O verdadeiro poder feminino, opiniom de Artur Alonso Novelhe

“Não pagarei homem algum com o mal. Persegui-lo-ei com a bondade” (do “Hino ao Preceito da Comunidade, da Filosofia Essênia) Afirma o Prof. André Pena Granha – Decano do IGEC – que no […]

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AS FILOSOFIAS E A CHINA – UMA CONVERSA COM ANA CRISTINA ALVES

Todas estas conversas sabem a pouco, mas é com pouco que se faz muito. Fica assim cumprida a promessa da entrevista de uma das nossas raríssimas sinólogas, sem exclusão de género.
E porque acredito na inclusão, agradeço a colaboração da Ana Cristina Alves e farei também uma versão em Inglês, para que seja mais extensiva a sua leitura.
NOTA: Esta entrevista não apareceu do nada. É resultado do esforço e disponibilidade da Ana Cristina Alves . Como tal, e por Respeito, não é um produto que se partilhe sem uma palavra. Somos aquilo que fazemos. Respeito os direitos autorais.

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Pessoas com menos amigos não são solitárias, são gênios!

Carlota Joaquina shared a link to the group: Liberta a expressão.

Como não estou interessada em colecionar muitas amizades, devo ser um génio

A qualidade precede a quantidade, no meu modesto entender.

🤔🐯😃

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Aristóteles volta, tudo o que falta na sociedade atual

Qualquer outra interpretação, destas 10 virtudes, no meu ponto de vista, está errado.

As 10 virtudes aristotélicas para alcançar “eudaimonia” ou seja “floração humana” (felicidade, bem estar)
1-Elegibilidade, 2-Força, 3-Tolerância, 4-Generosidade, 5-Modéstia,
6-Veracidade, 7-Graça, 8-Sociabilidade, 9-Decoro, 10-Justiça.

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Muitos grandes pensadores costumavam recorrer à ética da virtude em busca de respostas. Aristóteles, um dos filósofos mais influentes de todos os tempos, desenvolveu um sistema integral de virtude que podemos perfeitamente pôr em prática nos tempos modernos para alcançar um estado de…
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brumadinho – a gente vai embora

Uma lição de vida
Dono da pousada de Brumadinho que morreu no desastre da barragem,deixou este vídeo sem saber que sua passagem estava tão próxima.
Sem querer deixou-nos uma grande lição de vida.

-1:48

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pensamento crítico e responsabilidade

For my Portuguese friends: Existe uma relação directa e muito interessante entre ‘pensamento crítico’ e ‘responsabilidade’.

Pensamento crítico tem 4 ingredientes ou fases, uma vez que em geral elas se seguem no tempo: (1) Encarar a realidade, focando a atenção nos factos e não em ficções, (2) Analisar com inteligência a informação que melhor parece descrever essa realidade, isto é, a informação relevante. Esta análise inteligente executa-se recorrendo a ferramentas intelectuais adquiridas por processos de aprendizagem, construindo assim conhecimento capaz de descrever os factos mais importantes da realidade analisada e propiciando um excelente nível de compreensão, (3) Decidir com autonomia, com base no conhecimento adquirido, e (4) Assumir as consequências da decisão tomada (‘accountability’, em inglês).

Segundo bons dicionários anglo-saxónicos, a definição de ‘responsabilidade’ inclui 3 ingredientes ou fases, uma vez que em geral elas também se seguem no tempo. Essas fases são precisamente os pontos 1, 3 e 4 da definição de pensamento crítico. Refira-se que a definição de responsabilidade segundo dicionários do sul da Europa inclui apenas o ponto 4. Em culturas anglo-saxónicas, assim, responsabilidade é um conceito bem mais amplo do que em culturas latinas. Talvez por essa razão em países do sul da Europa tantas pessoas confundam responsabilidade com culpa e fujam de ambas a sete pés.

Em resultado, podemos dizer que pensamento crítico é a combinação do exercício de responsabilidade (pontos 1, 3 e 4) com a acção de processamento de informação relevante com inteligência (ponto 2).

Assegurar a capacidade de pensamento crítico é o passo mais importante para assegurar a autonomia intelectual de uma pessoa. Uma sociedade composta predominantemente por pessoas intelectualmente autónomas é incomparavelmente mais desenvolvida e livre. Contribuir para construir uma sociedade deste tipo é um excelente objectivo para qualquer pessoa ou organização político-social.

Nota: Esta é, certamente, uma forma liberal de pensar. Porém, ela transcende por completo a classificação frequente de esquerda ou direita.

