Visão | “Prefiro dar um cheque generoso a quem não quer trabalhar do que gastar quatro meses num plano de melhoria que não vai resultar”

Patty McCord, ex-Chief Talent Officer da Netflix, em entrevista à VISÃO, diz ainda que não devemos encarar a nossa equipa no trabalho como uma família, ao contrário do que muitos advogam

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Semana dos 4 dias – Jorge Fonseca de Almeida – Jornal de Negócios

Assim a semana dos 4 dias reduz os erros, o custo da correção desses erros, diminui a produção defeituosa, aumenta a qualidade e, consequentemente, a satisfação dos clientes e a produtividade.

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“O trabalho está a matar as pessoas e ninguém se importa”

Para ler. Todos sem excepção.
O TRABALHO está a matar as pessoas e ninguém se importa
A toxicidade do trabalho não reside na sua natureza e sim no modo unilateral de implementação de medidas que visam o bem-estar financeiro da organização.
A verdade é que falta um modelo integrador e multifactorial de diagnóstico e de intervenção, confirma a psicóloga social Fátima Lobo, professora da Universidade Católica de Braga na área da Psicologia do

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o tiro no pé da greve dos enfermeiros

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As greves e a democracia

Sou incapaz de dizer se uma greve é justa ou não, se os grevistas avaliam bem a licitude das reivindicações e suas consequências, se um Governo, tratando-se da função pública, pode e deve satisfazê-la sempre, rompendo os limites orçamentais e a equivalência entre funcionários da mesma categoria.

A greve dos enfermeiros das salas de operações começou por ser uma reivindicação sob os auspícios da bastonária da Ordem dos Enfermeiros, e acabou a criar um sindicato que ainda não tinha empossado os órgãos sociais e já os presumíveis dirigentes aumentavam as exigências em cada nova reunião com o ministério da Saúde.

É natural que a bastonária, consultora para a Saúde do ex-PM e dirigente do PSD, tenha visto na greve a forma de derrubar um governo que nunca considerou legítimo, e exigir-lhe, depois de reposta a carreira que o governo PSD/CDS extinguiu, muito mais do que o Governo podia ceder. A Ordem fomentou a greve, que não é da sua competência.

Aliás, parece que nunca alguém acreditou que houvesse meios para ceder às exigências, eventualmente legítimas, que teriam de contemplar todos os funcionários públicos de categorias equivalentes. A enfermeira Ana Rita Cavaco pode aspirar a uma secretaria de Estado, num governo PSD ou numa ditadura, não parece que isso a incomode, mas não pode servir-se de colegas para derrubar um governo democrático e, pior, dos doentes cuja vida pôs em risco ou até riscou da vida.

A Dr.ª Cristas ainda não a acusou de mentirosa e o Dr. Negrão de ter pelos no coração, acusações que ambos fizeram ao PM que, com o apoio dos partidos que permitiram esta legislatura, mais se esforçou para melhorar as condições que o anterior governo retirou aos trabalhadores.

O pior que pode suceder aos sindicatos, que não têm uma conjuntura fácil, e cuja falta deixaria os trabalhadores à mercê do poder discricionário dos empregadores, é criar na opinião pública uma animosidade contra os funcionários públicos, pondo trabalhadores contra trabalhadores, quando há quem se sirva deles para fragilizar a democracia e, no caso em apreço, para destruir o SNS, que o sindicato fantasma, de geração espontânea, não refere uma única vez nem é defendido pelos cúmplices do anterior governo.

Quem assistiu ao avanço civilizacional e à melhoria das condições de vida, devidos à democracia, sente frustração pelo comportamento dos que primeiro hão de lamentar a sua perda.

Não há democracias sem direito à greve, mas há greves que comprometem o direito à democracia.

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LIDL AUMENTA SALÁRIO MÍNIMO PARA 670€

A cadeia privada alemã dá um exemplo do que são, efectivamente, boas práticas.

