SIC Notícias | Será que há um urso no norte do país?

Vestígios de um urso-pardo foram encontrados na região do Barroso.

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Barragem no Zêzere com elevado teor de arsénio em risco de ruir

 

Brigida Rocha Brito,Educação Ambiental, comenta no FB

O desassossego do risco e da incapacidade de definir prioridades em tempo útil… Será que é assim tão difícil perceber e antever os resultados que podem advir em situação de catástrofe….??? Senhores, é a saúde pública que está a ser posta em causa… Água que se consome do Fundão até Lisboa…

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Estudo confirma: produtores do “leite de vacas felizes” abusam dos fertilizantes nos solos açorianos. • Paulo Moniz

O sector dos lacticínios é dos principais contribuidores para as emissões de gases com efeito de estufa.

Source: Estudo confirma: produtores do “leite de vacas felizes” abusam dos fertilizantes nos solos açorianos. • Paulo Moniz

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como fazer barragens de mineração sem matar centenas…

SIMPLES ASSIM! SÓ QUERER FAZER DIREITO

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Daniel Tavares

Se construir direito não mata ninguém!!!

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mais uma catástrofe ambiental esperada no Brasil

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  • MAR DE LAMA EM MINAS GERIAS – 15O DESAPARECIDOS

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    BRASIL.ELPAIS.COM
    Rompimento de barragem da Vale em Brumandinho põe Brasil de joelhos, mais uma vez, diante das falhas de segurança e proteção ambiental na mineração no país. Ao menos sete pessoas morreram e 150 estão desaparecidas. Como posso dizer que aprendemos com Mariana? , diz presidente da multinaciona…
    Carlos Fino

    10 hrs

    globo.com

    MAR DE LAMA EM MINAS GERAIS

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    G1.GLOBO.COM
    Imagens aéreas mostram situação na região de Brumadinho (MG) AO VIVO: acompanhe a cobertura em tempo real Rompimento de barragem da Vale no Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG) — Foto: G1 O rompimento de uma barragem da Vale no Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), nesta sexta-feira (25)…
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wonder woman usa produtos locais

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Wonder Woman

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em 15 anos de melhor a pior Bragança dos piores distritos para viver

“Silencio, qualidade do ar e acessos.” E não número de turistas, de hotéis e de navios cruzeiro.
As cidades, as freguesias e as ilhas são de quem as habita e não de quem as visita.

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Silêncio, qualidade do ar e acessos definem o melhor distrito para viver em Portugal. Sabe qual é?

Perto de 15 mil portugueses escolherem o melhor distrito para se viver em Portugal. Viana do Castelo reuniu as preferências num inquérito que concluiu que colocou o Norte e o Alentejo em pólos opostos.

Fotografia retirada do site da CM Viana do Castelo
Direitos Reservados

Viana do Castelo é o melhor distrito para se viver em Portugal, de acordo com os resultados de um inquérito online do portal imobiliário Imovirtual que reuniu os votos de quase 15 mil residentes em Portugal.

O distrito nortenho foi o primeiro classificado com um total de 4,02 pontos. As melhores avaliações foram para a qualidade do ar, classificada com 4,19, os acessos com 4,03 e o silêncio, um dos aspetos mais valorizados no inquérito, recebeu 3,96.

Nos restantes lugares do pódio, verifica-se que os seguintes distritos mereceram a preferência dos portugueses: Vila Real, com 4,01, Viseu, com 3,94, Leiria ligeiramente atrás com 3,89 pontos e Braga ocupa o quinto lugar com 3,87. No fim da tabela encontram-se distritos como Setúbal (3,73), Santarém (3,70), Portalegre (3,69), Bragança (3,66) e Beja (3,63).

Em comunicado, o portal imobiliário responsável pelo estudo conclui que “a região do Norte foi a melhor classificada e a do Alentejo a pior”. Ao nível da segurança, Lisboa, Porto e Setúbal obtiveram as piores notas.

O estudo avaliou os distritos entre abril e setembro de 2018, tendo como base 12 fatores que consideravam bastante significativos: Segurança, Silêncio, Transportes Públicos, Lojas e Restaurantes, Espaços de Lazer, Qualidade do ar, Estabelecimentos de Ensino, Limpeza, Espaços de Saúde, Custo de Vida, Acessos e Estacionamento.

