E se “O Senhor dos Anéis” tivesse sido filmado nos Açores? – Açoriano Oriental

Em visita oficial à Califórnia, o presidente do Governo dos Açores apresentou oportunidades de investimento na região a potenciais interessados. Em Los Angeles, terra do cinema, houve quem perguntasse sobre a viabilidade de se gravar um filme nas ilhas.

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AÇORES – O FIM DA BALEAÇÃO

Fortuna Escorregadia.

O documentário que deu ontem na RTP 1.

“Portugal foi o último país europeu a abandonar a indústria baleeira aquando da adesão à CEE. Nas Ilhas dos Açores as comunidades baleeiras não aceitaram a decisão e revoltaram-se contra os governantes.”.

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RTP.PT
Portugal foi o último país europeu a abandonar a indústria baleeira aquando da adesão à CEE. Nas Ilhas dos Açores as comunidades baleeiras não…
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O mafioso mais perigoso de Boston era português e vai dar um filme

Joseph Barboza, filho de pais lisboetas, foi o único não italiano a entrar na Máfia da Costa Leste dos Estados Unidos. Tornou-se o pior deles todos. Agora, a vida de ‘The Animal’ vai ser adaptada ao cinema

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filmes de Bollyhood desafiam todas as leis da física convencional (escolha um)

Ted Green shared a video.

15 hrs

Which did you choose? Mine was #1

-2:19

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Creapills

In Indian cinema, the laws of physics are not a priority. From the creativity level, he’s pretty free! 😎

More creative ideas on >> Creapills

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CIEMA em 2016 MORREU GENE WILDER

36 mins

KTVL.COM
Gene Wilder, the frizzy-haired actor who brought his deft comedic touch to such unforgettable roles as the neurotic accountant in The Producers and the mad scientist of Young Frankenstein, has died. He was 83.Wilder’s nephew said Monday that the actor and
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Portuguesa nomeada diretora executiva do Festival de Cinema de Toronto – BOM DIA

A produtora portuguesa Joana Vicente foi anunciada, esta terça-feira, como a nova diretora executiva do Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF, na sigla em inglês), sendo corresponsável pela organização a par do diretor artístico Cameron Bailey. “O comité de seleção ficou profundamente impressionado com o passado de Joana Vicente como produtora, defensora de realizadores …

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SIRANA FILME DE TIMOR

Joao Paulo Esperanca added a new photo to the album: Timor.

«sábado, março 08, 2008
Sirana – O início do cinema timorense

As cenas iniciais mostram-nos o interior de uma casa de palapa, um típico lar timorense com uma fotografia do Papa João Paulo II pendurada na parede, um oratório onde rezam os habitantes com uma vela acesa, frinchas nas paredes, cozinha e quarto-de-banho exteriores, também feitos de materiais como palapa ou chapas. Um senhora de lipa e cabaia reza as orações matinais e faz a lida da casa. Ficamos então a saber quem mais mora na casa, Sirana, a protagonista, filha da senhora, e a irmã mais velha daquela e o cunhado. Este está desempregado, é vadio e bêbado, e bate na mulher. As discussões entre o casal são constantes.

Vemos depois Sirana sair cedo a pé com a mãe para irem vender legumes da sua horta no mercado. Aí aparece uma antiga conhecida da mãe, acompanhada por uma jovem colega de Sirana, ambas bem vestidas e com visual moderno. As senhoras conversam um pouco e a que compra os vegetais diz que trabalha num kantor [escritório] e refere as muitas colegas de ambas de antigamente, que são agora deputadas no Parlamento e funcionárias de Ministérios. A cena apresenta, sem tal mencionar explicitamente, o contraste chocante entre a vida de uma que continua pobre e a forma como a outra subiu na vida e se move no mundo dos políticos, dos malais, das ONGs… As duas raparigas andam ambas a ensaiar para uma peça de teatro e combinam encontrar-se lá no CJPAV mais tarde. Sirana interpreta o papel principal, o de Rosa Muki Bonaparte.

Já em casa, aparece a visitá-las uma prima, moça moderníssima, toda gira, transportada de carro. Explica que trabalha com os malais, ganha muito dinheiro, e, inquirida, responde que para arranjar um emprego assim “tem que se saber inglês e português, saber vestir-se bem, ser bonita, e mais outras coisas… que tu [Sirana] ainda não sabes”. Veio contar-lhes que na semana seguinte será o seu “troka prenda”, noivado, e que o namorado é estrangeiro, mas muito boa pessoa, e que no próximo ano irão ambos à terra dele.