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  • Antonio Dias Figueiredo O que é a realidade é o que é a ficção quando se está fora do estreito campo da ciência positivista? Num mundo onde os problemas, nomeadamente os sociais, são cada vez mais “wicked problems” (Rittel & Webber), o que é analisar com inteligência e o que é informação relevante?
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    • Jose Antonio Salcedo Antonio – Estamos muito próximos nos conceitos mais importantes. Quando refiro autonomia intelectual e a explico com os 3 ingredientes, (1) isso representa um esforço da minha parte para ser capaz de explicar algo complexo a um miúdo de 9 anos, um exercício de que gosto muito, e (2) saber aplicar conhecimento para criar valor e saber comunicar para criar redes são pontos essenciais para mim. E o valor pode ser económico, financeiro, científico, cultural, social… pode ser valor de qualquer tipo. A acção, para mim, é essencial pois ela é a prova da autonomia. E sim, os soft skills estão lá também para garantir a eficácia e a empatia da comunicação. Abraço.
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Serão o Bloco de Esquerda (BE), o PCP e outros partidos de “extrema esquerda”?

For my Portuguese friends: Depois da polémica sobre a virgindade de Maria, que mobilizou especialistas no tema e a amígdala de tantas pessoas, uma nova polémica surgiu nos vastos espaços intersticiais entre os neurónios de tantas cabeças organizadas em tribos locais. A questão, profundíssima em alcance filosófico e cuja profundidade apenas é ultrapassada em estupidez, é: Serão o Bloco de Esquerda (BE), o PCP e outros partidos inspirados e liderados por comunistas de várias estirpes, partidos de “extrema esquerda”?

Na minha opinião de cientista, são.

Diz Catarina Martins que “extrema esquerda” é incorrecto, no que respeita ao BE; “Em nome da “raiz das lutas”, “esquerda radical” é o posicionamento correto”, diz ela. Pena é que minta e brinque com coisas sérias.

Estes partidos formaram-se a partir de estirpes variadas de comunistas, incluindo Leninistas, Stalinistas, Trotskyistas, Maoistas e outras ainda mais bizarras. Globalmente, estas estirpes são responsáveis directas pela morte de 100 milhões de pessoas. Algumas destes estirpes até se degladiaram entre si, e continuam a degladiar, pois comunistas não são meigos nem consigo próprios. Para um comunista, a pureza ideológica absoluta é a meta a atingir; à custa dos outros, evidentemente.

Todas estas variantes da ideologia comunista defendem a instauração de regimes totalitários em que uma casta reduzida de auto-iluminados controla, explora e oprime uma vasta plebe de alegados ignorantes, o “povo”. Actualmente, esses regimes totalitários formam-se por infiltração de democracias, usando e abusando da flexibilidade que uma democracia oferece, através do minar gradual e bem disfarçado de instituições e da sociedade. Líderes dessas facções começam por ocupar lugares destacados na estrutura de poder para mais tarde a minar, destruir e substituir por um regime totalitário, já que os parvos do povo existem para os servir. E assim se vão ocupando lugares no Parlamento, no Banco de Portugal, no Conselho de Estado, na Administração Pública, em Sindicatos, certamente em Transportes e na Educação, onde exercem actualmente uma influência nefasta e socialmente perigosa.

Porquê um contraste tão grande entre ideologias de extrema esquerda – aceites socialmente – e ideologias de extrema direita – recusadas socialmente? As razões parecem-me complexas mas destaco duas: (1) A União Soviética ter ficado do lado dos vencedores no final da Segunda Guerra Mundial, e (2) a entrada de tantos comunistas em academias, formando e desenvolvendo departamentos de ciências sociais a partir dos quais iniciaram e continuam a propagar uma infecção palpável da sociedade. É que os comunistas sabem que quem controla a linguagem controla as pessoas.

Em todas estas ideologias, de forma similar ao que se passa com religiões, sobretudo religiões fundamentalistas, o mundo é dividido em dois grupos, “nós” e “eles”, em que as “lutas” travadas envolvem estimular uns contra os outros, mobilizando as massas com justificações oficiais ou etiquetas cuidadosamente escolhidas. As etiquetas colocadas nas pessoas, e que na sua lógica distorcida justificam essas lutas, têm variado ao longo dos anos. De oposições entre “classes” evoluíram para oposições dentro de “níveis de poder” e posteriormente para divisões sociais baseadas em identidade, etnia ou género, classificações e etiquetas bem mais subtis. A lógica, no entanto, é sempre a mesma: alegam proteger os oprimidos ou desfavorecidos do domínio dos opressores, poderosos ou melhor estabelecidos. Esta intenção aparentemente inócua influencia muitos ignorantes e incautos que se refugiam no alegado manto protetor que lhes é anunciado. Triste sina, pois em breve estarão como na Coreia do Norte ou na Venezuela: na mais absoluta miséria enquanto os alegados protectores e os seus familiares e apaniguados estarão milionários através de offshores ou, em ambientes mais parolos, mais ricos através de negociatas com juntas de freguesia, autarquias ou empresas públicas.