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/silencio-qualidade-do-ar-e-acessos-definem-o-melhor-distrito-para-viver-em-portugal-sabe-qual-e-401927?fbclid=IwAR3evHa_XdBrY7q-wzH55X3qN7rZu0KB17bUueTGvL65rvzACG9sBnLKKzA
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Herbicida com glifosato proibido em França. Bayer “surpreendida”

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a face oculta e a pegada ecológica dos carros elétricos

Porque pensar importa, deixo aqui um bocadinho das reflexões de Mira Amaral:

“Na Polónia e em Hong Kong o carro eléctrico tem muito green washing, muita lavagem ambiental. Mas está a falar com alguém que amanhã vai receber um Smart eléctrico. Comprei um Smart eléctrico para andar em Lisboa. Tem uma autonomia de 100 quilómetros, felizmente tenho outro carro para a estrada.

Que carro que tem para andar na estrada?

Tenho um Mercedes GLA. Um tipo que não tenha rendimentos para ter dois carros não pode comprar um carro eléctrico. E porque é que o carro eléctrico é útil na cidade? Não é pelo CO2, é pelo NOx, os gases de azoto. O carro eléctrico não emite gases, mas em relação ao CO2 a história está muito mal contada e tenho as maiores dúvidas. Está lá a dizer “zero emissões”, mas eu acho que isso é publicidade enganosa. O carro não emite quanto está a andar, mas as bateriazinhas do carro emitiram muito CO2 quando foram produzidas. E quando forem a reciclar voltam a fazer emissões. O engenheiro Carlos Tavares, CEO da Peugeot, que é um tipo competente na matéria, já levantou várias questões sobre o assunto [quem calculou a pegada ambiente da produção e reciclagem de baterias ou quem garante os materiais para as fabricar]. A verdade é que ninguém fez as contas. Em Portugal, como temos este excesso de renováveis, o carro é útil até para absorver o excesso de renováveis. Mas vamos embarcar alegremente no carro eléctrico para acabar com a dependência dos xeiques árabes e ficamos dependentes das baterias feitas na China? Porque cá não temos lítio, níquel ou cobalto. Uma vez mais a classe política, sempre na óptica do politicamente correcto, está a alinhar nisto.

Porque é que nada disto é estudado, medido?

Isso não existe. Deixámos de ter planeamento energético e as decisões no governo são sempre políticas. Podiam ser políticas com informação técnica, mas o que se está a passar na área do ambiente é que é tudo feito na lógica do politicamente correcto e de acordo com os lóbis ambientais, sem fundamentação técnica. Isto é gravíssimo. Veja o que está a acontecer em França, Macron é vítima deste pessoal. Teve um ministro do Ambiente, Nicolas Hulot, a quem eu chamo o Pimentinha [Carlos Pimenta] francês, que queria tudo em nome do ambiente – é tudo deles, eles é que mandam e estão sempre a gerir a primeira página dos jornais. Claro que era impossível. Demitiu-se, mas deixou lá a herança do excesso de taxação dos combustíveis fósseis para financiar os amanhãs que cantam nos automóveis e na energia… Gerou os coletes amarelos. Macron foi vítima deste excesso. O povo francês, que não é tão pacífico como o português, passou-se. Claro, quando a classe média e média baixa vive com dificuldade e vê os políticos a financiar estes irrealismos, reage. Em Portugal querem que deixemos de andar de automóvel para passar a andar nos transportes públicos. No estado em que estão?! Ridículo. E outra: já tenho medo de andar a pé em algumas artérias da cidade, corro o risco de ser atropelado pelas bicicletas ou pelas trotinetas. Mas estamos nesta fantasia do politicamente correcto e ocupa-se o espaço público sem rei nem roque.

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a destruição da Amazónia

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WHY IS SINGAPORE SO CLEAN

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World Economic Forum

A shining example of spotless streets. Learn more about government initiatives in Singapore: https://wef.ch/2NAXqNz

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