Noutra cena, as amigas de Sirana vêm chamá-la para ir com elas à praia. São exuberantes, elegantes e belas, vestem roupas justas com ombros nus e umbigos à mostra… Sirana vai com roupas que a prima lhe havia oferecido. Na praia ela está triste e acaba por desabafar com dois colegas, um rapaz e uma cachopa, contando os problemas em casa entre a irmã e o cunhado, e também que não lhe estão a correr bem os ensaios porque não sabe o suficiente sobre Rosa Muki Bonaparte. Os colegas falam-lhe do papel desta como pioneira dos direitos da mulher em Timor, no âmbito da OPMT, e que foi assassinada pelos militares indonésios no porto de Díli logo no primeiro dia da invasão, e aconselham-na a procurar nos livros e perguntar às senhoras mais velhas. Ela confessa que há mais uma coisa a preocupá-la, um amigo, Nonó, gosta dela, mas ela sente-se reticente em retribuir porque ele é rico e ela não. Eles asseguram que o Nonó é um tipo impecável que não dá importância a essas coisas.

Noutro ensaio, um senhor lá no CJPAV (uma das mais importantes instituições culturais de Díli) pergunta à nossa jovem heroína porque não pede ela à mãe informação sobre a personagem que tem que interpretar e sobre esses tempos. Ele tinha afinal estado no mato com a mãe de Sirana. Esta conta depois à filha sobre os primórdios da luta das mulheres pela sua dignidade, oprimidas que estavam pela sociedade e pela cultura tradicional, e sobre as actividades da OPMT na montanha nos primeiros anos da guerra.

Entretanto o namoro com o tal Nonó parece estar encaminhado. Sirana chega a casa e depara com a irmã que fora novamente espancada.

Temos depois uma cena com a prima, numa esplanada com o namorado. Este é “português”, apesar de o actor falar com um forte sotaque anglo-saxónico:

“- Amor, quando é que me levas para Portugal?
– Fazer o quê?
– Aprezenta ha’u ba ó-nia família [apresentar-me à tua família], of course!
– Querida, ó tenke komprende ha’u tropa ne’e. Ha’u labele lori ó ba Portugál agora. [tens que compreender que sou militar aqui. Não posso levar-te para Portugal agora]
– Mas amorzinho, ó promete atu aprezenta ha’u ba ó-nia família! [tu prometeste apresentar-me à tua família] Sabes perfeitamente que eu estou grávida!
– Eu sei amor. Ne’e la’ós ha’u mak sala. Itrua mak hakarak!… [isso não é culpa minha. Ambos quisemos… ]
– Mas amor…
– Não, não! Ita la promete buat ida ba malu. [nós não prometemos nada um ao outro]
– Ó labele halo ha’u nune’e [não podes fazer-me isso], por favor! “

E o “português” pede desculpa e põe-se a andar. Fica a moça abandonada a chorar. Depois vai a casa das primas contar-lhes lavada em lágrimas.

Este é um drama relativamente comum em Timor, o das namoradas grávidas deixadas entregues à sua sorte por namorados malais que terminam o tempo de serviço e voltam para os seus países. Mas achei curioso que – ainda por cima sendo o actor falante de inglês – tivessem optado por dar ao personagem a nacionalidade portuguesa. É certo que um soldado australiano me contou (não sei se estava a dizer a verdade ou não) que eles estão proibidos de namorar com as timorenses e que por isso, enquanto dura a comissão, têm alguns dias de licença de xis em xis semanas para irem a Báli, mas também é verdade que ele me disse isso num bar e que fiquei com a impressão que ele namorava com uma das empregadas que lá trabalhava…

A história no filme continua a desenrolar-se com a estreia da peça, que retrata a violência da invasão indonésia. As cenas da peça alternam com outros acontecimentos: o cunhado que aparece bêbado mais uma vez e que a sogra expulsa de casa, o reaparecimento deste num estado deplorável andando aos tombos até à porta que ninguém lhe abre. A peça termina com aplausos entusiásticos do público e com a subida ao palco de Mari Alkatiri (na época Primeiro Ministro) para dar beijinhos e cumprimentos aos actores e actrizes.