EXPRESSO.SAPO.PT
O Lidl Portugal decidiu aumentar “para 670 euros o valor do ordenado de entrada” no primeiro ano na empresa, acima do salário mínimo nacional, que é de 600 euros. O aumento vigora a partir do próximo ano fiscal, que arranca em…
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BE exige intervenção do Parlamento na situação dos trabalhadores da Soares da Costa

Catarina Martins, que esta tarde reuniu com algumas dezenas de trabalhadores da Soares da Costa junto ao Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, recordou que estas pessoas “não podem recorrer ao fundo de garantia salarial, não podem recorrer ao subsídio de desemprego e não podem procurar outro trabalho”, algo que, disse, “é insustentável”.”O PER [Processo Especial de Revitalização] foi aprovado pelo tribunal e teve acompanhamento do Governo. Foi apresentada uma garantia bancária para o pagamento dos salários que nunca se verificou e entretanto a empresa está a alienar património. É o momento tanto da Justiça como do Governo perguntarem à Soares da Costa como é que é possível não estarem a cumprir nada do que estava acordado”, defendeu a líder dos bloquistas.Catarina Martins apontou que já pediu a prensa no da Comissão de Trabalhadores, da administração da Soares da Costa, da comissão de acompanhamento do PER, da Autoridade para as Condições do Trabalho e também da Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).”Mas não esperemos pelo Parlamento. Na segunda-feira há uma reunião entre a empresa e a DGERT. Este é o momento para encontrar soluções para estes trabalhadores que estão sem emprego e sem salários. É absolutamente vergonhoso. É um cenário que tem de ser pelo menos investigado”, referiu a coordenadora do BE.”Soares da Costa: Inatividade? É ilegal?” ou “Vergonha! Queremos justiça!”, bem como “Paguem salários e indemnizações” e “Onde está o dinheiro dos leilões?” – eram algumas das frases que se podiam ler nas faixas e cartazes que os trabalhadores espalharam pelo passeio junto ao tribunal.Sónia Martins, trabalhadora da Soares da Costa em situação de inatividade, lembrou que o PER da empresa tem mais de dois anos, lamentando que este instrumento não esteja, defendeu, “a servir para revitalizar a empresa, mas a servir para massacrar os trabalhadores”.”Centenas estão colocados em inatividade, ou seja dispensados de ir ao trabalho, mas deixaram de pagar os salários. Há trabalhadores numa situação deplorável num Estado de Direito que pensávamos que existia, mas verificamos que não existe porque confiamos na justiça e no PER, mas infelizmente estamos no ponto em que estamos”, disse.Os trabalhadores concentrados em Gaia relataram as diligências feitas junto de vários Ministérios, primeiro-ministro, Presidente da República e Parlamento Europeu.”Temos tido poucas respostas. Ministério do Trabalho não deu resposta”, disse Sónia Martins, falando em “situação é fraudulenta e criminosa”.Também José Martins, da Comissão de Trabalhadores, afirmou que foram feitas reuniões com os grupos parlamentares, entre outras, como a presença na Comissão Parlamentar do Trabalho e Segurança Social ou as denúncias “regulares” à DGERT.”Já pedimos nova reunião ao novo ministro da Economia. Aguardamos resposta”, referiu José Martins.PYT // MSPLusa/Fim

Source: BE exige intervenção do Parlamento na situação dos trabalhadores da Soares da Costa

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satisfação dos trabalhadores está (muito) longe de se limitar ao salário.

‪Tenho afirmado que a satisfação dos trabalhadores está (muito) longe de se limitar ao salário.

Estudos mostram que o salário tem pouca a moderada influência no turnover, ou seja:‬
1) Os trabalhadores com salários mais baixos têm apenas uma ligeira maior probabilidade de sair do que se recebessem mais.
2) Se há trabalhadores a sair, aumenta-los trará resultados muito limitados.
#psicologiaorganizacional

Fonte:

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SUBDESENVOLVIMENTO E ATRASO PATRONAL: Mais de metade dos trabalhadores portugueses não recebe pelas horas extra

Mais de metade dos trabalhadores portugueses (64%) não recebe pelas horas extra e quase um terço está em risco de esgotamento (‘burnout’), revelou um estudo da Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco) hoje divulgado.

Source: Mais de metade dos trabalhadores portugueses não recebe pelas horas extra

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Expresso | Um dilema português: muita hora de trabalho, pouca produtividade, presentismo e a família é que paga

O desrespeito pelo tempo de descanso é “prática generalizada” e as boas práticas ainda são uma exceção

Source: Expresso | Um dilema português: muita hora de trabalho, pouca produtividade, presentismo e a família é que paga

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