Efacec ganha quatro centrais fotovoltaicas do Minho aos Açores – Energia – Jornal de Negócios

A empresa da Maia vai executar quatro novos projetos de energia no mercado português, que equivalem à plantação de 70 mil árvores. Em pipeline tem outros contratos na Europa, na América Latina e em África,

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exploração mineira no fundo do mar açoriano.

Ana Gil shared a post.

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RTP2

Começou a corrida à exploração mineira no fundo do mar açoriano. O seu arranque poderá pôr em risco a área classificada do Parque Marinho dos Açores. Portugal quer e pode escolher o caminho da sustentabilidade?

Biosfera, sábado às 18:48 na RTP2

o matadouro da democracia

For my Portuguese friends: “No seu acórdão, o TdC repete que não faz juízos sobre conveniência ou oportunidade da decisão de contratação ou do modelo organizativo adotado. Não é verdade e toda a decisão é um juízo sobre precisamente isso. Uma infame nota de rodapé na página 108 do acórdão descortina o preconceito ideológico subjacente a esta decisão: “não tem sentido, por exemplo, considerar que a utilização de espaços próprios para fins de interesse público corresponde a perda de receita. Parâmetros que não obstam, sublinhe-se, a que, eventualmente o modelo adotado pudesse ser o mais adequado, (…)”. O TdC admite que não gosta nem do modelo organizativo adotado, nem do facto que um privado possa pagar 40 milhões de euros e ficar com o Matadouro durante 30 anos, mesmo que isso implique poupança para os contribuintes. Para o TdC, um edifício público tem de ser sempre público, doa a quem doer, independentemente da sua viabilidade económica.”

“O TdC, um órgão não eleito e que exerce a sua magistratura ao arrepio da separação de poderes, esconde assim o seu preconceito ideológico atrás da hermenêutica, de preciosismos jurídicos quanto à natureza do contrato, para chumbar uma um projeto dinamizador de uma freguesia que é historicamente a zona mais pobre da cidade do Porto, com importância nacional “semelhante à Expo 98”, conforme disse o Presidente da República.

Façamos um exercício e recuemos quase 30 anos. Imaginemos que o TdC chumbava a Expo 98 por entender que, finda a exposição, a zona do Parque das Nações teria de ser exclusivamente de gestão pública. Com quantos Estádios Municipais de Leiria dava para encher aquela zona?”

O Tribunal de Contas teve um comportamento incompetente e assente em ideologia. Com esta decisão, o Tribunal de Contas mostrou que a sua acção não serve o interesse público a nível nacional nem a democracia.

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O Tribunal de Contas admite que não gosta que um privado possa pagar 40 milhões de euros e ficar com o Matadouro em Campanhã durante 30 anos,…

Portigal 62º na liberdade económica 41º no desenvolvimento humano

Em ano de eleições, entre a geringonça, o PS(D) e o partido da senhora do arroz com atum, de um lado, e partidos como a Iniciativa Liberal ou a Aliança, do outro lado (?), será de comparar este 62º lugar com o nosso lugar em indicadores desde o PIB per capita ao índice de desenvolvimento humano

COSTA GANHA AS ELEIÇÕES SE NACIONALIZAR OS CTT

CTT DEVEM SER NACIONALIZADOS

Diz o Público hoje que os socialistas andam a pressionar o primeiro-ministro para que nacionalize os CTT. Ora aí está uma medida a louvar. Os CTT prestam um mau serviço à população de todo o país. Em vários aspectos: no atendimento, na distribuição, nos serviços, em tudo. Os carteiros nem batem à porta, deixam o aviso e vão-se embora. Lá vai a desgraçada da velhota com 90 anos (que eu conheço) à estação dos CTT que fica a mais de dois quilómetros de casa, buscar a encomenda ou uma simples carta registada.
Se António Costa nacionalizar os CTT garanto que ganha as eleições com maioria absoluta.

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exportações e massa crítica

For my Portuguese friends: É uma pena termos um governo que nem contas honestas é capaz de fazer. Esta percentagem é irrelevante, senhor Primeiro-Ministro, o que conta é o Valor Acrescentado Nacional incorporado nas exportações. E esse ainda é muito baixo porque (1) o nível médio de especialização das empresas é ainda reduzido, o que limita fortemente o valor que são capazes de produzir, (2) o conhecimento existente dentro da cabeça do portugueses e susceptível de ser aplicado à criação de valor ainda é baixo devido à sua Educação. Em Portugal, ainda existem 2,5 milhões de pessoas com apenas o 4o ano e 5% de analfabetos.

Essa é a realidade, senhor Primeiro-Ministro. Infelizmente, pouco tem feito para a melhorar. (Link cortesia Lino Fernandes)