O filme foi feito em Díli há uns quatro ou cinco anos, e parece-me que é a obra pioneira do cinema timorense. Lembro-me de ter visto pelo menos uma produção antiga com actores da diáspora, “Flores Amargas”, ambientado no meio dos refugiados do Vale do Jamor, em Portugal, mas produto nacional mesmo, este – que eu saiba – é o primeiro. Apesar de algumas dificuldades ao nível técnico, como por exemplo a captação do som que não está muito boa, parece-me um trabalho muito bem conseguido a vários níveis. O primeiro é a sua radicação consciente na realidade local, falado em tétum, não se tratando apenas de olhares de malai sobre Timor mas sim de ambientes e histórias que fazem parte do quotidiano genuíno dos timorenses. Outro aspecto que me agradou foi, que apesar da aparente simplicidade do argumento, há a possibilidade de mais do que um nível de leitura. Resta dizer que Ivete de Oliveira foi a realizadora, e que o filme resulta do trabalho conjunto de várias instituições: Fundasaun Kultural Le-Ziaval, Sahe Institute for Liberation, Sanggar Mamura e Catholic Institute for International Relations, com apoio da Caritas Australia e Caritas New Zealand. Da banda sonora fazem parte pelo menos Os Novos 5 do Oriente e o Nelson Turquel, que também aparecem no filme.

Publicada por João Paulo Esperança à(s) 11:03 da manhã»
https://jpesperanca.blogspot.com/…/sirana-o-incio-do-cinema…

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Joao Paulo Esperanca «Sirana

Thanks to João Paulo Esperança who drew my attention to a unique window into Timorese life, post 1999. The film “Sirana,” he suggests, is the first Timorese feature film. The protagonist is a young woman who is caught between a number of worldSee MoreManage

RAIKETAK.WORDPRESS.COM
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Steve McQueen wanted his classic 1968 “Bullitt” Mustang back, but its new owner refused to bow to the superstar’s pressure

A letter came in the mail. Steve McQueen wanted his car back. It wasn’t just any old car. The souped-up Dark Highland Green 1968 Ford Mustang GT Fastback was arguably as memorable as the star who drove it in an iconic and much-imitated street-rattling and nearly 11-minute car-chase scene. The year was 1968, and Steve

Source: Steve McQueen wanted his classic 1968 “Bullitt” Mustang back, but its new owner refused to bow to the superstar’s pressure

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‘Ida Nebe Fa’an Pulsa – O Vendedor de Pulsa’ estreia no Teatro Micaelense – Açoriano Oriental

No próximo dia 18 de abril, o Teatro Micaelense dará lugar à estreia de ‘Ida Nebe Fa’an Pulsa – O Vendedor de Pulsa’, um documentário de Francisco Rosas e Ricardo Dias.

Source: ‘Ida Nebe Fa’an Pulsa – O Vendedor de Pulsa’ estreia no Teatro Micaelense – Açoriano Oriental

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5 episódios, de “Escrito no Basalto” de José Medeiros.

AudioVisuais e Multimédia’s post.
2 hrs ·

Palco de Ilusões, Produções AudioVisuais e MultimédiaLike Page
2 hrs ·
E foram 5 episódios, de “Escrito no Basalto” de José Medeiros.

Quem não viu e tiver interesse está tudo online.

Mais uma vez, o nosso muito obrigado a todos os que connosco colaboraram.
com:
Zeca Medeiros, Francisco Rosas, Carlos Azevedo, Marco Moreira, Fernando Resendes, David Medeiros , Mariana Pereira , Maria Medeiros , Maria de Deus , Malagueta Renato Cancordilo , Daniel Aguiar , Emanuel Macedo , Nelson Cabral , Alice Ruiz , Raul Resendes , Patricia Rego , Paulo Vasconcelos , Carlos Medeiros , Andreia Luis , Luisa Alves , José Maria Pacheco , Filipa Pais , Paulo Vicente , Leonardo Sousa , Ana Viegas , Paulo Martinho , Pilar Pacheco , Álvaro Pimentel , Margarida Benevides , Williams Maninho Nascimento , Marta Rocha Pereira , André Jorge , Diogo Silva , Luís Alberto Bettencourt , Sara Almeida , Carlos Duarte , João Malaquias , Bruno Correia , José Serra , Magda Botelho Furtado , Rui Pedro Almeida , Carlos Ferreira , Fernando Nunes , Igor Sampaio , Maria João Gouveia , Anabela Morais , Laura Lobao, Herberto Gomes , Maria Do Ceu Guerra , Vania Dilac , Mario Fernandes, Alfredo Gago da Câmara , entre muitos outros….

Escrito no Basalto – Episódio 5 – RTP Play – RTP
https://www.rtp.pt/play/p4477/escritonobasalto
RTP.PT

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Chrys Chrystello mais uma excecional produção do Zeca a mostrar que vale a pena trabalhar para as minorias cultas da ilha e do mundo

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João Botelho admite plágio na adaptação do filme ″A peregrinação″

A polémica estalou do lado do argumento: no último filme de João Botelho, o realizador não trabalhou sobre o livro de Fernão Mendes Pinto; baseou-se antes numa ficção histórica de Deana Barroqueiro. E não tinha autorização para tal.

Source: João Botelho admite plágio na adaptação do filme ″A peregrinação″

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