onde se fundou o Colégio dos Jesuítas e foi devido à sua ação que se iniciou a construção do cais do Porto das Pipas.
D. Violante do Canto herdou uma grande fortuna em 1577 e quando, em 1580, o Cardeal D. Henrique morreu, D. António foi aclamado Rei, vindo para a Terceira, D. Violante apoiou-o financeiramente, sendo uma das mais importantes incentivadoras à causa do Prior do Crato, sustentado as tropas anglo-francesas estacionadas na ilha. Durante três anos os terceirenses se bateram como defensores da independência de Portugal. Em 1583, a Terceira foi subjugada pelos espanhóis e D. Violante, por ordem de Filipe II partiu a 17 de agosto de 1583 com D. Álvaro de Bazan, rumo a Madrid. À hora do embarque, D. Violante dirigiu-se para o lugar da Prainha, acompanhada por duas damas, cinco aias e vinte e um criados entre outros escudeiros, sendo ali esperada pelas principais autoridades de Angra, num estrado alcatifado e construído de propósito para o embarque. Ao pôr D. Violante o pé na escada do navio ouviu-se uma salva dada pela nau, acompanhada por todos os navios da armada.
Em Espanha, D. Violante foi encerrada em dois mosteiros, em Cadiz e Jaem e posteriormente obrigada a casar a 1 de abril de 1585 com Simão de Sousa de Távora, voltando a Portugal. Morreu em Lisboa, a 17 de novembro de 1599. Os seus bens vinculados foram herdados por Manuel do Canto de Castro, neto de António Pires do Canto, irmão de seu pai, assim nasceu, segundo as crónicas, a Caza maior das ilhas. Os restantes bens foram entregues à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a várias outras instituições pias.
Atualmente a sua casa em Angra do Heroísmo, na rua da Sé, é a sede do Sport Clube do Lusitânia. A Provedoria das Armadas, Solar dos Remédios, hoje alberga as Secretarias Regionais da Saúde e da Solidariedade Social.
Francisco Miguel Nogueira

um país que não honra a história irá desaparecer com ela

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Joana Dinis

ó ê

Giraldo Geraldes, mais conhecido como o Homem sem pavor, foi umas das personagens mais importantes da nossa história e na luta contra os mouros (se hoje temos Évora e o Algarve em parte foi graças a ele).
Seja a história lendária ou não, o que é certo é que existe uma praça com o seu nome em Évora, a existência das muralhas do seu forte e ainda uma estátua que o representa.
Como portuguesa tenho vergonha da falta de orgulho que há por parte do povo português e dos nossos governantes na nossa História. Sim, porque mudar a sua estátua da praça da junta de freguesia de Valverde para o meio do mato, em terreno de caça, sem indicações, não mostra mais nada para além da vergonha e da vontade em esconder a História e o que dela advém. Andei uma hora em pleno mato e zona de caça à procura da dita estátua que por coincidência também ninguém da aldeia conhecia. Mal tratada partida e abandonada, é assim que os portugueses tratam o seu passado!! A nossa história não foi só feita de padres e igrejas como nos querem fazer crer!

(A primeira foto era onde se encontrava a estátua inicialmente, a segunda foi onde eu a encontrei. As outras é do caminho que se tem de percorrer a pé até se dar com o local)

pode ser que assim ela volte ao seu local original e possa ser vista por todos!!!