Comunismo de qualquer tipo e Fascismo de qualquer tipo são os dois lados de uma mesma moeda, a moeda dos regimes totalitários. Por estas razões, considero que a resposta que dei acima à pergunta da moda está justificada.

Não aceito regimes totalitários de tipo algum. Defendo e procuro expandir democracia. Para tal, defendo uma Educação que forme pessoas com autonomia intelectual. E autonomia intelectual significa que as pessoas aprenderam (1) a pensar de forma crítica e criativa, criando assim conhecimento dentro da sua cabeça, (2) a aplicar o seu conhecimento, criando valor, e (3) a comunicar com clareza, formando redes pessoais, profissionais e sociais.

Pessoas intelectualmente autónomas não caem tão facilmente no canto das sereias. Se quisermos transformar a actual sociedade dependente numa sociedade competitiva, precisamos de garantir uma massa crítica de pessoas intelectualmente autónomas. Enquanto sociedade, é este o nosso principal desafio.

Nota: Pessoas e organizações extremistas, no entanto, podem ter um papel importante em sociedade pois chamam a atenção para problemas específicos que de outra forma poderiam passar despercebidos, assim como para o valor e a fragilidade da democracia. Como bem escreveu o sociólogo argentino José Ingenieros, no seu maravilhoso livro “El Hombre Medíocre”, “Devemos sempre manter um reduzido número de inimigos, porque eles serão capazes de fazer apreciações brutalmente cruas sobre nós, apreciações que nem os nossos melhores amigos são capazes de fazer.” Mas apenas um número muito reduzido, pois gerir muitos inimigos dá uma trabalheira.

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Jürgen Habermas: “Não pode haver intelectuais se não há leitores” | EL PAÍS Semanal | EL PAÍS Brasil

O filósofo alemão, o mais influente do mundo, recebe a El País Semanal em sua casa de Starnberg, cerca de Munique

Source: Jürgen Habermas: “Não pode haver intelectuais se não há leitores” | EL PAÍS Semanal | EL PAÍS Brasil

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«DAQUI A 20 ANOS VAI SER UM PESADELO»…

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Mário Machaqueiro

«DAQUI A 20 ANOS VAI SER UM PESADELO»…

… Diz o escritor Jonathan Littell na importante entrevista que o “Expresso” publica hoje. E a entrevistadora pede para ele desenvolver. Littell desenvolve:
«Vamos estar demasiado ocupados em sobreviver. Se nada mudar, podemos até ter uma guerra na Europa. É matemático: se não fizermos nada acerca das alterações climáticas, as previsões são catastróficas. Agora temos um milhão de migrantes. Imagine 20 ou 30 milhões, a virem de toda a aprte, porque as suas regiões foram destruídas. Nessa altura, toda a gente se vai passar, e muito sangue vai ser derramado. E as democracias ocidentais vão sucumbir nos seus valores elementares – o que é típico da forma como os seres humanos gerem as coisas. Criamos todos estes brinquedos, estes computadores, estes “smartphones”, e nem sabemos como os usar. Uma das mais complexas conquistas da humanidade é utilizada parar tirar “selfies” e fotografias de comida, que partilhamos nas redes sociais.» A entrevistadora observa que Littell «pinta um quadro de alienação generalizada, o reinado do egocentrismo». E o escritor acrescenta:
«Amplificado por estas máquinas, que foram desenhadas para aumentar os traços mais negativos das pessoas. Gostemos ou não do comunismo, o movimento que o originou foi o das pessoas a unirem-se e a tentarem mudar a sociedade. O mesmo aconteceu com as democracias: é sempre a acção colectiva que faz o mundo avançar. Todos estes brinquedos estão a conduzir à desintegração da sociedade, cada um está a olhar para si próprio, a entreter-se e a tirar fotografias. Neste contexto, as pessoas mais estúpidas ficam muito vulneráveis a tipos como Trump ou Bolsonaro. E as pessoas inteligentes estão demasiado ocupadas com as “selfies” para empreender algum tipo de acção. Então, quando Lisboa se tiver afundado no Oceano Atlântico, vão poder fotografar-se enquanto se afogam e vai ser genial! Vão com certeza captar momentos muito bonitos.»

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